Arquivos do mês julho 2018

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Músico e ativista político e cultural, José Luiz de França Penna, 72 anos, é presidente nacional do Partido Verde. Penna nasceu em Natal, mas é baiano por adoção. Foi vereador, deputado federal e secretário de cultura do estado de São Paulo. Penna acredita que um dos reflexos da descrença na política é a desmobilização da sociedade, dado que só interessa a quem detém o poder. Por isso ele propõe uma retomada de posição por parte de militantes, simpatizantes e ambientalistas para que o PV nessas eleições eleja uma bancada expressiva no Congresso.

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Eleições 2018
“Temos que derrubar essa cláusula
de barreira no voto”, diz Penna
Para o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, nessas eleições, para
obter êxito o partido deve adotar um discurso tático, tendo em vista seu
plano programático e estratégico.
— Quais as expectativas para as eleições para este ano?
— Acredito que lei eleitoral vigente, produzida com espírito pouco
democrático – justamente por buscar o enxugamento artificial do quadro
partidário em nome da governabilidade – é uma mentira. O que acontece é
que essa proliferação de partidos sem sentido algum decorre de uma ficção
que é o presidencialismo de coalizão ou de cooptação, como queiram. É
uma distorção de que se nutre o sistema para poder sobreviver, para
garantir a governabilidade a partir do esfacelamento partidário.
Defendemos a pluralidade partidária e o direito da sociedade de produzir
quantos partidos sua inspiração mandar. Evidentemente dentro de um
contexto de legitimidade e correlação de forças.
— Com o início dos resultados da Operação Lava Jato e a prisão de
vários dos envolvidos, como o sr. acha que será o comportamento do
eleitor deste ano? Mais consciente, fiscalizador, exigente?
— Eu não tenho nenhuma expectativa favorável a uma maior seletividade
do voto. Acho que temos que brigar voto a voto com as forças
conservadoras, que avançam no Congresso. O PV se empenha para eleger
uma expressiva bancada na câmara dos deputados e lograr êxito diante
dessa cláusula de barreira.
— Com a fragilidade no uso de dados das pessoas nas redes sociais e a
possível manipulação de informações – inclusive com a proliferação
das fake news – como o sr. avalia a consolidação das campanhas
eleitorais nas redes sociais em 2018?

É inegável que as redes sociais terão mais força agora do que na eleição
passada. Mas não acredito que seja um fator que vá definir o pleito. É
preciso fazer uma distinção: as redes têm um significado maior nas eleições
majoritárias. Nas proporcionais as redes já não têm o mesmo peso.
Acredito que o que conta para quem concorre a uma vaga no Legislativo
ainda é o corpo a corpo físico, não precisamente o virtual, sem abrir mão
dele, claro…
— O que as pessoas que estão encarando o desafio de disputar uma
eleição pelo PV precisam ter em mente para levar o ideário verde
adiante?
— Como diria Gabeira vamos supor que o Brasil existe. Então acredito que
essa é uma discussão entre o tático e o estratégico. Sem ferir a estratégia
buscamos o discurso tático. Significa que é preciso ter sempre no horizonte
as nossas causas programáticas, que são a nossa razão de ser. Temos que
lutar pra fazer valer nossos princípios. Mas devemos ter também a exata
dimensão desse eleitorado, que tem revelado um crescente
conservadorismo, e discutir questões que a ele são permeáveis. E claro isso
depende muito da sensibilidade de cada candidato.

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O pré-candidato ao Senado, Mendonça Filho (DEM) foi o entrevistado da Rádio Liberdade, na manhã deste sábado (21), em Caruaru. O ex-ministro da Educação e deputado federal falou sobre os investimentos e obras trazidos para o Estado quando ministro, pré-campanha ao senado e política nacional. “Tenho orgulho de dizer que em menos de dois anos no MEC fizemos mais que qualquer outro ministro da Educação fez por Pernambuco”, enfatizou Mendonça.

Com 30 anos de vida pública, ficha limpa e sem responder a processos, Mendonça Filho defendeu que, “a população deve exigir dos homens públicos seriedade, fidelidade e trabalho em favor do povo e que a população não aceita desperdício de dinheiro público”.

Segundo o deputado foram garantidas para Caruaru, obras para a educação básica, técnica e profissionalizante e superior. “Em Caruaru nós trabalhamos muito junto a prefeitura, ao IFPE e a Universidade Federal. Foram obras de creches, escolas e quadras autorizadas na minha gestão, no IF construímos biblioteca e bloco de engenharia química e no da UFPE iniciamos as obras dos blocos de medicina”, detalhou Mendonça.

Mendonça Filho que integra a frente das oposições Pernambuco Quer Mudar falou da pré campanha ao lado de Armando Monteiro. “Temos andado por vários municípios e ouvido sobre a insatisfação da população com o atual governo. As pessoas querem ter de volta a esperança em Pernambuco seguro, com educação de qualidade e saúde eficaz”, destacou o ex-ministro.

Blog do Edmar Lyra

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Após deixar a prisão no dia 27 de junho, José Dirceu tem curtido seus momentos livres na Bahia. Em uma foto divulgada no site O Tabuleiro, o ex-ministro aparece sem camisa, com amigos, em Ilhéus, no sul baiano.

Ele deixou o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, na madrugada desta quarta-feira (27). Dirceu foi beneficiado por um habeas corpus da Segunda Turma do STF(Supremo Tribunal Federal), que, por 3 votos a 1, entendeu que o ex-ministro pode responder ao processo em liberdade por haver chances de sua pena ser reduzida nos tribunais superiores — o julgamento foi marcado por um embate entre os ministros Dias Toffoli e Edson Fachin.

O petista chegou ao município em voo particular no aeroporto Jorge Amado, acompanhado da esposa e filha. Dirceu se encontra hospedado na casa de praia de um amigo, empresário conhecido na região.

 

Bahia notícias

IMG-20180721-WA0033A Prefeitura da Vitória de Santo Antão, através da Secretaria de Agricultura promove a tradicional Feira de Animais de Agosto, no sábado dia 04. O evento reunirá centenas de vendedores e criadores de animais de toda região, além de barracas típicas, artesanato e atrações culturais.

O evento acontece no Parque de Exposições e Vaquejada, Joaquim Rodrigues de Lira, no bairro de Conceição II (Iraque), iniciado a partir das 8h da manhã.

Exposição de Cavalos da Raça Campolina

Dentro da programação, haverá a Exposição de Cavalos da Raça Campolina, nos dias 03 e 04 de Agosto. No primeiro dia, será os julgamentos de morfologia e marcha, das categorias castrado, potros, machos e éguas adultas marcha picada e batida. Já no segundo e último dia, acontece o grande campeonato de marcha e morfologia

IMG-20180721-WA0023O PSB estabeleceu um diálogo muito forte com o presidenciável Ciro Gomes no sentido de formalizar uma aliança nacional, inclusive o governador Paulo Câmara o recebeu no Palácio do Campo das Princesas recentemente dando demonstrações de que a aliança poderia avançar. Na reta final, com o aceno de Paulo Câmara a Lula e ao PT, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ficou muito chateado com a postura do governador, que na sua ótica estava agindo como biruta de aeroporto, e decidiu que só haverá aliança em Pernambuco se o PSB integrar a coligação nacional de Ciro, fato que no momento está difícil de se consolidar, pra não dizer impossível.

A insatisfação de Lupi trouxe um elemento importante para a equação em Pernambuco, pois ele poderá levar o PDT a apoiar a candidatura de Marília Arraes, que por sua vez estará com a incumbência de representar dois palanques de esquerda em Pernambuco, o do PT e o do PDT. Ao partido caberia a indicação de um nome para a majoritária, que seria o ex-prefeito de Caruaru, José Queiroz.

Tem pesado a favor da aliança os votos de legenda que Marília Arraes poderá garantir para a sua coligação, permitindo que sejam eleitos de cinco a seis deputados federais. É possível que a candidatura de Marília permita que um deputado federal seja eleito com a menor quantidade de votos dentre as três principais coligações e isso beneficiaria Wolney Queiroz, que precisa renovar o mandato e gostaria de integrar uma chapa que necessitasse de menos votos do que a Frente Popular.

A entrada do PDT na coligação de Marília Arraes além de consolidar o molho de esquerda que ela tem conquistado a cada momento, lhe daria mais tempo de televisão, uma vez que o PDT é um partido médio que agregaria alguns segundos para a apresentação do projeto dela na TV e no rádio. Se confirmada a chegada do PDT para a coligação de Marília Arraes, ficará evidenciada a fragilidade do PSB, que namorou com Ciro e com Lula e acabou perdendo os dois partidos para a oposição

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Resistência no Bloco governista ao nome de Bruno para o Senado e apoio de Armando a Lula são os principais motivos da insatisfação. Confira nota que Bruno enviou aos filiados do PSDB:

Recife 20 de Julho de de 2018

“Companheiros e Companheiras do PSDB.

Desde o ano passado somos, junto com outros partidos, protagonistas na busca de uma alternativa de Governo para os pernambucanos.

Nos últimos dias tem havido um debate interno no conjunto de nossa aliança com a discussão do meu nome a uma das vagas do Senado, indicado pela totalidade do nosso partido

Mesmo não havendo fato novo que descaracterize o perfil dos nomes até então por nós cogitados para colaborar nas candidaturas majoritárias, ficou evidente a dificuldade levantada por esse conjunto em dar seguimento ao meu nome para uma das vagas ao Senado, sob argumentos que me reservo o direito de discordar, pois eram de conhecimento de todos desde nossas primeiras tratativas.

Registro meu agradecimento a totalidade de meu partido e especialmente a um grande conjunto de lideranças das mais diversas correntes partidárias e campos políticos que manifestaram o seu voto de confiança naquele movimento pelo Senado.

Sigo também firme para defender um projeto nacional que precisa oferecer aos pernambucanos outra alternativa ao congestionamento político que existe aqui de apoio a um único candidato presidencial, que não deve ser a única alternativa oferecida a um Estado de histórica e rica diversidade política como o nosso.

Devolvo a meu Partido a honrosa indicação que recebi para que defina o melhor caminho para continuar ajudando a melhorar a vida das pessoas.

Pernambuco nunca faltou ao Brasil…”

Bruno Araújo.

Presidente Estadual do PSDB

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Com prazo para inauguração previsto para agosto, a unidade ampliará as atividades de prevenção e combate aos crimes na Região Metropolitana Norte

O governador Paulo Câmara visitou, nesta quinta-feira (19.07), as obras do 26° Batalhão da Polícia Militar, em Itapissuma, Região Metropolitana Norte. A construção do novo equipamento faz parte de um pacote de ações do Governo de Pernambuco, assinado em dezembro de 2017, que visa descentralizar e fortalecer a segurança pública em todo o Estado. A partir desse decreto foi possível a criação de novas unidades das Polícias Militar, Civil e Científica, além do Corpo de Bombeiros.
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“O Batalhão irá reforçar a nossa busca incansável pela redução da criminalidade. É uma estrutura que vai abranger não só Itapissuma, mas também Igarassu, Itamaracá e Araçoiaba. Serão cerca de 300 homens atuando na prevenção, que irão trabalhar aqui na região, melhorando o ir e vir da população. Além de desafogar o 17° Batalhão, de Paulista”, afirmou o Chefe do Executivo.

O 26° BPM atuará por meio de policiamento a pé, patrulhas rurais, Grupamento de Apoio Tático Itinerante (GATI) e Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (ROCAM). Também ficará sob a responsabilidade do 26º quatro das sete unidades prisionais que atualmente estão na circunscrição do 17º BPM, com sede em Paulista. O Batalhão contará com 49 viaturas, sendo 20 delas motocicletas, e um efetivo composto por 312 policiais, incluindo 13 oficiais.

O Secretário de Segurança Pública, Antônio de Pádua, reforçou a funcionalidade da unidade. “O policiamento do 26° Batalhão já está ativado. Na realidade o efetivo já está empregado, fazendo o policiamento ostensivo. Essa estrutura do equipamento é nova, pensada para abrigar esses policiais militares e auxiliar no atendimento mais ágil para a região. O prédio está quase pronto e vai ser entregue ainda em agosto”.

A unidade, que está na fase final da obra, faltando apenas a implantação do sistema elétrico e de climatização, contará com alojamentos, área administrativa, sala de planejamento, armaria e Central de Operações da PM (COPOM). A estrutura dará um importante apoio à região, que tem vivenciado um aumento na população com a chegada de indústrias e também pelo potencial turístico.

“Toda essa estrutura vem para somar o trabalho que já era feito no 17°, localizado em Paulista. Então, a nossa perspectiva de melhoria no trabalho de ação preventiva policial é a melhor possível. Geograficamente falando, com a inserção dessa nova unidade aqui na região, temos certeza de que vamos mudar a realidade da comunidade, por ser um ponto muito mais centralizado”, esclareceu o comandante do Batalhão, Ivson Almicar.

Estiveram presentes também, o deputado federal André de Paula e o prefeito do município, Zé de Irmã Teca.

Fotos: Aluisio Moreira/SEI

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Estou preso há mais de cem dias. Lá fora o desemprego aumenta, mais pais e mães não têm como sustentar suas famílias, e uma política absurda de preço dos combustíveis causou uma greve de caminhoneiros que desabasteceu as cidades brasileiras. Aumenta o número de pessoas queimadas ao cozinhar com álcool devido ao preço alto do gás de cozinha para as famílias pobres. A pobreza cresce, e as perspectivas econômicas do país pioram a cada dia.

Crianças brasileiras são presas separadas de suas famílias nos EUA, enquanto nosso governo se humilha para o vice-presidente americano. A Embraer, empresa de alta tecnologia construída ao longo de décadas, é vendida por um valor tão baixo que espanta até o mercado.

Um governo ilegítimo corre nos seus últimos meses para liquidar o máximo possível do patrimônio e soberania nacional que conseguir —reservas do pré-sal, gasodutos, distribuidoras de energia, petroquímica—, além de abrir a Amazônia para tropas estrangeiras. Enquanto a fome volta, a vacinação de crianças cai, parte do Judiciário luta para manter seu auxílio-moradia e, quem sabe, ganhar um aumento salarial.

Semana passada, a juíza Carolina Lebbos decidiu que não posso dar entrevistas ou gravar vídeos como pré-candidato do Partido dos Trabalhadores, o maior deste país, que me indicou para ser seu candidato à Presidência. Parece que não bastou me prender. Querem me calar.

Aqueles que não querem que eu fale, o que vocês temem que eu diga? O que está acontecendo hoje com o povo? Não querem que eu discuta soluções para este país? Depois de anos me caluniando, não querem que eu tenha o direito de falar em minha defesa?

É para isso que vocês, os poderosos sem votos e sem ideias, derrubaram uma presidente eleita, humilharam o país internacionalmente e me prenderam com uma condenação sem provas, em uma sentença que me envia para a prisão por “atos indeterminados”, após quatro anos de investigação contra mim e minha família? Fizeram tudo isso porque têm medo de eu dar entrevistas?

Lembro-me da presidente do Supremo Tribunal Federal que dizia “cala boca já morreu”. Lembro-me do Grupo Globo, que não está preocupado com esse impedimento à liberdade de imprensa —ao contrário, o comemora.

Juristas, ex-chefes de Estado de vários países do mundo e até adversários políticos reconhecem o absurdo do processo que me condenou. Eu posso estar fisicamente em uma cela, mas são os que me condenaram que estão presos à mentira que armaram. Interesses poderosos querem transformar essa situação absurda em um fato político consumado, me impedindo de disputar as eleições, contra a recomendação do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas.

Eu já perdi três disputas presidenciais —em 1989, 1994 e 1998— e sempre respeitei os resultados, me preparando para a próxima eleição.

Eu sou candidato porque não cometi nenhum crime. Desafio os que me acusam a mostrar provas do que foi que eu fiz para estar nesta cela. Por que falam em “atos de ofício indeterminados” no lugar de apontar o que eu fiz de errado? Por que falam em apartamento “atribuído” em vez de apresentar provas de propriedade do apartamento de Guarujá, que era de uma empresa, dado como garantia bancária? Vão impedir o curso da democracia no Brasil com absurdos como esse?

Falo isso com a mesma seriedade com que disse para Michel Temer que ele não deveria embarcar em uma aventura para derrubar a presidente Dilma Rousseff, que ele iria se arrepender disso. Os maiores interessados em que eu dispute as eleições deveriam ser aqueles que não querem que eu seja presidente.

Querem me derrotar? Façam isso de forma limpa, nas urnas. Discutam propostas para o país e tenham responsabilidade, ainda mais neste momento em que as elites brasileiras namoram propostas autoritárias de gente que defende a céu aberto assassinato de seres humanos.

Todos sabem que, como presidente, exerci o diálogo. Não busquei um terceiro mandato quando tinha de rejeição só o que Temer tem hoje de aprovação. Trabalhei para que a inclusão social fosse o motor da economia e para que todos os brasileiros tivessem direito real, não só no papel, de comer, estudar e ter moradia.

Querem que as pessoas se esqueçam de que o Brasil já teve dias melhores? Querem impedir que o povo brasileiro —de quem todo o poder emana, segundo a Constituição— possa escolher em quem quer votar nas eleições de 7 de outubro?

O que temem? A volta do diálogo, do desenvolvimento, do tempo em que menos teve conflito social neste país? Quando a inclusão dos pobres fez as empresas brasileiras crescerem?

O Brasil precisa restaurar sua democracia e se libertar dos ódios que plantaram para tirar o PT do governo, implantar uma agenda de retirada dos direitos dos trabalhadores e dos aposentados e trazer de volta a exploração desenfreada dos mais pobres. O Brasil precisa se reencontrar consigo mesmo e ser feliz de novo.

Podem me prender. Podem tentar me calar. Mas eu não vou mudar esta minha fé nos brasileiros, na esperança de milhões em um futuro melhor. E eu tenho certeza de que esta fé em nós mesmos contra o complexo de vira-lata é a solução para a crise que vivemos.

Luiz Inácio Lula da Silva
Ex-presidente da República (2003-2010)

Originalmente publicado pelo jornal Folha de S.Paulo

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Em entrevista ao jornalista Paulo Henrique Amorim, a vereadora e pré-candidata ao governo de Pernambuco Marília Arraes (PT) voltou a disparar contra o governador Paulo Câmara (PSB). Segundo a petista, não dá para afirmar qual é o posicionamento do socialista porque ele tem um “perfil gerencial” e não político.

“A gente não sabe de que lado ele é. Ele não é politico, ele não expressa nenhum posicionamento político. Ele está ali. Ele é um gerente, perfil gerencial”, disse a parlamentar. Questionada se Paulo Câmara era um “gerente” do legado do ex-governador Eduardo Campos, a vereadora disse que o governador é “um gerente que deveria ser guiado por um líder político que não está mais aqui”.

Marília comemorou o resultado das últimas pesquisas de intenção de voto e disse que sua candidatura “está ameaçando diretamente esse projeto de poder tanto no Estado quanto no partido (o PSB)”.

“A gente está no segundo turno. Está na verdade numa situação de empate técnico com o atual governador mesmo contra a máquina, contra toda a estrutura que se tem. O cenário é da gente ir sim para o segundo turno. E, nos cenários de segundo turno, a gente ganha em todos eles. É mais ou menos essa realidade hoje”, disse a petista.

 

Blog do Jamildo

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Sem alarde, o governador Paulo Câmara (PSB) nomeou mais um candidato a prefeito derrotado nas eleições de 2016 para cargo em comissão. Desta vez, o beneficiado foi Agean Tenório de Carvalho (PSB), nomeado para ser gerente de monitoramento no gabinete de Paulo Câmara.

Agean foi candidato em 2016 a prefeito de Águas Belas, pelo mesmo partido do governador.

A nomeação é mais uma em uma longa lista de indicações de políticos derrotados nas eleições municipais, para cargos em comissão no Governo do Estado.

Em alguns exemplos, já foram nomeados os ex-prefeitos Ferdinando Lima de Carvalho (PSD), de Parnamirim; Luciano Torres Martins (PSB), de Ingazeira; Paulo Tadeu Guedes Estelita (PSB), de Vicência; Antônio Auricélio Menezes Torres (PSB), de Cabrobó; Yves Ribeiro (PSB), de Paulista; Fabinho Rufino (PSB), de Bom Jardim; Daniel Alves de Lima (PSB), de Chã Grande, além de muitos outros.

Ainda em 2017, o deputado estadual Álvaro Porto (PTB) denunciou o suposto uso eleitoral de cargos em comissão para ex-prefeitos, na tribuna da Assembleia.

Fonte: Blog do Jamildo

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