Os secretários municipais de Turismo dos municípios de Agrestina, Altinho, Cupira, Panelas e São Joaquim do Monte, integrantes da Região Turística Encantos do Agreste, cumpriram agenda em Brasília (DF), nos dias 4 e 5 de agosto, para apresentar a região aos órgãos brasileiros e fortalecer o turismo regional. O encontro foi articulado pelo município de Agrestina, que é interlocutor da Região Encantos do Agreste desde a sua criação.
Na ocasião, os secretários municipais tiveram a oportunidade de participar da pauta do ministro do Turismo, Gilson Machado, e de visitar a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), onde foram atendidos pela técnica, Mônica Costa, e puderam esclarecer dúvidas a respeito do fortalecimento das rotas de turismo, ações de incentivo ao turismo na região, sobre o Mapa do Turismo, e conhecer de que forma a confederação pode contribuir com os municípios.
Os gestores também cumpriram agenda na Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), onde foram recebidos pelo presidente, Carlos Brito, e pelo diretor de Marketing, Silvio Nascimento, onde aproveitaram a ocasião para apresentar a Região Turística Encantos do Agreste e discutir ações inerentes ao crescimento e fortalecimento da região.
Em seguida, conheceram a Associação Nacional dos Secretários de Turismo (Anseditur), e a Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal, onde foram recebidos pela secretária, Vanessa Monteiro e sua equipe, com o objetivo de conhecer o seu funcionamento e participar de uma importante troca de experiências e saberes com representantes de outras regiões do país.
“Foi um momento muito rico, onde nós pudemos conhecer realidades diferentes da nossa, e formas inspiradoras de se trabalhar o fortalecimento do turismo”, disse o secretário de Cultura e Turismo de Agrestina, e interlocutor da Região Turística Encantos do Agreste, Josenildo Santos.
Com a diminuição das taxas de ocupação nas UTIs por conta do Coronavirus, o Plano de Convivência com o COVID 19 foi alterado, a partir de hoje, em todo o Estado.A mudança mais importante é que as regiões passam a ter o mesmo período de funcionamento dos estabelecimentos comerciais e de lazer. Sendo assim, todos poderão estar abertos ao público até a meia-noite.As lojas e centro comerciais poderão receber em seus estabelecimentos 70 por cento da capacidade com um distanciamento mínino de 1 metro.
Os bares e restaurantes também cumprirão as mesmas determinações. O número de músicos foi aumentado para 5, mas continua a proibição de danças.Também foi ampliada a participação em eventos corporativos. Podem ter a presença de 300 pessoas ou 70 por cento da capacidade.
O governador Paulo Câmara (PSB) alertou a população para a necessidade de uso de máscara, manutenção do distanciamento social e da higienização das mãos. “A pandemia do Coronavirus ainda não terminou”, reforçou.
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Eriberto Medeiros (PP), detalhou ao Blog do Alberes Xavier, que o Legislativo Estadual está dialogando com as demais instituições do estado. Para isto acontecer, o deputado vem mantendo uma constante agenda de encontros com as mais diversas entidades e associações representativas. “Mantendo contato, propondo parcerias, colocando a Assembleia a disposição para podermos alterar a Legislação (do estado) se for necessário, por que esse é nosso principal trabalho (…), aproveitando esses momentos para ouvir, e assim, podermos dar a nossa contribuição”, salientou Medeiros, destacando, que os próximos encontros ocorrerão na Região do São Francisco. “Faremos nove reuniões com representantes das micros e pequenas empresas”, disse.
Eriberto comentou seu crescimento político obtido através do apoio nas eleições municipais em 2020, ressaltando, que o objetivo é fazer uma política séria, de aproximação e união. “Em virtude da negativa que se tem da política atualmente, aqueles que participam, tem que buscar fazer política com seriedade, dedicação e afinco. Muito mais de aproximar, de propor, de unir forças, para buscar os caminhos do desenvolvimento”, asseverou o parlamentar.
“Temos uma boa parceria com o governador Paulo Câmara”, justificou o presidente da Alepe, revelando ainda que, “respeitando a Constituição do Estado, e as normas”, desenvolve um trabalho sem dificuldades e com responsabilidade, aprovando os encaminhamentos e projetos enviados pelo Executivo. “Com todas as Instituições, sempre trilhamos esse caminho na vida, de procurar agregar, juntar e construir pontes,” assegurou Eriberto Medeiros, para a Rede Pernambuco de Rádios.
O prefeito do município de Agrestina, Josué Mendes (PSB), cumpriu agenda em Brasília, na última quinta-feira (5), junto aos demais prefeitos que integram o Consórcio dos Municípios do Agreste e da Mata Sul (Comagsul) e secretários de Turismo que fazem parte da Região Turística Encantos do Agreste. Prefeitos e secretários pernambucanos participaram de audiências com ministros de Estado e também cumpriram agendas paralelas com deputados e senadores. O objetivo foi apresentar as demandas dos municípios.
Na comitiva, estiveram presentes os prefeitos de Agrestina, Altinho, Cupira, Panelas, São Joaquim do Monte e Barreiros, com seus respectivos secretários municipais de Turismo, e ainda os prefeitos de Jaqueira, Barra de Guabiraba, Quipapá, Catende, Tamandaré e Cachoeirinha.
O encontro foi fruto de uma articulação coordenada pelo município de Agrestina junto ao Consórcio dos Municípios do Agreste e da Mata Sul – Comagsul-, no qual os municípios definiram necessidades em comum entre todos para serem tratadas em audiência com os ministros João Roma, da Cidadania, Gilson Machado, do Turismo, e Mário Frias, da Secretaria Especial de Cultura. As necessidades encaminhadas até os ministros de Estado foram projetos sociais, e ações estruturadoras, como a construção de pórticos na entrada das cidades e também a construção de memoriais, para salvaguardar a história do povo.
Além das audiências com os ministros, os prefeitos cumpriram agendas paralelas com deputados e senadores, já os secretários municipais aproveitaram a ocasião para tratar de outras demandas, passando por órgãos como a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a Agência Brasileira de Turismo (Embratur), a Associação Nacional dos Secretários de Turismo (Anseditur), e visitando também a Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal.
Em agenda paralela o prefeito de Agrestina, por sua vez, também esteve na Fundação Cultural Palmares, onde solicitou a mesma que continue disponibilizando cestas básicas para a comunidade de remanescentes de quilombolas “Pé de Serra dos Mendes”. Deliberou também, junto à fundação, outras ações de cultura e cidadania a serem desenvolvidas no município.
Os verdadeiros ídolos não precisam de riqueza para se tornarem vitoriosos. Mesmo lutando, às vezes, contra grandes forças contrárias, eles conseguem vencer. E, a partir dessa vitória inicial, eles se tornam mais fortes e vão, paulatinamente, conquistando outros louros.
A nível mundial, podemos dizer hoje que o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, é um desses ídolos, que demoram a surgir mas, quando chegam, tornam-se eternos, porque passam a fazer parte da história e são lembrados para sempre.
Em nosso Estado, justamente na Terra da Pitu, que é também a Terra da Revista Total, surgiu um desses ídolos que aparecem de vez em quando, que conseguiu vencer uma eleição sem contar com uma estrutura gigantesca e verba astronômica.
Este ídolo emergente, este político novo da nova política, é natural de Vitória de Santo Antão (PE) e tem nome que, certamente, ainda tem muito caminho a percorrer e vai crescer muito: André Carvalho (PDT).
Como bom observador, político nato e, sobretudo, um lutador em prol de sua terra e sua gente, ele – sendo novo político com mandato – tem muito a relatar e com muita categoria fez, nessa entrevista, uma avaliação bem pertinente sobre a nova gestão vitoriense.
Revista Total (RT) – Como você avalia a gestão do prefeito Paulo Roberto nesses primeiros 7 meses?
André Carvalho (AC) – Regular. Ainda é cedo para avaliar todos os atos da gestão, mas podemos avaliar a direção para onde ela caminha e essa direção não é boa. Paulo vai enfrentar uma prefeitura com dois tipos de problemas: primeiro, problemas de Estado – que ele herdou de outros prefeitos, mas são problemas que ele terá que enfrentar -, e segundo, são os problemas da gestão dele mesmo. Os problemas de Estado são estruturais da nossa cidade: temos uma das 50 piores educações públicas de Pernambuco, com o IDEB muito abaixo da meta; Vitória, até 2024, terá que criar mais de 2 mil vagas em creches e, até o momento, não temos nenhuma construída; temos um déficit atuarial na previdência do servidor público municipal de mais de 1 bilhão de reais, ou seja, caminhamos para um ponto em que o servidor não conseguirá se aposentar; a prefeitura tem problemas fiscais, a arrecadação do IPTU desajustada e gargalos nos gastos públicos; Vitória não tem Plano Diretor para organizarmos nosso território; não iniciamos nosso processo de transição digital (tanto que o prefeito abriu uma licitação no valor de 100 mil reais para aquisição de resmas de papel); temos problemas administrativos, com servidores precisando evoluir na carreira, vários problemas no plano de carreira municipal e uma casta de servidores que recebem acima do teto constitucional. Esses são alguns desafios estruturais herdados de outras gestões e que a prefeitura não deu nenhum passo para a resolução dos mesmos, não propôs até o momento nenhum tipo de reforma estrutural. Por outro lado, há os problemas que o prefeito mesmo criou: a prefeitura virou uma grande empresa familiar, como é a Facol. Vários parentes do prefeito estão coordenando setores da administração pública sem ter o conhecimento técnico adequado para revisar as políticas públicas do município, sem fazer avaliação de custo-efetividade e sem implementar novas políticas. O orçamento da prefeitura não é tão grande, é como um lençol curto: “se você cobre a cabeça descobre os pés”. Sendo assim, é necessário um time de secretários que esteja acostumado a entregar resultados em termos de serviço público, que saiba fazer contratações e compras públicas com menor preço, que reavalie onde estão os gargalos da administração. O prefeito não vai fazer isso transformando a prefeitura numa Facol. Vou te dar um exemplo de como isso é ruim para cidade: o prefeito nomeou um bom secretário de Saúde, Eudes Lorena, com formação em saúde pública, doutorado e tudo mais. Sabe o que estão me denunciando desde o início da gestão? Que quem manda lá na secretaria é a filha do prefeito e não o secretário. Resultado: Eudes entregou a pasta. Como pode você deixar um filho administrar uma secretaria sem a menor competência técnica, diante de uma Saúde complexa como é a de Vitória? E, além disso, colocar um técnico de figurante? Enfim, o prefeito tem que reduzir o espaço de familiares e aliados políticos e investir numa equipe mais qualificada. Se não fizer isso, a própria gestão dele vai se embananar.
Temos bons secretários que podem servir de modelo: o de Agricultura faz um bom trabalho de manejo de sementes e está em contato frequente com associações rurais; a secretária da Mulher já foi diretora da Fundarpe, entende de política pública; a Amavisa está fazendo um trabalho de replantio de árvores de maneira técnica, com um plano de reflorestamento montado. Por outro lado, a Secretaria de Saúde, coordenada por um familiar, está sendo ruim, pois estão faltando médicos e remédios em diversos postos. A Secretaria de Educação montou um modelo de aula à distância que os alunos não estão assistindo, estão totalmente despreparados para manter interessados os alunos nas aulas on-line. O secretário de Esportes é parente do prefeito, desconheço qualquer política pública que se esteja implantando para o setor. O secretário de Cultura é muito bom em organizar festas, mas pouco entende da identidade e memória cultural, fora que passamos mais de 4 meses para a cidade pagar o auxílio emergencial do carnaval. Espero que esses problemas de Estado e de Governo sejam enfrentados. Até o momento, a prefeitura tem caminhado na direção contrária de tudo isso.
RT – Qual você acha que está sendo a marca dessa gestão?
AC – Acho que existem três marcas nessa gestão. A primeira é repetir os erros dos gestores anteriores: abrigar muitos aliados políticos sem formação técnica adequada, inchando e trazendo improdutividade para a máquina pública. A segunda marca, eu vejo um esforço da prefeitura em trazer algumas empresas para cá e gerar novos postos de trabalho, o que é importante porque mais da metade da nossa população vive no subemprego. A terceira marca, e a mais gritante de todas, é que a prefeitura tem mais propaganda do que transparência. Abriu um processo de licitação no valor de 2 milhões de reais para contratação de empresa de publicidade. Por outro lado, eu já mandei diversos pedidos de informação para verificar denúncias da população e vários foram negados. Tivemos que ir para a Justiça entrar com um mandado de segurança para conseguir essas informações. Em outras palavras, vê-se que o prefeito não quer o contraditório, não dialoga com opositores, não recebe bem as críticas, o que quer é toda a cidade lhe aplaudindo e elogiando. É uma administração narcísica.
RT – Dentro da Câmara de Vereadores, quais desafios você tem enfrentado em relação aos projetos que são encaminhados?
AC – Votei a favor de mais de 70% dos projetos encaminhados pela prefeitura. Mas algumas eu não pude compactuar e mesmo assim a maioria da Câmara, que está quase toda com o prefeito, aprovou. Tentei demonstrar que vários desses projetos são inconstitucionais, por isso estou protocolando denúncias também no Ministério Público. Soma-se a isso uma Câmara que está quase toda ao lado do prefeito e que aprova tudo de maneira automática, sem ler. Para se ter uma ideia, tem projetos que encaminho junto com a oposição, que são constitucionais, e os vereadores, de maneira arbitrária, classificam esses projetos como inconstitucionais. É o caso, por exemplo, de um projeto que submeti anulando a isenção de zona azul para vereadores e outras autoridades no município. Com uma desculpa esfarrapada alegaram que era inconstitucional e pronto, assim ficou.
RT – Há alguma denúncia que você fez ou pretende fazer ao Ministério Público?
AC – Alguns exemplos têm a ver com a procuradoria do município: a prefeitura aprovou a criação de um cargo de subprocuradoria por indicação política, que tem as mesmas atribuições de um procurador, o que é inconstitucional, pois só pode preencher a vaga de procurador quem é concursado. Ele criou uma lei incorporando gratificações para técnicos da procuradoria e transformando cargos, sem respeitar a Constituição Federal, que veda essa transformação sem prévio concurso público. Além disso, transformou o cargo de alguns auxiliares administrativos da prefeitura, que passam a integrar a procuradoria com um cargo técnico. São leis que beneficiam uma pequena casta de servidores, enquanto a maioria tem problemas até para se aposentar e ter reajuste no salário. Outra lei absurda foi a doação do prédio onde era a Escola Azoubel para o Instituto Potes, na época presidido por Ozias Valentim, segundo informações do CNPJ. Ozias sempre foi aliado político do prefeito e tem um cargo de assessoria na prefeitura. Como pode doar um prédio assim para um instituto presidido por aliado político, sem a menor concorrência para que outras organizações sem fins lucrativos pudessem participar? Enfim, falta republicanismo por parte da administração municipal. Eu denuncio isso porque é meu papel e espero que não seja uma prática recorrente na gestão.
RT – Esta é a sua vez como representante do povo, que fiscaliza e propõe para a Prefeitura. Como tem sido essa nova experiência? Esperava algo diferente?
AC – Fui o 2º vereador mais votado na história de Vitória de Santo Antão e tem sido uma experiência importante. Eu achei que seria muito mais difícil conseguir fazer o meu trabalho, por causa do sistema e da nossa cultura política. Nós temos uma alta desigualdade na cidade, metade do município vive de subemprego, além de termos muitos desempregados e gente sem ter o que comer mesmo. Isso deixa a população muito vulnerável ao sistema político de nossa cidade. Ainda assim, tenho conseguido fazer um importante trabalho de fiscalização, que foi a nossa principal promessa de campanha. Não tenho notícia de um trabalho dessa natureza no município.
RT – E como você tem avaliado a sua atuação enquanto legislador? Quais você considera seus principais marcos?
AC – Acredito que estamos fazendo um trabalho importante. Além da atividade de fiscalização, que é minha atribuição constitucional, apresentei alguns projetos de lei. Alguns foram aprovados e outros não: retirar isenção de zona azul para vereadores e outras autoridades, tentei implementar o auxílio emergencial, aprovamos uma lei que obriga a prefeitura a divulgar a lista de vacinados para fiscalizar furada de fila, conseguimos ampliar os segmentos a serem contemplados pelo auxílio emergencial do carnaval etc. Também fiz questão de abrir seleções e escolher uma equipe técnica para atuar comigo no gabinete, o que tem gerado muita produtividade nas nossas atividades. Na verdade, tenho feito mais do que minha atribuição como vereador. Conseguimos com o deputado federal Túlio Gadêlha cerca de 3 milhões em emendas parlamentares para Vitória. A maior parte para saúde pública do município, Apami e João Murilo.
RT – O VitóriaPrev, que é Previdência dos Servidores Municipais, enfrenta um momento economicamente complicado. Inclusive vem um projeto de lei para instituir a previdência complementar, que deve ser aprovado até novembro. Eu queria que você contextualizasse melhor para quem não sabe o que tem acontecido e também falasse sobre esse novo projeto de lei.
AC – Sobre o VitóriaPrev, existe uma coisa chamada déficit atuarial, que é pegar toda a vida produtiva do servidor e a vida que ele vai ficar aposentado e ver quanto a prefeitura, em média, vai gastar com cada servidor aposentado do município, durante todo o período de vida dele. Em 2019, o rombo da previdência para custear a aposentadoria dos servidores que ingressaram no serviço público a partir de 2007 foi de R$ 79,6 milhões. Em 2020, esse rombo passou para R$ 88,3 milhões. Já o rombo para custear a aposentadoria daqueles que se tornaram servidores até 2006 foi de R$ 680 milhões, em 2019. Em 2020, esse rombo chegou a R$ 1,3 bilhões. Esse atual regime é um modelo insustentável. Para piorar, a prefeitura aprovou um projeto de lei para incorporar as gratificações de servidores da Procuradoria, o que contribui ainda mais para o prejuízo da previdência. Temos também auditores no município que recebem mais de R$ 33 mil reais, recebem mais do que o prefeito. Isso não pode continuar assim.
RT – Como você avalia a atual condução da educação municipal, que é uma das 18 piores de Pernambuco, segundo o IDEB?
AC – Uma das primeiras atitudes que um gestor deveria ter seria reformular o Plano Municipal de Educação. Esse seria o momento de ouvir a sociedade civil, gestores, copiar modelos que deram certo em outras cidades e aplicar aqui. Além disso, não podemos mais admitir que se tenha indicação política para cargos de direção de escolas. Esse posto deve ser ocupado a partir de uma eleição, em que a comunidade escolar participe, levando em conta também a formação e a capacidade técnica dessa pessoa. Por último, esse gestor precisa assinar um termo de compromisso com o município, comprometendo-se a atingir metas de educação básica. Não vamos conseguir atingir um bom índice de educação municipal mantendo o mesmo modelo que Elias Lira, Aglailson Jr ou Aglailson Pai. Precisamos fazer essas reformas estruturantes para lidar com a evasão escolar, aumentar o tempo de letramento dos alunos e melhorar a produtividade nas escolas.
RT – Para encerrar, quais as suas considerações finais?
AC – Obrigado pelo espaço. Acima de qualquer coisa, amo minha cidade, estou lutando para que ela caminhe de outra forma, sintonizada com administrações modernas, com indicadores sociais. Não dá para repetir os mesmos modelos administrativos e esperar resultados diferentes.
Deus usa as coisas que não são para confundir as que são
E assim o foi, na chegada da Revista Total ao Recife, a capital pernambucana, no ano de 2006. O saudoso governador Eduardo Campos e a Revista Total fizeram uma grande parceria e Eduardo, sem sombra de dúvidas, foi o grande impulsionador do crescimento da Revista que, até então, era apenas um novo veículo com base e distribuição em Vitória de Santo Antão (PE).
Ao prognosticarmos a vitória de Eduardo Campos, no pleito daquele ano, quando ele ainda engatinhava nas intenções de voto, nós conquistamos não só sua gratidão mas a sua admiração e a sua amizade. E ele jamais se fez de rogado: comprou a ideia da revista que, com a sua força, o seu carisma e, sobretudo, a sua gratidão, transformou-se na “Revista dos municípios pernambucanos”.
Lembro isto e não posso deixar de lembrar do meu amigo, o jornalista Geraldo Paulo de Jesus, figura pitoresca e folclórica de Pernambuco.
Como ele conhecia toda classe de executivos e políticos da Região Metropolitana – e era conhecido por todos – Geraldo Jesus me passou, de cortesia, todo seu network, inclusive os contatos e respectivas características de um por um (e olhe que foram centenas), para facilitar minha abordagem. Com tudo isso, e com a ajuda de Deus, dando-me sabedoria e discernimento, entrei forte e usei todo o conhecimento que ele me transmitiu, todos os contatos, toda as sugestões, a favor da expansão e da divulgação da nova revista.
Ou seja, ao ser agraciado com dois presentes tão maravilhosos, de dois homens puros de coração – Eduardo Campos e Geraldo Jesus -, foram muitos os frutos colhidos, que se se transformaram numa fonte inexorável para o desenvolvimento da Revista Total.
Os dois foram, com toda a certeza, os responsáveis por eu e a Revista Total sairmos do anonimato, sendo muito importantes para nosso crescimento e nossa ascensão.
Então, posso dizer que Deus, minha família, esses dois grandes homens e todos os amigos da minha natal e de fora dela, foram os responsáveis por hoje ostentarmos toda essa evolução que fez a “revista dos municípios pernambucanos” conquistar Brasília e todo Brasil, transformando-se na “revista dos municípios brasileiros”.
Deus levou Eduardo para perto dEle, mas jamais será esquecido por nós, que fazemos a Revista Total. Geraldo Paulo de Jesus continua sendo um grande parceiro e um amigo leal. Sempre que posso, quando vou ao Recife, eu o convido para almoçar, para poder ter o prazer de desfrutar de sua companhia, que me é tão valiosa.
E, portanto, não posso deixar de sempre exaltar, lembrar, agradecer a esses dois grandes amigos que Deus pôs no meu caminho e que ajudaram a mudar o rumo da nossa Revista Total.
O secretário Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional Urbano, Tiago Pontes, do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), estará no município de Águas Belas nesta terça-feira (10) para a entrega de 200 unidades habitacionais do Empreendimento Curral Novo. A entrega das chaves, pelas mãos do secretário, faz parte de um investimento de aproximadamente R$ 13 milhões pelo programa Casa Verde e Amarela, do Governo Federal. O programa beneficiará, em suas duas etapas, mais de 800 pessoas de famílias de baixa renda. A cerimônia está marcada para às 13 horas no distrito de Curral Novo e conta com a presença de lideranças locais.
As casas do empreendimento serão entregues com forro e revestimento em cerâmica. Além das moradias, o projeto entregará uma praça e mais de 10 ruas foram saneadas com galerias e contempladas com calçamento, trazendo dignidade e segurança para os novos moradores. Tiago Pontes segue no compromisso de trazer mais investimentos para os municípios de Pernambuco.
Em audiência pública nesta sexta-feira (6), a Câmara Legislativa comemorou o Dia Nacional da Vigilância Sanitária em evento remoto, transmitido ao vivo pela TV Web CLDF, com tradução simultânea em Libras. O autor da homenagem, deputado João Cardoso (Avante), cumprimentou os auditores de atividades urbanas com especialidade em vigilância sanitária, carreira da qual ele também faz parte, ao destacar as funções exercidas pela categoria, como a regulamentação, controle e fiscalização de produtos e serviços das áreas de alimento, saúde, saneamento e medicamentos.
O parlamentar salientou o trabalho diuturno desses profissionais durante a pandemia, a exemplo da fiscalização das medidas de segurança sanitária, para garantir a proteção e a saúde da população. “Os serviços da vigilância sanitária estão presentes no cotidiano dos brasileiros, uma vez que a atividade permeia praticamente todos os locais”, afirmou. Ele destacou a atuação da Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa-DF), responsável pelas mais de trinta mil ações de auditoria e fiscalização feitas no ano passado. Neste ano, cerca de onze mil ações já foram realizadas. Por outro lado, Cardoso lamentou a remuneração defasada, bem como o déficit de servidores e de aparelhamento.
Oswaldo Cruz
O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, lembrou que a categoria escolheu o dia 5 de agosto para celebrar a atividade em homenagem ao nascimento do médico e sanitarista Oswaldo Cruz (1872-1917). Ao reportar o contexto da pandemia, Torres se solidarizou com as famílias das vítimas de Covid-19 e chamou a atenção para as dificuldades e desafios do momento, que exige interlocução constante entre os gestores e a Anvisa.
Em firme defesa da vacinação e das medidas de segurança contra a Covid-19, o diretor-presidente da Anvisa reforçou que “vacina boa é vacina no braço”.
Valorização
O papel da vigilância durante a pandemia foi exaltado por diversos auditores presentes na audiência, que pleitearam a valorização da profissão, a exemplo do diretor da Vigilância Sanitária do DF, Hércules Ribeiro, que agradeceu a homenagem da CLDF. Ele clamou por políticas públicas de prevenção e proteção à saúde e pela valorização da atividade no DF, que hoje sofre com a complexidade do serviço e a carência de recursos humanos, especialmente diante do aumento da população local. “O nosso corpo técnico está minguando”, considerou a auditora Luciane Antunes.
Em linha tangente, o auditor André Godoy Ramos chamou a atenção para os riscos enfrentados pelos profissionais no exercício da atividade, agravados e mais evidentes durante a pandemia. Ele criticou a perda da insalubridade, adicional cortado mesmo diante do aumento dos riscos.
“Precisamos ser valorizados”, frisou. Em outro ângulo, a auditora Berenice Brito lembrou a evolução da própria atividade e o respeito da população para com os profissionais que estão na ponta. No término do evento, o deputado João Cardoso marcou uma reunião para o final deste mês com os participantes a fim de debater os pleitos da categoria.
Empresa estima um faturamento superior a R$ 850 milhões no acumulado até 2024. Também serão abertas 11 lojas-conceito no Estado
Mais um empreendimento chega a Pernambuco, atraído pelas condições diferenciadas oferecidas pelo Plano Retomada do Governo do Estado. O governador Paulo Câmara anunciou, nesta segunda-feira (09.08), o novo centro de distribuição da empresa MadeiraMadeira, no município do Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife. Com uma área de 10mil m² – tendo ainda a possibilidade de expansão imediata – a companhia estima faturar mais de R$ 850 milhões no acumulado até 2024, além de gerar 120 empregos diretos e indiretos. As operações devem ser iniciadas já em setembro. A MadeiraMadeira também planeja a abertura de 11 Guide Shops (lojas-conceito) no Estado. “Estamos avançando na geração de emprego e renda, dentro do processo de retomada, tão importante para o futuro de Pernambuco. É satisfatório saber que as empresas de comércio eletrônico estão nos escolhendo para instalar seus centros de distribuição. A MadeiraMadeira viu no nosso Estado o local adequado para fazer toda a infraestrutura necessária à distribuição dos produtos que vende pelo Nordeste”, destacou Paulo Câmara. De acordo com o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio, o fato de Pernambuco ser um hub logístico foi determinante nesse trabalho de atração do empreendimento. “Temos acesso a 90% do PIB da região, localizados num raio de 800 quilômetros, conectando o Recife a outras sete capitais nordestinas. Mas além de localização privilegiada, a gente constrói todo o apoio complementar no diálogo com o setor privado, seja oferecendo apoio em infraestrutura ou incentivos fiscais e de inteligência de mercado”, detalhou. O CEO da MadeiraMadeira, Daniel Scandian, reforçou que a estrutura oferecida pelo Governo de Pernambuco ajudou a simplificar a decisão de instalar o empreendimento no Estado. “Foi uma decisão rápida, porque o Estado nos orientou e ajudou muito, logisticamente e estrategicamente”, explicou. O presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), Roberto Abreu e Lima, também enfatizou que a negociação foi muito tranquila e fluida. “Estamos, inclusive, dando todo apoio para que empresas pernambucanas fabricantes de móveis possam ser fornecedores da MadeiraMadeira”, acrescentou. Também participaram do encontro a secretária-executiva de Desenvolvimento Econômico, Ana Paula Vilaça, e demais representantes da empresa.
HISTÓRICO – A Companhia de e-commerce – loja virtual iniciou suas operações em novembro de 2009, em um segmento até então pioneiro na internet, de venda de móveis, eletrodomésticos, itens de decoração e jardim, ferramentas e materiais de construção. As vendas acontecem de forma 100% online e não presencial. Com a experiência no e-commerce já consolidada em 2017, a ampliação da oferta de produtos de outros e-commerces na mesma plataforma gerou o marketplace MadeiraMadeira, formalmente funcionando desde meados de 2018. No começo deste ano, a companhia recebeu a última rodada de investimentos, liderada pelo Softbank, elevando-a ao status de unicórnio brasileiro, chegando ao marco de US$ 1 bilhão em valor de mercado, com pouco mais de 1.900 colaboradores em todo o Brasil.
O prefeito reeleito por Olinda, Professor Lupércio (Solidariedade), faz neste segundo mandato uma gestão “olhando para frente”, segundo ele, a população está cansada de “olhar pelo retrovisor”. Ele disse ao Blog do Alberes Xavier que quando assumiu pela primeira vez a prefeitura, não havia sequer uma creche ou escola climatizada no município. Hoje, todas unidades estão cem por cento climatizadas. Nos índices da educação Olinda saiu do (15°) lugar na classificação do IDEB para a (5°) posição.
O prefeito anunciou que em breve abrirá concurso público com vagas em diversas áreas. Com treze pontos de vacinação a cidade está com mais de 50% das pessoas vacinadas, o que está permitindo a abertura do comércio, de novos empreendimentos e lojas, aumentando assim a oferta de empregos.
Lupércio detalhou os novos investimentos que estão sendo executados e citou como exemplo a ordem de serviços no valor de R$ 72 milhões para urbanização. “Muitas obras agora em que gestores tem enfrentado este desafio, estamos conseguindo corresponder e queremos muito mais para esta cidade conhecida mundialmente que é Olinda”, frisou o gestor à Rede Pernambuco de Rádios.
Durante a pandemia trabalhadores da área do turismo estiveram acobertados com um auxílio emergencial. Artistas, barraqueiros, artesãos, vendedoras de tapiocas e condutores, conhecidos como guias. Estas categorias estão sendo beneficiados com a ajuda municipal. “Temos secretários e secretárias imbuídos neste propósito”, afirmou o prefeito da cidade de Olinda.
O gestor ressaltou a parceria do deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade), e a ajuda que o parlamentar tem direcionado para o município. “É um deputado que tem ajudado demais. Não só mandando recursos, mas destravando emendas lá em Brasília”, disse ao Blog do Alberes Xavier, revelando ainda, que Coutinho ajudou a cidade de Olinda a sair do Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias (CAUC), permitindo o município a receber recursos federais.
Na disputa em 2022: “Meu nome está aí para 2022, e tenho dito isto com todo respeito”. O gestor da prefeitura de Olinda assegura que pode sair candidato em disputa nas próximas eleições para o governo do estado “Desta forma que eu faço aqui em Olinda é a forma que eu irei fazer no Campo das Princesas”, afirmou.
Para este projeto ele disse que conta com o apoio do deputado Augusto Coutinho. “Não estamos aqui como fogo de palha. Vamos visualizar o cenário para ver esta possibilidade”, assegurou o prefeito.