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odacy

Da Alepe

A duplicação do trecho da BR 428 entre Petrolina e Lagoa Grande, no Sertão do Estado, foi defendida pelo deputado estadual Odacy Amorim (PT). “Em Lagoa Grande, há uma ligação entre rodovias federais de vários Estados do Nordeste. É importante que as lideranças políticas de Petrolina juntem suas forças em defesa da ampliação da estrada”, considerou o petista.

Amorim também comemorou a autorização dada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e pela Agência Nacional de Águas (ANA) para aumentar a vazão da Barragem de Três Marias, em Minas Gerais. “Com o aumento de vazão de 400 m³ para 500 m³, melhora a situação do Lago de Sobradinho, que atende à produção agrícola da região de Petrolina”, explicou o parlamentar.

paudalho

Com informações do Blog Giro Mata Norte

Mais um prefeito anunciou a redução salarial do seu primeiro escalão, na intenção de reduzir despesas para enfrentar a crise econômica que afeta o país. Desta vez, foi o prefeito de Paudalho, Pereira Araújo (PSB), que determinou o corte de 20% dos salários do prefeito, vice, secretários, procuradores e controladores do município.

A determinação entra em vigor a partir da data da publicação e terá efeitos a partir deste 1 de outubro até o final do ano. Além da redução de vencimentos, também haverá redução de locação de maquinas e veículos, suspensão de eventos e ajuda para instituições não governamentais.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), defendeu nesta quarta-feira (30) a gestão de Arthur Chioro à frente do Ministério da Saúde e ressaltou os avanços conquistados na área desde a chegada do PT ao poder, em 2003. Em discurso na tribuna do plenário, o parlamentar afirmou que a reforma ministerial a ser anunciada pela presidenta Dilma Rousseff vai redimensionar os espaços no primeiro escalão do Governo em função da conjuntura e da representatividade de cada partido.

Humberto reconheceu, em nome de toda a bancada do PT no Senado, o trabalho do colega, que deixará o comando da pasta depois de 20 meses. “Quem demonstrou sobejamente ao país suas competências e seu compromisso com a saúde pública e tem um currículo exemplar como o de Chioro não deixa um ministério diminuído ou humilhado, como muitos querem fazer parecer com essa história de que ele teria sido demitido por telefone. Isso é má fé”, afirmou Humberto.

simone

Da Alepe

O possível fim da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM) motivou críticas da deputada Simone Santana (PSB), durante a Reunião Plenária de ontem (30). Informações veiculadas na imprensa nacional, nesta semana, dão conta de uma fusão entre a pasta e as secretarias de Direitos Humanos e de Promoção da Igualdade Racial, como medida de corte de gastos pelo Governo Federal.

“É um equívoco cujas consequências marcarão um retrocesso nos direitos sociais”, queixou-se a parlamentar. A socialista considerou que, mesmo do ponto de vista da economia de recursos, a proposta é ineficiente, porque pode resultar em elevação dos casos de violência contra a mulher, desequilíbrio no mercado de trabalho, redução da representação feminina na gestão e aumento da mortalidade materna, “mazelas que irão onerar ainda mais os cofres públicos”.

A deputada apontou que a criação da SPM, em 2003, resultou de séculos de lutas sociais e representou o engajamento do Estado brasileiro em reparar desigualdades de gênero. “A quebra desse compromisso enfraquecerá a promoção da cidadania”, avaliou.

Nas galerias do Museu Palácio Joaquim Nabuco, representantes de movimentos sociais mostraram cartazes e também se manifestaram contra essa possível reforma no Governo Federal. Wedja Martins, da Comissão de Luta pela Permanência da SPM, explicou que a existência de uma secretaria exclusiva para conduzir políticas para as mulheres, com orçamento próprio, fortalece as pautas da sociedade. “Se concretizada, essa fusão será um desrespeito às mulheres e ao movimento negro. Não podemos pagar pela crise em que o País está imerso”, afirmou.

Débora Cruz
Do G1, em Brasília

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (30) que julgará na próxima semana o processo sobre as contas do governo Dilma Rousseff em 2014. O dia exato, porém, ainda será definido. As sessões da corte ocorrem tradicionalmente às quartas-feiras, mas o presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, não descarta convocar uma sessão extraordinária em outro dia da semana. A data exata deve ser divulgada até esta quinta (1º).

O relator do processo, ministro Augusto Nardes, defendeu que o julgamento ocorra o quanto antes. “Já foram dadas todas as oportunidades para o governo fazer a sua defesa. Nós demos um prazo muito elástico”, argumentou.

O primeiro pedido de esclarecimentos sobre as contas de 2014 foi feito em junho pelo TCU, com prazo de 30 dias para resposta. Mas devido à inclusão de novos fatos ao processo, no mês de agosto, o governo acabou ganhando mais tempo para se defender da suspeita de ter adotado manobras para aliviar, momentaneamente, as contas públicas.

Explicações
No dia 11 de setembro, o relator recebeu novas explicações do governo sobre as contas de 2014. O documento, entregue pelo advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, justificava o uso de decretos editados pela presidente Dilma Rousseff que abriram créditos suplementares sem autorização prévia do Congresso Nacional.

De acordo com Adams, as informações atestam que não houve violação da Lei de Responsabilidade Fiscal e que a sistemática de publicação dos decretos ocorreu em diversos anos, não tenho sido questionada pelo TCU até então. O advogado-geral da União argumentou ainda que as contas públicas de 2014 foram impactadas por uma realidade econômica que evoluiu de maneira “imprevisível”.

Em um primeiro momento, o tema ficou de fora do processo que analisa as chamadas “pedaladas fiscais” por ter sido apresentado pelo Ministério Público junto ao TCU fora do prazo regimental. A decisão, no entanto, foi reconsiderada pela corte no mês de agosto, após solicitação da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado, abrindo novo prazo para defesa.

Filipe Matoso
Do G1, em Brasília

O PSB integrou o governo petista desde o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Porém, a legenda rompeu com o governo Dilma Rousseff no ano passado, quando o ex-governador Eduardo Campos decidiu se candidatar a presidente da República. Desde então, o partido passou a adotar uma postura independente no Congresso Nacional.

Anunciada no mês passado com o objetivo de cortar dez ministérios, a reforma ministerial deverá ser anunciada nesta quinta-feira (1).

Ao longo das últimas semanas, a presidente Dilma se reuniu com conselheiros políticos, dirigentes partidários e ministros para discutir as mudanças no primeiro escalão. Nesse período, ela manteve reuniões diárias com o vice-presidente Michel Temer e chegou a chamar a Brasília o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ao G1, um dirigente do PSB disse nesta quarta, sob a condição de anonimato, que, embora tenha recebido “sondagens” para voltar à base aliada e assumir um ministério, o partido “nunca cogitou essa possibilidade”.

Integrante da cúpula do partido, esse dirigente acrescentou que o partido “tem disposição” de ajudar o país a sair da crise política e econômica que vem enfrentando, desde que o governo apresente “propostas concretas que sirvam ao Brasil”.

“Não há ninguém, uma pessoa no partido que defenda essa hipótese de assumirmos um ministério. Nós temos disposição de ajudar o país a sair desta crise se houver, por parte do governo, propostas que sirvam ao país, mas assumir cargos, não. Existiram sondagens nesse sentido [de o PSB assumir um ministério], mas isso não está na nossa pauta”, declarou.

Segundo assessores da Presidência, se o PSB aceitasse ocupar um ministério na Esplanada, possivelmente a pasta da Ciência e Tecnologia, atualmente chefiada por Aldo Rebelo (PC do B), seria cedida à legenda.

Com a nomeação do ministro da Defesa, Jaques Wagner, para a Casa Civil, Aldo Rebelo passará a comandar a Defesa.

Diante da sinalização negativa do PSB, o Ministério da Ciência e Tecnologia pode ficar com o PMDB.

Da Agência Brasil

O Ministério da Educação confirmou hoje (30) à noite a saída do ministro Renato Janine Ribeiro da pasta. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do ministério.

A saída de Janine do ministério ocorre em meio às negociações da presidenta Dilma Rousseff para a reforma administrativa. Para o posto, está sendo cotado o atual ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que estaria cedendo a cadeira para o atual ministro da Defesa, Jaques Wagner.

Nesta quarta-feira (30), Wagner informou que, se fosse convidado para assumir o cargo, estaria à disposição para ajudar. Ele também afirmou que o trabalho de articulação política do governo deve continuar nas mãos do ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini.

Berzoini também deve trocar de posto e atuar no Palácio do Planalto, à frente de uma nova pasta englobando a Secretaria de Relações Institucionais, o Gabinete de Segurança Institucional e a Secretaria Geral da Presidência.

“A presidenta da República, Dilma Rousseff, esteve com o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, hoje, às 15h, no Palácio do Planalto, quando se confirmou a saída de Janine Ribeiro do cargo.

Em nota, o ministério informou que a presidenta reconheceu e agradeceu o trabalho do ministro.

govs
BRASÍLIA – O governador Paulo Câmara participou nesta quarta-feira (30) de audiência com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, ao lado dos outros gestores estaduais do Partido Socialista Brasileiro: Ricardo Coutinho (Paraíba) e Rodrigo Rollemberg (Distrito Federal). A presidente pediu apoio dos governadores às medidas do ajuste fiscal apresentadas pelo Governo Federal e também à manutenção dos vetos presidenciais a projetos aprovados pelo Congresso Nacional e que implicam em aumento dos gastos públicos. 
 
Paulo Câmara informou que os governadores vão conversar com a bancada e também com a direção nacional do PSB. “Os Estados não vão sair dessa crise se o País não sair. Não somos ilhas isoladas. Vamos ter uma nova conversa com a bancada para discutir essas questões de interesse do Brasil”. De acordo com o governador de Pernambuco, em nenhum momento a presidente tratou sa possibilidade de o PSB vir a ocupar o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, como foi publicado na Imprensa. “Não houve nem convite e nem sondagem. Esse assunto não fez parte da conversa”.
 
Os governadores, por sua vez, voltaram a defender a liberação de operações de crédito para Estados e municípios e, no caso de Pernambuco, Paulo Câmara fez um relato da crise provocada pela estiagem. “Estamos no quinto ano seguido de seca. Muito dos nossos reservatórios entraram em colapso”, disse Paulo, informando que pediu a Dilma maior velocidade para conclusão da Adutora e do Ramal do Agreste, obras que distribuirão aos pernambucanos a água da transposição do Rio São Francisco.
 
Com relação à chamada “pauta bomba”, Paulo afirmou que muitas das propostas são “danosas” para o Brasil e podem aprofundar a atual crise econômica. (30.09.2015)

Agência Brasil – O consórcio responsável pela construção das unidades de Processamento de Gás Natural (UPGNs) no Complexo Petroquímico da Petrobras (Comperj) informou que dispensou cerca de 800 trabalhadores. Formado pelas empresas Construtora Queiroz Galvão, Iesa Óleo & Gás e Tecna Brasil, o grupo informa em nota que foi forçado a demitir os trabalhadores “diante dos insustentáveis impactos sobre o contrato, decorrentes da crise econômica atual e de seus efeitos no câmbio e no mercado financeiro”.

O consórcio informou ainda que as negociações com a Petrobras continuam para a rápida retomada das atividades e que os desligamentos dos trabalhadores estão sendo feitos “respeitando-se integralmente à legislação trabalhista”.

A Petrobras disse, também em nota, que a direção do Consórcio QGIT comunicou a intenção de encaminhar uma proposta de repactuação do contrato e a paralisação das obras a partir do início de outubro, alegando como causa dificuldades financeiras. “A Petrobras informou ao consórcio que não seria aceita a repactuação do contrato, uma vez que a Petrobras está em dia com todas as obrigações contratuais, e que não concorda com a paralisação das obras”, informou.

Segundo a companhia, estão sendo tomadas todas as medidas necessárias para que o Consórcio QGIT não paralise as obras, evitando desta forma quaisquer atrasos do projeto. “Entretanto, caso o Consórcio QGIT prossiga com as desmobilizações e consequente paralisação das obras, a Petrobras aplicará as sanções previstas em contrato, incluindo a rescisão contratual. Neste caso, será realizada uma nova contratação dos serviços remanescentes, buscando-se evitar qualquer impacto no cronograma de entrega da unidade.”

Sindicato dos Metalúrgicos

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e Itaboraí, Edson Rocha, cobrou da Petrobras ações que evitem o desemprego em massa dos trabalhadores. “A Petrobras tem que rever os conceitos dela. Todas as demissões que estão acontecendo é por corte de contrato com a Petrobras. Primeiro disseram que não iam parar com o programa de gás do Comperj. Aí, de repente, vemos 800 demissões. A direção da Petrobras tem que começar a pensar em desenvolver o Brasil e não a desempregar desse jeito”, disse o sindicalista, que estará em Brasília nesta quarta-feira (30), em uma reunião no Ministério de Minas e Energia, para tentar encontrar formas de reverter o quadro de desemprego no setor e evitar novas demissões.

Tadeu-Alencar_

O deputado federal Tadeu Alencar se manifestou publicamente, na noite da última terça-feira (29), sobre a possibilidade da Controladoria da União perder o status de ministério na reforma administrativa que deverá ser anunciada nos próximos dias, pela presidente Dilma Rousseff. Para o parlamentar, no momento em que a Controladoria se tornar uma subsecretaria da Casa Civil, perderá sua “independência funcional”.

“É absolutamente preocupante a notícia de que o governo federal estaria cogitando, na reforma administrativa, retirar da Controladoria Geral da União o status de ministério, transformando-a em uma subsecretaria da Casa Civil. Elogiada internacionalmente pelo seu competente trabalho no combate à corrupção, pela transparência no controle das contas públicas e pela eficiência enquanto ouvidoria, a CGU não pode, de forma alguma, perder sua independência funcional. Concordo que o enxugamento da máquina federal é necessário e urgente. Mas alguns órgãos – a exemplo da CGU – pela função importante que cumprem, são essenciais ao bom funcionamento de qualquer governo”, defende Alencar.

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