O Procurador Geral do município, Dr. Paulo Couto, recebeu nesta quarta-feira (02) diretores da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Garanhuns e da Federação que representa todas as câmaras do estado. Luiz Carlos Andrade, presidente da CDL local e Eduardo Catão, presidente da FCDL, trataram sobre a parceria com a gestão municipal para a realização em Garanhuns do Congresso da Federação, no final do mês de agosto, evento que deve reunir centenas de empresários para discutir investimentos e desenvolvimento econômico, principalmente voltado ao segmento do comércio.
Representando o prefeito Sivaldo Albino, que se encontra em agenda fora de Garanhuns, Dr. Paulo Couto afirmou que o Congresso da Federação já conta com o apoio do prefeito, que manifestou diretamente aos dirigentes, e que a gestão de Sivaldo Albino está sempre aberta para firmar parcerias com instituições públicas e privadas que estimulem a economia municipal.
O Congresso da FCDL deve movimentar o final do mês de agosto, em um período pós-Festival de Inverno, de preparação para o Viva Jesus e Encantos do Natal, e é também um ótimo momento de apresentar o novo momento de desenvolvimento do município a um segmento que tem grande potencial de investimentos geradores de emprego e renda.
A imposição de novas taxas para importação de produtos pelos Estados Unidos, na última quarta-feira (3), deu início a um rearranjo no comércio internacional. Economistas ouvidos pelo Metrópoles acreditam que as mudanças no fluxo global de bens e serviços abre oportunidades de mercado para os produtos com origem no Brasil.
Os especialistas consideram que as oportunidades aos produtos brasileiros podem ocorrer de várias formas, seja pelo comércio com os próprios norte-americanos ou outras nações.
Na quarta, Trump impôs uma taxa de 10% para todos os produtos que entrarem nos EUA com origem no Brasil. Apesar de a medida impactar os negócios brasileiros, houve outros países que tiveram alíquotas mais robustas. É o caso de Cambodja (49%), Laos (48%), Madagascar (47%), Vietnã (46%) e Sri Lanka (44%). A vigência será a partir do sábado (5/4).
Economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carla Beni vislumbra oportunidades ambiciosas para o Brasil, que, no entendimento dela, deve se empenhar para firmar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, bem como “intensificar” as relações com os integrantes do Brics. No entanto, ela adverte que o processo de acomodação dos ânimos no processo de transformação será turbulento.
“Vai ser um processo lento, aos solavancos. Vai sobrar tiroteio para todos os lados. Então, (a mudança) tem efeitos colaterais. Isso é complexo, mas nós estamos vendo algo inimaginável. Os Estados Unidos estão desmontando a ordem econômica neoliberal que eles mesmos implementaram”, alerta.
Beni acrescenta que é preciso estar atento às oportunidades. “Se a gente focar só no que a gente exporta para os Estados Unidos, nós exportamos, por exemplo, na parte do agronegócio, frutas, pescado, café e mel. Esse é o básico do que a gente exporta. Esses produtos são desejados por outros países”, lembra.
A especialista da FGV lembra que o atual modelo de comércio exterior teve as bases lançadas após a Segunda Guerra Mundial, e que foi desenhada sob a batuta norte-americana.
O ex-presidente Jair Bolsonaro mobilizou aproximadamente 44,8 mil apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, em um ato que teve como objetivo pedir perdão político aos condenados pela invasão das sedes dos Três Poderes, ocorrida em 8 de janeiro de 2023. A estimativa de público foi realizada pelo Monitor do Debate Público do Meio Digital da USP, que utilizou imagens aéreas para calcular a quantidade de manifestantes.
A presença de apoiadores é um indicativo relevante para avaliar o respaldo à proposta de anistia aos envolvidos na invasão. Atualmente, mais de um terço dos 513 deputados da Câmara dos Deputados manifestaram apoio à ideia.
A contagem de participantes foi realizada por um software da USP, que analisou imagens capturadas por drones durante o evento. Durante seu discurso, Bolsonaro reiterou a defesa pela anistia, mas pesquisas recentes, como a realizada pela Genial/Quaest, revelam que a maioria da população brasileira se opõe a essa medida.
O líder indígena cacique Raoni, do povo Caiapó, cobrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à possibilidade da exploração de petróleo e gás na foz do Rio Amazonas, na Margem Equatorial.
A fala ocorreu durante visita de Lula à aldeia Piaraçu, na terra indígena Capoto-Jarina, no Parque do Xingu, em Mato Grosso, na sexta-feira (4).
“Eu tô sabendo que na foz do Rio Amazonas, o senhor está pensando no petróleo que tem debaixo do mar. Eu penso que não, porque essas coisas, da forma como estão, garantem que a gente tenha o meio ambiente, a terra, com menos poluição e menos aquecimento”, disse a liderança.
O cacique disse que o projeto pode trazer danos ambientais à região. “Se isso acontecer — eu sou pagé também, já tive contato com os espíritos que sabem do risco que a gente tem de continuar trabalhando dessa forma de destruir, destruir e destruir”.
No evento, o presidente ouviu demandas de Raoni e outras lideranças indígenas. Ele também condecorou o cacique com a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito, a mais alta honraria brasileira.
Em seu discurso, Lula destacou a importância do ativista à luta pelos direitos indígenas no país e reconheceu que “ainda há muito a ser feito”. “Sabemos que muitas vezes o tempo das coisas é mais lento do que a nossa vontade, de vocês e a nossa. Mas olhamos para o mesmo rumo, temos o mesmo propósito”, discursou o petista.
Em parceria com a Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional (Seplag-PE), o Ministério do Planejamento e Orçamento realizou, nesta sexta-feira (4), no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, o evento “Diálogos para construção da Estratégia Brasil 2050”, que faz parte de um conjunto de iniciativas que tem o objetivo de construir um plano nacional de longo prazo junto com os estados e municípios, esses últimos por meio das entidades municipalistas. Na agenda, o secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques, destacou os avanços do Governo de Pernambuco que podem contribuir com esse processo.
“O trabalho tem sido feito para preparar Pernambuco para o futuro. Tivemos um desafio muito grande da reestruturação fiscal no início do governo. Aprovamos reformas importantes no final de 2023 que garantiram uma situação fiscal mais favorável para sonhar com o futuro. No ano de 2024, como prova disso, já retomamos a capacidade de conseguir empréstimos com a garantia da União. Ainda no ano passado, Pernambuco teve o maior nível de investimento dos últimos 10 anos e, em 2025, nós vamos ter com toda a certeza o maior nível de investimento da história do Estado. Dentro desse planejamento, o governo lançou vários programas importantes, como o Juntos pela Educação, que tem ações prioritárias sendo executadas, o Inova PE, que tem incentivo à ciência e tecnologia para reter profissionais de áreas importantes no Estado, tem o Qualifica PE, uma marca de qualificação profissional com muito foco na questão de gênero. Então, é uma série de boas práticas que podem ser replicadas e ajudar nessa construção da Estratégia Brasil 2050”, disse o secretário Fabrício Marques, que é também presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais do Planejamento (Conseplan).
A secretária nacional de Planejamento do Ministério do Planejamento e Orçamento, Virgínia de Ângelis, ressaltou as experiências de sucesso no mundo em relação a planos de longo prazo e o trabalho de análise situacional e retrospectiva como ponto de partida para essa construção, citando como exemplos de ativos do país o agronegócio moderno e competitivo e o Sistema Único de Saúde (SUS). Na lista dos grandes desafios, a secretária nacional de Planejamento mencionou as desigualdades regionais, as mudanças climáticas e seus impactos econômicos potenciais, o aumento da produtividade da mão de obra e da renda per capita.
“O que a gente busca com a construção da Estratégia Brasil 2050 não é traçar um simples ideal de país para 2050. O que nós queremos trazer é uma rota de orientação para que em cada decisão que tomamos no presente, o futuro seja efetivamente considerado. Esse planejamento de longo prazo já é utilizado em países desenvolvidos e em países que se desenvolveram muito ao longo dos anos, como a China, a Coréia do Sul e a Índia, que têm transformado as suas realidades a partir de um planejamento estratégico de longo prazo muito pragmático. A gente vem buscando integrar os planejamentos estratégicos de longo prazo dos estados com os principais objetivos que buscam ser alcançados. Precisamos ter planejamentos que nos levem enquanto nação a um futuro melhor, mais justo, mais inclusivo, em que todas as pessoas possam viver com dignidade e desfrutar de bem-estar”, afirmou a secretária nacional de Planejamento, Virgínia de Ângelis.
Dentro da Estratégia Brasil 2050, está aberta a consulta pública “Que Brasil queremos nos próximos 25 anos?”, que pode ser acessada no link tinyurl.com/4zs6myte. A iniciativa tem o objetivo de colher as visões da população e entender as suas expectativas sobre o futuro do país.
No “Diálogos para construção da Estratégia Brasil 2050”, houve a realização de oito painéis, mediados pelo economista Sérgio Buarque. Neles, foram debatidas as potencialidades do Estado, a importância da pesquisa qualificada que vem das universidades públicas, o desenvolvimento sustentável que precisa levar em consideração as pessoas e o território onde elas vivem e o desafio das desigualdades regionais.
Entre os painelistas, o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), professor Alfredo Gomes, a reitora da Universidade de Pernambuco (UPE), professora Socorro Cavalcanti, a presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), Márcia Angela Aguiar, a economista Tânia Bacelar, a representante do Quilombo de Mercês Bernadete Lopes, a ativista indígena, integrante da Rede Reimaginando Futuros e conselheira jovem do Unicef Brasil Maria Alice, o empresário Marcos Roberto Dubeux e Cláudio Nascimento, da Rede Brasileira de Cidades Humanas, Inteligentes, Criativas e Sustentáveis.
O evento também contou no palco com a presença do secretário da Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais, João Sales, da presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE), Ingrid Zanella, e do superintendente do Banco do Nordeste (BNB) em Pernambuco, Hugo Queiroz.
Entre os profissionais convocados, estão 351 médicos; nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado deste sábado (5)
O Governo de Pernambuco divulgou, no Diário Oficial do Estado deste sábado (5), a nomeação de 1.179 novos profissionais de saúde, de diversas especialidades, para atuar nas unidades da rede estadual nas 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres). Do total de nomeados, são 351 médicos, 377 analistas em saúde, 430 assistentes em saúde e 21 fiscais em Vigilância Sanitária. Desde 2023, a gestão Raquel Lyra já convocou mais de 2,9 mil profissionais de saúde, reforçando, assim, a assistência prestada à população pernambucana do litoral ao Sertão. A nomeação foi registrada no Diário Oficial do Estado por meio do Ato n° 2616, assinado pela governadora.
“A nomeação desses 1.179 novos profissionais de saúde é mais um passo que damos para fortalecer a rede estadual de saúde e proteger a vida das pernambucanas e pernambucanos. Além de investir no capital humano, com a contratação e valorização de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, entre outros profissionais, também estamos realizando melhorias na infraestrutura hospitalar de Pernambuco e agilizando cirurgias por meio do Cuida PE. Dou as boas-vindas aos profissionais que chegam para nos ajudar a oferecer um cuidado mais humano, eficiente e respeitoso à nossa população”, enfatizou a governadora Raquel Lyra.
As 12 Geres foram contempladas, de acordo com a necessidade de cada território, em mais uma ação da interiorização da saúde em Pernambuco. “É com grande alegria que a gente chama mais de 1.170 novos servidores para o Estado para que a gente possa fortalecer ainda mais essa equipe e seguir empregando a assistência com eficiência e compromisso à população de Pernambuco”, disse a secretária de Saúde, Zilda Cavalcanti.
Os profissionais nomeados pelo Governo do Estado foram aprovados no concurso público regido pela Portaria Conjunta SAD/SES nº 120, de 20 de agosto de 2018. “Com essa convocação, contemplaremos profissionais de diversas áreas, como clínico geral, oncologista, enfermeiro, psicólogo, assistente social, entre outras. Esse time chega para fortalecer a rede de saúde e ofertar mais e melhores serviços à população do nosso Estado”, pontuou a secretária de Administração, Ana Maraíza.
EFETIVO – O grupo de assistentes em saúde destaca-se como o de maior quantitativo, com um reforço 430 profissionais, entre assistentes técnicos de administração e técnicos de enfermagem, farmácia, laboratório, necrópsia e saúde bucal. O grupo de analistas em saúde tem 377 servidores nomeados nas áreas de assistência social, biomedicina, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina veterinária, nutrição e psicologia. Os 351 médicos nomeados vão reforçar as equipes de cinco Geres (I, IV, VII, XI e XII), nas seguintes especialidades: anestesista, cardiologista, cirurgião de cabeça e pescoço, clínico geral, endoscopista, otorrinolaringologista, radiologista, oncologista, tocoginecologista e ortopedista. Já os 21 fiscais convocados, entre farmacêuticos, nutricionistas e enfermeiros, vão fortalecer a Vigilância Sanitária estadual.
Com mais um fim de Campeonato Pernambucano marcado por polêmicas e controvérsias por parte da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) — desde a baixa assistência aos clubes do interior até a incitação à violência por parte do presidente Evandro Carvalho —, o deputado federal e segundo-secretário da Câmara dos Deputados, Lula da Fonte, usou a tribuna para expressar sua indignação com a atuação da atual gestão.
A fala do deputado reflete o sentimento de revolta de torcedores e dirigentes que acompanham, ano após ano, a degradação do futebol pernambucano sob a gestão de Carvalho. As declarações irresponsáveis do presidente da FPF, que chegaram a incentivar confrontos físicos com torcedores do Santa Cruz, são inaceitáveis e colocam em risco a segurança do público. Além disso, a ausência do VAR no Campeonato Pernambucano levanta dúvidas sobre a transparência e a credibilidade da arbitragem na competição.
Não é a primeira vez que Evandro Carvalho está envolvido em polêmicas. A postura autoritária e truculenta do dirigente tem sido criticada há anos, sem que medidas efetivas sejam tomadas. Recentemente, suas falas sobre torcidas organizadas, em que sugeriu o uso da violência extrema como solução, demonstram um desprezo alarmante pelas normas de civilidade e pela responsabilidade que seu cargo exige.
Nesta quinta-feira (3), o deputado Lula da Fonte classificou como urgente a necessidade de intervenção dos órgãos de controle e do Ministério Público na federação, devido a uma série de provas materiais que comprovam a arbitrariedade da atual gestão, além de indícios de corrupção e irregularidades. Um dos exemplos citados é o fato de o escritório de advocacia da esposa do atual presidente, localizado no mesmo prédio da FPF, receber mensalmente um contrato milionário com a CBF.
O futebol é patrimônio do povo, e sua administração deve ser pautada pelos princípios da transparência e da boa-fé, pelo respeito aos clubes e, acima de tudo, pela segurança dos torcedores. Nesses quase 14 anos de gestão de Evandro Carvalho, o futebol pernambucano tem deixado suas tradições de lado e se degradado a cada ano. Antes de sua gestão, Sport e Náutico conquistavam acessos da Série B para a Série A, e o Salgueiro, clube do interior que foi campeão pernambucano em 2020, disputava a Série B do Campeonato Brasileiro — algo hoje inimaginável para qualquer clube de fora da Região Metropolitana do Recife. Atualmente, devido à falta de assistência da Federação, o Salgueiro se encontra na Série A3 do Pernambucano, evidenciando o verdadeiro descaso com os torcedores do interior do estado.
Todos esses fatores apresentados pelo deputado federal Lula da Fonte comprovam o descaso de Evandro Carvalho na presidência da Federação Pernambucana de Futebol, tornando necessária uma medida cabível de intervenção na atual gestão.
O dólar encerrou em queda nesta quinta-feira (3), a R$ 5,62, atingindo o menor valor do ano até agora. Este é também o menor patamar desde 14 de outubro do ano passado, quando fechou a R$ 5,5821.
As atenções dos investidores ficaram voltadas às novas tarifas de importação anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na véspera. Essas tarifas foram anunciadas como uma cobrança recíproca dos EUA aos países que taxam produtos norte-americanos.
A desvalorização da moeda norte-americana ante o real acompanhou o enfraquecimento do dólar visto a nível global. O índice DXY (indicador que mede o desempenho do dólar em relação às principais moedas do mundo) caiu mais de 1,5%.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou, nesta quinta-feira (3), que o governo federal não pretende retaliar os Estados Unidos por meio do Projeto de Lei (PL) da Reciprocidade, em relação à imposição de uma tarifa de 10% aos produtos brasileiros. A afirmação foi realizada no início desta noite ao Blog do Magno.
Perguntado se o Executivo teria interesse de utilizar o PL da Reciprocidade, o vice-presidente resumiu: “Não pretendemos usar”. Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDic), acrescentou que o Brasil não deve escalar uma guerra tarifária com os norte-americanos.
“A gente tem que respeitar a decisão de outros países e proteger e defender os produtos brasileiros (…). O caminho que eu vejo é o do diálogo e da negociação”, defendeu.
O texto do PL da Reciprocidade estabelece critérios para a reação brasileira a barreiras comerciais de outros países. O vice-presidente adiantou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai sancionar a medida. O mecanismo permite que o Brasil retalie tarifas impostas por parceiros comerciais.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou a faixa de renda beneficiada pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) para atender famílias com renda mensal entre R$ 8 mil e R$ 12 mil.
A expansão da faixa beneficiada tem como objetivo atender a classe média, com renda domiciliar per capita entre R$ 1.926 e R$ 8.303 por mês.
Para atender essa mudança, o Congresso Nacional injetou mais de R$ 18 bilhões no programa no Orçamento de 2025, aprovado no mês passado, e o presidente Lula assinou um decreto que regulamenta o Fundo Social, com recursos do Pré-Sal para o programa de habitação popular.
Atualmente, a última faixa do Minha Casa, Minha Vida beneficia famílias com renda bruta de R$ 4.400,01 até R$ 8 mil, com taxa nominal de 8,16% ao ano.
Segundo o governo federal, a medida vai beneficiar 120 mil famílias ainda em 2025. Nessa última faixa, haverá a possibilidade de financiamentos de até 420 meses, com taxas de juros de 10,5% ao ano para compra de imóveis de até R$ 500 mil.