A Revista Total conseguiu um percentual de 100% de acertos na publicação da lista dos prováveis vereadores eleitos e/ou reeleitos em Vitória de Santo Antão.
Diferentemente da lista dos candidatos a prefeitos, governadores e presidente da República, os prognósticos dos prováveis vencedores nas eleições de vereadores e deputados estaduais e federais tornam-se bem mais complexos pois, enquanto no caso das eleições para prefeito, por exemplo, a média é de 3,386 candidatos por vaga (5.570 prefeitura para 18.861 candidatos este ano), para vereador, a média é de 9,202 candidatos por vaga (57.931 cadeiras de vereador em todo o país para 533.097 candidatos que concorreram este ano).
Portanto, baseando-se nesses parâmetros, fica mais fácil o estabelecimento dos prognósticos sobre os prefeitos a serem eleitos do que o dos vereadores.
Para se obter um percentual de acertos o mais próximo possível do resultado, é preciso que se use uma fórmula em que se atinja maiores probabilidades.
No caso da publicação que a Revista Total fez para estabelecer os 19 candidatos que seriam eleitos para ocuparem as 19 cadeiras da Casa Diogo de Braga, foram feias duas relações: a principal, com os 19 de maiores chances, onde acertamos 15, e a complementar, com mais 20 nomes com grandes possibilidades de vitória, da qual acertamos mais 04, totalizando os 19 vereadores eleitos e/ou reeleitos.
Só para refrescar a memória, aí estão as relações:
Em razão de uma lentidão no processo de totalização dos votos (soma dos votos), está ocorrendo um atraso para a divulgação dos resultados da apuração.
Os dados estão sendo remetidos normalmente pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e recepcionados normalmente pelo banco de totalização, que está somando o conteúdo de forma mais lenta que o previsto.
O problema está sendo resolvido pelos técnicos, para a retomada mais célere do processo de divulgação.
Ressaltamos que não há nenhuma relação com o vazamento de dados pessoais de servidores e nenhuma relação com a tentativa de ataque cibernético registrada pela manhã.
Com informações de Saulo Moreira – Assessoria de Comunicação TRE-PE
O maestro Guedes Peixoto vai, agora, tocar na orquestra dos anjos
Com informações do Dr.Ney
Nesta madrugada deixou=nos o maestro Guedes Peixoto.
Seu sepultamento ocorrerá na tarde de hoje no Cemitério de Santo Amaro, onde está ocorrendo o velório na capela central.
Ao escrever o livro Carnaval do Recife (2019), o historiador Leonardo Dantas Silva incluiu a sua micro biografia, que aqui transcrevo:
Mário Peixoto Guedes Alcoforado, nasceu em Goiana (PE), em 25 de janeiro de 1933 e falece no Recife, em 15 de novembro de 2020
Iniciou-se na carreira musical tocando trombone na banda Saboeira de Goiana, e continuou os seus estudos no Conservatório Pernambucano de Música com os professores Severino Revoredo e João Cícero. Foi também regente da Orquestra Sinfônica do Recife.
Estudou, ainda, com Valdemar de Almeida e, dentre outros, recebeu aulas particulares com o Padre Jaime Diniz. Em São Paulo, estudou com Cesar Guerra Peixe e Hans Joachim Kollreuter (responsável pela formação da, maioria dos músicos brasileiros), e estudou regência coral com Carlos Alberto Pinto Fonseca, além de um curso de especialização em trompa com Karl Ritcher, também cravista e organista alemão, fundador do Quinteto de Sopros e do Coral Bach, ambos de Munique – Alemanha.
Em temporada na cidade de São Paulo, exerceu função de diretor musical da TV Tupi e, em seguida, no Recife, assumiu a direção musical da TV Jornal do Commercio – Canal 2. Foi, durante muito tempo, diretor musical do Teatro de Ópera de Pernambuco, apresentando as óperas “La Traviatta” , “Rigoletto” e “Tosca” de Verdi e “La Boheme” de Puccini.
Conduziu, por muitos anos, uma orquestra de frevos, que muito abrilhantou os salões do Recife e de capitais do Nordeste.
Guedes Peixoto também compôs músicas eruditas, sendo autor de peças como Maracatu para Piano, Ciranda para Orquestra, conduzido por Mario Tavares no Teatro de Santa Isabel em 1990, e Polifonia Nordestina, em quatro movimentos.
Em 1975, a convite de Ariano Suassuna, então secretário municipal de Cultura, assumiu a Orquestra Sinfônica do Recife, permanecendo até 1982, quando veio a ser substituído por Eleazar de Carvalho, ficando ele na função de regente–assistente.
Independentemente de suas atribuições, tornou-se bacharel em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, em 1977. Nesse período, exerceu, por muitos anos, na Ordem dos Músicos do Brasil – Secção de Pernambuco, as funções de Conselheiro e Presidente.
Algumas de suas obras:
O homem do guarda-chuva , Farrapo, Carnaval no Português. Também compôs os frevo0s de rua Reforma Agrária, Frevo da Saudade, Trumbicando e Suzy, 1970 e Frevioca 1980. Compôs, ainda, Não Perca Tempo, frevo canção, 1990.
Uma perda irreparável. Hoje, Pernambuco Cultural e o Brasil Musical estão mais pobres!
Coordenação e Produção de Conteúdo: Marcos Lima Mochila
Supervisão: Marcelo Mesquita
JOÃO E MENDONÇA ESTÃO TECNICAMENTE EMPATADOS
Os números do Ibope indicam que polarização nacional deve ser realidade local
Por Igor Maciel / JCNE10
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Neste momento, eleitores de direita começam a identificar Mendonça como representante. Campos surge numericamente à frente. Debate entre esquerda e direita pode ser a tônica na escolha do eleitor.
A pesquisa Ibope/JC/Rede Globo, apontando empate técnico entre os candidatos João Campos (PSB) e Mendonça Filho (DEM) é a confirmação da polarização que se imaginava para a eleição do Recife.
Imaginava-se, porque era impossível que a grande exposição dos debates nacionais nos últimos meses, entre esquerda e direita, não influenciasse a campanha em cada canto do Brasil, inclusive por aqui.
A perspectiva sobre quem seria o representante da Direita Conservadora nessa disputa local estava em jogo e ainda está.
Hoje, o ex-ministro Mendonça Filho, com 19%, parece ser visto como essa representação. Campos tem 23%.
Logo em seguida, nesse campo, com 11%, Patrícia Domingos (Podemos) chega com 8 pontos atrás de Mendonça.
Outros, como Alberto Feitosa (PSC), Marco Aurélio (PTB) e Charbel (Novo), ou não pontuam ou alcançam 1%.
O eleitorado conservador, bolsonarista, portanto, está em maioria, identificado em Mendonça Filho.
Na esquerda, chama a atenção o patamar de largada em que Marília Arraes (PT) se encontra. É abaixo do que vinha sendo especulado pela sua equipe e por apoiadores que a colocavam como líder da campanha. Os 14% da petista a colocam para brigar por espaço direto com a Delegada Patrícia Domingos, apesar de Marília ainda estar tecnicamente empatada com Mendonça Filho, dentro da margem de erro, segundo o Ibope.
É apenas a 1ª pesquisa do Instituto, na eleição do Recife este ano. Muita estrada ainda há pela frente para os candidatos.
Os números, porém, mostram que o debate nacional estará neste jogo.
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MENDONÇA FILHO VOTA EM COLÉGIO NA ZONA SUL DO RECIFE
O candidato do DEM chegou ao local de votação, por volta do meio-dia deste domingo (15), e expressou confiança de chegar ao segundo turno.
Por Rômulo Alcoforado, G1 PE
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Mendonça Filho (DEM) votou no Recife, por volta do meio-dia deste domingo, 15 (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)
O candidato a prefeito do Recife pelo DEM, Mendonça Filho, votou, no início da tarde deste domingo (15), em um colégio em Boa Viagem, na Zona Sul da cidade. Ele chegou ao local de votação por volta do meio-dia, acompanhado pela candidata a vice, Priscila Krause (DEM), e por familiares.
O candidato disse que estava confiante em ir para o segundo turno das eleições. Para ele, a “campanha estava em crescimento”.
“As propostas que nós fizemos são as melhores para a cidade: o congelamento do IPTU, dos impostos, acabar com a indústria da multa, investir para melhorar a qualidade da saúde”, declarou.
Mendonça afirmou, ainda, sentir que o povo quer mudança. “Nossa mensagem, minha e de Priscila, chegou diretamente ao povo. Ao mesmo tempo, há uma fadiga de material. Vinte anos de revezamento entre PT e PSB. Tem um desejo claro, latente, de mudança”, afirmou. O candidato também destacou que pretende, caso eleito, melhorar a “qualidade de vida” na cidade. “Esta semana, tivemos o resultado de uma pesquisa do IBGE, que coloca o Recife como a capital mais desigual do Brasil. Meu compromisso é investir para restabelecer mais dignidade para o povo, que significa igualdade de oportunidade e muito investimento na área de educação “
Demorou, mas felizmente chegou. Hoje, dia da Proclamação da República, o sol desponta te convidando ao exercício mais democrático de todos da vida cidadã: o direito universal ao voto. O voto é livre, sagrado, a arma mais poderosa em mãos.
Com um só disparo, você aniquila o mal e promove o bem, desde que sua mira seja certeira. Acerta-se o alvo escolhendo o candidato mais preparado, o mais limpo, sem precisar de ficha corrida da polícia, com elevado espírito público, que sirva sem servir-se da função delegada pelo povo. Escolher não é uma tarefa fácil, mas o caminho está no retrovisor.
O passado condena. Veja o currículo, a trajetória, os cargos ocupados e o desempenho. Veja se é retilíneo no bom combate, se tem link com os mais elementares e nobres interesses coletivos. O Brasil está cheio de gente que não merece o voto, não podemos continuar errando na escolha.
Espero que a serenidade deste amanhecer de sol brilhante possa iluminar nossas mentes, ser o farol da certeza de que as urnas vão se abrir para levar o seu município a ter o governante do tiro certo, o vereador que faça brotar leis que nos protejam e nos dê a certeza de que o nosso voto valeu.
Todavia, o cidadão Marcelo Mesquita afirma que Wilsinho será o novo prefeito da cidade
Da Redação
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A Revista Total realiza Estudos Técnicos em todo o Estado de Pernambuco e em outras cidades de estados brasileiros desde 2006. Estes estudos não são pesquisas oficiais, como as realizadas por institutos de pesquisa. Tratam-se de observações captadas por equipes da Revisa Total que, geralmente, visitam as cidades e, em rodadas de conversas pela cidade, bate-papos com políticos locais, líderes comunitários, formadores de opinião e com o próprio povo, anotam suas intenções, suas opiniões e as encaminham para Marcelo analisa cuidadosamente todo o material e, dele, forma seus prognósticos e os divulga.
Eventualmente, a Revista Total contrata serviços de institutos de pesquisa, como o fez nessa semana, para ter um diagnóstico mais profícuo daquela cidade já que, nos últimos 15 dias vem se dando um fenômeno com um crescimento avassalador do candidato Wilsinho.
Como Marcelo divulgou que iria ser feita esta pesquisa nos dias 12 e 13 deste, Gilvandro Estrela, temeroso pelos resultados, através da coligação Juntos em Defesa de Belo de Jardim, entrou com recurso pedindo a suspensão dos resultados.
Este impedimento é para que a Revista Total não divulgue e, como uma empresa séria e cumpridora dos seus deveres, não desobedeceremos a ordem judicial.
No entanto, como cidadão, com direito à liberdade de expressão, Marcelo Mesquita afirma que o candidato Wilsinho já conseguiu a virada e será o novo prefeito de Belo Jardim.
Conforme preconizou a Revista Total, há cerca de um mês e meio atrás, Mendonça Filho será o próximo prefeito do Recife
Por Marcos Lima Mochila
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A pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado, mostra que quem mais subiu em relação à pesquisa divulgada em 11 de novembro foi Mendonça Filho.
João Campos (PSB) saiu de 33% para 34%;
Marília Arraes (PT) manteve-se com os 25%;
Mendonça (DEM) subiu de 20% para 23%;
A Delegada Patrícia (Podemos) caiu de 17% para 13%.
Deduz-se, desses resultados, que o Democrata foi quem mais progrediu em relação à pesquisa anterior, provavelmente atraindo os eleitores que resolveram mudar seu voto após a Delegada ter recebido o apoio do Presidente Bolsonaro. Vale-se ressaltar que, aliados a estes que mudaram, juntaram-se também os grupos de Direita de Pernambuco.
Este crescimento de Mendonça lembra o fenômeno que aconteceu em 2006 quando o então governador Mendonça Filho concorreu à eleição.
No dia 02 de setembro de 2006, o Blog do Magno Martins estampava a manchete DP: MENDONÇA 36%, HUMBERTO 17% E EDUARDO 16%
Faltava exatamente um mês para o 1º turno das eleições majoritárias daquele ano, que se realizaram no dia 1º de outubro.
Quando as votos foram contados, o resultado – que jogou a decisão para o 2º turno -, já trazia uma troca de posições de Eduardo Campos, que se classificou para a próxima etapa da disputa, e de Humberto Costa, que sobrou.
Já com o apoio de Humberto Costa, Eduardo Campos foi ao 2º turno, que se realizou no dia 29 de outubro, e venceu o pleito, com um resultado que foi assim noticiado pelo G1:
Assim como Eduardo Campos contou como apoio de Humberto Costa e venceu aquela eleição, Mendonça espera chegar ao 2º turno e poder contar com todos os votos da Direita Pernambucana, embora, provavelmente, por conta dos últimos ataques – de ambas as partes -, talvez não conte com o apoio da Delegada. Embora, como sua campanha conta com a coordenação do deputado federal Daniel Coelho (Cidadania), que é um político mais consciente e mais equilibrado, ele possa conseguir “fazer a cabeça” de sua candidata, até porque ele vai precisar, em 2022, de apoios fortes para sua reeleição e Mendonça, prefeito, poderá ser um excelente cabo eleitoral.
É esperar para ver se, amanhã ao final da tarde, os apoiadores da candidatura do Democrata irão poder dançar ao embalo da música de Nelson Ferreira (Bloco da Vitória), cuja letra poderá ser o retrato do fenômeno, que pode, sim, acontecer:
O Bloco da Vitória está na rua
Desde que o dia raiou
Venha minha gente
Pro nosso cordão
Que a hora da virada chegou, ô ô ô ô
Quando o povo decide
…………………………….
Não há quem dê jeito
Aguenta o rojão
Fica sem comer
Mas no fim dá tudo ok
………………………..
Quá quá quá quá
O prazer é gargalhar
E com bate-bate de maracujá
A nossa vitória vamos festejar!
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Sobre a pesquisa
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 1.750 eleitores da cidade do Recife
Quando a pesquisa foi feita: nos dias 13 e 14 de novembro
Número de identificação no TRE-PE: PE-05321/2020
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
Carlos e Coronel Feitosa têm 2%, cada. Marco Aurélio Meu Amigo e Charbel têm 1%, cada um. Thiago Santos e Claudia Ribeiro foram citados mas não atingiram 1% e Victor Assis teve a candidatura indeferida
Por Rhaldney Silva Ultima atualização 14 nov, 2020
Postado por Marcos Lima Mochila
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Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (14) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos para a prefeitura do Recife nas Eleições 2020.
João Campos (PSB): 34%
Marília Arraes (PT): 25%
Mendonça Filho (DEM): 23%
Delegada Patrícia (Podemos): 13%
Carlos (PSL): 2%
Coronel Feitosa (PSC): 2%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB): 1%
Charbel (Novo): 1%
Thiago Santos (UP) e Claudia Ribeiro (PSTU) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto. Victor Assis (PCO) teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral. Marco Aurélio Meu Amigo, embora apareça nas intenções de voto, renunciou à candidatura.
O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos. Um candidato é eleito no 1º turno se obtiver 50% mais um dos votos válidos na apuração oficial.
As perguntas cujas somas das porcentagens não totalizam 100% são decorrentes de arredondamentos ou de múltiplas respostas.
Evolução
Em relação aos votos válidos do levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 11 de novembro:
João Campos (PSB) tinha 33% e subiu para 34%
Marília Arraes (PT) se manteve com 25%
Mendonça Filho (DEM) tinha 20% e, agora, 23%
Delegada Patrícia (Podemos) tinha 17% e caiu para 13%
Coronel Feitosa (PSC) tinha 1% e subiu para 2%
Carlos (PSL) se manteve com 2%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) se manteve com 1%
Charbel (Novo) tinha menos de 1% e, agora, 1%
Thiago Santos (UP) se manteve com menos de 1%
Claudia Ribeiro (PSTU) se manteve com menos de 1%
Victor Assis (PCO) teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral
Votos totais
João Campos (PSB): 30%
Marília Arraes (PT): 22%
Mendonça Filho (DEM): 20%
Delegada Patrícia (Podemos): 11%
Carlos (PSL): 2%
Coronel Feitosa (PSC): 1%
Charbel (Novo): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 9%
Não sabe: 4%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB), Claudia Ribeiro (PSTU) e Thiago Santos (UP) tiveram menos de 1% das intenções de voto. Victor Assis (PCO) teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral.
Em relação aos votos totais no levantamento anterior do Datafolha, de 11 de novembro:
João Campos (PSB) tinha 29% e subiu para 30%
Marília Arraes (PT) se manteve com 22%
Mendonça Filho (DEM) subiu de 18% para 20%
Delegada Patrícia (Podemos) caiu de 15% para 11%
Carlos (PSL) se manteve com 2%
Coronel Feitosa (PSC) se manteve com 1%
Charbel (Novo) tinha menos de 1% e, agora, tem 1%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) se manteve com menos de 1%
Claudia Ribeiro (PSTU) se manteve com menos de 1%
Thiago Santos (UP) se manteve com menos de 1%
Victor Assis (PCO) teve a candidatura indeferida
Em branco/nulo/nenhum: se manteve em 9%
Não sabe: se manteve com 4%
Projeção de 2º turno
O Datafolha também fez simulações de 2º turno entre os 4 candidatos mais bem posicionados na pesquisa anterior, de 11 de novembro.
Confira:
João Campos (PSB) x Marília Arraes (PT)
João Campos: 41%
Marília Arraes: 35%
Branco/nulo/nenhum: 23%
Não sabe: 1%
João Campos (PSB) x Mendonça Filho (DEM)
João Campos: 48%
Mendonça Filho: 37%
Branco/nulo/nenhum: 14%
Não sabe: 1%
João Campos (PSB) x Delegada Patrícia (Podemos)
João Campos: 53%
Delegada Patrícia: 29%
Branco/nulo/nenhum: 17%
Não sabe: 1%
Rejeição
A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Os percentuais foram os seguintes:
Delegada Patrícia (Podemos): 46%
João Campos (PSB): 35%
Coronel Feitosa (PSC): 33%
Mendonça Filho (DEM): 31%
Marília Arraes (PT): 29%
Carlos (PSL): 18%
Charbel (Novo): 18%
Thiago Santos (UP): 16%
Claudia Ribeiro (PSTU): 16%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB): 15%
Victor Assis (PCO): teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral
Não votaria em nenhum: 3%
Poderia votar em todos: 1%
Não sabe/não respondeu: 4%
Evolução da Rejeição
Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 11 de novembro, a rejeição aos candidatos evoluiu da seguinte forma:
Delegada Patrícia saiu de 40% para 46%
João Campos saiu de 34% para 35%
Coronel Feitosa subiu de 30% para 33%
Mendonça Filho se manteve com 31%
Marília Arraes subiu de 27% para 29%
Carlos saiu de 16% para 18%
Charbel saiu de 16% para 18%
Thiago Santos foi de 14% para 16%
Cláudia Ribeiro saiu de 13% para 16%
Marco Aurélio Meu Amigo saiu de 14% para 15%
Victor Assis teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral
Rejeita todos/não votaria em nenhum desceu de 4% para 3%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum saiu de 2% para 1%
Não sabe se manteve em 4%
Conhecimento do número do candidato
A pesquisa também perguntou aos eleitores se eles sabiam citar corretamente o número do candidato a prefeito por eles escolhido e, ao todo, 66% sabiam. Os números são os seguintes:
Marília Arraes
Menções corretas: 77%
Menções incorretas: 4%
Não sabe o número: 20%
João Campos
Menções corretas: 73%
Menções incorretas: 3%
Não sabe o número: 24%
Mendonça Filho
Menções corretas: 60%
Menções incorretas: 8%
Não sabe o número: 32%
Delegada Patrícia
Menções corretas: 54%
Menções incorretas: 4%
Não sabe o número: 42%
Certeza do voto
A pesquisa também questionou os eleitores dos quatro candidatos mais bem colocados sobre o quão certos eles estão sobre em quem vão votar no primeiro turno. Ao todo, 73% disseram que estão totalmente decididos e 26% ainda podem mudar o voto. Além disso, 1% não sabe. Os números são os seguintes:
João Campos
Totalmente decidido: 74%
O voto ainda pode mudar: 25%
Não sabe: 1%
Marília Arraes
Totalmente decidido: 77%
O voto ainda pode mudar: 23%
Não sabe: 1%
Mendonça Filho
Totalmente decidido: 73%
O voto ainda pode mudar: 26%
Não sabe: 1%
Delegada Patrícia
Totalmente decidido: 65%
O voto ainda pode mudar: 34%
Não sabe: 1%
Segurança em ir votar
O levantamento também questionou aos eleitores se eles estão seguros para ir votar e, também, se podem deixar de ir votar devido à pandemia do novo coronavírus:
Você diria que se sente muito, um pouco ou nada seguro em ir votar nas eleições de 15 de novembro?
Muito seguro: 33%
Um pouco seguro: 37%
Nada seguro: 28%
Não sabe: 2%
Você pode deixar de ir votar por medo de ser contaminado pelo coronavírus?
Sim: 19%
Não: 81%
Sobre a pesquisa
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 1.750 eleitores da cidade do Recife
Quando a pesquisa foi feita: nos dias 13 e 14 de novembro
Número de identificação no TRE-PE: PE-05321/2020
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (14) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos para a prefeitura do Recife nas Eleições 2020.
João Campos (PSB): 34%
Marília Arraes (PT): 25%
Mendonça Filho (DEM): 23%
Delegada Patrícia (Podemos): 13%
Carlos (PSL): 2%
Coronel Feitosa (PSC): 2%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB): 1%
Charbel (Novo): 1%
Thiago Santos (UP) e Claudia Ribeiro (PSTU) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto. Victor Assis (PCO) teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral. Marco Aurélio Meu Amigo, embora apareça nas intenções de voto, renunciou à candidatura.
O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos. Um candidato é eleito no 1º turno se obtiver 50% mais um dos votos válidos na apuração oficial.
As perguntas cujas somas das porcentagens não totalizam 100% são decorrentes de arredondamentos ou de múltiplas respostas. Evolução
Em relação aos votos válidos do levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 11 de novembro:
João Campos (PSB) tinha 33% e subiu para 34%
Marília Arraes (PT) se manteve com 25%
Mendonça Filho (DEM) tinha 20% e, agora, 23%
Delegada Patrícia (Podemos) tinha 17% e caiu para 13%
Coronel Feitosa (PSC) tinha 1% e subiu para 2%
Carlos (PSL) se manteve com 2%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) se manteve com 1%
Charbel (Novo) tinha menos de 1% e, agora, 1%
Thiago Santos (UP) se manteve com menos de 1%
Claudia Ribeiro (PSTU) se manteve com menos de 1%
Victor Assis (PCO) teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral Votos totaisJoão Campos (PSB): 30%
Marília Arraes (PT): 22%
Mendonça Filho (DEM): 20%
Delegada Patrícia (Podemos): 11%
Carlos (PSL): 2%
Coronel Feitosa (PSC): 1%
Charbel (Novo): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 9%
Não sabe: 4%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB), Claudia Ribeiro (PSTU) e Thiago Santos (UP) tiveram menos de 1% das intenções de voto. Victor Assis (PCO) teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral.
Em relação aos votos totais no levantamento anterior do Datafolha, de 11 de novembro:
João Campos (PSB) tinha 29% e subiu para 30%
Marília Arraes (PT) se manteve com 22%
Mendonça Filho (DEM) subiu de 18% para 20%
Delegada Patrícia (Podemos) caiu de 15% para 11%
Carlos (PSL) se manteve com 2%
Coronel Feitosa (PSC) se manteve com 1%
Charbel (Novo) tinha menos de 1% e, agora, tem 1%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) se manteve com menos de 1%
Claudia Ribeiro (PSTU) se manteve com menos de 1%
Thiago Santos (UP) se manteve com menos de 1%
Victor Assis (PCO) teve a candidatura indeferidaEm branco/nulo/nenhum: se manteve em 9%
Não sabe: se manteve com 4%
Projeção de 2º turno
O Datafolha também fez simulações de 2º turno entre os 4 candidatos mais bem posicionados na pesquisa anterior, de 11 de novembro. Confira:João Campos (PSB) x Marília Arraes (PT)
João Campos: 41%
Marília Arraes: 35%
Branco/nulo/nenhum: 23%
Não sabe: 1%
João Campos (PSB) x Mendonça Filho (DEM)
João Campos: 48%
Mendonça Filho: 37%
Branco/nulo/nenhum: 14%
Não sabe: 1%
João Campos (PSB) x Delegada Patrícia (Podemos)
João Campos: 53%
Delegada Patrícia: 29%
Branco/nulo/nenhum: 17%
Não sabe: 1%
Rejeição
A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Os percentuais foram os seguintes:
Delegada Patrícia (Podemos): 46%
João Campos (PSB): 35%
Coronel Feitosa (PSC): 33%
Mendonça Filho (DEM): 31%
Marília Arraes (PT): 29%
Carlos (PSL): 18%
Charbel (Novo): 18%
Thiago Santos (UP): 16%
Claudia Ribeiro (PSTU): 16%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB): 15%
Victor Assis (PCO): teve a candidatura indeferida pela Justiça EleitoralNão votaria em nenhum: 3%
Poderia votar em todos: 1%Não sabe/não respondeu: 4%
Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 11 de novembro, a rejeição aos candidatos evoluiu da seguinte forma:
Delegada Patrícia saiu de 40% para 46%
João Campos saiu de 34% para 35%
Coronel Feitosa subiu de 30% para 33%
Mendonça Filho se manteve com 31%
Marília Arraes subiu de 27% para 29%
Carlos saiu de 16% para 18%
Charbel saiu de 16% para 18%
Thiago Santos foi de 14% para 16%
Cláudia Ribeiro saiu de 13% para 16%
Marco Aurélio Meu Amigo saiu de 14% para 15%
Victor Assis teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral
Rejeita todos/não votaria em nenhum desceu de 4% para 3%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum saiu de 2% para 1%
Não sabe se manteve em 4%
Conhecimento do número do candidato
A pesquisa também perguntou aos eleitores se eles sabiam citar corretamente o número do candidato a prefeito por eles escolhido e, ao todo, 66% sabiam. Os números são os seguintes:
Marília Arraes
Menções corretas: 77%
Menções incorretas: 4%
Não sabe o número: 20%
João Campos
Menções corretas: 73%
Menções incorretas: 3%
Não sabe o número: 24%
Mendonça Filho
Menções corretas: 60%
Menções incorretas: 8%
Não sabe o número: 32%
Delegada Patrícia
Menções corretas: 54%
Menções incorretas: 4%
Não sabe o número: 42%
Certeza do voto
A pesquisa também questionou os eleitores dos quatro candidatos mais bem colocados sobre o quão certos eles estão sobre em quem vão votar no primeiro turno. Ao todo, 73% disseram que estão totalmente decididos e 26% ainda podem mudar o voto. Além disso, 1% não sabe. Os números são os seguintes:
João Campos
Totalmente decidido: 74%
O voto ainda pode mudar: 25%
Não sabe: 1%
Marília Arraes
Totalmente decidido: 77%
O voto ainda pode mudar: 23%
Não sabe: 1%
Mendonça Filho
Totalmente decidido: 73%
O voto ainda pode mudar: 26%
Não sabe: 1%
Delegada PatríciaTotalmente decidido: 65%
O voto ainda pode mudar: 34%
Não sabe: 1%
Segurança em ir votar
O levantamento também questionou aos eleitores se eles estão seguros para ir votar e, também, se podem deixar de ir votar devido à pandemia do novo coronavírus:
Você diria que se sente muito, um pouco ou nada seguro em ir votar nas eleições de 15 de novembro?
Muito seguro: 33%
Um pouco seguro: 37%
Nada seguro: 28%
Não sabe: 2%
Você pode deixar de ir votar por medo de ser contaminado pelo coronavírus?
Sim: 19%
Não: 81%
Sobre a pesquisa
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menosQuem foi ouvido: 1.750 eleitores da cidade do RecifeQuando a pesquisa foi feita: nos dias 13 e 14 de novembroNúmero de identificação no TRE-PE: PE-05321/2020O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
O ex-prefeito Carlinhos da Pedreira (PP) teve o seu registro de candidatura DEFERIDO pelo Tribunal Regional Eleitoral. A decisão foi publicada na manhã deste sábado (14/11). Prefeito de Barreiros entre os anos de 2013 e 2016, Carlinhos da Pedreira disputa novamente o comando do Poder Executivo Municipal, desta vez pelo Progressistas. Ele conta com o apoio do deputado federal Eduardo da Fonte e do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Eriberto Medeiros.