Arquivos do mês maio 2020

Desde a fundação da primeira em 1.808, as Associações Comerciais são entidades livres, criadas para congregar os empresários e defender a economia de mercado, como o mecanismo que melhor se compatibiliza com a liberdade individual e o regime democrático. Constituem hoje uma rede com mais de 2.300 associações, espalhadas por todas as regiões do país, reunidas em 27 federações estaduais, coordenadas pela Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB).

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), integrante dessa rede através da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), possui uma longa trajetória em defesa do empreendedorismo e do desenvolvimento nacional, que lhe dá mais do que o direito, até a obrigação, de se manifestar sobre a situação neste momento em que o país atravessa a mais grave crise de sua história, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), em conjunto com a Facesp e a CACB.

A ACSP considera que a atuação do governo federal neste momento é fundamental, embora implique em um aumento do déficit público. Da mesma forma aceita a imposição, pelos estados e municípios, de restrições às atividades econômicas e, mesmo às liberdades individuais, que, embora em alguns casos, se observem exageros.

Entende que, ao que tudo indica, essa atuação continue a ser necessária por mais algum tempo, mas manifesta a posição de que é preciso que os recursos destinados a reduzir os impactos da pandemia sejam utilizados exclusivamente para essa finalidade, evitando-se aumentar gastos permanentes, que possam pressionar as contas públicas no futuro. Por isso, consideram necessário que o Congresso imponha limitações e condicionantes para a liberação de recursos para os estados e municípios.

A entidade chama a atenção para a necessidade de que os custos da pandemia sejam distribuídos de forma mais equitativa, contando também com a contribuição do setor público em todos os poderes e níveis de governo que, até o momento, não ocorreu.

Deseja, agora, manifestar sua posição de que é necessário começar com urgência a planejar a retomada do crescimento após a superação da pandemia. Neste sentido, coerente com a posição tradicionalmente defendida pelas associações, entende que deverá caber ao setor privado ser o agente do desenvolvimento, cabendo aos governos criarem as condições necessárias para que os empresários possam se preparar para conduzir a retomada.

A experiência recente de fazer do Estado e da intervenção governamental instrumentos para alavancar a economia, ignorando as restrições orçamentárias e a mais que comprovada ineficiência empresarial do setor público, levou à profunda recessão, cujos resultados negativos até hoje se fazem sentir, e que apenas estávamos começando a superar. Não podemos aumentar a participação do Estado na economia, pois como ele não produz riqueza, isso resultará em maior endividamento público no curto prazo, que terá que ser pago pela população.

Não podemos esperar para começar a planejar, mas não podemos também considerar que é possível aplicar para a retomada os mesmos métodos e instrumentos utilizados para combater a pandemia: intervenção e gastos públicos ilimitados. É importante aproveitar o tempo que ainda estaremos enfrentando a pandemia para que, executivo e legislativo possam aprovar as medidas para criar condições e o clima necessário para estimular os empresários a conduzirem a retomada. Medidas como a reforma administrativa para tornar o Estado mais racional, simplificar a burocracia e reduzir o intervencionismo, avançar nas regras para a privatização e as Parcerias Públicas Privadas, entre outras.

A ACSP, em conjunto com a Facesp e a CACB, reitera o apoio à política liberal que vinha sendo adotada pelo governo antes da pandemia, de estímulo ao empreendedorismo e a liberdade econômica, respeitando as restrições financeiras e procurando aumentar a eficiência do setor público.

Manifesta a certeza de que, com a volta dessa política, tão logo as condições permitam, o Brasil irá retomar não apenas a trajetória de recuperação, como acelerar o desenvolvimento econômico e social que o país reclama.

Alfredo Cotait Neto
Presidente da Facesp e da ACSP
acsp.com.br | www.facesp.com.br
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Este e-mail foi enviado por: ACSP – ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO – 60.524.550 0001-31
RUA BOA VISTA, 51 – CENTRO

NELCY DA SILVA CAMPOS FILHO – Breve currículo.

FORMAÇÃO ACADÊMICA
• Bacharel em Bacharel em Ciências Contábeis – Universidade Católica de Pernambuco – Unicap;
• Pós-graduado em Ciências Políticas – Universidade Católica de Pernambuco – Unicap;
• MBA em Direito do Petróleo e Gás – Universidade Católica de Pernambuco – Unicap;
• Neurociência – O Futuro sustentado da pessoas e das organizações – Faculdade de Ciências Médicas de São Paulo;

ATIVIDADES PROFISSIONAIS E CLASSITAS
• Conselheiro da Associação Comercial de Pernambuco (ACP);
• Conselheiro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP);
• Conselheiro da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ);
• Vice-Presidente da Associação das Empresas de Consultoria e Planejamento Empresarial do Nordeste – ASSEMP;
• Sócio fundador e CEO da Forum Auditoria Consultoria;
• Fundador e CEO do Niac Brasil-Núcleo Internacional das Associações Comerciais do Brasil;
• Diretor do Instituto Brasileiro de Ciências Jurídica – IBCJUS;
• Conselheiro do Clube Português do Recife.

O Governo do Estado ao invés de judicializar e responsabilizar a Caixa deveria fazer sua parte”, defendeu Mendonça.
O ex-ministro Mendonça Filho criticou, em vídeo nessa sexta-feira(01/05) ação do Governo de Pernambuco em culpar a Caixa Econômica por conta das aglomerações em frente às agências enquanto se omite da responsabilidade de garantir a segurança e tranquilidade da população. “A ajuda emergencial de R$600,00 garantida pelo Governo Federal para a população carente é extremamente importante para assegurar o mínimo de renda durante o agravamento da pandemia. O Governo deveria colocar a Polícia Militar, guardas municipais e agentes de trânsito, se unindo com as prefeituras para organizar as filas e garantir a segurança é tranquilidade de todos”, destacou Mendonça.

O Governo do Estado entrou com a ação Civil pública de n°0807851-1 na Justiça Federal contra a Caixa, responsável pelo pagamento do auxílio emergencial de R$600,00 assegurado pelo Governo Federal durante a pandemia do Coronavírus. Na ação, negada pelo Juiz Dr. Roberto Wanderley da primeira Vara Federal em Pernambuco e pela decisão liminar assinada pelo desembargador Vladimir Souza, presidente do Tribunal Regional Federal da 5° Região, o Estado cobrava da Caixa Econômica Federal medidas para evitar e controlar a aglomeração e ainda exigia indenização por danos morais do banco federal.

Segundo Mendonça, o Estado junto com as Prefeituras, incluindo a do Recife, devem apoiar a Caixa, interditando ruas, distribuindo máscaras e ordenando as filas. “Vemos cenas dramáticas da população aglomerada com alto risco de propagação da contaminação em frente das agências. O Governo do Estado ao invés de judicializar e responsabilizar a Caixa deveria fazer sua parte”, defendeu Mendonça.

Nessa sexta- feira, apos o Governo do Estado recorrer da primeira decisão, o desembargador Vladimir Souza determinou que o Estado deve apoiar a Caixa Econômica Federal na organização das filas fora do banco garantindo a segurança e tranquilidade da população.

Na primeira decisão, que negou o pedido do governo do Estado de responsabilização da Caixa Econômica, a Justiça Federal alegou que o Estado e prefeituras devem agir nesse caso. “Da mesma forma que o Estado de Pernambuco tem a preocupação de destacar efetivos da Polícia Militar para atuar na orla de Boa Viagem[…] igual providência deve ser tomada em relação às aglomerações e nas imediações da caixa”, afirmou o Juiz dr.Roberto Wanderley.

Vale lembrar, que além da ação Civil Pública, o Governo do Estado multou a Caixa Econômica , através do Procon, em R$1,5 milhão, mostrando a clara transferência de responsabilidade em garantir a organização das filas e evitar a aglomeração em frente às agências.

Por Amisadai Silva

Fonte Portal de prefeitura

Um fato que tem chamado a atenção na cidade de Escada, é que dos três pré candidatos com mais chances de vencer a disputa, só um é escadense, e esse único escadense é o Irmão Lailton.
Como todos sabem, Mary Gouveia é natural de Amaraji e Klaus Lima natural de Ponte dos Carvalhos (Cabo de Santo Agostinho), outro fato é que o atual prefeito Lucrécio é escadense mas a anos que não mora em Escada e nem se quer aparece mais na cidade.

Mary Gouveia até tem uma casa no bairro Bela Vista, mas só aparece em período eleitoral, nesses três anos e cinco meses que antecedem as eleições, nunca a vimos em um supermercado, restaurante, e em outros estabelecimentos da cidade, mas na verdade ela e seu marido moram em Boa Viagem e só aparecem em Escada raramente..

Klaus Lima que rodou por vários setores na Prefeitura de Escada, de estagiário de a Secretário de Desenvolvimento, casou-se com uma escadense e só por esse motivo acha que o povo vai acreditar que ele é natural de Escada.

Já o Irmão Lailton que desde que nasceu mora em Escada e realmente vive na cidade independente de política, tem suas histórias e nunca negou sua origem, de ser um escadense.

Porém, eis a pergunta que não quer calar: Escada deixará de eleger o escadense que realmente mora e vive em Escada, para eleger uma cidadã de Amaraji ou um cidadão de Ponte dos Carvalhos (Cabo de Santo Agostinho)?

Faltando cinco meses para as eleições de 2020 – ao menos se o calendário for mantido -, a oposição ainda não definiu qual será a melhor estratégia para a sucessão no Recife. No entanto, estudos técnicos realizados pela Revista Total apontaram que o nome mais bem colocado foi o de Mendonça Filho (DEM).

Ex-governador de Pernambuco, ex-deputado federal e estadual e ex-ministro da Educação, Mendonça é visto como um nome nacional que goza de muito respeito, com penetração em vários campos, entre os quais o PSDB e o meio evangélico. Tem afeição até no campo do próprio presidente Jair Bolsonaro.

Como a Frente Popular tende a se dividir, com as prováveis candidaturas dos deputados federais – e primos entre si – João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT), a oposição deve avaliar se lançará uma ou duas candidaturas. O deputado federal Daniel Coelho (Cidadania), que disputou as duas últimas eleições no Recife, também se coloca como postulante. Recentemente, no entanto, o ex-senador Armando Monteiro Neto (PTB), que disputou as duas últimas eleições majoritárias para o Governo do Estado, sugeriu um menor número de candidatos na oposição, para evitar a chance de um segundo turno entre os primos.

Mendonça tem costurado alianças para apoiar sua candidatura, e tem grandes chances de compor com o Pastor Jairinho (PTC), o que aumentaria suas chances com o segmento evangélico.

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