Arquivos do mês julho 2018

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Coube à prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, jovem liderança do PSDB estadual, atuar nos bastidores no final de semana para superar as divergências políticas entre o deputado Bruno Araújo e o senador Armando Monteiro. Nada relacionado com a sucessão pernambucana, e sim com a sucessão presidencial. Bruno foi cobrado pela direção nacional do PSDB por estar apoiando Armando para governador sem qualquer contrapartida em relação à candidatura de Geraldo Alckmin a presidente da República. Foi quando Armando entrou em campo, com uma nota negociada com o próprio Bruno e a prefeita Raquel Lyra, prometendo abrir espaço em seu palanque para o ex-governador de São Paulo, que tem baixa aceitação no Nordeste e menos ainda em Pernambuco. A prefeita demonstrou neste episódio sua enorme capacidade de articulação política, embora esteja atuando com discrição à frente da sua prefeitura. Quase não fala sobre política, em que pese sua condição de gestora do maior município do Agreste e do seu parentesco com o ex-governador João Lyra Neto (seu pai) e o ex-deputado Fernando Lyra (seu tio). O PSDB precisa de mais protagonismo em Pernambuco e Raquel poderia cumprir esse papel a lado dos deputados Bruno Araújo e Betinho Gomes. Mas, por razões que a própria razão desconhece, sua atuação política tem sido discreta em relação à importância do cargo que ocupa.

 

 

Inaldo Sampaio
Folha de Pernambuco

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Os sinais de que a candidatura de Marília Arraes a governadora pode ganhar ares de oficialização estão sendo emitidos pela própria executiva estadual do partido, que considerava a hipótese de aliança com o PT, quando começam a se reunir com Avante e PROS já pensando na formalização da coligação proporcional entre os três partidos com vistas às eleições. Outro indicativo dado é o de que Humberto Costa será candidato de todo jeito ao Senado, uma vez que Marília tem demonstrado competitividade para o governo e poderá casar o voto com Humberto para senador que também aparece bem posicionado nas pesquisas. A executiva estadual do partido, orientada por Gleisi Hoffmann, já entendeu que o melhor caminho para o PT é a candidatura própria de Marília que permite uma chance real ao partido de chegar ao Palácio do Campo das Princesas.

 

Escrito Edmar Lyra

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Foi iniciado as atividades de combate às arboviroses (Dengue, Chikungunya e Zika), nos bairros do município. A Prefeitura da Vitória de Santo Antão, através da Secretaria Municipal de Saúde trabalha nesta ação em conjunto com o Tiro de Guerra 07/004, com 30 atiradores e agentes de endemias divididos em três equipes.

A operação começou nos bairros de Jardim São Pedro, Luiz Gonzaga e Caiçara 1, 2 e 3. O objetivo é eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, em prédios públicos, terrenos baldios, residências e comércio, inibindo possíveis infestações do mosquito. Os trabalhos de campo irão atingir todos os bairros.

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Líderes do grupo conhecido como “Centrão” oficializaram nesta quinta-feira (26) o apoio à pré-candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República. Autointitulado “Centro Democrático”, o grupo é formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade.

O apoio do “Centrão” a Alckmin foi anunciado em um evento em Brasília, do qual participaram, além do próprio ex-governador, líderes dos partidos que formam o grupo.

O primeiro a discursar foi o presidente da Força Sindical e deputado federal, Paulinho da Força (SD-SP). Ele destacou o “conjunto de forças” em torno da candidatura de Alckmin.

“Depois de muitas reuniões, centenas de conversas, principalmente entre nós, os partidos, estamos convencidos de que para tirar o Brasil desse buraco que estamos só com um conjunto de forças como esse, que se junta em torno dessa candidatura”, afirmou.

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), disse que Alckmin conquistou a unanimidade dentro da sigla. Ele afirmou que o ex-governador poderá contar com a “militância aguerrida” do partido.

“Toda a nossa história [do PP] sempre havia uma divisão muito grande, mas o senhor conseguiu a unanimidade dentro do nosso partido. Quero dizer que o senhor vai contar com um partido que tem história, tem trabalho e com a militância aguerrida, e que com o apoio dos outros partidos, vamos te dar condições para conquistar o país, porque história e competência não lhe faltam”, afirmou o senador.

 

Fonte G1

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O município de Lajedo teve alto desenvolvimento no índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal 2018 com ano base 2016. No quesito saúde superou a média do IFDM do Brasil e dos municípios da nossa região. Além disso, o prefeito Rossine também comemorou os números relacionados à Educação que estão acima da mediana dos municípios brasileiros.
Na Saúde, no gráfico da situação relativa do município, Lajedo atinge o número de 0,8675 ficando entre as 122 cidades com alto desenvolvimento (superiores a 0,8 pontos). E no ranking de todas as mais de 5 mil cidades, Lajedo é a 36ª no índice estadual.

Com relação ao ano de 2005 até 2016, quando foi avaliado, os índices de Saúde cresceram mais de 33%. “Esses gráficos mostram uma evolução bastante significativa na saúde e educação da nossa cidade, comprovando mais uma vez os investimentos que fazemos”, concluiu o prefeito Rossine Blésmany.

Os índices de Saúde que cresceram mais de 33% comprovam que Lajedo tem evoluído ano a ano, principalmente pós 2012, em relação especialmente à saúde e educação conforme dados Firjan. O que mostra que o governo do prefeito Rossine é muito mais bem avaliado do que o da gestão passada.

O Índice é um estudo anual que acompanha o desenvolvimento socioeconômico de todos os 5 mil municípios do país avaliando: Emprego e Renda, Educação e Saúde. A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) realiza esse estudo há 10 anos.

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A FIRJAN funciona em vários setores do Brasil e do Mundo, com representatividade na indústria, desenvolvimento empresarial e econômico, educação e associados como o SEBRAE, SESC, SENAI, FIESP e muitos outros convênios e parceiros.

 

Fonte :Agreste violento

As premissas políticas da era pós-golpe

Por Roberto Numeriano, em artigo enviado ao blog

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A poucos dias da data limite das convenções partidárias das eleições de 2018, o PT nacional vive um aparente dilema tático, relativamente às alianças com os demais partidos. Trata-se da antiga ponderação quanto ao custo-benefício das eventuais coligações no plano estadual, sempre com um olho estratégico na esfera da disputa presidencial. Golpeado desde 2016, nas pessoas dos seus líderes e no casuístico afastamento do exercício da Presidência da República, o partido calcula seus lances não apenas para sair fortalecido na resistência ao golpe de Estado e seus efeitos, mas sobretudo para (re)alinhar seu projeto de poder político e social.

Até aqui, nada de novo no front. No entanto, quem lançar os olhos sobre alguns dos conflitos que permeiam as indefinições petistas em vários estados brasileiros, poderá perceber um fenômeno político-ideológico que é menos tático do que de compreensão sobre a natureza da luta travada e o quanto ela tem a ver com um tipo de prática e pensamento político os quais, creio, o país pós-golpe progressivamente vai enterrar. Se é possível derivar o todo pela parte, vamos aqui tentar uma análise desse fenômeno a partir do caso de Pernambuco, que me parece paradigmático sobre a dimensão dissociativa entre o real e o aparente, na qual algumas lideranças petistas perdem-se como se percorressem um labirinto mitológico.

A primeira premissa da nossa análise afirma que estas eleições deverão marcar uma ruptura do antigo padrão de fazer política, estruturado pelo compadrio local e nos termos redutores exclusivos dos interesses de grupos e/ou lideranças na busca do voto popular. A segunda assertiva dispõe que as agendas políticas (sejam de esquerda ou de direita) serão avaliadas numa perspectiva ideológica mais radical pelos eleitores de maior grau de escolaridade e renda. E a terceira premissa defende que as coligações ideologicamente mais convergentes por meio dos seus candidatos majoritários (aos governos estaduais e ao Senado da República) obterão mais votos, em termos proporcionais ou absolutos.

Em relação à premissa 01, uma parcela do PT pernambucano parece não enxergar os sinais (largamente disseminados nas redes sociais) de um processo de rompimento da velha práxis política alicerçada na articulação de interesses restritos, cuja perspectiva de poder é a manutenção do seu status quo ou a ampliação de sua presença na máquina pública da esfera municipal, estadual ou federal. Ainda que os grupos formuladores dessa visão se arvorem como intérpretes iluminados da tática eleitoral (sob o batuque das tendências e seus casacudos líderes), o que se observa é que os seus cálculos, pelo jeito, não consideram a dimensão propriamente política do processo da disputa como uma esfera social de novo tipo.

Ora, a ruptura a que me refiro deriva justamente de uma mutação nessa esfera. Uma ascendente massa eleitoral já se impõe ao processo político como sujeito ativo dessa nova espécie de Ágora grega na qual convergem / divergem em torno de suas agendas menos difusas do que aparentam. As lideranças que não enxergam o novo papel proativo desse eleitorado na conformação de redes virtuais e materiais (como militantes partidárias e/ou ativistas sociais), e imaginam decidir tudo sem dialogar “para fora” do espaço estrito do partido, serão atropelados inapelavelmente.

O caso da pré-candidatura de Marília Arraes ao governo estadual pode confirmar a premissa, sobretudo porque sua postulação se fortalece extramuros petistas, à medida que uma parcela maior do eleitorado começa a conhecer e discutir a querela. Somente a mais rematada teimosia poderia explicar a aparente incapacidade de algumas lideranças em não perceber que o caso Marília não é um fenômeno, e que a sua postulação não é mais uma decisão exclusiva do PT (nem como instituição em si, nem como problema de tática de cúpulas). A resistência ao golpe de Estado pariu um nome forte no PT, assim como tem gestado, no espaço dessa Ágora massivamente ativista, sujeitos políticos que não querem ser apenas meros votos na urna, nem os típicos carregadores de piano.

A nossa premissa 02 é contingente, dado que diz respeito ao provável caráter plebiscitário destas eleições. De todo modo, as pesquisas de opinião quanto às preferências eleitorais pelos candidatos majoritários começam a exibir dados que tendem a se consolidarem à medida que se conformam os palanques e fica mais nítido quais interesses e agendas se agrupam naqueles candidatos. Em momento mais oportuno, vamos analisar os dados gerais dessas pesquisas em Pernambuco (para o governo estadual), e no Brasil (para a presidência).

No caso de Pernambuco (e em especial do PT, PSB, PTB, PSDB, DEM e MDB), um indicador forte como critério de avaliação da tendência de voto plebiscitário será a posição de cada partido no processo do golpe parlamentar e midiático, mas ainda em curso na sua vertente jurídica (o parcial Moro e o pequeno supremo estão aí, sempre alertas para manter Lula na cafua). Mais do que nunca, a radicalização à esquerda e à direita em torno dos efeitos da derrubada da presidente Dilma e da assunção ao poder de tipos políticos toscos e venais, terá, nas urnas, uma espécie de “acerto de contas” ideológico. A velha direita tentará se legitimar pelo voto popular para construir o discurso de que “estava certa” em bancar a mais regressiva agenda social e política da história brasileira (nem o golpe civil-militar de 1964 foi tão entreguista e corrupto). A esquerda, obviamente, pretende uma vitória ampla e geral para demonstrar o acerto de sua resistência.

Essa radicalização em Pernambuco poderá dar margem a uma disputa na qual, não creio ser exagero cogitar, o próprio Paulo Câmara não tenha fôlego político para alcançar um eventual segundo turno. De fato, Câmara e o PSB (partido que encarna a quintessência do golpismo como o grande vendilhão da pátria aos interesses mais escusos da baixa política) correm sério risco de naufragarem ainda no primeiro turno, acaso um dos palanques de oposição seja liderado por Marília Arraes. Nem carne, nem peixe, o PSB e o governo Câmara parecem reunir tudo para se desmancharem sob a saraivada de críticas radicais: inoperantes, anódinos, arrivistas, oportunistas e medíocres; serão estas as mais suaves acusações oposicionistas.

Se, como presumo, a gigantesca maré montante dos votos radicalizados ocorrer (as pesquisas apontam o crescente apoio a Lula e a permanência de Bolsonaro, como segundo), Câmara e o PSB poderão ser varridos da disputa no primeiro turno. E, a depender da possibilidade de Lula ser candidato (ou, se não o for, pelo menos apoiar nos palanques Marília Arraes), não será surpresa se essa maré afogar também a coligação de Armando Monteiro, também no primeiro turno. Assim conjecturamos porque será impossível a Monteiro apresentar uma agenda de governo como “mudança” quando o “novo” do trio PSDB-DEM-PPS é justamente a agenda econômica e social desses partidos, a qual afundou, no plano nacional, a economia brasileira, brutalizou a classe trabalhadora e o pequeno empresário, além de cortar direitos e avanços sociais da população mais carente.

A premissa 03 deriva da anterior. No entanto, a homogeneidade ideológica num palanque não implica em voto automático. No máximo, ela potencializa a reunião de uma audiência maior em torno do discurso que envolve a agenda de governo/poder da coligação. Sem dúvida, o eleitor de perfil ideológico conservador tenderá a votar numa agenda de feição mais conservadora. Mas aqui temos justamente a interferência do quadro político radicalizado, onde serão avaliados os discursos e os seus atores políticos num plano mais aberto ou limpo, também pelo voto ideologicamente mediano (daquele agrupamento populacional essencialmente pragmático nas escolhas), em paralelo ao voto dito de “opinião”, à esquerda e à direita.

E é aqui que podemos vislumbrar quem vai compor a massa d’água da maré de votos que parece já se formar no horizonte eleitoral: aquele eleitor de perfil político-ideológico mediano, comum nas camadas assalariadas e classe média. Este eleitor será ou seria o fiel da balança. Seu voto provavelmente vai tender para as coligações com certo grau de convergência e coerência político-ideológica, mas também robustas para resistirem ao critério da escolha pragmática, calcada no exame do papel recente dos postulantes na era pós-golpe. Ou seja, não adiantará reunir a fina flor dos medalhões de sempre se os seus discursos não se sustentarem diante dos fatos sociais e econômicos. Pois ninguém se alimenta de ideologia, seja na esquerda ou na direita.

Roberto Numeriano é jornalista, professor e pós-doutor em Ciência Política. Também é candidato a deputado, pelo Avante.

 

Fonte blog do Jamildo.

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A 8ª Turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) negou nesta quarta-feira (25) recursos da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que pediam para que o juiz federal Sergio Moro fosse afastado de dois processos da Operação Lava Jato em que o petista é réu.

O tribunal já havia negado o afastamento de Moro dos processos no dia 5 de julho. A defesa, no entanto, entrou com embargos de declaração –recurso que foi negado nesta quarta. Os advogados alegaram omissão a um artigo do Código de Processo Civil, que estabelece que um juiz deve ser considerado suspeito para julgar um réu quando “interessado no julgamento do processo em favor de qualquer das partes”.

A defesa do ex-presidente queria que a Justiça considerasse Moro suspeito de julgar Lula por participar em Nova York de um evento do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), empresa ligada ao ex-prefeito paulistano João Doria, pré-candidato do PSDB ao governo de São Paulo.

Ainda em Nova York, no dia anterior ao evento do Lide, Moro e Doria posaram juntos para fotos no evento em que o juiz foi premiado como a “Pessoa do Ano” pela Câmara de Comércio Brasil-EUA.

Com isso, os advogados de Lula pediram o afastamento do juiz dos processos sobre o sítio de Atibaia (SP) e sobre um terreno comprado pela Odebrecht e supostamente destinado ao Instituto Lula.

De acordo com nota divulgada pelo TRF-4, o relator da Lava Jato no Tribunal, desembargador João Pedro Gebran Neto, considerou que não houve nenhuma omissão ou contradição no julgado.

“No caso, há mera insatisfação com o resultado do julgamento, o que não abre a oportunidade de rediscussão pela via dos embargos de declaração”, afirmou Gebran.

O próprio Moro já havia negado que seria suspeito para julgar Lula por aparecer em fotos com Doria. Na ocasião, o magistrado afirmou que “pessoas tiram fotos em eventos públicos” e que é possível encontrar na internet dezenas de fotos de Lula com “políticos oposicionistas”, citando o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA).

UOL notícias

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As exigências feitas pela direção nacional do PT parecem ter provocado pânico no PSB, ou no mínimo deixado severas dúvidas.

Não tendo ainda uma decisão entre apoiar o PT, o PDT ou se manter neutro na disputa presidencial, o PSB preferiu deixar a decisão para o último minuto. Segundo a Coluna do Estadão, o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, adiou a reunião do Diretório Nacional do partido que discutiria as alianças no dia 30. A nova data ainda não foi marcada, mas ficará bem perto do da convenção, que será no dia 5.

 

Fonte blog do Barbosa

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Confira abaixo as mudanças no escudo, além das estrelas pelos títulos mundiais.

A novidade valerá já para os duelos contra Alemanha e Holanda, em setembro, pela Liga das Nações da Uefa
Os campeões do mundo terão um novo escudo. Além de adotar as duas estrelas por conta dos títulos em 1998 e 2018, a Federação Francesa de Futebol remodelou o escudo estampado no uniforme da seleção. A novidade valerá já para os duelos contra Alemanha e Holanda, em setembro, pela Liga das Nações da Uefa

O primeiro jogo da França como campeã mundial será contra a Holanda em 9 de setembro. Em seguida, no dia 16 do mesmo mês, o adversário será a Alemanha em confronto entre os dois últimos vencedores da Copa. Os duelos serão pela Liga das Nações, nova competição da Uefa.

 

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Deputado Sílvio Costa (Avante-PE) afirmou que “os golpistas do PSB-PE, governador Paulo Câmara e prefeito Geraldo Julio, estão em Brasília – de forma desesperada – procurando a Executiva Nacional do PT para tentar ‘detonar’ a candidatura de Marília Arraes ao governo do Estado. Um desespero inútil”
Pernambuco 247 – O deputado federal Sílvio Costa (Avante-PE) afirmou que a vereadora do Recife Marília Arraes (PT), prima do ex-governador Eduardo Campos (PSB), será candidata ao governo de Pernambuco.

“Desde a última segunda feira (23) os golpistas do PSB de Pernambuco, governador Paulo Câmara e prefeito Geraldo Julio, estão em Brasília – de forma desesperada – procurando a Executiva Nacional do PT para tentar ‘detonar’ a candidatura de Marília Arraes ao governo do Estado. Um desespero inútil”, disse o parlamentar, pré-candidato ao Senado.

“Lembro que no dia 17 de abril de 2016, o dia do impeachment, eles também estavam em Brasília e conseguiram “detonar” o mandato da presidente Dilma, um mandato que pertencia a 54 milhões de brasileiros”, complementou.

Segundo o congressista, “Paulo Câmara e Geraldo Julio mandaram seus deputados votar a favor do impeachment e derrubar a presidente Dilma. Por extensão, derrubar o governo que mais investiu no desenvolvimento de Pernambuco: o do PT”. Mas, desta vez, “vai dar errado”, afirmou o parlamentar.
Eles não vão impedir a legítima candidatura da vereadora Marília Arraes, que não pertence mais ao PT. Pertence ao grande desejo de mudança que está na alma e nos corações do valente povo pernambucano. Ratifico que o PSB não tem votos na Executiva Nacional, muito menos no Diretório Nacional do PT, para fazer a coligação nacional com o Partido dos Trabalhadores”, continuou. “Tenho certeza de que Marília Arraes será candidata, pois é o desejo dos pernambucanos, irá ao segundo turno e, junto com o Avante e o PROS, elegerá uma bancada de oito deputados estaduais e cinco deputados federais. Avante, Marília!”.

Fonte : Brasil 247

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