O deputado federal Lula da Fonte (PP-PE), coordenador da Frente Parlamentar do Leite no Nordeste, celebrou o desempenho de Pernambuco como o maior produtor de leite do Nordeste, com uma produção diária de 3,5 milhões de litros. O estado superou a Bahia, que anteriormente liderava o ranking. O destaque vai para o Agreste Meridional, onde a pecuária leiteira é uma das principais fontes de emprego e renda, contribuindo significativamente para o desenvolvimento regional.
O parlamentar reforçou a importância de investimentos estratégicos para fortalecer a cadeia produtiva. “O Agreste Meridional tem se destacado pelo avanço na produção leiteira e práticas que agregam valor ao setor. Nosso papel como parlamentar é garantir que esse crescimento seja sustentado com políticas públicas que atendam às necessidades dos produtores, especialmente os pequenos criadores e fábricas artesanais”, disse o deputado.
Recentemente, o Governo de Pernambuco isentou as empresas que recebem o leite dos produtores do ICMS até 2026, medida que trouxe competitividade às pequenas fábricas e melhorou as condições de mercado para os produtores locais. Segundo o deputado Lula da Fonte, essa iniciativa representa um avanço, mas é preciso ir além. “A isenção do ICMS foi uma conquista importante, mas nosso foco é garantir infraestrutura adequada, como a pavimentação de estradas essenciais para o escoamento da produção, conhecidas como a Rota do Leite”, destacou.
Os deputados estaduais Dannilo Godoy e Claudiano Filho, também são parceiros na defesa do setor. “Dannilo e Claudiano têm desempenhado um papel fundamental na Assembleia Legislativa, trazendo demandas importantes dos produtores locais e somando forças para que as políticas públicas cheguem à ponta. Juntos, estamos empenhados em fortalecer ainda mais o setor”, afirmou Lula da Fonte.
O deputado federal encerrou reforçando seu compromisso com o setor. “Com o apoio de Dannilo Godoy, Claudiano Filho e outros parceiros, seguiremos firmes na luta para valorizar o setor leiteiro e as famílias que dele dependem. Nosso objetivo é garantir que a bacia leiteira de Pernambuco continue sendo um pilar de desenvolvimento para o estado e o Nordeste”, concluiu.
As autoridades de saúde estão em alerta para o aumento de casos de dengue no Brasil. Em 2024, o país enfrentou a maior epidemia da doença, com recordes de casos e de mortes, e a preocupação é que números alarmantes aconteçam também neste ano.
Em relação ao número de casos, foram mais de 1 milhão em 2023, e mais de 6 milhões no ano passado. Em 2023, mais de mil pessoas morreram de dengue, e no ano passado foram mais de 6 mil vítimas.
“A dengue é um problema de saúde pública muito sério. Nós sentiremos o efeito da vacinação ao lingo do tempo, mas a dengue frequenta a nossa vida neste momento. Então é muito importante que as pessoas continuem com a higienização de seus domicílios e de seus terrenos, eliminando recipientes que tenham água parada fazendo o destino adequado do resíduo sólido, do lixo. É importante manter todas as estratégias de combate ao mosquito vetor, que é o Aedes aegypti”, diz Éder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde.
Em 2025, até o momento, são 104 mil casos prováveis de dengue, com 120 mortes em investigação e 21 mortes confirmadas. Além do aumento dos casos, autoridades também estão preocupadas com o desinteresse de brasileiros pelas vacinas contra a doença.
“Essa sensação de que a dengue acalmou ou de que epidemia de 2024 já passou tem feito com que muitas famílias, muitos adolescentes, não tenham terminado o esquema (vacinal) que começaram. Para adquirir a proteção contra a doença, a vacina só atinge esse objetivo quando são aplicadas as duas doses. Uma única dose não garante proteção, quanto mais a longo prazo”, diz o pediatra infectologista Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunização da Sociedade Brasileira de Pediatria.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que pretende negociar com a Arábia Saudita para que o reino invista até US$ 1 trilhão no país. A proposta foi discutida após o príncipe Mohammed bin Salman sinalizar interesse em aportar cerca de US$ 600 bilhões ao longo dos próximos quatro anos.
Durante evento em Las Vegas, Trump destacou a riqueza da Arábia Saudita derivada do petróleo, chamado de “ouro líquido”, e reafirmou sua política de explorar o potencial petrolífero dos EUA.
O presidente também mencionou sua campanha para atrair mais investimentos estrangeiros e fomentar a economia com cortes de taxas e desregulamentações, que ele considera a maior da história americana.
No mesmo evento, Trump prometeu remover impostos sobre gorjetas, garantindo que esses valores sejam integralmente destinados aos trabalhadores que dependem delas. Ele afirmou que trabalhará com o Congresso para aprovar medidas que reduzam encargos tributários para famílias, pequenos negócios e trabalhadores.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e a ex-primeira-dama Michelle foram apontados pelo tenente-coronel Mauro Cid como integrantes da “ala radical” do plano golpista. As declarações foram dadas durante o primeiro depoimento de delação premiada do militar, em agosto de 2023.
Segundo o ex-ajudante de ordens do antigo governo, Eduardo e Michelle instigavam o ex-mandatário a aplicar um golpe de Estado no Brasil após a derrota nas eleições de 2022, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo.
“Tais pessoas conversavam constantemente com o ex-presidente, instigando-o para dar um golpe de Estado, afirmavam que o ex-presidente tinha o apoio do povo e dos CACs [Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores] para dar o golpe”, diz Cid, em delação.
Cid ainda diz que havia três grupos dentro da gestão, sendo que o primeiro tentava convencer Bolsonaro a reconhecer a derrota, e deste modo, ter se tornado o “grande líder da oposição”.
Ainda de acordo com a Folha, na ala mais radical, além de Eduardo e Michelle, Cid cita nominalmente Felipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, Gilson Machado, ex-ministro do Turismo, o general Mario Fernandes, secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, e os senadores Jorge Seif (PL-SC) e Magno Malta (PL-ES).
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a retomada de repasses de emendas parlamentares para três ONGs que corrigiram falhas de transparência: a Fundação Euclides da Cunha (FEC), o Instituto Besouro e a Santa Casa de Sorocaba. As instituições atenderam às exigências da Controladoria-Geral da União (CGU) e regularizaram suas pendências.
Apesar da liberação, Dino determinou que a CGU realize auditorias adicionais para verificar a aplicação dos recursos e reforçar medidas preventivas no uso de emendas parlamentares.
A decisão faz parte de um esforço iniciado em janeiro, quando o ministro suspendeu repasses para 13 ONGs que não cumpriram regras de transparência, com base em um relatório da CGU. Desde então, algumas entidades têm sido autorizadas a receber os valores após atualizarem suas informações.
A medida busca assegurar a correta aplicação de recursos públicos, que somaram R$ 733,6 milhões em repasses a 676 organizações no final de 2024.
O universo dos carros clássicos e de colecionador nunca foi apenas sobre veículos, mas sobre história, exclusividade e paixão. Entre os colecionadores brasileiros, o mercado norte-americano de automóveis antigos e peças raras se consolidou como um dos mais desejados. É nesse cenário que surge uma oportunidade única: levar para o Brasil não apenas carros de colecionador, mas também peças exclusivas que contam histórias de uma época áurea da indústria automotiva.
Para esses apaixonados por tradição, luxo e investimentos de alto valor agregado, explorar esse mercado com a orientação certa pode ser um divisor de águas.
Por que os Carros de Colecionador dos EUA São Tão Valorizados no Brasil?
Os Estados Unidos são referência mundial quando se trata de carros clássicos. Modelos como o Ford Mustang Fastback 1967, o Chevrolet Camaro Z28 1969 e o icônico Cadillac Eldorado 1959 são verdadeiras joias sobre rodas, procuradas por colecionadores ao redor do mundo.
Entre as razões que tornam esses carros tão atrativos para o mercado brasileiro, destacam-se: •Conservação impecável: Muitos carros nos EUA, mesmo os antigos, são mantidos em condições excepcionais devido ao clima e à cultura de preservação automotiva. •Variedade de modelos: A vasta diversidade de modelos, desde muscle cars até roadsters europeus importados para o mercado americano, permite atender diferentes estilos e preferências. •Acessibilidade em leilões: Leilões como Barrett-Jackson e Mecum Auctions oferecem oportunidades exclusivas de adquirir raridades com procedência documentada.
O Mercado de Peças Automotivas Raras: Um Nicho de Luxo em Expansão
Para muitos colecionadores, a busca por peças originais é tão importante quanto o carro em si. Itens como motores de época, volantes de madeira, estofamentos autênticos e componentes mecânicos originais são considerados investimentos valiosos.
Os Estados Unidos são líderes na oferta de peças raras, com uma rede robusta de fornecedores, feiras especializadas e empresas dedicadas à restauração automotiva. Transportar essas peças para o Brasil exige planejamento logístico detalhado e conhecimento profundo das regulamentações de importação.
Destaques do mercado de peças: •Motores e transmissões originais de modelos clássicos. •Itens de acabamento, como emblemas, lanternas e painéis. •Componentes personalizados, ideais para restaurações de alto padrão.
A Demanda no Brasil: Exclusividade e Valorização
O mercado brasileiro para carros clássicos e peças exclusivas está em plena expansão. Investidores e colecionadores estão dispostos a pagar valores elevados para adquirir itens que se destaquem em qualidade e autenticidade.
Fatores que impulsionam a demanda: 1.Eventos exclusivos: Feiras como o Brazil Classics Kia Show e o Encontro Paulista de Autos Antigos se tornaram palcos para exibição de carros raros e uma vitrine para novas aquisições. 2.Valorização de ativos: Carros de colecionador são, cada vez mais, vistos como uma forma de investimento alternativo, com alta liquidez e potencial de valorização no longo prazo. 3.Paixão por restauração: Restaurar veículos antigos com peças originais agrega valor ao carro e ao portfólio do colecionador.
BTM Global Investments: Uma Ponte Entre os EUA e o Brasil para Carros Clássicos e Peças Exclusivas
A BTM Global Investments entende que lidar com o mercado de automóveis clássicos e peças raras exige mais do que paixão – exige precisão e uma logística bem planejada. Por isso, nossa equipe está preparada para atender às demandas de colecionadores, oferecendo serviços exclusivos e personalizados.
Identificação e Aquisição nos EUA •Acesso a leilões exclusivos nos Estados Unidos, como Barrett-Jackson, RM Sotheby’s e Mecum Auctions. •Conexões com revendedores de alta reputação e especialistas em carros clássicos. •Consultoria para identificar modelos com alto potencial de valorização.
Logística de Exportação de Veículos e Peças •Gerenciamento completo do transporte de carros e peças, garantindo segurança e conformidade com as regulamentações. •Planejamento aduaneiro detalhado, assegurando que todos os impostos e taxas sejam otimizados. •Embalagens personalizadas para peças raras, garantindo sua preservação durante o transporte.
Suporte Jurídico e Regulatório •Assessoria completa para cumprir as exigências legais de importação e registro no Brasil. •Verificação da procedência e da documentação dos veículos adquiridos. •Estruturação de contratos de compra e transporte com total segurança jurídica.
Por Que Escolher a BTM Global Investments?
Investir em carros clássicos e peças exclusivas exige um parceiro que combine conhecimento técnico, conexões estratégicas e uma abordagem personalizada. A BTM Global Investments não apenas oferece tudo isso, mas também se compromete a transformar cada projeto em uma experiência única e sem complicações. Contate a BTM Global Investimentos se interessar obter mais informações sobre Leilão de Carros Antigos e como comprar nos Estados Unidos e receber na porta de sua casa pelo nosso site: BTMglobalinvestments.com ou pelo Whatsapp +1 305-527-8827 (Miami).
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira (23) que a queda do dólar deverá ter efeito imediato sobre o preço dos alimentos. Haverá uma reunião na manhã desta sexta-feira (24/1) do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com ministros para tratar do assunto.
Haddad ainda afirmou que a perspectiva do setor agropecuário para 2025 é de uma grande safra. Ele indicou também que não há nada no horizonte no sentido de utilização de espaço fiscal para baratear os alimentos.
“Na minha opinião, primeiro, nós vamos ter uma grande safra. Segundo lugar, o dólar começou, na minha opinião, uma trajetória que eventualmente pode ser interrompida momentaneamente pela boataria… ‘Ah, o governo vai usar espaço fiscal’. Não tem nada disso no horizonte, absolutamente nada disso. Ninguém está pensando em utilizar espaço fiscal para esse tipo de coisa”, disse o ministro a jornalistas.
Ele explicou: “O que nós sabemos é que o que afetou o preço dos alimentos, basicamente, que é especialmente leite, café, carne e frutas, é porque são commodities, são bens exportados, faz parte da nossa pauta de exportações. Então quando o dólar aumenta, isso afeta os preços internos. A hora que o dólar começa a se acomodar, vai afetar favoravelmente os preços também”.
Ele salientou também que a equipe econômica entende que a safra “vai ajudar muito” esse ano. “Todos os indicadores da SPE [Secretaria de Política Econômica] são de que nós vamos ter um bom ano de produção agrícola em todos os itens. Aparentemente, até pelo regime de chuvas e tal, aparentemente nós não vamos ter desfalque nenhum naquilo que é consumido pela população.”
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta sexta (24) que o governo estuda reduzir alíquotas de importação para produtos que estejam mais caros no Brasil do que no mercado internacional, com o objetivo de baratear alimentos.
Após reunião com o presidente Lula, Costa também destacou a expectativa de uma supersafra em 2025, o que deve ampliar a oferta e reduzir os custos. Ele reforçou que o governo não adotará medidas como congelamento ou tabelamento de preços, com Lula descartando a ideia de “fiscal nos supermercados”.
Segundo Costa, a alta de preços dos alimentos foi impulsionada principalmente pela valorização internacional de commodities, enquanto o governo foca em ações como estímulos para itens da cesta básica e redução dos custos de intermediação do vale-alimentação.
Em 2024, a inflação superou o teto da meta, pressionada pelos alimentos, levando Lula a cobrar alternativas que aliviem o impacto sobre os trabalhadores. Diálogos com o setor privado, incluindo redes de supermercados e frigoríficos, também fazem parte da estratégia.
Com o aumento da quantidade de golpes, a prefeitura de Petrolina, no Sertão pernambucano, decidiu tomar medidas, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (Sedurbhs), para alertar a população sobre as ações criminosas.
Segundo a gestão municipal, golpistas estão anunciando a venda de imóveis habitacionais e exigem pagamentos impróprios para iniciar o cadastro das pessoas no Programa Habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV), do Governo Federal.
A secretária reafirma à população que para realizar o cadastro habitacional, tanto em zonas urbanas quanto rurais no programa Minha Casa Minha Vida, não é necessário efetuar pagamento algum, visto que todo processo de cadastramento realizado no município é gratuito.
A orientação da prefeitura é que, ao perceber uma cobrança, seja ela de qualquer valor, para cadastro no programa habitacional, a pessoa busque a uma Delegacia da Polícia Civil e formalize um registro de ocorrência, denunciando os golpistas.
Vale lembrar que as inscrições para o Minha Casa Minha Vida ainda não estão acontecendo em Petrolina. Atualmente, os projetos estão em fase de aprovação de propostas, por isso, ainda passarão pela seleção do Ministério das Cidades.
É previsto que durante o primeiro semestre de 2025, sejam iniciados os processos para participar do programa.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a regulamentação da portabilidade dos vales-refeição e alimentação, prevista na Lei 14.422, pode ajudar a diminuir o custo da alimentação. A medida aumentará a concorrência entre as administradoras de cartões e reduzirá taxas cobradas, que variam entre 1,5% e 3%.
Com a portabilidade, os trabalhadores poderão escolher a empresa gestora dos vales, e os estabelecimentos serão obrigados a aceitar todas as bandeiras de cartões. Haddad destacou que a iniciativa dará mais poder ao trabalhador e contribuirá para baratear tanto refeições fora de casa quanto compras no supermercado.
Ele também descartou o uso de subsídios públicos para intervir no mercado de alimentos, atribuindo a alta dos preços às commodities exportadas. A regulamentação depende do Banco Central e pode ser complementada por fatores como a queda do dólar e a previsão de safra recorde.