IMG-20180811-WA0008Na esteira do reajuste “chapado” do Judiciário autoconcedido anteontem, ontem foi a vez do Ministério Publico doar-se um reajuste nos vencimentos.

Calma, porque não vai parar aí: vem uma chusma de ‘gravatinhas’ atrás: parlamentares, procuradores, auditores, toda aquela gente que se proclama guardiã da moralidade pública. Ah, sim, virão também os delegados e toda a corja que se arroga em campeã da honestidade.

No Rio de janeiro, quebrado,

Não, não estou pregando “sacerdócio” aos meritocratas e muito menos a redução do servidor público à pobreza franciscana.

Apenas reflito sobre a capacidade de que essa gente possa trabalhar, efetivamente, para a redução das injustiças, quando passa a aceitar que a satisfação de seus interesses pessoais , que consideram legítimos, nada tenha a ver com a penúria coletiva.

Todos alegam que vão cortar o correspondente a seus aumentos de benefícios em outras despesas, mas despesas que têm a ver com a sua própria capacidade de exercerem a função pela qual são regiamente pagos.

Porque cortar naquelas que fossem supérfluas seria, antes, um dever de quem prega a austeridade no uso dos recursos públicos.

As carreiras de Estado são, obviamente, presas à natureza do Estado. Se o queremos igualitário, equilibrado socialmente, assim também elas devem ser.

Do contrário, estaremos admitindo que, dentro do Estado, formem-se subdivindades, com o poder da verdade, às quais o povo tenha de prestar tributo, em sua miséria.

Todos os governantes que se opuseram a isso enfrentaram o ódio desta casta.

No seu governo no Rio de Janeiro, mesmo um mecanismo suave e progressivo de equalização de vencimentos proposto por Leonel Brizola aceitaram. Derrubaram na Justiça – ora, ora, poderia ser diferente?” – a figura do “redutor remuneratório”, uma espécie de gatilho que podava em 20% o valor dos reajustes para as categorias mais bem pagas em relação ao concedido à generalidade do funcionalismo. Por exemplo, se o reajuste geral fosse de 10%, para estas categorias seria de 8%. Nada draconiano, portanto.

Agora, a situação é pior, muito pior.

Não é preciso dizer que delegados, promotores e juízes se tornaram donos da vida política do país, decidindo, como césares, com seu polegar quem deve viver e quem deve “morrer”, sepultado pelo noticiário dos jornais.

Se nos deprime e revolta, o episódio a uma coisa ao menos serve: evidencia a falta de sensibilidade e de espírito público desta casta.

Blog Tijolaço
Por Fernando Brito

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Defensor de arma para todos, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tem muito a explicar. O percentual de homicídios no país cometidos com armas de fogo subiu de 40% para 71% do total, entre o início dos anos 1980 e 2016

O levantamento é do Atlas da Violência 2018 divulgado em junho pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Entre 1980 e 2016, 910 mil pessoas foram mortas por perfuração de armas de fogo no país, enquanto que as mortes por outros meios se manteve com números estáveis desde o início dos anos 1990.

As vítimas das armas de fogo são negros (40,2 para cada 100 mil pessoas), homens e jovens entre 15 e 29 anos (94,6% dos homicídios).
Entre as mulheres negras, a taxa de homicídio foi 71% superior à de mulheres não negras, diz o estudo do FBSP.

Com informações da Agência Brasil

 

Blog do Ismael

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O ex-prefeito do município de Pombos, Josuel Vicente (PSDB), anunciou na noite da última sexta (11) a este blogueiro, que bateu o martelo e apoiará a Fernando Monteiro (PP) e Joaquim Lira (PSD), para deputado federal e deputado estadual respectivamente.

Para Josuel, as escolhas tanto de Joaquim como de Fernando se deram pelos laços de amizade, o primeiro por parte do ex-prefeito de Vitória de Santo Antão, Elias Lira e o segundo por parte do ex-deputado, José Múcio Monteiro, atualmente ministro do Tribunal de Contas de União e tio de Monteiro.

‘José Múcio trouxe as maiores obras que já foram conquistadas em Pombos, a PE- 58 que liga o município a Usina Nossa Senhora do Carmo, calçamentos na avenida do Alto do frade, construção do açougue publico, coberta do mercado publico e inúmeras conquistas em nossas gestões como calçamento do loteamento São Severino, construção da praça Canoes, construção da. Praça João Pessoa, construção da Praça do Comércio, Construção da Praça Agua Azul. Em 2005 conseguimos 20 camas novas para o hospital, na época consegui recurso para comprar duas ambulância’, revelou Josuel, revelando que ‘juntou o útil ao agradável’ no apoio a Fernando.
Blog de Cleiton Pereira

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O Deputado Estadual André Ferreira (PSC), conquistou a adesão do prefeito do município de Pombos o Dr. Marcos (PSB), ao seu projeto de conquista a uma das vagas a Câmara Federal no pleito deste ano.

O gestor municipal, encontrava-se órfão de Deputado Federal por conta da desistência de Jorge Corte Real (PTB), que deixou a reeleição para ser suplente de Mendonça Filho ao Senado.

“Fiquei muito feliz em firmar a parceria com o prefeito Dr. Marcos. Tenho uma grande ligação com Pombos e serei um defensor do município quando chegar à Câmara Federal”, afirmou André Ferreira.

André dobrará com Aglailson Victor (PSB) e também terá o apoio do empresário Elias Meu Fi, possível articulador da junção.
Blog de Cleiton Pereira

 

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Às vésperas do início da campanha nas eleições 2018, a maioria dos partidos já definiu critérios para distribuição dos recursos do fundo eleitoral aos candidatos e incluiu nas regras desde desempenho em pesquisas até fidelidade partidária, dando mais ou menos verba para parlamentares que votaram de acordo com a orientação da legenda.

Em documentação entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até esta sexta-feira, 10, todos reservam os 30% da cota para campanhas de mulheres, conforme determinado pelo tribunal. Os critérios de distribuição definidos, conforme o Estadão, estão passando por avaliação do TSE e podem ser questionados pelo Ministério Público Eleitoral.

Até agora, 12 das 35 siglas já tiveram o dinheiro liberado para a campanha, somando R$ 704 milhões do total de R$ 1,7 bilhão do fundo, formado por recursos públicos. O partido que receberá o maior valor será o MDB – R$ 230,9 milhões – seguido de PT, com R$ 212,2 milhões.

Nove partidos (Avante, PMB, PRB, PSB, PTB, PTC, Rede, PP, PROS) estão em fase de diligências, ou seja, resolvendo questões técnicas e formais, envolvendo a documentação. Sob o comando do senador Ciro Nogueira, o PP é um dos casos inusitados.

A legenda estabeleceu que os deputados que seguiram a orientação do partido em votações como o impeachment de Dilma Rousseff poderão receber bônus de 2,5% sobre o valor total a que têm direito. Quem discordou da legenda e votou contra o impeachment será “punido” com desconto de 15% sobre o que receberiam.

Outro caso usado como critério será o das duas denúncias apresentadas pela Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer. Parlamentares do PP que votaram pela aceitação do pedido de investigação terão menos verba do que os que seguiram a orientação da legenda e preservaram o mandato do emedebista.

A situação provocou uma insurgência no PP do Rio Grande do Sul. A direção do partido no Estado enviou carta à Executiva Nacional questionando os parâmetros. Isso porque três deputados federais gaúchos serão “punidos” por essas medidas e terão menos dinheiro para a reeleição: Afonso Hamm, Jerônimo Goergen e Covatti Filho.

“Esse critério é um absurdo e não tem lógica. Não houve fechamento de questão em torno da denúncia contra o Temer. O único fechamento de questão do partido foi no impeachment de Dilma”, disse o presidente do PP gaúcho, Celso Bernardes.

No PR, a novidade é o “desempenho em pesquisa”. De forma genérica, a sigla estabeleceu que candidatos que tiveram melhores desempenhos nos levantamentos de intenção de voto poderão receber mais recursos.

No TSE, a avaliação é a de que a divulgação dos critérios para a distribuição de recursos do fundo expôs as estratégias das siglas nesta campanha, como no caso do PCdoB, que quer dar prioridade à reeleição de Flávio Dino ao governo do Maranhão.

Um integrante do TSE ouvido reservadamente pela reportagem acredita que uma eventual intervenção da Corte nos critérios dos partidos pode ser feita de maneira “adequada” e “racional”, considerando que o que está em jogo é o dinheiro público, mas sem violar a autonomia partidária.

A grande mudança deste ano é que os partidos são obrigados a destinar 30% dos recursos do fundo para campanhas de mulheres. Mas os documentos de divisão das verbas mostram que algumas legendas ainda vão deixar nas mãos dos candidatos homens a decisão sobre quais candidatas vão receber os recursos.

 

Bocão News

Para Persio Arida, candidato do PSL fala ao coração das pessoas

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O candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) tem uma mensagem que fala ao coração das pessoas e, para conter o fenômeno, é preciso falar uma linguagem que as pessoas entendam, disse nesta sexta-feira (10) Persio Arida, coordenador do programa econômico de Geraldo Alckmin (PSDB), em evento de ex-bolsistas da Fundação Lemann com economistas de presidenciáveis.

Questionado após o debate se Alckmin fala a linguagem que as pessoas comuns entendem, Arida disse que não falaria com a imprensa.

Durante o bate-papo com os outros economistas, Arida afirmou ainda que Bolsonaro posa de candidato liberal, mas sempre “votou com a esquerda”.

Recentemente, disse ele, o capitão da reserva votou contra cadastro positivo e a criação de novos municípios, ou seja, continua votando de forma “populista, embora tenha um economista liberal”, disse, em referência à Paulo Guedes.

Segundo Arida, parte da sociedade se surpreende com o candidato do PSL, mas age como a elite de Nova York, quando discutia a candidatura de Donald Trump à presidência dos EUA sem o levar a sério. “É fácil ridicularizar, mas ele [Bolsonaro] tem audiência”, disse.

Arida respondia a questionamentos de uma plateia de cerca de 200 jovens ex-bolsistas da Fundação Lemann.

Como a pergunta inicial da plateia havia sido o que dizer do candidato polêmico que liderava às pesquisas (Bolsonaro), Márcio Pochmann, um dos formuladores do programa econômico do PT rebateu: “Nas pesquisas a que tenho acesso, o candidato que está à frente das pesquisas é Luiz Inácio Lula da Silva”.

Para Pochmann, polêmico ou não, Bolsonaro representa parte da sociedade e deve participar do debate eleitoral.

Já João Paulo Capobianco, coordenador do plano de governo de Marina Silva (Rede), diz que o fenômeno Bolsonaro é consequência do afastamento da sociedade da política, mas não há outro caminho que não seja a política.

Nelson Marconi, coordenador do programa de Ciro Gomes (PDT) disse que Bolsonaro é produto de dois anos de “avacalhação” da política.

“Ocorreram problemas, mas não se pode dizer que a classe é uma porcaria”.

Fonte : Folha de São Paulo

IMG-20180810-WA0118O Pleno do Tribunal de Contas (TCE-PE) reformou, na última terça-feira (7), o Acórdão TC nº 530/2013, para julgar irregular o objeto de uma Auditoria Especial, realizada no Complexo Industrial Portuário de Suape, entre os exercícios de 2007 e 2009, para apurar a cessão de areia de aterros a pessoas jurídicas privadas, na gestão do hoje, senador Fernando Bezerra Coelho, imputando-lhe um débito no valor de R$ 5.711.910,00. De acordo com o Ministério Público de Contas (MPCO), a auditoria apurou a dragagem de 995 mil metros cúbicos de areia, dos quais, 235 mil foram cedidos a empresas contratadas pela estatal, com compensação na planilha de custos, e 760 mil a empresas sem qualquer vínculo contratual com Suape. A areia foi doada às empresas Consórcio Terraplenagem (obras da Refinaria Abreu e Lima), Petroquímica Suape, Consórcio Tatuoca (obras do Estaleiro Atlântico Sul), Construtora Venâncio (obras da Campari), Odebrecht (construção da Ponte do Paiva), Enertec, Suata, Amarno e Fasal. Se não reembolsar o valor das toneladas de areia, o político pode ser enquadradado na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº. 135/2010), virar um “ficha-suja” e acabar inelegível.

IMG-20180810-WA0098Militando na causa de defesa dos animais e do meio ambiente há mais de 20 anos, Manoel Tabosa, que vai disputar pela primeira vez uma vaga a deputado estadual pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS), entra na disputa ao lado do pré-candidato a deputado federal pelo Partido Progressista (PP), Fernando Monteiro. O ambientalista, que se afastou da presidência da Associação de Defesa do Meio Ambiente de Pernambuco (Ademape) para disputar o pleito, tem como principais bandeiras de campanha causas como a extinção de veículos de tração animal, com a adequação do uso de bicicletas pelos carroceiros.

“Hoje, em Jaboatão dos Guararapes, 1.200 pessoas sobrevivem com esta forma de locomoção. No Recife, são 5 mil. Na capital pernambucana já existe lei municipal sobre o assunto, sancionada pelo prefeito Geraldo Julio, mas nunca regulamentada. Isso precisa mudar”, atesta o ambientalista, que tem milhares de seguidores nas redes sociais. Entre as postagens, denúncias de animais agonizando e até morrendo por exaustão e fome.
O risco de zoonoses é outro ponto levantado pelo pré-candidato como necessidade de ações preventivas urgentes e que, segundo ele, não são levadas a sério como deveriam.

“Já fizemos várias notificações oficiais junto ao Ministério Público e secretarias de Saúde sobre o aumento considerável de cavalos com sintomas da doença, conhecida como mormo ou lamparão, e do risco de um surto da enfermidade. Trata-se de uma doença infecciosa causada por bactéria. Quando infectados, os animais apresentam manchas vermelhas no pescoço e na barriga, com secreção pelo nariz, que pode chegar a sangramentos. Esta doença, facilmente adquirida pelos humanos em contato com estes animais, não tem cura. Ela é tão grave que exige que os animais infectados sejam eutanasiados e incinerados, entre uma série de outras normas de segurança. É preciso que se leve o assunto a sério e que se criem normas de fiscalização e controle pelos centros de vigilância ambiental”, destaca Tabosa.

A criação de unidades de triagem do lixo também está nas propostas encabeçadas pelo ambientalista, que vê neste ponto a possibilidade de melhoria de vida de pessoas que sobrevivem dos materiais descartáveis. “Hoje, 90% dos rejeitos que podem ser reutilizados para outros fins vão parar nos aterros pela falta de uma política focada no tema. Só Jaboatão produz 2.500 toneladas de lixo por dia. Isso precisa passar por triagem, pelo bem do meio ambiente e das famílias que sobrevivem dos reciclados”, pontua Tabosa.

A aliança com Fernando Monteiro é vista pelo pré-candidato a deputado estadual como fundamental para a execução de projetos necessários e urgentes. “Com o apoio de Fernando, certamente poderemos tirar do papel questões necessárias para a saúde pública e melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente em Pernambuco”, atesta o ambientalista.

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Deputado Roberto Mesquita (PROS) desistiu de disputar um novo mandato no Legislativo estadual. A decisão dele foi confirmada hoje

O deputado estadual Roberto Mesquita, recentemente filiado ao PROS, um dos principais adversários do governador Camilo Santana (PT), desistiu de disputar um novo mandato de deputado estadual. Ele não explicou as razões de sua decisão, mas já acertou transferir alguns dos seus colégios eleitorais, no Interior, para outros candidatos.

Dois desses colégios já teriam sido acertados com o prefeito de Caucaia, Naumi Amorim, para melhorar a situação eleitoral de sua mulher, candidata a deputado estadual, Érika Amorim. São os colégios de Pentecostes e Apuiarés.

Há dias o deputado não participa das sessões ordinárias da Assembleia, onde é assíduo na tribuna, sempre com pronunciamentos críticos ao Governo do Estado. Ele durante um certo tempo foi ligado ao conselheiro do TCE, em disponibilidade, Domingos Filho, quando este era oposição ao Governo Camilo Santana.

Roberto Mesquita, antes de ser eleito deputado estadual, foi vereador de Fortaleza.

 

Fonte Diário do Nordeste

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O prefeito de Olinda, Lupércio, reuniu o secretariado nesta sexta-feira e comunicou que vai votar em Bruno Araujo para o Senado, nestas eleições. O dado curioso é que o Solidariedade de Lupercio faz parte da aliança de Paulo Câmara, que tem como candidatos ao senador Jarbas Vasconcelos (MDB) e Humberto Costa, do PT. candidato a senador do PSDB é da base de Armando Monteiro, adversário de Paulo Câmara.

A indicação acontece menos de uma semana depois de uma adversária do prefeito, Luciana Santos, do PC do B, ter sido indicada como candidata a vice na chapa de Paulo Câmara ao governo do Estado, nestas eleições.

Não se sabe qual será o segundo senador indicado pelo prefeito Lupércio.

Na semana que passou, Bruno Araújo já havia obtido o apoio do prefeito do Cabo, Lula Cabral, aliado de Paulo Câmara que não vota em Jarbas Vasconcelos.

“ Bruno Araújo é um homem íntegro, um dos grandes nomes da política brasileira e foi um ministro que sempre se colocou à disposição para ajudar Olinda. Nada mais do que justo a gente retribuir o apoio a quem sempre se preocupou com a cidade”, afirmou Lupércio.

O deputado federal e postulante ao senador devolveu os elogios.

“Professor Lupercio é um dos prefeitos mais bem avaliados do Estado. Uma administração que não é de gabinete, uma administração na rua junto ao povo, integrando ações importantes. E eu tive a oportunidade de como ministro trazer investimentos importantes para Olinda. O meu compromisso aumenta ainda mais com essa confiança que Lupercio deposita em mim.”, disse Bruno.

 

Blog do Jamildo

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