O prefeito de São Lourenço da Mata, Bruno Pereira, se reuniu com o governador Paulo Câmara para tratar de parcerias administrativas. O encontro, que contou também com a participação do deputado estadual Guilherme Uchôa Júnior, ocorreu no Palácio do Campo das Princesas, no Recife. Em pauta, investimentos importantes para obras de infraestrutura e ações culturais na cidade.
Para o chefe do Executivo municipal, a reunião foi bastante proveitosa. “Nosso encontro foi muito agradável e proveitoso; discutimos sobre novos investimentos para a infraestrutura de São Lourenço da Mata. O governador nos ouviu e se comprometeu ainda mais com nossa cidade, mostrando todo seu respeito e cooperação com o nosso município”, frisou Bruno.
Já Guilherme Uchôa Júnior ressaltou o respeito e o compromisso de ambos com São Lourenço da Mata. “Tanto eu como o governador temos um carinho muito grande por todos os são-lourencenses; e estamos empenhados, junto com o prefeito Bruno Pereira, em trazer novos e bons ares à população, assegurando recursos necessários para a realização de serviços e obras”, disse o deputado.
Buzz Aldrin, primeiro homem a pisar na lua (Foto: NASA/Reuters)
Paloma Oliveto – Correio Braziliense
Postado por Marcos Lima Mochila
HOMEM NA LUA: HÁ 50 ANOS, A APOLLO 11 ERA LANÇADA RUMO AO SATÉLITE DA TERRA
Há 50 anos, partia da Flórida a missão que mudou a forma como olhamos para o Universo. Desde que o homem pisou em solo lunar, seguimos desbravando o espaço, impulsionados pelos avanços tecnológicos e pela curiosidade de descobrir o que existe além da Terra
Era 16 de julho de 1969. As rádios norte-americanas tocavam sem parar o hit Sugar, sugar, dos Archies; a expectativa do Festival de Woodstock estava no imaginário dos jovens que participariam do lendário evento dali a um mês. No Brasil, os jornais noticiavam que a ditadura militar estudava extinguir o Senado. Já na Inglaterra, David Bowie lançava o LP Space Oddity para coincidir com um fato que mudaria para sempre a relação do homem com o Universo: às 10h32 (horário de Brasília), três homens partiriam da Flórida para conquistar a Lua.
Tripulação da Apollo 11: Michael Collins, Neil Armstronge e Buzz Aldrin (Foto: NASA/Reuters)
Ao entrar na Apollo 11 um ano antes da invenção dos microcomputadores, Michael Collins, Buzz Aldrin e Neil Armstrong realizavam um sonho que sempre acompanhou a humanidade. Desbravar o espaço, ultrapassar os limites da Terra e até, quem sabe, dar de cara com alguma forma de vida eram desejos antigos, expressos em diversas culturas do Ocidente e do Oriente. Mais próximo objeto extraterrestre, a Lua exercia um fascínio especial — praticamente todas as sociedades têm mitologias associadas a ela.
Curiosamente, o século 20 não começou tão atento ao satélite. “Naquela época, os astrônomos estavam interessados
Neil Armstrong
apenas em objetos fora do nosso Sistema Solar. Eles viam a Lua como uma amolação que iluminava o céu noturno, dificultando o estudo das estrelas e galáxias mais fracas”, contou, por meio da assessoria de imprensa do Instituto de Ciência Planetária, em Tucson, William Hartmann. O astrônomo e divulgador científico foi um dos primeiros alunos de pós-graduação do célebre cientista norte-americano Gerard Kuiper, considerado o pai da ciência planetária moderna.
Ao contrário da maioria dos astrônomos da época, o grupo liderado por Kuiper na Universidade do Arizona não só se interessava pela Lua como produziu, a partir de fotos, os primeiros atlas lunares. Essas publicações ajudaram a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) a compreender a geologia do satélite e a escolher os melhores locais para as sondas e, futuramente, os homens pousarem nas missões Apollo.
A capa do Correio de 17 de julho de 1969: dia histórico (Foto: Arquivo /CB/D.A Press)
Guerra fria
Naquele fim de década, o espaço já não era algo tão novo para o homem. Oito anos antes, o cosmonauta russo Yuri Garagin tomava para si o título de primeiro homem a sair da Terra. Em plena Guerra Fria, os Estados Unidos não podiam, é claro, ficar para trás. A corrida espacial começou, oficialmente, em 4 de outubro de 1957, quando a ex-União Soviética lançou o Sputnik 1, levando a Nasa a, freneticamente, desenhar um programa muito mais ousado.
Os norte-americanos não apenas ultrapassariam a fronteira terrestre, mas deixariam pegadas na Lua. “Enviar uma missão tripulada era muito mais pelo glamour do que pela validade científica”, explica o astrônomo Naelton Mendes de Araújo, do Planetário do Rio de Janeiro. “As sondas automatizadas são muito mais rápidas, seguras e baratas. Por isso, o voo tripulado foi muito mais por política que por ciência.”
Antes de enviar Collins, Aldrin e Armstrong para a Lua, a Nasa preparou três missões não tripuladas: Ranger, Surveyor e Lunar Orbiter. Entre 1961 e 1965, nove sondas Ranger foram lançadas. A primeira bem-sucedida foi a 7, que partiu em 28 de julho de 1964, pousou na planície Mare Congitum, ao sul da cratera Copernicus, e, de lá, mandou mais de 4,3 mil fotos para a Terra.
Edwin Aldrin fotografado por Neil Armstrong
Em fevereiro do ano seguinte, a Ranger 8 alunissou no mesmo lugar que os astronautas da Apollo 11 deixariam suas pegadas: o Mar da Tranquilidade. A última nave Ranger foi lançada em março de 1965 e enviou 5,8 mil novas imagens desde a cratera Alphonsus. Trabalhadas na Universidade do Arizona, essas fotografias foram a base dos atlas produzidos pela equipe de Gerard Kuiper.
Entre 1966 e 1968, cinco de sete missões Surveyor foram bem-sucedidas e, além de mais de 90 mil fotos, realizaram experimentos, examinaram o solo lunar abaixo da superfície e identificaram a composição mineral de alguns pontos da Lua. Uma das principais descobertas — por sinal, muito mais importante do ponto de vista científico do que qualquer realização da Apollo 11 — foi a existência de basalto, indicando que, no início da história do satélite, a formação das grandes crateras levou ao derretimento de material do interior da Lua, o que deflagrou violentos vulcanismos.
O mapeamento completo do satélite, um passo essencial para enviar uma missão tripulada, ocorreria com a Lunar Orbiter, que, entre 1966 e 1967, investigou detalhadamente a topografia e a geologia de diversos tipos de terrenos lunares com objetivo de encontrar o local mais apto para a alunissagem da Apollo. Com tantas informações nas mãos, a Nasa marcou a data de lançamento da esperada ida do homem à Lua. Assim, há 50 anos, Michael Collins, Buzz Aldrin e Neil Armstrong davam o primeiro “grande salto para a humanidade”.
A Opiniões de
Antonio Pedro Timoszcz, membro sênior do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e especialista em engenharia de sistemas
A Nasa foi muito ousada ao mandar uma missão tripulada à Lua em 1969?
É importante a gente ter em mente o contexto da época em que isso aconteceu. Já no fim dos anos 1950 e início dos anos 1960, a guerra fria dos Estados Unidos com a antiga União Soviética estava em curso. O que aconteceu foi que, de repente, os russos começaram a progredir muito em relação a essa questão espacial. Eles foram os primeiros a colocar um satélite em órbita, o Sputnik, e, quando os americanos se preparavam para colocar os satélites deles, os russos enviaram o astronauta Yuri Gagarin, provocando uma certa surpresa nos Estados Unidos. Então, os EUA, como uma forma de reagir a essa perda de liderança na questão da tecnologia espacial, colocaram como objetivo do país ir à Lua. Realmente, em termos de tecnologia, estava se aprendendo muito à época, mas, notadamente, esse objetivo fez com que diversas dificuldades tecnológicas fossem superadas, tivéssemos um grande desenvolvimento na área de engenharia, de materiais, tudo que serviu de suporte para que viabilizasse essas missões. Lembrando que a Apollo 11 foi a concretização de um objetivo, mas, até ela, várias outras missões aconteceram. Foi uma sucessão de progressos, e as dificuldades tecnológicas foram sendo superadas. O desafio é o que faz que se supere os obstáculos e que se produza novas tecnologias, o que chamamos de inovação.
E agora há mesmo necessidade de uma nova missão?
É claro que isso permitiu avançar o conhecimento em termos da Lua, do espaço, das condições de vida no espaço, o que permitiu desenvolver os ônibus espaciais, a Estação Espacial Internacional. Mas o que classifico como algo muito interessante é o transbordamento dessa tecnologia toda que foi desenvolvida para o programa espacial para nossa vida do dia a dia. Essa transferência de tecnologia que aconteceu talvez tenha sido o ponto mais marcante em termos de benefícios para a sociedade. Só para citar alguns exemplos, os tênis que usamos hoje em dia vieram das botas que foram feitas para os astronautas. As lentes resistentes dos óculos vieram do fato de se precisar ter visores resistentes à poeira, que não riscassem nem arranhassem. A espuma que é usada nos travesseiros evoluiu a partir da que foi usada nos assentos e em várias partes das naves para diminuir o impacto durante o pouso. A própria computação passou por um avanço muito grande pela necessidade de ter equipamentos que fizessem cálculos mais rápidos e precisos. Então, o ponto mais interessante é que todo esse programa espacial produziu como resultado lateral uma série de benefícios que está no dia a dia de todas as pessoas.
O fenômeno poderá ser visto de qualquer parte do Brasil e acontece quando a Terra, o Sol e a Lua ficam alinhados
No Brasil, o eclipse poderá ser visto no início da noite, com o auge do espetáculo às 18h30 (Foto: Miguel Medina/AFP)
CB Correio Braziliense
Postado por Marcos Lima Mochila
No dia em que é comemorado os 50 anos do lançamento da missão Apollo 11, quando o homem pisou pela primeira vez na Lua, o Brasil poderá acompanhar um eclipse lunar parcial, nesta terça-feira (16/7).
O fenômeno acontece quando parte da Lua passa pela umbra, que é a parte da Terra que não recebe luz solar. Como é parcial, a lua cheia ficará parecida com a sua fase crescente. No Brasil, o eclipse poderá ser visto no início da noite, com o auge do espetáculo às 18h30.
Por 3 horas, eclipse lunar total é observado em várias partes do mundo
A duração da fase umbra será de 2 horas e 51 minutos. Essa é a fase que a sombra da Terra começa a ser observada na Lua. Se todo o período do eclipse for considerado, incluindo a fase de penumbra (quando a sombra da Terra sobre a Lua ainda é vista de forma borrada), a duração total do fenômeno chega a 5 horas e 33 minutos.
Confira:
15h43: começa a fase de penumbra
17h01: começa a fase da umbra
19h52: fim da fase da umbra
21h17: fim da fase da penumbra
O fenômeno desta terça-feira, é diferente do eclipse solar observado duas semanas atrás. A Terra, o Sol e a Lua vão se alinhar novamente, mas desta vez não será um alinhamento perfeito. No entanto, será mais fácil observar o eclipse de hoje em relação ao anterior. Por ser lunar, não é necessário o uso de proteção para os olhos.
(Foto: Bernd Thissen/DPA/AFP )
Esse será o segundo eclipse lunar do ano. O primeiro aconteceu em janeiro. O próximo evento astronômico do tipo só acontecerá novamente em 2021.
Pessoas que não desejarem receber esse tipo de chamada podem incluir seu nome no site criado para a iniciativa
Tarciso Morais – Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.
Postado por Marcos Lima Mochila
A lista “Não Perturbe” para as operadoras de telecomunicações entra em vigor nesta terça-feira (16).
Os clientes incluídos nesse grupo não poderão ser objeto de ligações de telemarketing de empresas para a venda de serviços, como pacotes de telefonia, acesso à internet e TV paga.
A medida foi uma determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A lista vai ser única e atingirá as principais empresas do setor: Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo.
Essas companhias também deverão, nesse prazo, criar e divulgar amplamente um canal por meio do qual o consumidor possa manifestar o seu desejo de não receber ligações.
Segundo a Anatel, se uma pessoa solicitar a sua inclusão e continuar recebendo ligações de oferta de bens e serviços de telecomunicações, poderá ligar para o número 1331 e fazer uma reclamação.
As sanções podem variar de advertência a multa de até R$ 50 milhões, informa a agência EBC.
Gleisi é um dos políticos alvos de delação de doleiro. A petista nega ter recebido propina.
CURITIBA, PR, BRASIL: O ex-ministro Paulo Bernardo e sua mulher, Gleisi Hoffmann (PT), senadora pelo Estado do Paraná (Foto: Rodolfo Buhrer/La Imagem/Fotoarena/Folhapress)
Tarciso Morais – Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.
Postado por Marcos Lima Mochila
O Ministério Público de São Paulo remeteu à Procuradoria-Geral da República (PGR) a delação do doleiro Adir Assad, que disse ter repassado R$ 46 milhões de concessionárias do grupo CCR para operadores de diversos políticos, inclusive da petista Gleisi Hoffmann.
As informações foram publicadas, na noite desta segunda-feira (15), pelo jornalista Cláudio Dantas no site O Antagonista.
A delação do ex-CEO da CCR, Renato Vale, que confirma as informações de Assad, também foi remetida à PGR.
Segundo o ex-executivo, no ano de 2010, Paulo Bernardo, que é marido de Gleisi e foi ministro do governo Lula, enviou seu chefe de gabinete para uma reunião com José Roberto Meirelles, diretor do grupo, com quem teria acertado o repasse de R$ 3 milhões.
As entregas foram feitas a Ernesto Kugler Rodrigues, o mesmo empresário citado por outros delatores da Lava Jato do Paraná. A petista nega ter recebido propina no caixa 2.
Com 76 dias de paralisação parcial dos serviços, movimento paredista já é o maior da história da empresa. Categoria teme privatização
Brasília(DF), Greve dos metroviarios (Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles)
Fernando Caixeta e Saulo Araújo
Postado por Marcos Lima Mochila
Os metroviários do Distrito Federal, em greve há 76 dias, decidiram manter a paralisação em assembleia convocada para a noite dessa segunda- feira (15/07/2019), em frente à estação Águas Claras. O objetivo era votar a proposta apresentada pelo governo para tentar pôr fim ao movimento paredista, mas a categoria decidiu permanecer de braços cruzados. Com 285 votos, os empregados da Companhia do Metropolitano rejeitaram o retorno integral ao serviço.
O Sindicato dos Metroviários (Sindmetrô) informou que irá aguardar o julgamento do dissídio coletivo, marcado para esta terça-feira (16/07/2019) no Tribunal Regional do Trabalho. Os dirigentes da entidade não descartam a convocação de nova assembleia após a audiência no TRT para debaterem pontos conforme a sentença proferida.
Durante a votação, a minoria que optou por concordar com o fim da greve foi hostilizada pelos demais.
Um dos pontos mais criticados foi a possibilidade de privatização do Metrô e eventual transferência para órgãos do GDF. Segundo o Sindmetrô, os servidores estatutários têm menos benefícios, como salários médios menores, valor inferior no vale-alimentação, além de não contarem com plano de saúde, auxílio-educação e outras regalias que eles temem perder caso deixem de integrar os quadros da empresa.
Entenda a proposta do governo
O Executivo local aceita o pedido dos trabalhadores para que o novo ACT tenha dois anos de validade. Contudo, desta vez, o Palácio do Buriti não concordará com uma contraproposta e cobrará 80% dos dias parados. O texto abre brechas para uma futura privatização. Com a queda das viagens, os cofres públicos já deixaram de arrecadar R$ 8 milhões, e o sistema deixou de transportar 1,6 milhão de passageiros, na comparação com o mesmo período de 2018.
Desde o começo da greve, a principal demanda dos metroviários era a ampliação do ACT de um ano para dois. O Metrô, finalmente, decidiu atender a exigência. No entanto, a proposta do governo sugere mudanças na redação do documento. Pela nova versão, os empregados só poderão ser demitidos por motivos “justos”. “Considera-se justo motivo, independentemente de processo administrativo específico, a realização de Programa de Demissão Voluntária (PDV), liquidação, extinção, e/ou redistribuição de empregados para atuação em outros órgãos ou entes públicos do Distrito Federal”, sugeriu o GDF, na ata.
Nesse contexto, a polêmica reside na possibilidade de redistribuição. Afinal, o plano de privatizações do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), promete a transferência de empregados das estatais para outros órgãos públicos. O PDV também é uma ferramenta comum em processos de concessão. Outro ponto controverso da proposta é a compensação diária de 80% dos dias parados. Neste caso, os trabalhadores teriam abono de apenas 20% do período de greve. Por outro lado, o GDF ampliou o reajuste para auxílio-alimentação, refeição e ressarcimento de plano de saúde, de 4,67% para 6%. O Metrô, também, promete a incorporação da carga horária de seis horas para o contrato de trabalho dos pilotos.
O presidente Jair Bolsonaro participa de sessão solene em homenagem ao aniversário do Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro, na Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Postado por Marcos Lima Mochila
O presidente Jair Bolsonaro disse ontem (15), ao participar de uma sessão solene, na Câmara dos Deputados, em homenagem aos 17 anos do Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro que, “juntamente com parlamentares”, está resolvendo um problema do Brasil, em referência à reforma da Previdência, que está em tramitação na Câmara dos Deputados.
“O Brasil precisa de uma quimioterapia para que ele não pereça. Alguns poucos ainda reagem, mas serão convencidos pelo povo e pela maioria dessa Casa. Deputados, senadores, nós juntos poderemos, sim, mudar o destino do Brasil”.
Após a aprovação em primeiro turno, a votação em plenário do segundo turno da reforma da Previdência começa após o recesso parlamentar, em 6 de agosto.
“Feliz é a nação que tem umas Forças Armadas e umas forças auxiliares comprometidas com a democracia e a liberdade, mesmo com o sacrifício da própria vida ou com a destruição da própria reputação. Pagamos para que nosso Brasil tenha um povo que possa servir seu destino e a esse povo devemos nossa absoluta lealdade”.
Ele destacou a atuação das forças especiais na “missão de bem zelar pelo país”. “Sabemos que grande parte das missões ninguém toma conhecimento. Melhor do que uma boa informação é saber como utilizá-las, melhor que uma boa operação é ter meios distração para que o inimigo não ouse nos afrontar”.
Durante seu discurso, o presidente Bolsonaro disse que, se a possibilidade de indicar o seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para assumir a embaixada do Brasil em Washington está sendo criticada, “é um sinal de que é a pessoa adequada”. “Por vezes temos que tomar decisões que não agradam a todos, como a possibilidade de indicar para embaixada do Brasil nos Estados Unidos um filho meu, tão criticado pela mídia. Se está sendo criticado é sinal que é a pessoa adequada”.
A indicação do deputado como embaixador do Brasil foi cogitada por Bolsonaro na semana passada. “Foi aventada, sim, essa possibilidade. O garoto fala inglês, espanhol, tem vivência no mundo todo e é amigo da família do [presidente dos Estados Unidos] Donald Trump”.
O fim de semana do deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) pelo interior de Pernambuco foi marcado pela sua participação em eventos importantes para a economia e cultura sertanejos. Neste domingo (14), o deputado federal conheceu, ao lado da prefeita Sandra Magalhães, a Missa do Vaqueiro de Calumbi, no Sertão do Pajeú. O encontro de fé e tradição chegou à sua segunda edição na cidade com pouco mais de 7 mil habitantes, cuja atividade econômica predominante é a agricultura.
No sábado (13), o deputado esteve com o prefeito Luciano Duque na 20ª edição da Feira da Indústria, Comércio e Serviços de Serra Talhada – Exposerra. O evento na ‘cidade do xaxado’, realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços (Sindcom) é visto como um dos maiores do Interior, movimentando a economia da região com expositores, palestras e shows.
À noite, com o prefeito Humberto Mendes, Fernando Monteiro marcou novamente presença na tradicional Serenata da Recordação, em Santa Maria da Boa Vista. A cidade, que já é conhecida como ‘capital nordestina da seresta’, reuniu gente de todos os lugares e até de estados vizinhos para o evento, marcado pela tradição e clima romântico que tomam conta das ruas do município. “Presenciar a nossa cultura tão rica e as vocações inúmeras de cada região é enriquecedor. Aprendo e me fortaleço com cada oportunidade de estar presente. Nosso Pernambuco é apaixonante”, frisou o deputado federal.
Os levantamentos primários indicam que a 20ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (FENEARTE), que encerrou-se ontem, no Pavilhão de Feiras, no Centro de Convenções, em Olinda, bateu todos os recordes de movimentação. De acordo com os técnicos da AD-DIPER, que coordenou o evento, cerca de 300 mil pessoas visitaram os 800 estandes movimentando R$ 45 milhões, R$ 2 milhões a mais que a realizada no ano passado.
Para realização do evento, o Governo do Estado investiu R$ 5,5 milhões, proporcionando empregos temporários a mais de 2,5 mil pessoas e grande exposição nacional e internacional a mais de 5 mil artesões. Cerca de 70 por cento dos pontos de venda eram de artistas pernambucanos e o restante era de 24 Estados da Federação e de 12 Países.
Centenas de cantores e músicos, apresentaram-se em um palco anexo e foram aplaudidos pelo público. O produtor cultural e músico Pablo Ferraz, que tocou ao lado de Nino Silva e Adiel Luna, elogiou a organização da Feira e ressaltou a importância da valorização dos artistas pernambucanos, como aconteceu durante a FENEARTE.
PRÊMIOS – Ao final do evento, a Agência de desenvolvimento AD-DIPER premiou os estudantes que elaboraram os projetos das chamadas “ruas” da feira e que foram escolhidos pelo público. Foram agraciados grupos de alunos da Uninassau, Esuda e Universo, que receberam troféus.
Os 64 artesãos da Alameda dos Mestres, a principal da feira, receberam Certificados de Participação, entregues pelo governador Paulo Câmara (PSB) e a primeira dama Ana Luiza Câmara. O chefe do Executivo estadual comemorou o sucesso da feira e ressaltou o evento como uma forma de valorizar e preservar o artesanato e a cultura pernambucana. “A Fenearte está sendo um sucesso. Estou muito satisfeito de ver que os artesãos estão felizes e vendendo tudo aquilo que produziram. E tudo isso em um clima de muita alegria e esperança. Essa é mais uma etapa cumprida dentro da valorização do nosso artesanato e da nossa cultura. As pessoas que organizaram estão de parabéns. Esta é a 20ª edição, mas não temos dúvida de que a 21ª também será um grande sucesso, e já vamos nos preparar para a de 2020”.
O ceramista, poeta e músico autodidata, Aguinaldo da Silva, conhecido como Mestre Nado, disse que participa da FENEARTE desde a primeira edição, na Alameda dos Mestres. “O evento é muito gratificante. Não é pelas vendas, mas pelo reconhecimento do que eu faço, disse. Este ano, a feira está sendo ainda mais especial para Nado. O artesão foi eleito Patrimônio Vivo de Pernambuco. Fiquei incrédulo. Ser eleito diante de tanta gente com alto conhecimento cultural é muito bom. Me sinto honrado, pelo título e por participar da FENEARTE”.
O artesão de madeira Ermírio José da Silva, “Miro”, disse que a FENEARTE é o céu de todo artesão pernambucano, “A feira é um modo de divulgação do trabalho para todo o mundo. Foi quando comecei a participar da feira que comecei a fazer minha casinha e pude dar alguma estabilidade para minha família. Agradeço muito ao governador e a todos que estão envolvidos na realização da feira”.
Assumindo o protagonismo do grupo pé de pena o ex-prefeito e pré-candidato natural de Agrestina, Josué Mendes, segue de “degrau em degrau” subindo as escadarias do Palácio fortalecendo sua base política rumo a 2020. Na vespertina desta segunda-feira(15), o Governador Paulo Câmara abriu as portas do gabinete para receber Josué, onde tratou ações administrativas e do pleito eleitoral que se aproxima.
Ele esteve acompanhado de sua esposa, Graça Mendes, do deputado estadual Guilherme Uchôa Junior e dos secretários Josenildo Santos e Wlademir Felix, ambos secretários das pastas de Cultura e Turismo e Desenvolvimento Econômico, respectivamente.
Na ocasião, além de outras pautas encaminhadas, Paulo Câmara se mostrou sensível ao hospital Memorial Alzira Ribeiro, e sugeriu marcar uma audiência junto ao Secretário de Saúde do Estado de Pernambuco, André Longo.