Posts da Categoria: Viagem do Presidente Jair Bolsonaro

Gilson Neto com o presidente Jair Bolsonaro no Hotel Al Mutamarat, Riad Arábia Saudita, na recente viagem do presidente e comitiva ao Oriente Médio e Japão
Gilson Neto com Jair Bolsonaro no Hotel Al Mutamarat, Riad, Arábia Saudita, na recente viagem do presidente e comitiva ao Oriente Médio e Japão

Por Marcos Lima Mochila

 

Há um ditado chinês que diz “Árvore plantada com amor ninguém derruba. Uma verdadeira amizade também. Quem planta árvores cria raízes. Quem cultiva amizades também”.

O presidente da Embratur Gilson Neto deve conhecer bem esse ditado, pois o segue há muito tempo, plantando árvores e cultivando amizades.

Para se constatar essa afirmativa basta prestar atenção aos amigos que o rodeiam.

Tendo se aproximado do ainda deputado Jair Bolsonaro, Gilson foi um grande defensor de suas ideias, ainda na campanha para a presidência, divulgando seu nome por todo o Estado.

O presidente tem conhecimento desse procedimento e, como um verdadeiro amigo, manteve Gilson ao seu lado durante a campanha e o nomeou presidente da Embratur o que, na verdade, é um tema que o pernambucano conhece bem. Além disso, o presidente não prescinde da presença de Gilson Neto em todas as suas viagens

Um outro exemplo dessa lealdade com os amigos – que, diga-se de passagem, justamente por ser baseada na lealdade existe sempre a reciprocidade -, é notada também no seu relacionamento com o encarregado do Marketing da Embratur, Osvaldo Matos, seu amigo de longas datas.

Dentre outras qualidades de Gilson Machado Neto, essa é uma das que mais se sobressaem.

Foto: Alan Santos/PR - Flickr Palácio do Planalto
                                                                                                                  Foto: Alan Santos/PR – Flickr Palácio do Planalto

O que o Brasil pode esperar da viagem do presidente Jair Bolsonaro

à Ásia e ao Oriente Médio?

 

Por Marcos Lima Mochila

 

O presidente Jair Bolsonaro chega na tarde deste domingo (20/10) a Tóquio para um giro pelo Leste da Ásia e do Oriente Médio.

Além de apresentar ao mundo o interesse do Brasil e o compromisso com a abertura e com o programa de reformas, o presidente viajou com a expectativa de que muitos acordos serão assinados.

“A expectativa é a melhor possível. Realizamos vários contatos e, com certeza,  muitos acordos serão assinados. O interesse não apenas nosso, mas da parte deles também. E vamos mostrar-lhes que o Brasil está aberto para o mundo. Não temos mais o viés ideológico para fazer negócios e a gente espera que seja uma viagem bastante proveitosa”, disse.

O presidente visitará o Japão, a China, os Emirados Árabes, o Catar e a Arábia Saudita e, entre outros acordos, o aumento das exportações da agro estão entre os objetivos de Bolsonaro.

Entre os compromissos do presidente durante a viagem está agendada a participação, no dia 22 de outubro, da cerimônia de entronização do imperador Naruhito, que se realizará no Palácio Imperial, na capital japonesa (Tóquio). “É um evento tradicional deles e eu quero sinalizar, com nossa presença, que nós temos carinho e consideração, que eu sempre tive particularmente com o Japão”, afirmou Bolsonaro.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores a viagem à China marca os 45 anos de retomada das relações diplomáticas entre os dois países e se insere em três áreas prioritárias na relação bilateral: ampliação e diversificação das exportações brasileiras; atração de capital e investimentos chineses para o Brasil, especialmente para os projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI); e cooperação na área de ciência e tecnologia.

Já na passagem pelo mundo árabe, com escalas nos Emirados Árabes Unidos, Catar e Arábia Saudita, a pauta brasileira, de acordo com o Itamaraty, também tem um viés comercial com destaque para o aumento das exportações da agropecuária brasileira, a atração de investimentos para os projetos de concessão e privatização de ativos do PPI e o interesse árabe na indústria de defesa do Brasil.

“Vamos dividir nossas riquezas com aqueles que acreditam no Brasil. Precisamos expandir as parcerias do nosso país. Só assim aumentaremos as opções e as oportunidades de negócios internacionais”, esclareceu o presidente Bolsonaro.

O retorno ao Brasil será no fim do mês.

Presidente visitará cinco países, com foco em pauta comercial

20 10 BOLSO IAGEM 1

Por Agência Brasil  Brasília

Postado por Marcos Lima Mochila

 

O presidente Jair Bolsonaro iniciou ontem (19) uma viagem de dez dias na busca de reforçar laços comerciais com parceiros do Leste da Ásia e do Oriente Médio. Ele terá compromissos no Japão, na China, nos Emirados Árabes Unidos, no Catar e na Arábia Saudita. Segundo integrantes do governo, o presidente quer sinalizar para o mundo que o Brasil está comprometido com a abertura econômica, com o ambiente de negócios e com o programa de reformas.

Bolsonaro saiu da Base Aérea de Brasília às 22h deste sábado. Depois de escalas em Lisboa (Portugal) e Nursultan (Cazaquistão), ele chega a Tóquio, às 13h de hoje (20), horário local. A programação do presidente brasileiro inclui o evento de entronização do imperador Naruhito, na terça-feira (22).

Na quarta-feira (23), Bolsonaro participará de um banquete oferecido a todos os presidentes pelo primeiro-ministro japonês Shinzo Abe. No mesmo dia, haverá uma reunião de Bolsonaro com os membros do grupo de notáveis, formado pelos dirigentes das principais empresas do Japão (Mitsui, Toyota, Honda, Mitsubishi, dentre outras).

Na quinta-feira (24), a delegação brasileira segue para Pequim. Na China, Bolsonaro cumprirá programa de encontro com autoridades do país asiático, em 24 e 25 de outubro. Na visita à China, o presidente dará prosseguimento a uma extensa agenda de visitas mútuas de autoridades dos dois países.

Juntos, Japão e China têm um estoque de US$ 100 bilhões em investimentos no Brasil. A Ásia lidera as exportações e importações brasileiras. Só nos primeiros nove meses de 2019, 40% das exportações brasileiras foram destinadas à região, ao mesmo tempo em que 33% das importações brasileiras vieram da Ásia.

Em seguida, no sábado (26), Bolsonaro segue para Abu Dhabi, dando início à metade árabe da viagem. Depois da visita aos Emirados Árabes Unidos, o presidente segue para Doha. Ele passa a manhã e a tarde do dia 28 na capital do Catar e, em seguida, embarca para Riad, na Arábia Saudita, onde fica até o dia 30.

Na passagem pelo mundo árabe, a pauta brasileira também tem um viés comercial, de acordo com o Itamaraty. Nesse sentido, o destaque fica para o aumento das exportações da agropecuária brasileira, a atração de investimentos para os projetos de concessão e privatização de ativos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), além do interesse árabe na indústria de defesa do Brasil.

Edição: Wellton Máximo

Segundo o deputado, que na pré-campanha presidencial chegou a ser anunciado como vice de Bolsonaro, o discurso não foi agressivo

Herdeiro da família real, avalia discurso de Bolsonaro como 'histórico' (© DR)

Herdeiro da família real, avalia discurso de Bolsonaro como ‘histórico’ (© DR)

Notícias ao Minuto Brasil

Por Estadão Conteudo

Postado por Marcos Lima Mochila

 

Primeiro vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara e herdeiro da família real brasileira, o deputado Luiz Philipe de Orleans e Bragança (PSL-SP) classificou como “histórico” o discurso do presidente Jair Bolsonaro na abertura da Assembleia da ONU nesta terça-feira, 24.

“Foi um discurso histórico que teve como base Deus, Pátria e família. Isso é novidade para a ONU, que luta contra esses conceitos. Foi um discurso que defendeu o combate pela soberania”.

Ainda segundo o deputado, que na pré-campanha presidencial chegou a ser anunciado como vice de Bolsonaro, o discurso não foi agressivo. “O discurso foi uma ruptura com o que escutamos no contexto da ONU. Foi uma fala objetiva e direta”.

Para Orleans e Bragança, existe no Brasil uma “mentalidade socialista hegemônica” nas escolas, clubes e universidades. “A elite brasileira se tornou progressista e socialista”.

Sobre a parte da Amazônia no discurso, o deputado sustentou que as queimadas existem, mas estão nos padrões de anos anteriores. “Isso não é um fato relevante. Houve incêndios criminosos. Fica a dúvida: foi motivação política ou fazendeiros locais? Não há crise ambiental no Brasil”.

Encontro deve acontecer durante passagem pelo país para participar da Assembleia-Geral da ONU. Bolsonaro deverá seguir recomendações médicas

Bolsonaro e Trump devem se encontrar em jantar em Nova York (Foto: Kevin Lamarque / Reuters)
Bolsonaro e Trump devem se encontrar em jantar em Nova York (Foto: Kevin Lamarque / Reuters)

Agência Estado

Postado por Marcos Lima Mochila

 

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou ontem que participará de um jantar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante passagem pelo país para participar da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, na próxima semana. “A previsão é sair daqui na segunda e na madrugada de quarta estar de volta. Tem um jantar que devemos comparecer. Estaremos ao lado do Trump, motivo de honra. Tenho conversado muito com ele. Sobre os mais variados assuntos”, disse Bolsonaro ao chegar ao Alvorada.

Quatro dias após receber alta hospitalar, o presidente foi liberado ontem pela equipe médica para viajar. “Nosso presidente está pronto para o combate, e a viagem para Nova York está assegurada”, afirmou o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros. A comitiva brasileira partirá de Brasília na segunda-feira. O discurso de Bolsonaro na assembleia da ONU está previsto para terça.

O presidente viajará com alguns dos ministros mais próximos. Entre eles, os titulares do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. A primeira-dama Michelle também integrará a comitiva, além do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente e cotado para assumir a embaixada do Brasil em Washington, e o senador Nelsinho Trad (PSD-MS). O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, já está nos Estados Unidos e acompanhará o presidente na ONU. O chanceler Ernesto Araújo se encontrará com a comitiva em Nova York.

Saúde

O médico Antonio Macedo, responsável pela cirurgia a que Bolsonaro foi submetido no dia 8, disse que o presidente deverá seguir algumas recomendações durante a viagem aos Estados Unidos, como usar uma meia elástica e tomar injeções diárias anticoagulantes. Os principais riscos do deslocamento de quase nove horas até Nova York, afirmou, envolvem problemas vasculares. Segundo boletim médico, Bolsonaro se encontra em “excelentes condições clínico-hospitalares”.

A viagem do presidente está marcada para o dia 23; No dia 24, o presidente vai discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU

Bolsonaro: No início do mês, o presidente passou por uma cirurgia para corrigir uma hérnia no intestino (Alan Santos/Agência Brasil)
Bolsonaro: No início do mês, o presidente passou por uma cirurgia para corrigir uma hérnia no intestino (Alan Santos/Agência Brasil)

Por Clara Cerioni/Exame

Postado por Marcos Lima Mochila

 

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta sexta-feira (20), que a viagem do presidente Jair Bolsonaro para a assembleia-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, está “assegurada”.

Em transmissão ao vivo, Rêgo Barros disse que os últimos exames mostram que Bolsonaro pode viajar. “O nosso presidente está pronto para o combate, com viagem assegurada para Nova York”.

A viagem está marcada para o próximo dia 23. No início do mês, o presidente passou por uma cirurgia para corrigir uma hérnia no intestino. Ele teve alta no começo desta semana.

Nesta manhã, Bolsonaro realizou uma série de exames. Em nota à imprensa, a equipe médica do presidente afirmou que ele se encontra “em excelentes condições clínico/ cirúrgicas, tendo sido liberado para dieta leve. Programada reavaliação em sete dias”.

No dia 24, Bolsonaro vai discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU, espaço sempre destinado ao presidente do Brasil.

O retorno ao país será já na próxima quarta-feira (25). O Planalto não confirma, ainda, quais ministros devem acompanhar Bolsonaro.

Discurso de Bolsonaro

O presidente Bolsonaro trabalhou nesta semana para a elaboração do discurso que deve realizar na ONU.

Segundo divulgou o porta-voz, Bolsonaro irá “colocar o coração” e apresentar “nosso país e suas potencialidades” no discurso.

“Para desconstruir a narrativa no ambiente externo de que o Brasil não cuida da Amazônia e do meio ambiente”, disse Rêgo Barros.

Em transmissão ao vivo nas redes sociais na noite desta quinta-feira (19), o presidente prometeu que não iria “brigar com ninguém” na sua fala no evento:

“Tá na cara que eu vou ser cobrado, porque alguns países me atacam, de uma maneira bastante virulenta, dizem que eu sou o responsável pelas queimadas aí pelo Brasil. Nós sabemos, pelos dados oficiais, que queimada tem todo o ano, infelizmente”, disse.

De acordo com dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os focos de incêndio neste mês de agosto na Amazônia triplicaram em relação ao ano passado.

Foram 30.901 focos de incêndio, ante 10.421 em agosto do ano passado – alta de 196%. O total também supera a média histórica para o mês, de 25.853, para o período entre 1998 e 2018. É ainda o mais alto desde agosto de 2010, quando houve uma severa seca.

De 1º de janeiro até o dia 19 de setembro de 2019, foram 62.212 focos no bioma Amazônia, uma alta de 48% sobre o mesmo período do ano anterior, quando foram 42.029 focos.

Este é o primeiro encontro do Mercosul do qual o presidente participará. Bolsonaro assumirá presidência rotativa do bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai

17 07 BOLSO ARGENTINA

Tarciso Morais – Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

 Postado por Marcos Lima Mochila

 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, viaja, nesta quarta-feira (17), a Santa Fé, cidade da Argentina, para participar da 54ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul.

Esta é a primeira participação de Bolsonaro em uma reunião de cúpula do grupo e, no encontro, o Brasil assumirá o comando rotativo do Mercosul, pelos próximos seis meses.

A intenção do governo brasileiro é manter as prioridades estabelecidas na gestão argentina, como a abertura de mercados, assinatura de acordos comerciais, e a revisão de tarifas externas comuns, informa o site G1.

A reunião desta quarta-feira será a primeira dos chefes de Estado desde o anúncio do acordo comercial com a União Europeia.

Em discussão há duas décadas, o acordo está em fase de revisão técnica e jurídica e, para entrar em vigor, precisará ser aprovado pelos parlamentos das nações envolvidas.

Presidente usou fala mais amena ao explicar divergências sobre questões ambientais. Brasil foi alvo de crítica de Angela Merkel

BOLSO NO JAPÃO 3

Por Cristina Serra – Enviada especial a Osaka (Japão)

Postado por Marcos Lima Mochila

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) mudou o tom ao falar de dois líderes europeus — a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente da França, Emmanuel Macron — depois da assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, divulgado na sexta-feira (28/06/2019). Em entrevista neste sábado (29/06/2019), o presidente usou um tom mais ameno ao falar de divergências sobre questões ambientais.

BOLSO NO JAPÃO 1

Dias antes, ele reagira com muita irritação ao comentar as críticas dos dois dirigentes sobre o desmatamento no país e a postura do Brasil em relação ao Acordo de Paris sobre o clima. Em uma live, Bolsonaro disse que não foi ao encontro de cúpula do G20, em Osaka, no Japão, para levar um “pito” de ninguém sobre assuntos internos.

BOLSO NO JAPÃO 5

 

 

 

 

Bolsonaro disse que teve conversas cordiais e que falou com os dois líderes sobre “a psicose ambien-talista” que existe com relação ao Brasil. Segundo explicou, “psicose ambientalista é achar que o meio ambiente está acima de tudo”.

BOLSO NO JAPÃO 4“Nós temos como conviver com o meio ambiente casado com o progresso”, afirmou. Mesmo usando um tom mais diplomático para se referir aos europeus, Bolsonaro não deixou de lado a ironia. Disse que quer conhecer o plano de reflorestamento da Alemanha, uma vez que o país quase não tem mais florestas. Tal como já havia feito com Macron, Bolsonaro convidou Angela Merkel para conhecer a Amazônia e ver “que não existe esse desmatamento tão propalado”.

O presidente reafirmou o compromisso de manter o Brasil no Acordo de Paris sobre o clima e duvidou da capacidade BOLSO NO JAPÃO 6da Alemanha de cumprir as metas do acordo, pois usa muitos combustíveis fósseis, como o carvão. “Falei com a Merkel, a Alemanha não vai cumprir o que está no acordo porque continua com energia fóssil, usa muito carvão e nós temos quase nada no Brasil de carvão. Então, se alguém tem que dar exemplo em proteção ambiental é o Brasil”, afirmou o presidente

BOLSO NO JAPÃOAo ser questionado por uma jornalista alemã se considerava que líderes europeus tratavam o Brasil com arrogância, Bolsonaro respondeu: “Não é arrogância. Foram acostumados a nos tratar como colonizadores. Faltava alguém que, educadamente, com conhecimento e com dados, mostrasse que o Brasil não é isso, que o Brasil é um país que merece e vai ter respeito. BOLSO NO JAPÃO 2Vai ser respeitado enquanto eu for presidente”. Bolsonaro considera que os líderes estavam mal informados “porque muitas vezes se informam com matérias de ONGs” e disse que não pode aceitar a “difamação do Brasil”.

BOLSO COM MACRONOs encontros com Merkel e Macron foram informais, nos bastidores do G20, e duraram cerca de 40 minutos no total. Dias antes do começo da reunião de cúpula, Angela Merkel apontou estar muito preocupada com o desmatamento no Brasil e que gostaria de ter uma conversa “clara” com o presidente brasileiro sobre o assunto.

Emmanuel Macron informou que, se o Brasil saísse do Acordo de Paris sobre o clima, a França não assinaria o tratado de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. No último dia da reunião em Osaka, Bolsonaro posou para foto ao lado de Angela Merkel e de Macron.

(Osaka - Japão, 29/06/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, participa da  coletiva de Imprensa sobre o acordo Comercial União Européia / Mercosul, no  centro de Imprensa do Centro de Convenções INTEX Osaka.rFoto: Alan Santos/PR
Osaka – Japão, 29/06/2019 – Presidente da República, Jair Bolsonaro, participa da coletiva de Imprensa sobre o acordo Comercial União Européia / Mercosul, no centro de Imprensa do Centro de Convenções INTEX Osaka.r  (Foto: Alan Santos/PR)

30 06 BOLSO X MERKEL

Postado por Marcos Lima Mochila

 

A primeira-ministra alemã Angela Merkel vem apresentando uma desconfortável tremedeira em todo o corpo nos últimos eventos públicos dos quais participa.

Chanceler alemã, Angela Merkel 27/06/2019 REUTERS/Reuters TV
Chanceler alemã, Angela Merkel
27/06/2019
REUTERS/Reuters TV

Não deve ser por causa do desmatamento da Amazônia que ela vem criticando abertamente pela imprensa e que preocupa o mundo todo. Deveria tê-lo feito, também, nos governos brasileiros anteriores, já que o problema tem muito mais que 6 meses.

Mas a resposta veio rápida mesmo sendo, a Chanceler, de centro-direita. O Presidente Bolsonaro, que não costuma levar desaforo nacional ou internacional para casa, disse que “Nós temos exemplos para dar à Alemanha, inclusive sobre meio ambiente. A indústria deles continua sendo fóssil, em grande parte de carvão, e a nossa não. Então, eles têm que aprender muito conosco”.

Como ela não costuma receber respostas tão rápidas e duras, o risco é que aumente o seu treme-treme.

26 06 OSAKA JAPÃO

Organizado por Marcos Lima Mochila

            BOLSONARO VIAJA AO JAPÃO PARA PARTICIPAR DE CÚPULA DO G20

26 06 BOLSO JAPÃO

Por Tarciso Morais – Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, viajou na noite desta terça-feira (25) para o Japão onde participará da cúpula de líderes do G20 e terá reuniões bilaterais com líderes internacionais.

Criado no ano de 1999, o G20 é um grupo formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo, mais a União Europeia.

Segundo o Canal Rural, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, destacou que o Brasil vai defender a reforma da Organização Mundial do Comércio para tornar o comércio internacional mais equilibrado.

Em mensagem publicada na rede social Twitter, ainda nesta terça, Bolsonaro diz que o “Brasil levará para a cúpula uma mensagem de abertura e de apoio à liberdade econômica”.

“Marcaremos nossa posição em favor do sistema multilateral de comércio e apresentaremos, aos demais participantes, nossa agenda de reformas para reerguer a economia do nosso país”, acrescentou o chefe do Executivo.

Foto: Isac Nóbrega/Presidência da República
Foto: Isac Nóbrega/Presidência da República

DESAFIO DE BOLSONARO NO G20 É EQUILIBRAR PRAGMATISMO E IDEOLOGIA

Presidente brasileiro terá que mostrar equidistância entre as duas maiores forças da economia mundial, China e Estados Unidos

Cristina Serra /Metrópoles.com – Enviada especial a Osaka (Japão)

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) faz sua estreia no palco mais importante da economia mundial, a reunião de cúpula dos chefes de Estado e de governo do G20, em Osaka, no Japão, num momento em que seus dois maiores parceiros no comércio internacional, a China e os Estados Unidos, travam uma acirrada guerra comercial, com impactos sentidos no mundo inteiro.

Talvez o maior desafio de Bolsonaro neste cenário seja exatamente manter uma posição equidistante entre as duas potências, apesar da simpatia já tantas vezes declarada pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

A guerra comercial entre os dois maiores motores da economia mundial, Estados Unidos e China, começou em março de 2018, quando Trump aumentou as tarifas de importação sobre o aço e o alumínio da China. Pequim retaliou com tarifas sobre alimentos. As tensões escalaram a ponto de Trump decretar sanções contra a Huawei, a gigante de telecomunicações chinesa e segunda maior produtora de smartphones do mundo.

Trump vetou a instalação de redes 5G da Huawei nos Estados Unidos, acusando a empresa chinesa de espionagem e de atuar contra os interesses da segurança nacional norte-americana. A Huawei também está proibida de receber componentes de fabricação americana e uma das principais executivas da empresa, Meng Wanzhou, filha do fundador da Huawei, está presa no Canadá desde dezembro, por suposta violação de sanções norte-americanas contra o Irã.

Ambiguidade

Bolsonaro tem manifestado sua clara preferência pelos americanos, enquanto que, com a China, mantém postura ambígua. Durante a campanha eleitoral, dizia que a China estava “comprando” o Brasil, o que não seria permitido em seu governo. Mais recentemente, porém, foram emitidos sinais de aproximação.

O vice-presidente, Hamilton Mourão, foi a Pequim, em maio, participar de reunião da Comissão Sino-Brasileira de Concertação e Cooperação; a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, apoiou a eleição do vice-ministro da Agricultura da China, Qu Dongyu, para a direção-geral da FAO (órgão das ONU para agricultura e alimentação), em substituição ao brasileiro José Graziano, que estava no cargo desde 2011. E Bolsonaro deve ir a Pequim no segundo semestre para uma visita ao presidente chinês, Xi Jinping.

A aplicação de tarifas e sanções pelos países tem múltiplos desdobramentos: acirra tensões geopolíticas, diminui o crescimento mundial e há até mesmo o temor de que as práticas protecionistas e isolacionistas possam provocar recessão em escala global. Por isso mesmo, é grande a expectativa nesta cúpula do G-20 de um encontro entre Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, que resulte em algum tipo de acordo que alivie as tensões nos mercados internacionais.

E por que o Brasil deveria manter equidistância entre os dois polos da disputa? Os números falam por si. A China é o destino de cerca de 30% das exportações brasileiras; tem o maior mercado consumidor do mundo e oferece grandes possibilidades de investimento em infraestrutura. Por outro lado, os Estados Unidos são o segundo parceiro comercial mais importante para o Brasil.

A disputa entre as duas potências, o protecionismo acima da média histórica no mundo e as tarifas aplicadas sobre centenas de bilhões de dólares em produtos dificultam as possibilidades de acordos para, por exemplo, reformar a Organização Mundial do Comércio (OMC), instituição multilateral que tem como um de seus objetivos abrir mercados para os países membros. Vários países concordam que é preciso reformar, mas qual reforma?

Há vários governos, o Brasil defende uma redução nos subsídios agrícolas nos países ricos porque isso cria distorções que prejudicam as nações em desenvolvimento. Bolsonaro também defende a redução, mas é pouco provável que haja avanços no sentido de adotar regras comerciais mais justas, no cenário atual.

Outra questão que Bolsonaro poderá enfrentar é uma cobrança, em especial dos países da União Europeia, a respeito da posição do atual governo brasileiro em relação à proteção ambiental, a mudanças climáticas e à segurança alimentar. O governo Bolsonaro tem levantado dúvidas sobre o aquecimento global e tem adotado várias medidas de impacto negativo para o meio ambiente.

“Tempos de mudança”

É nesse contexto que Bolsonaro chega ao G-20, prometendo “um novo Brasil”, que fará reformas para gerar empregos e fazer a economia crescer. Essas e outras promessas estão num artigo assinado por Bolsonaro sobre a participação brasileira nesta reunião de cúpula, que começa sexta-feira (28/06/2019). O G-20 reúne as 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia e atua como um conselho internacional para a cooperação econômica.

No artigo “G-20, cooperação em tempos de mudança”, Bolsonaro pinta um retrato bastante otimista – quase ufanista – da conjuntura política e econômica brasileira, dizendo que a reforma da Previdência, em análise na Câmara dos Deputados, vai cortar mais de US$ 250 bilhões em gastos do governo nos próximos 10 anos, valor equivalente, em reais, à cifra de cerca de R$ 1 trilhão, prometida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Bolsonaro ressaltou no artigo que a reforma vai proteger os pobres e combater privilégios.

Ele destaca também o programa de concessões e privatizações, que, desde o começo da atual gestão, concedeu à iniciativa privada 16 aeroportos, 27 terminais portuários e a ampliação da ferrovia Norte-Sul. Até o fim deste ano, segundo a expectativa do presidente, as concessões e privatizações vão superar o valor de US$ 60 bilhões.

Contra a decadência

Bolsonaro mencionou ainda que está discutindo com o Congresso a reforma tributária e que enviou para apreciação dos parlamentares o Pacote Anticrime, elaborado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. “Deixamos para trás o tempo em que o Estado era inchado, ineficiente, corrupto e permissivo com a violência”, afirma no artigo.

Segundo o presidente, todas essas ações combinadas vão criar empregos e crescimento e se destinam a “virar a página da decadência política, econômica e moral que dominou o Brasil”. O texto, porém, ignora as dificuldades que o governo vem tendo no Congresso para aprovar suas propostas. Até o momento, o projeto de reforma da Previdência – em análise numa comissão especial da Câmara dos Deputados – foi alterado em pontos considerados essenciais pelo governo.

E o Pacote Anticrime, de Sergio Moro, está parado enquanto o ministro enfrenta uma sequência de denúncias do site The Intercept, a respeito de possíveis ilegalidades cometidas por ele e pelos procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato, especialmente na condução do processo que levou à condenação e prisão do ex-presidente Lula (PT).

Dados ruins

Os indicadores econômicos também contradizem o otimismo do presidente. O nível de desemprego permanece alto, em torno de 13 milhões de desempregados, e a economia não consegue se recuperar. O mercado vem revendo para baixo a previsão do PIB (Produto Interno Bruto) para este ano. Na última revisão, divulgada no começo desta semana, a estimativa caiu para 0,87%. Quando Bolsonaro tomou posse, em janeiro, a expectativa de crescimento para este ano era de 2,2%.

O presidente também trata no artigo de questões internacionais. Afirma que o Brasil apoia a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC), que precisa “atender seu propósito original de abrir mercados e promover o desenvolvimento dos países membros. Bolsonaro reclama especificamente de distorções provocadas por regras diferentes para produtos industriais e agrícolas, que prejudicam as exportações brasileiras de commodities.

OCDE: Brasil já adota 30% dos instrumentos da Organização e supera demais candidatos
OCDE: Brasil já adota 30% dos instrumentos da Organização e supera demais candidatos

O presidente diz ainda que o Brasil quer entrar na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) “sem demora”, pleito que já tem o apoio do presidente norte-americano, Donald Trump. Bolsonaro frisa também que vai dar prioridade para negociações de acordos em estágio avançado, como por exemplo, entre o Mercosul e a União Europeia e com o Canadá.

 

 

Comitiva do presidente Jair Bolsonaro faz escala na Base Aérea Figo Maduro, em Portugal, rumo ao Japão
Comitiva do presidente Jair Bolsonaro faz escala na Base Aérea Figo Maduro, em Portugal, rumo ao Japão

O ENCONTRO DE BOLSONARO E TRUMP NO JAPÃO DURANTE REUNIÃO DO G20

A cidade japonesa de Osaka testemunhará nos próximos dias o segundo encontro entre os dois Chefes de Estado

Talita Fernandes e Marina Dias – FolhaPress

Tarciso Morais – Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

 

Brasília, DF e Washington, EUA (FolhaPress) – O governo brasileiro manteve contato com a Casa Branca e, segundo o jornal Valor Econômico, Bolsonaro terá um encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à margem da cúpula de líderes do G20, em Osaka, no Japão.

A reunião acontecerá nesta sexta-feira, dia 28 de junho, no meio da tarde (horário do Japão). Bolsonaro vai se encontrar também com o presidente chinês Xi Jinping.

Esta será a segunda vez que os dois líderes se encontram. Bolsonaro foi recebido pelo presidente americano em março, na Casa Branca, menos de três meses depois de tomar posse.

Na reunião com Trump no Japão, o brasileiro pretende abordar questões comerciais e desdobramentos do apoio dos EUA à entrada do Brasil na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

O G20 – grupo que reúne líderes das 20 maiores economias do mundo— terá como principal discussão a atual guerra comercial, protagonizada pela disputa entre China e EUA.

Durante o evento há expectativa de novos desdobramentos na relação entre os dois países. Trump deve se reunir com o líder da ditadura chinesa, Xi Jinping, mas a agenda entre ambos ainda não foi confirmada oficialmente.

Xi também consta na lista de reuniões bilaterais de Bolsonaro. Na conversa com o chinês, o presidente brasileiro deve tratar sobre a agricultura e seu desejo de que o país passe a exportar produtos de maior valor agregado ao gigante asiático. Hoje, o comércio é fortemente baseado na venda de commodities.

A China é o principal parceiro comercial do Brasil e foi destino de 27% das exportações brasileiras entre janeiro e maio deste ano, somando US$ 25 bilhões (R$ 96,1 bilhões).

Bolsonaro e Xi devem tratar de visitas de ambos aos países parceiros. O brasileiro tem viagem oficial prevista para a China em agosto, e o chinês deve viajar ao Brasil em novembro, para participar da Cúpula dos Brics.

Além da bilateral com Xi e do esforço para se encontrar com Trump, Bolsonaro se reúne com os primeiros-ministros do Japão, Shinzo Abe, de Singapura, Lee Hsien-Loong, e da Índia, Narendra Modi.

A agenda do brasileiro ainda inclui um encontro com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, que enfrenta um isolamento internacional desde que foi acusado de envolvimento no assassinato de Jamar Khashoggi, jornalista daquele país que escrevia para o jornal The Washington Post.

26 06 TRIO BR EUA E CHI

EM MEIO À GUERRA COMERCIAL, BOLSONARO TERÁ ENCONTRO COM TRUMP E XI JINPING NO G-20 DO JAPÃO

Disputa entre duas potências globais deve dominar os debates na cúpula do G20, em Osaka, e presidente brasileiro deve se reunir, separadamente, com os dois protagonistas desse embate

 

A guerra comercial entre China e Estados Unidos deve dominar a agenda da G20, em Osaka, no Japão. E o presidente brasileiro Jair Bolsonaro deve se reunir com os dois protagonistas dessa disputa.

Ele terá uma terá uma reunião com o presidente Donald Trump, às 15h15  desta sexta-feira, 28/06 e deve se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, no mesmo dia, em horário diferente.

Segundo fontes do governo, Bolsonaro ainda está “tentando encontrar espaço na agenda” para acomodar o presidente chinês. O pedido de bilateral teria sido feito pelo governo da China.

A reunião com Xi Jinping havia sido inicialmente marcada para o dia 28 de junho às 11:10, mas os chineses pediram um novo horário e o governo brasileiro estaria tentando encontrar uma brecha entre reuniões e encontros bilaterais com outros líderes.

Desde que tomou posse, Bolsonaro tem se aproximado fortemente do governo Donald Trump e seus aliados, principalmente Israel.

A possibilidade de uma aliança automática com os Estados Unidos gerou preocupações entre chineses e a ala financeira do governo brasileiro, já que a China é a principal parceira comercial do Brasil- compra, por exemplo, 30% da nossa soja.

O Brasil tem se beneficiado, a curto prazo, da disputa comercial entre americanos e chineses. Trump impôs uma série de aumentos nas tarifas de importação de produtos chineses e Xi Jinping retaliou, atingindo principalmente produtos agrícolas americanos.

Com a sobretaxa sobre alimentos produzidos nos EUA, o Brasil passou a vender mais para a China, principalmente soja. Em 2018, primeiro ano da guerra comercial, o superávit do lado brasileiro na guerra comercial com os chineses cresceu US$ 30 bilhões.

Mas, a longo prazo, economistas dizem que a guerra comercial pode afetar negativamente o mundo como um todo. Se China e EUA comprarem e venderem menos, por causa das medidas protecionistas, o volume de comércio a nível mundial se reduzirá, provocando uma desaceleração internacional do crescimento.

E onde o Brasil fica nessa disputa?

Embora esteja se tornando cada vez mais próximo de Trump, Bolsonaro ainda não se posicionou claramente sobre a guerra comercial.

Ou seja, pelo menos por enquanto, não tomou partido.

Mas, segundo analistas, é possível que Trump pressione o governo brasileiro a assumir posições mais claras. Uma possibilidade é que os americanos peçam, por exemplo, que o Brasil deixe de comprar tecnologia e equipamentos da gigante chinesa de comunicação Huawei, que está no centro da disputa comercial.

Com a alegação de que os produtos Huawei podem ser usados para espionagem pelo governo chinês, Trump impôs uma série de restrições para que a empresa opere em território americano e faça negócios com empresas americanas. Até o Google teve que cancelar serviços e aplicativos de smartphones Huawei.

Jim O'Neill, o economista criador do BRIC. (Divulgação Bovespa)
Jim O’Neill, o economista criador do BRIC. (Divulgação Bovespa)

O economista britânico Jim O’Neill, que criou o termo “Bric” há 20 anos num relatório para o banco Goldman Sachs, é explícito em opinar sobre que lado Brasil deveria escolher.

“Não é razoável que os Estados Unidos forcem os países a tomarem esse tipo de decisão estúpida. O mundo precisa acomodar tanto Estados Unidos quanto China”, disse em entrevista à BBC News Brasil.

“Mas, sob o aspecto econômico, se os países realmente tiverem que optar, muitos deles – e o Brasil também – seriam loucos se não escolhessem a China.”

Segundo dados do Observatório de Complexidade Econômica, ligado ao Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), os chineses correspondiam em 2017 a 22% das exportações brasileiras (US$ 48 bilhões) e os americanos, 11% (US$ 25 bilhões).

Foco na Ásia

Bolsonaro terá agenda com outros líderes asiáticos:

26 06 PRIMEIRO MINISTRO DA ÍNDIA Ao primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi,

o premiê de Cingapura, Lee Hsien Loong,26 06 PREMIÊ DE SINGAPURA

 

 

 

 

 

e o premiê do Japão, Shinzo Abe.26 06 PREMIÊ DO JAPÃO A

Segundo economistas e especialistas em Relações Internacionais, a aproximação com nações asiáticas é estratégica para o Brasil, já que o mundo está próximo da chamada Era da Ásia, quando as economias dos países asiáticos somadas vão superar o Produto Interno Brito (PIB) de todo o resto do mundo.

Segundo relatório do banco britânico Standard Chartered Plc, sete das dez maiores economias do mundo serão asiáticas até 2030. E, já no ano que vem, a China poderá ultrapassar os Estados Unidos como maior economia do mundo, seguida pela Índia, segundo os cálculos instituição.

Já o jornal Financial Times prevê- a partir de cálculos feitos com dados do Fundo Monetário Internacional – que os chineses vão desbancar os americanos em 2023. Mas a publicação crava para o ano que vem, 2020, o momento em que as nações asiáticas representarão mais de metade do PIB mundial.

Fechar