Arquivos do mês janeiro 2022


A disputada eleitoral de 2022 já começa a tomar forma em toda a esfera estadual, no agreste setentrional de Pernambuco, Argemiro Pimentel (PSB), ex-prefeito de Machados e presidente municipal do PSB no município tem apoiado a pré-candidatura a governo do estado do deputado federal, Danilo Cabral (PSB).


Argemiro ressalta que sempre confiou e acreditou no trabalho do deputado federal, e nas últimas eleições votou em Danilo. “Acredito que o deputado federal, Danilo Cabral é o que tem mais condições para a candidatura a governo do Estado de Pernambuco. Porque é uma pessoa que tem empatia, agrada a todos e consegue agregar não só todos que compõem o Partido Socialista Brasileiro (PSB), mas a outros partidos da frente popular. Reafirmo meu apoio ao deputado federal Danilo Cabral”, comentou Argemiro Pimentel.



O Prêmio Leão do Norte será entregue ao prefeito Fábio Aragão (PP) por seu excelente desempenho à frente da Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Capibaribe.
Ele foi escolhido pela equipe da TOTAL, que analisou sua atuação e a aprovação de sua gestão por cerca de 80 por cento da população.
O diretor-presidente da TOTAL, Marcelo Mesquita, explicou que Fábio Aragão vem fazendo uma gestão voltada para a população mais carente do Município e merece ser homenageado.


O deputado federal Paulinho da Força, presidente nacional do Partido Solidariedade, vai receber o Troféu Leão do Norte por conta do excelente trabalho que realiza no Congresso Nacional.
O diretor-presidente do Grupo TOTAL, Marcelo Mesquita, ressaltou que o político, que começou como líder sindical, é merecedor da homenagem.
Paulinho da Força agradeceu a lembrança de seu nome para receber o prêmio, que hoje é reconhecido em todo o Brasil. “A Revista TOTAL é considerada como uma das mais importantes do País e eu estou muito feliz por ter sido escolhido para receber esse prêmio”, enfatizou Paulinho da Força.

O poeta amazonense morreu aos 95 anos, de causa ainda divulgada

Thiago de Mello na Praça Dom Pedro, no centro histórico de Manaus (Foto: Prefeitura de Manaus)

Por Marcos Lima

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“Como quem reparte pão, como quem reparte estrelas, como quem reparte flores, eu reparto meu canto de amor. Com uma estrofe apenas, eu me despeço – para permanecer com vocês. Me despeço para permanecer”, discursou o poeta, escritor, jornalista e tradutor Thiago de Mello, durante um evento na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, em comemoração aos seus então 90 anos. Nesta sexta-feira (14), aos 95, morreu em Manaus (AM) o gigante da literatura brasileira. Mas permanece.

Em 1981, na casa do poeta, compositor e sambista Paulo George, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, em uma pelada que era nosso ponto de encontro de todas as tardes de sábado, eu tive a honra de ser apresentado ao também poeta, músico, cantor e compositor Manduka, filho do poeta Thiago de Mello.

Paulinho (Paulo George, compositor campeão do samba-enredo da União da Ilha do Governador  de 2014) foi quem nos apresentou, por saber da minha admiração pelo seu pai.

Três anos antes, havia sido lançada por Fagner em 1978, no LP Eu Canto, a música Quem Me Levará Sou Eu, que embora seja bastante identificada com o cantor e compositor cearense, que a escolheu para dar nome à sua biografia, lançada em 2019, vale-se ressaltar, porém, que a música não é de sua autoria. Seus compositores foram Dominguinhos (melodia) e Manduka (letra). Dominguinhos, no entanto, só a gravou em 1980, quando a música já tinha feito sucesso com Fagner.

Manduka já era, portanto, bastante badalado. Por esta e por outras composições e shows que vinha realizando no Sul e Sudeste do país, sobretudo nos circuitos universitários.

Por isso, minha alegria foi dupla.

Quando lancei meu 2º livro, em 1986, a 1ª edição de Ano Novo de São João, inclui esta crônica que hoje, saudosamente, relembro:

POETA MAIOR

Não nego minha admiração por Vinícius de Moraes, mas também a nutro por qualquer outro poeta, até esses poetas de rua, que são os mais puros, porque o que eu amo mesmo é a poesia. Mas, poeta maiúsculo, para mim, é, sempre foi e será, Thiago de Mello.

Essa admiração começou no primeiro livro dele que eu li: “Faz escuro, mas eu canto: porque a manhã vai chegar”, tão logo foi lançado, em 1966.

Sua poesia, com o jeito diferente de expressar-se, foi o que me incentivou, pela primeira vez, a continuar escrevendo poesias, o que eu fazia desde os 11 anos, porque eu estava descobrindo, a partir de seus poemas, um novo modo de pensar o mundo, o amor, a liberdade. “Faz escuro, mas eu canto, porque a manhã vai chegar”. Precisava de um motivo maior para começar?

Até 1978, quando fui morar no Rio de Janeiro pela segunda vez, já havia lido todos os seus livros e conhecia profundamente tudo que dizia respeito a esse poeta maior.  E, justamente naquele ano, tendo fixado residência na Ilha do Governador, conheci vários poetas, músicos, compositores de todas as tendências. Na casa de Paulo George, a gente sempre encontrava essa turma: Carlos Papel, Marcos Paiva, João Bosco e tantos outros. Nas tardes de sábado, a programação era sempre a mesma: participávamos de uma pelada com ares de campeonato mundial, onde não faltavam as comuns reclamações de quem perdia. Ao final, regadas a biritas e petiscos, promovíamos discussões sobre artes em geral, que se prolongavam até altas horas da madrugada.

No Rio Amazonas, uma de suas grandes paixões e por quem sempre lutou

Em uma dessas reuniões, conheci Manduka1, o filho de Thiago de Mello. Ele havia acabado de compor, em parceria com Dominguinhos, a música “Quem me levará sou eu”, que fazia sucesso nas paradas naqueles tempos, na voz de Fagner.

Não precisa nem contar que foi a glória conhecer o filho do meu ídolo e conviver com ele tão intimamente. Sempre numa folga das peladas e dos nossos debates, sentava com Manduka para falar do poeta. E ele me prometeu que, quando houvesse uma oportunidade, me apresentaria ao pai.

Essa oportunidade surgiu no ano seguinte, quando de uma apresentação de Thiago de Mello em um recital de poesia na Cidade Maravilhosa. Manduka convidou-me, e lá estava eu, na primeira fila do teatro, emocionado, embevecido, estático, durante toda a apresentação. Tinha levado alguns dos meus poemas e, ao final da apresentação, quando fui com Manduka ao camarim para ser apresentado ao poeta, abri minha mochila (nessa época, ainda era um utensílio, nada tinha a ver com meu codinome hoje) e tive a ousadia de mostrá-los, embora vacilante, ao meu ídolo, já esperando que ele não desse a mínima atenção. Engano meu. Pacientemente, ele leu todos ali mesmo, com uma expressão de admiração que me deixou surpreso. Após terminar, pegou de um papel e de uma caneta e escreveu umas palavras. Dobrou o papel, entregou-me e pediu que eu o guardasse e sempre desse uma olhadinha antes de escrever qualquer coisa.

– Não o leia agora – disse.

Guardei o papel no bolso, ávido por lê-lo, mas respeitando o que ele pedira. Depois do espetáculo, para completar, ainda fui convidado para tomar umas cervejas num bar em Botafogo, onde ficamos até quase amanhecer. Eu me sentia nas nuvens, não acreditando que estava ali, ao lado de uma figura que havia me fascinado desde a infância.

Ao me despedir, recebi um abraço caloroso do poeta, que me afagou a cabeça com um jeito tão terno que me encheu de lágrimas os olhos.

Nem bem me afastei do grupo, rapidamente abri o papel, que depois se perdeu entre tantas outras coisas simples, mas de muita importância, nas minhas andanças e mudanças. Estava escrito: “Escreve pro povo, Marcos. É necessário que nós, poetas, façamos das nossas palavras um bálsamo para as dores do mundo. Você chega lá. Parabéns!”

Já se passaram mais de 40 anos. Aquela noite continua viva dentro de mim, como se tivesse acontecido na noite passada.

Após aquele encontro, passei a dar mais valor ainda às palavras contidas em sua Madrugada Camponesa: “Não vale mais a canção / feita de medo e arremedo / para enganar solidão. / Agora vale a verdade / Cantada simples e sempre. / Agora vale a alegria / Que se constrói dia a dia / Feita de canto e de pão.”

1 Manduka morreu no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 2004, vítima de problemas cardiovasculares.

Apesar de já existir este dia, sendo o Brasil é o berço de grandes compositores, merecendo uma data especialmente dedicada a esses nomes.

Por Marcos Lima

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Os compositores são verdadeiros artistas, que utilizam o domínio da técnica das notas musicais para criar melodias. Além da técnica, utilizam toda a criatividade e sensibilidade para escrever canções que emocionam e animam multidões de pessoas.

A ideia da data de 15 de janeiro surgiu no México, tendo decorrido em comemoração à fundação da Sociedade de Autores e Compositores do México (SACM), em 1945. No entanto, esta data somente foi oficialmente celebrada no mundo a partir de 1983.

O Brasil, por ser o berço de grandes compositores e compositoras, que têm papel vital na nossa cultura e são essenciais na construção de nossa história musical, merecia ter o seu próprio dia e, por isso, foi criado o Dia do Compositor Brasileiro.

A data foi criada em 1948, pelo saudoso cantor e compositor Herivelto Martins, que foi um dos fundadores e fez parte da diretoria da União Brasileira dos Compositores, em 1942, lutando pelos direitos da classe dos compositores, ajudando a regulamentar a profissão.

Em 1983, o deputado Cunha Bueno apresentou o projeto de Lei 581/83, com o objetivo de oficializar o 7 de outubro de Herivelto como o Dia do Compositor, a ser celebrado em todo o território nacional. De acordo com o documento, o dia foi festejado até 1980 apenas no Rio de Janeiro e, no ano seguinte, passou a ser celebrado também em São Paulo. A proposta do projeto era a de elevar essa comemoração a todo o país.

O projeto foi arquivado pela Câmara dos Deputados em 1989, mas a celebração informal se manteve e, hoje, a celebração acontece em várias localidades do país, embora nenhum parlamentar brasileiro tenha tido ainda a ideia de tornar lei – merecidamente – essa data.

Mas, como tudo tem seu tempo certo, já há um parlamentar trabalhando para isso, segundo nossas fontes na Câmara Federal.

É esperar para ver…! Enquanto isso, eu fico com as duas datas – até porque os compositores merecem muitas mais, ainda -, e dedico ao meu amigo, parceiro musical, cantor e compositor do País de Caruaru, Israel Filho.



O prefeito Paulo Barbosa, o popular “Paquinha” (PP), vai receber o Troféu Leão do Norte, oferecido pelo Grupo TOTAL, por conta do excelente trabalho que vem desenvolvendo no Município de Macaparana.
O presidente do Grupo TOTAL, Marcelo Mesquita, disse que Paquinha tem se destacado por importantes ações à frente da municipalidade. Pesquisas de Opinião Pública indicam que ele tem cerca de 78 por cento de aprovação popular.
O gestor público agradeceu o reconhecimento. “É muito importante receber esse prêmio da Revista TOTAL, que é uma publicação muito relevante e reconhecida em todo o Brasil”.


Na manhã desta quinta-feira (13), o Prefeito Yves Ribeiro assinará a ordem de serviço para a requalificação do Clube Municipal do Nobre.

Destinado ao lazer e à prática de atividades físicas, o local terá mais maquinários para a prática de exercícios. Além disso, será feita a revitalização da quadra poliesportiva.

A ação será realizada através das Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, e dentro do Programa Acelera Paulista (PAP), que prevê uma série de obras através do aporte de mais de R$ 170 milhões no município.

Programa Acelera Paulista

O PAP vai promover investimentos em infraestrutura, saúde, políticas sociais, educação, cultura, lazer e em outras áreas importantes do município.


O prefeito de Petrolina e pré-candidato ao governo do Estado Miguel Coelho (DEM), reiniciou seu Movimento por Pernambuco, esteve nesta quinta-feira (13), na cidade de Casinhas, participando de assinatura de ordem de serviços de calçamentos e entrega de veículos para o município. A Rede Pernambuco de Rádios, através do programa Cidade em Foco conversou com Miguel que falou sobre seu projeto eleitoral, fez fortes críticas ao governo do Estado, contou sobre sua situação no União Brasil e a importância dos movimentos de oposição em Pernambuco.

Miguel Coelho falou sobre seu encontro com Luciano Bivar, presidente nacional do partido União Brasil. De acordo com Miguel, sua candidatura está garantida pela União Brasil, pois na união entre DEM e PSL, os partidos apontaram onde teriam candidatos e isso ficou acordado para selar a união. Miguel Coelho disse que agora é cair na estrada, conhecer a história das pessoas que mais precisam, está trabalhando para vencer as eleições desse ano, formar uma grande chapa e eleger o maior número de deputados estaduais e federais.

O prefeito de Petrolina contou que o povo não pode cair na conversa do PSB que diz que o Estado está uma maravilha. De acordo com Miguel, Pernambuco é hoje o estado que mais tem desempregados no Brasil, que menos cresceu no Nordeste e o que menos investe. Contou que o resultado é Pernambuco ter as piores estradas do país, a pior saúde da região com pessoas dormindo em corredores de hospitais públicos, sobre papelão ou dentro de copas. Comentou que a mesma coisa acontece na segurança, com a família pernambucana com medo de ser sequestrada, perder a vida e ter prejuízo no seu patrimônio, isso é uma tremenda falta de humanidade, de sensibilidade e coragem para enfrentar as adversidades.

Sobre a candidatura de reeleição de Luciano Bivar, Miguel disse que Luciano tem uma eleição bem encaminhada, não é garantida, porque ninguém tem garantias na política, mas está bem pavimentada. Luciano Bivar vai ser presidente do União Brasil e o partido vai ter candidatos a governador em todo Brasil, isso demanda tempo, pois ele vai precisar fazer articulações a nível regional e nacional, além de ter que tomar muitas decisões, porém Bivar está animado para sua reeleição, está trabalhando duro para fortalecer e crescer o partido União Brasil em todo país.

Miguel Coelho disse que não tem plano B e se coligar ao Podemos, caso o União Brasil não lhe der a legenda. O democrata contou que quem gosta de soltar fofoca e peruas é o povo do PSB, que gosta de usar outras artimanhas, que não sabe enfrentar os problemas e adversários de frente. Destacou também que não se preocupa com isso, porque tem uma relação cordial e transparente e o próprio Bivar já ratificou que a sua candidatura é algo posta e sem caminho de volta.

Coelho finalizou dizendo que pretende falar com todas as alas da oposição do estado, conversaram em dezembro e vão se reunir no final de janeiro para reavaliar o cenário. disse que estão unidos no mesmo propósito de mudança e de um novo projeto para Pernambuco. Contou que os movimentos por Pernambuco e Levanta Pernambuco foram fundamentais para colocar luz nos problemas e adversidade que o Estado está enfrentando, e independente da estratégia, a oposição vai vencer neste ano.


O link estará aberto a partir das 8h da próxima segunda-feira (17) 

A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Educação, disponibiliza a partir desta segunda-feira (17) um site para realização da reserva de vagas para estudantes novatos na Rede Municipal de Garanhuns. A plataforma vai facilitar o acesso de quem busca vagas nas escolas do município.

Pelo site matricula.educacaogaranhuns.com.br será possível visualizar as vagas disponíveis por escola e assim fazer a escolha da melhor unidade para o estudante. O site está no ar, mas só a partir das 8h da segunda-feira (17) estará liberado para realização do serviço.

“A realização de matrículas pelo site facilita a gestão de vagas entre escolas e a informação à comunidade das vagas existentes em cada unidade escolar. Além de evitar filas e demora para as famílias dos estudantes no ato da matrícula”, disse Wilza Vitorino, Secretária de Educação de Garanhuns.

Para efetivar a matrícula será preciso levar toda documentação até a escola escolhida até o dia 28 deste mês. Os responsáveis devem apresentar Cópias de certidão de nascimento ou casamento, do CPF, do comprovante de endereço atualizado com CEP, da carteira de vacinação, do comprovante do tipo sanguíneo e do cartão do SUS, duas fotos 3×4 e transferência da escola de origem (em caso de transferência de outro município ou escola particular).

Dúvidas também podem ser tiradas pelo (87) 3762-7060 ou então presencialmente na Secretaria de Educação, que fica na Rua Siqueira Campos, 75, Santo Antônio, das 8h às 14h.

Arte: Anderson Carlos

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