O bairro de Santo Amaro, no Recife, ganhou quatro estruturas com pias, sabão e água para que os moradores higienizem as mãos caso precisem sair de casa para resolver alguma coisa. As estruturas foram montadas pelo vereador Alcides Teixeira Neto com recursos próprios.
O parlamentar, que também está distribuindo máscaras no bairro, adquiridas com recursos próprios, vai instalar mais oito estruturas do tipo em outros bairros do Recife. “O Recife e o mundo vivem uma pandemia que está ceifando muitas vidas. Não poderia ficar em casa parado vendo tanta gente sofrer. Meu dever como vereador é fazer pelo povo. Espero que essas estruturas ajudem a combater o coronavírus. Mas reforço que as pessoas precisam ficar em casa. Só com isolamento social vamos diminuir a curva de contaminação”, pontuou Alcides Teixeira.
Ao tomar conhecimento da emenda do deputado Felipe Carreras (PSB), nociva aos interesses dos artistas brasileiros no diz respeito aos direitos autorais, o cantor Alcymar Monteiro abriu o verbo contra o parlamentar nesse áudio que circula pelas redes sociais. Entre outros adjetivos, diz que ele pertence à capitania hereditária de Pernambuco que está com os dias contados, referindo-se ao PSB da família Campos.
Revela também que o deputado odeia a cultura popular e os artistas em geral, afirmando que enriqueceu difundindo com o seu grupo Caldeirão o pagode em detrimento da cultura popular. Alcymar se apresenta como vítima da perseguição implacável do deputado no Ministério da Cultura e afirma que ele vive puxando o tapete da classe artística que usou para se eleger. O cantor diz, ainda, que Felipe é um enganador que usa o mandato apenas para prejudicar os artistas e resolveu usar o ECAD, que considera um “ninho de rato”, para acabar de vez com o frevo, o forró e a cultura popular. Ouça!
Inovar através de uma gestão moderna e voltada para o desenvolvimento econômico e social. É com esse objetivo que Josemir Barreto disputará a Prefeitura de Palmeirina, no Agreste do Estado, pelo Republicanos. O pré-candidato a prefeito teve a ficha de filiação abonada pelo presidente nacional do partido e vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Pereira, ao lado do presidente estadual do Republicanos, o deputado Silvio Costa Filho.
“Palmeirina precisa urgente de uma mudança administrativa para ter o direito de conquistar avanços que beneficiem a população, como o fortalecimento da economia local. Irei lutar junto com o Republicanos para devolver a esperança ao povo, pois me filiei a um partido sério, com ascensão nacional e muito bem liderado aqui em Pernambuco pelo deputado federal Silvio Costa Filho”, afirmou Josemir.
“Josemir tem todo o nosso apoio para concorrer ao cargo de Prefeito de Palmeirina porque possui todas as qualidades para ser um gestor que vai fazer a diferença na administração pública, trabalhando pelo crescimento econômico e seguir garantindo uma vida digna para a população. Vamos juntos melhorar a qualidade de vida da população do município”, pontuou Silvio.
Ex-ministro da Justiça, Sérgio MoroFolha – O depoimento dado pelo ex-ministro Sergio Moro à Polícia Federal, no último sábado (2), veio a público nesta terça-feira (5), com a revelação de que o ex-titular da Justiça ouviu em março deste ano o pedido do presidente Jair Bolsonaro para trocar o chefe da corporação no Rio de Janeiro.
Moro permitiu no sábado que a PF copiasse dados de seu telefone.
O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, é responsável pelo inquérito que apura se o presidente tentou interferir indevidamente em investigações da PF. Nesta segunda-feira (4), o magistrado decidiu liberar a divulgação do depoimento prestado por Moro.
A narrativa do ex-ministro é considerada um dos principais elementos do inquérito que pode levar à apresentação de denúncia contra o próprio Moro ou contra o presidente Bolsonaro.
Veja a seguir os principais pontos do depoimento do ex-titular da Justiça.
PRESSÃO POR MUDANÇAS
O ex-ministro disse que o presidente cobrou dele, em reunião do conselho de ministros, ocorrida em 22 de abril, a substituição da Superintendência do Rio e do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. Bolsonaro teria insistido no pedido de relatórios de inteligência e informação da PF.
“O presidente lhe relatou [a Moro] verbalmente no Palácio do Planalto que precisava de pessoas de sua confiança, para que pudesse interagir, telefonar e obter relatórios de inteligência”, de acordo com o depoimento.
TROCAS NO RJ E EM PE
Segundo Moro, o então diretor da PF, Maurício Valeixo, “declarou que estava cansado da pressão para a sua substituição e para a troca do SR/RJ” (superintendente regional do Rio de Janeiro). “Que, por esse motivo e também para evitar conflito entre o presidente e o ministro, o diretor Valeixo disse que concordaria em sair”, afirmou o ex-ministro.
De acordo com o ex-juiz da Lava Jato, depois da afirmação de Valeixo de que aceitaria deixar o posto, o presidente Bolsonaro “passou a reclamar da indicação da superintendência de Pernambuco”. Segundo o ex-ministro, “os motivos da reclamação devem ser indagados ao presidente da República”.
De acordo com Moro, o presidente afirmou que iria interferir em todos os ministérios e, quanto ao Ministério da Justiça, se não pudesse trocar o superintendente do Rio de Janeiro, “trocaria o diretor-geral [da PF] e o próprio ministro da Justiça”.
RELATÓRIOS
Moro disse ainda que a versão que o presidente de que não recebia informações ou relatórios de inteligência da Polícia Federal “não era verdadeira”. “Em relação ao trabalho da Polícia Federal, informava as ações realizadas, resguardado o sigilo das investigações.”
“Fazia como ministros do passado e comunicava operações sensíveis da Polícia Federal, após a deflagração das operações com buscas e prisões”, explicou.
Segundo o ex-ministro da Justiça, “o presidente lhe relatou verbalmente no Palácio do Planalto que precisava de pessoas de sua confiança, para que pudesse interagir, telefonar e obter relatórios de inteligência”.
O NOME DE RAMAGEM
Moro afirmou que a pressão para substituir Valeixo “retornou com força em janeiro de 2020, quando o presidente disse que gostaria de nomear Alexandre Ramagem [diretor da Agência Brasileira de Inteligência] no cargo de diretor-geral da Polícia Federal.”
O ex-ministro disse que a cobrança foi dita verbalmente no Palácio do Planalto e “eventualmente” na presença do ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). “Esse assunto era conhecido no Palácio do Planalto por várias pessoas”, narrou.
O ex-ministro afirmou que chegou a pensar em concordar com a substituição “para evitar um conflito desnecessário, mas que chegou à conclusão que não poderia trocar o diretor-geral sem que houvesse uma causa”.
RAMAGEM E A FAMÍLIA BOLSONARO
“Como Ramagem tinha ligações próximas com a família do presidente isso afetaria a credibilidade da Polícia Federal e do próprio governo, prejudicando até o presidente”, disse o ex-ministro.
“Essas ligações são notórias, iniciadas quando Ramagem trabalhou na organização da segurança pessoal do presidente durante a campanha eleitoral.”
INDICAÇÕES AOS POSTOS
Moro ressaltou que todas as indicações feitas às superintendências da PF passavam pelo crivo da Casa Civil. E que em nenhum momento nomes indicados pelo ex-diretor-geral da PF Maurício Valeixo foram questionados pela pasta.
Ele explicou que Bolsonaro não tinha o mesmo interesse em mudanças de outros postos dentro do Ministério da Justiça. “O presidente não interferiu, ou interferia, ou solicitava mudanças em chefias de outras secretarias ou órgãos vinculados ao Ministério da Justiça, como, por exemplo, a Polícia Rodoviária Federal, Depen, Força Nacional”, disse.
ENTORNO DO PRESIDENTE
Moro foi questionado pelos investigadores se via relação entre as trocas solicitadas pelo presidente com a deflagração de operações policiais contra pessoas próximas a Bolsonaro e ao seu grupo político. O ex-ministro disse que desconhecia relação e que não tinha acesso às investigações em curso.
O novo diretor-geral da Polícia Federal, Rolando de Souza, em um de seus primeiros atos, decidiu trocar a chefia da superintendência da PF no Rio, como revelou o Painel. O novo superintendente do Rio ainda não foi definido.
SAÍDA DO GOVERNO
O pedido de demissão de Moro foi revelado pela Folha de S.Paulo no dia 23 de abril. No depoimento, Moro contou que avisou Bolsonaro que sairia do governo com a confirmação da saída de Valeixo.
Segundo ele, Bolsonaro “lamentou, mas disse que a decisão estava tomada”. Moro disse que, em seguida, reuniu-se com os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Heleno (GSI) e Braga Netto (Casa Civil).
Ele disse à PF que informou então “os motivos pelos quais não podia aceitar a substituição e também declarou que sairia do governo e seria obrigado a falar a verdade”.
CRIME DE BOLSONARO
Os investigadores perguntaram a Moro se ele identificava nos fatos apresentados em sua entrevista coletiva alguma prática de crime por parte de Bolsonaro. O ex-ministro disse que os fatos narrados por ele são verdadeiros, mas não afirmou se o presidente teria cometido algum crime.”
Quem falou em crime foi a Procuradoria-Geral da República na requisição de abertura de inquérito”, disse Moro, segundo o relatório do inquérito. O ex-ministro “agora entende que essa avaliação, quanto à prática de crime, cabe às instituições competentes”.
ENTENDA O CASO EM DEZ PONTOS
1. Em agosto de 2019, Bolsonaro passa a cobrar a troca do superintendente da PF no Rio
2. A troca ocorre à época, mas não a que ele queria. O nome é indicado pelo então chefe da PF, Maurício Valeixo
3. Bolsonaro volta a cobrar Moro para essa troca em março passado, segundo o ex-ministro disse à PF
4. Bolsonaro também insiste na troca da direção-geral da PF, e, por isso, Moro pede demissão
5. Em pronunciamento, Moro alega interferência de Bolsonaro, e PGR pede abertura de investigação
6. Supremo autoriza apuração em torno das declarações de Moro e de Bolsonaro sobre a PF
7. Bolsonaro troca comando da PF, mas sua primeira opção é barrada pelo STF
8. Bolsonaro então escolhe Rolando de Souza para a direção da PF
9. Em sua primeira ação, o novo chefe da PF retira do cargo o atual superintendente da PF do Rio
10. Em fala à imprensa, Bolsonaro admite a troca no Rio, mas nega interferência na PF
O ex-presidente da Câmara Municipal do Recife e ex-deputado federal Vicente André Gomes está internado no Hospital Memorial São José acometido por complicações da Covid-19 desde o dia 18 de abril.
Na tarde desta terça-feira ele teve uma parada cardíaca, segundo informações de familiares e seu quadro estaria se agravando. Na noite de ontem foi divulgada uma fake news dando conta do seu falecimento, o que foi desmentido imediatamente pela sua assessoria.
Nascido no Recife, Vicente André Gomes tem 68 anos de idade, sendo médico e exerceu vários mandatos como vereador na capital pernambucana. Em 1994 foi eleito deputado federal, ficando até 1998 na Câmara dos Deputados quando aposentou-se por invalidez após um infarto.
Em conversa transmitida pelas redes sociais na noite desta segunda-feira (04), o deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) conversou com a prefeita Josimara Cavalcanti, de Dormentes, no Sertão do São Francisco, sobre as ações de enfrentamento à pandemia causada pelo coronavírus no município sertanejo. A cidade, que não tem casos registrados da Covid-19, implementou uma série de ações preventivas. No bate-papo online, a prefeita Josimara destacou a aquisição de quatro ambulâncias do Samu e os investimentos possíveis por conta da liberação dos recursos via emendas do deputado.
Fernando Monteiro, que destinou 100% de emendas de bancada, no valor de R$ 8,5 milhões, para o enfrentamento à pandemia em todo o Estado, além de R$ 22 milhões para o combate ao vírus, lembrou dos esforços diários pela Câmara dos Deputados na votação de projetos direcionados para minimizar os efeitos da Covid-19 na saúde e na economia de todo o País. “O inimigo agora é o coronavírus, não existe mais bandeira partidária. A hora é de se fortalecer as políticas públicas. A busca por recursos é nossa obrigação, fomos eleitos para ouvir as demandas e apresentar soluções e é isto que temos feito”.
O deputado pernambucano lembrou da importância da conquista do pleito para a liberação de R$ 10 milhões em recursos, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). “Esta importante ajuda chegará a vários municípios pernambucanos, incluindo Dormentes. Outro avanço foi a inserção dos trabalhadores rurais na ajuda emergencial de R$ 600. O tema já foi votado e agora depende de sanção presidencial”, afirmou.
Faltando cinco meses para as eleições municipais, uma pesquisa interna sobre a sucessão no Recife ligou o sinal de alerta no Palácio do Campo das Princesas. Principal nome no grupo da oposição, o ex-governador Mendonça Filho (DEM) cresceu nas intenções de voto e já aparece tecnicamente empatado com os deputados federais João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT).
A preocupação no ninho socialista decorre não apenas dos números de Mendonça, mas também do crescimento do Pastor Jairinho (PTC). Ambos têm conversado bastante e podem vir a compor. Se vierem a se juntar, os dois já somariam mais de 20% das intenções de voto, ultrapassando João e Marília, e ganhando força para um eventual segundo turno.
O Programa acontece de segunda à sexta, no horário das 8h às 11h, na Rádio Camará FM 98,5; levando aos lares Camaragibeses Notícia, utilidade pública, informaçoes políticas, a alegria e a boa música no Sexta Cultural, atendendo assim a uma demanda de ouvintes e admiradores da informção com credibilidade.
O programa, apresentado por Jonas Silva, vem contribuindo com a cidade abrindo o espaço para todos os Cidadão. Onze anos de muitas conquistas; parabéns ao Repórter Camará!
Em meio a tanta notícia ruim, por conta do coronavírus, também tem informação positiva. O número de pessoas recuperadas da Covid-19, no mundo todo, passou de um milhão. Os dados são da universidade americana Johns Hopikns.
O número é mais de quatro vezes maior que o total de mortos, que está na casa dos 230 mil. Mais de três milhões de pessoas tiveram o diagnóstico de Covid-19 confirmado.
O Brasil é o nono país do mundo com o maior número de curados: 36 mil. No topo, aparecem os Estados Unidos, com 154 mil.
Duas vezes e meia o total de mortos, na casa de 63 mil pessoas. Depois aparece a Alemanha, considerada um caso de sucesso no combate ao coronavírus.
Dos 163 mil infectados, seis mil morreram e 127 mil estão recuperados. O país, por exemplo, adotou medidas de isolamento e acelerou a testagem da população.
O Plenário do Senado aprovou neste sábado (2/05) o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus (PLP 39/2020), que prestará auxílio financeiro de R$ 125 bilhões a estados e municípios para combate à pandemia da covid-19. O valor inclui repasses diretos e suspensão de dívidas. Foram 79 votos favoráveis e um voto contrário. O tema segue para a Câmara dos Deputados.
O programa vai direcionar R$ 60 bilhões em quatro parcelas mensais, sendo R$ 10 bilhões exclusivamente para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bi para os estados e R$ 3 bi para os municípios) e R$ 50 bilhões para uso livre (R$ 30 bi para os estados e R$ 20 bi para os municípios). Além disso, o Distrito Federal receberá uma cota à parte, de R$ 154,6 milhões, em função de não participar do rateio entre os municípios. Esse valor também será remetido em quatro parcelas.
Além dos repasses, os estados e municípios serão beneficiados com a liberação de R$ 49 bilhões através da suspensão e renegociação de dívidas com a União e com bancos públicos e de outros R$ 10,6 bilhões pela renegociação de empréstimos com organismos internacionais, que têm aval da União. Os municípios serão beneficiados, ainda, com a suspensão do pagamento de dívidas previdenciárias que venceriam até o final do ano. Essa medida foi acrescentada ao texto durante a votação, por meio de emenda, e deverá representar um alívio de R$ 5,6 bilhões nas contas das prefeituras. Municípios que tenham regimes próprios de previdência para os seus servidores ficarão dispensados de pagar a contribuição patronal, desde que isso seja autorizado por lei municipal específica.
O auxílio foi aprovado na forma de um texto apresentado pelo relator, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), e que substitui a proposta original enviada pela Câmara (PLP 149/2019). Dessa forma, o Senado, como autor do projeto de lei (PLP 39/2020), terá a palavra final sobre o assunto — ou seja, caso os deputados promovam mudanças, elas terão que ser confirmadas pelos senadores.