JG Ar condicionado, reconhecida em todo estado Pernambucano por excelências em seus serviços e atendimentos personalizados.

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A JG Ar condicionado é uma empresa especializada na área de Instalação, manutenção, limpeza e higienização de Ar Condicionado. Uma empresa que vem crescendo a cada dia pela busca constante da qualidade e excelência no atendimento ao cliente.
Comprometida com a qualidade nos serviços de atendimento ao cliente, fornecendo conforto através de soluções em climatização, com garantia comprovada nos componentes de qualidade oferecidos ao mercado.
Especializada na área de Instalação, Manutenção Preventiva e Corretiva de Ar condicionado tipo Split, Splitão, Self Container, Rooftop, Sistema VRF, Fancoil, Chiller e Sistemas de exaustão e ventilação. Uma empresa que vem crescendo a cada dia pela busca constante da qualidade e excelência no atendimento ao cliente. Nossos serviços são direcionados para empresas de pequeno, médio e grande porte, residências, orgãos públicos, indústria, shoppings e etc. Com forte atuação em todo nordeste como Prestadora de serviço e Venda de equipamentos de ar condicionados, ventilação e exaustão de diversas marcas.
CERTIFICAÇÃO:
O MOSE® foi desenvolvido com o objetivo de apoiar seu empreendimento a evoluir de forma saudável. Sobrevivendo e crescendo com capacidade para enfrentar o atual ambiente de negócios, cada vez mais competitivo, gerando inovação e sucesso. Pensado e organizado para oferecer um caminho para o sucesso de um empreendimento.
NOSSO SINDICATO:
Associada ao Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar de Pernambuco (SINDRATAR-PE). O sindicato tem proporcionado um ambiente favorável para fabricantes, projetistas, instaladores e varejistas de peças e componentes.
Endereço:
Rua: José Brandão Cavalcante, 201- Imbiribeira CEP: 51170-135. Recife-PE.
Email: atendimento@jgarcondicionado.com / Site: www.jgarcondicionado.com
Fones: 81 3472-5328 | 98811-5328

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Petrobras e desde sempre arcam com a sua existência, fruto do delírio nacionalista.

A Petrobras se livrará de um risco e, formalmente, da responsabilidade pela roubança do petrolão. Segundo o acordo, a companhia será considerada “vítima dos atos revelados pela Operação Lava-Jato, conforme reconhecido por autoridades brasileiras, inclusive o Supremo Tribunal Federal”.

Se há vítima de corrupção, há culpado ou culpados. E, no caso da Petrobras, diante do tamanho do esquema, os culpados só poderiam ter chefes. E, no caso da Petrobras, gigante estatal com uma direção indicada por políticos, esses chefes só poderiam ser políticos. E, no caso da gigantesca e estratégica Petrobras, esses políticos não poderiam agir sem o consentimento do maior dos políticos.

A empresa, no seu acordo, invoca a Lava Jato. Os procuradores da Lava Jato já apontaram, com abundância de provas, quem era o chefe, o Comandante Máximo, aquele que tinha total domínio dos fatos — que precisavam da sua aprovaçāo direta ou indireta para se realizarem como tais — e deles usufruiu política e materialmente.

O nome do Comandante Máximo é Luiz Inácio Lula da Silva.

A narrativa da Petrobras nos Estados Unidos e no Brasil só fará totalmente sentido quando o chefe do esquema de corrupção que quase nocauteou a maior empresa nacional — e jogou o país numa crise econômica sem precedentes — for condenado em definitivo. A condenação em definitivo dará sentido e final feliz, pois exemplar, a um crime do qual não se admite repetição.

Os processos contra Lula são muito mais coletivos do que a “class action” americana contra a Petrobras. É uma nação inteira que precisa de reparação e, repetindo, exemplo.

Que os desembargadores do TRF4 tenham essa dimensão. Não, senhores, não se trata apenas de um triplex.

Fonte: Antologia

Deputada foi indicada pelo PTB, presidido pelo pai dela, o ex-deputado Roberto Jefferson. Partido controla o ministério, que está vago desde que o deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS) deixou a pasta.

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O presidente Michel Temer aceitou nesta quarta-feira (3) a indicação da deputada Cristiane Brasil para ministra do Trabalho.

O nome da deputada foi levado ao presidente, segundo informou o Blog do Camarotti, em uma reunião no Palácio do Jaburu entre Temer e o pai dela, o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do partido e condenado pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão – em março de 2016, ele obteve o perdão da pena.

Após a reunião com Temer e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, Jefferson, em entrevista coletiva, confirmou a indicação e disse que o presidente aceitou (leia íntegra de nota oficial ao final desta reportagem). O ex-deputado chorou ao fazer o anúncio (veja no vídeo abaixo).

“Eu não indiquei [a própria filha], surgiu o nome dela”, disse o ex-deputado. Segundo Jefferson, consultado, o líder do PTB na Câmara, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), “anuiu”.

De acordo com Jefferson, Cristiane Brasil não vai se candidatar à reeleição e, por isso, tem condições de permanecer no ministério até o final do mandato de Temer.

Jefferson afirmou que, em vez da filha, ele próprio vai se candidatar a deputado, mas por São Paulo e não pelo Rio de Janeiro, estado de origem da família e pelo qual a filha é parlamentar.

Inicialmente, o indicado do PTB para ministro do Trabalho foi o deputado Pedro Fernandes (PTB-MA). O parlamentar chegou a dizer que tinha sido convidado e que aceitou. Mas nesta terça-feira (2), ele afirmou que não assumiria mais a pasta por ter sido “vetado” pelo ex-presidente José Sarney (PMDB), que negou o suposto veto.

O parlamentar maranhense disse que “não deu” para ser ministro porque seu nome criaria “embaraço” entre o presidente Michel Temer e Sarney, um dos políticos mais influentes do PMDB e do Maranhão, base eleitoral de Pedro Fernandes.

G1

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O governador Paulo Câmara entregou 17 novas viaturas e dez veículos desencarceradores ao Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE). Os novos veículos, devidamente equipados para atender as ocorrências registradas pela corporação, serão utilizados no incremento de sua estrutura operacional na Região Metropolitana do Recife (RMR) e em unidades do Interior. O total investido pelo Governo de Pernambuco para aquisição das novas viaturas e equipamentos supera os R$ 6 milhões.

O governador Paulo Câmara (PSB) disse que os novos veículos vão agilizar os trabalhos de resgate, salvamento e contenção de incêndios. “Nós estamos recompletando e ampliando a nossa frota no Corpo de Bombeiros. No mês de maio serão mais 15, e a gente espera recompletar o Interior. A gente vai ter condições de dar respostas mais rápidas, com equipamentos modernos. E praticamente vamos aumentar em 50% e 60% a frota de veículos dos Bombeiros Militares, o que dará uma condição de agilidade. É o Governo de Pernambuco buscando realmente atuar de maneira decisiva para salvar vidas, fazer resgates e para combater incêndios caso haja necessidade”.

Paulo Câmara aproveitou a oportunidade para destacar também que novas unidades do Corpo de Bombeiros serão instaladas em algumas regiões do Interior, promovendo a expansão da corporação. “Devo estar indo em breve para Surubim, Carpina, São José do Egito para inaugurar e a gente espera, nos próximos 60 dias, estar com tudo inaugurado, entregue e tudo devidamente pronto para qualquer tipo de eventualidade e de resgate. É importante a gente ter a condição cada vez maior de salvar vidas, e isso é também a missão dos bombeiros militares”, finalizou.

As viaturas de Auto Resgate (AR) são utilizadas para resgate e transporte de vítimas em via pública e as do tipo ABTS (Auto Bomba Tanque e Salvamento), destinadas à atuação em incêndios e salvamentos terrestres. Já os desencarceradores são equipamentos hidráulicos utilizados no corte de ferragens em resgates.

São, no total, seis viaturas tipo ARs (Auto Resgate) destinadas à RMR, enquanto outras quatro unidades são para uso do CBMPE nos municípios de Carpina, Surubim, Bonito e São José do Egito. Já os veículos do tipo ABTS foram distribuídos em três para a RMR, e outras quatro unidades serão utilizadas  nas cidades do interior beneficiadas nesta ação.

O comandante geral do CBMPE, coronel Manoel Cunha, afirmou que as novas aquisições trazem uma realidade diferente para a instituição, tornando o trabalho ainda mais eficaz. “São ações muito importantes para Pernambuco e para a nossa instituição. Estamos com uma nova realidade de carros de incêndio. Hoje, nós temos um carro que unifica os serviços de combate à incêndios e salvamento de pessoas, seja terrestre, em altura ou em poços. É uma novidade aqui em Pernambuco. Com os novos equipamentos, vamos poder atender tanto na capital, quanto no Interior”.

Sobre os novos equipamentos de desencarceramento, o comandante destacou que os dispositivos possibilitarão um resgate com maior efetividade, beneficiando a população pernambucana. “Há 20 anos nós trabalhávamos com a cunha hidráulica e demorávamos mais de três horas para retirar uma vítima de dentro de um veículo. Hoje, nós tiramos com dez, quinze ou vinte minutos de trabalho. É uma realidade totalmente diferente, que contribuirá para vida do cidadão pernambucano”, comemorou.

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Fotos: Roberto Pereira/SEI

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A Revista TOTAL vai promover no próximo dia 18 de janeiro, a sua tradicional e aguardada solenidade de entrega dos troféus e diplomas “Destaque TOTAL 2017”. A equipe de produção já iniciou a escolha dos homenageados e o prefeito Demóstenes Meira, de Camaragibe, já foi apontado como o Destaque do Ano, tendo sido levado em consideração, sua excelente gestão à frente da Prefeitura Municipal.

Além da escolha de Meira, estão sendo avaliadas as gestões dos demais administradores municipais para serem apontados os dez melhores gestores de primeiro mandato e os que foram reeleitos. Marcelo Mesquita explicou que o trabalho é difícil uma vez que é necessário fazer o levantamento dos serviços concretizados e os projetos encaminhados.

Também serão apontados os cinco deputados federais e estaduais mais atuantes e que mais se destacaram na defesa dos interesses do povo pernambucano.

Em outro segmento, serão apontados os empresários, profissionais liberais e artistas que mais se destacaram em suas áreas de atuação. Segundo Mesquita, é uma forma da TOTAL parabenizar os escolhidos, reconhecendo os excelentes serviços prestados à população de nosso Estado, durante todo o ano.

Como convidados especiais, participarão das homenagens os jornalistas Domingos Meirelles, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), e Múcio Aguiar, presidente da Associação de Imprensa de Pernambuco (AIP).

A festa acontecerá no dia 18 de janeiro (Quinta-feira), às 20 horas, no Restaurante Spettus, no Derby, Recife.

 

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Morreu na manhã desta terça-feira (2) o empresário e ex-ministro Armando Monteiro Filho. Ele faleceu em casa, aos 92 anos, por volta das 6h30.

Genro do ex-governador Agamenon Magalhães, Armando Monteiro Filho dividiu as atividades de empresário com a política. Foi deputado estadual, deputado federal, ministro da Agricultura no governo João Goulart.

Casado com Do Carmo Monteiro, é pai de seis filhos: Maria Lectícia, Sérgio (falecido aos 15 anos), Horácio, Cláudio, além do senador Armando Monteiro Neto (PTB) e do presidente do Grupo EQM, Eduardo de Queiroz Monteiro.

Ainda não há definição sobre local e horário do enterro.

História
Engenheiro por formação, o ex-ministro ingressou na universidade em 1945, e participou ativamente da política universitária contra o Estado Novo.

Cinco anos mais tarde, em 1950, elegeu-se deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) em Pernambuco. No entanto, foi impedido de assumir o mandato devido ao parentesco com o sogro (Agamenon Magalhães). No ano seguinte, obteve a primeira suplência nas eleições suplementares para a Assembleia Legislativa de Pernambuco.

No ano de 1951, foi nomeado secretário estadual de Viação e Obras Públicas. Ficou no cargo até 1954, quando assumiu vaga aberta na Assembleia. Em outubro do mesmo ano, candidato pelo PSD, foi o deputado federal mais votado. Em 1955 assumiu o mandato e reelegeu-se deputado federal em 1958.

Com a renúncia do presidente Jânio Quadros, Armando Monteiro Filho votou a favor da emenda constitucional que instituiu o regime parlamentarista como fórmula conciliatória para garantir a ascensão de João Goulart, vice-presidente. Com isso, em seguida, Tancredo Neves foi nomeado primeiro-ministro e Armando Filho foi indicado para o Ministério da Agricultura.

Deixou a pasta e reassumiu a cadeira na Câmara Federal. Em outubro de 1962, disputou o Governo de Pernambuco pelo PSD. A eleição foi vencida pelo ex-governador Miguel Arraes.

Folha de Pe

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Uma coisa sobre Jarbas Vasconcelos é unanimidade em Pernambuco: trata-se de uma alma movida pelo ódio. Um homem que ao longo de tantas décadas notabilizou-se por difamar e atacar quem dele discorda.

Não foi com surpresa que lemos o artigo escrito por ele e veiculado por esta Folha na última quinta-feira (28) (“O que de fato esperar do novo MDB”). Quem conhece Jarbas sabe que esse tipo de atitude é sua marca na política.

Mas, para o bem da verdade, alguns pontos devem ser esclarecidos. Jarbas fala em contradições dos outros, quando sua biografia é marcada justamente por incoerências e traições. Chama a mim de adesista, mas aceitou meu apoio em 1990, quando meu pai foi seu candidato a vice-governador; em 2002, na disputa pela reeleição; e em 2014, quando foi eleito para a Câmara dos Deputados.

Como a história não se apaga, é importante lembrar que já na aurora da redemocratização, em 1982, ele traiu Miguel Arraes (1916-2005), impedindo o ex-governador de retomar nas urnas o mandato cassado em 1964.

Em 1985, nas primeiras eleições para prefeito de capitais, ele perdeu as prévias do PMDB para o ex-deputado Sérgio Murilo (1931-2010). O que fez, então? Deixou a legenda, indo abrigar-se no PSB para disputar a prefeitura do Recife. Pôs nas ruas a campanha de mais baixo nível já vista em Pernambuco, chamando o opositor de assassino.

Mais tarde, em 1998, na disputa para governador de Pernambuco, Jarbas não teve qualquer cerimônia para tecer as piores acusações justamente a Miguel Arraes, que tentava a reeleição.

“Ladrão e incompetente” eram os adjetivos que ele usava contra Arraes, um homem público de biografia absolutamente irretocável. Naquela ocasião, fui vice de Arraes, exatamente para defender sua honra diante de tantas agressões.

Em 2010, em nova disputa pelo governo, ele chamou Eduardo Campos (1965-2014) de coronel e mau caráter. Na sua fúria, sobrou até para a ex-deputada federal Ana Arraes, mãe de Eduardo, que se apresentava para o cargo de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU).

Cansado do estilo de Jarbas, o povo de Pernambuco o esvaziou eleitoralmente a ponto de ele não conseguir eleger o próprio filho vereador do Recife.

Jarbas, de fato, se desconectou da população. Representa um tempo que foi enterrado nas urnas. Para não ser empurrado de vez para fora da política, procurou Eduardo, suplicando uma sobrevida.

Do dia para a noite, passou a elogiar justamente aquele a quem sempre detratou. Fato que até hoje é motivo de ironia nos meios políticos de todo o país. Todos sabemos que Jarbas Vasconcelos foi ressuscitado, com muito custo, pelo propósito de Eduardo Campos de construir uma unidade política.

Lambeu as botas de Eduardo, como agora tenta fazer com o presidente Michel Temer, oferecendo apoio às reformas em troca de mais um fiapo de poder.

Porém, causa-nos espanto real ver Jarbas Vasconcelos colocando-se como paladino da ética. Como se jamais tivesse sido alvo de qualquer investigação. Jarbas foi o principal acusado no primeiro escândalo envolvendo empreiteiras no Brasil, ainda na década de 1990.

Foi, também, citado na Lava Jato por supostos recebimentos de valores indevidos e teve o processo arquivado apenas por ter mais de 70 anos de idade. Jarbas, que entrou pela janela do serviço público, em 1992, como procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, sem prestar concurso público.

Este é Jarbas Vasconcelos. Uma pessoa que destila amargor e ressentimentos. Um político que ataca os outros sem jamais fazer qualquer autocrítica.

Um homem tomado pela soberba, imperador de uma casa vazia, que tenta segurar-se no comando de uma legenda para garantir mais alguns anos de cargos públicos. Um final melancólico para quem plantou ódio por toda uma vida.

* FERNANDO BEZERRA COELHO, administrador de empresas, ex-deputado federal e ex-ministro da Integração Nacional (2011-2013, governo Dilma), é senador (PMDB-PE)

Fernando Bezerra Coelho – Folha de S. Paulo

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Guerra entre FBC e Jarbas agitou o mundo político no final de 2017Foto: Arte: Roger Vieira/Folha de Pernambuco

O tempo joga contra o senador Fernando Bezerra Coelho, que luta para assumir o controle do PMDB-PE. Enquanto depende do posicionamento da Justiça de Pernambuco sobre a dissolução do diretório estadual do partido, não consegue avançar com as costuras para garantir a filiação de lideranças à sigla, como havia prometido.

Para convencer o presidente nacional da agremiação, Romero Jucá, a entregar a agremiação ao seu grupo, FBC garantiu que iria ampliar a bancada peemedebista no Congresso. Falou em levar cerca de seis deputados federais, sem citar nomes.

Porém, dois deles já teriam negado que irão migrar. Marinaldo Rosendo (PSB), que teve seu nome associado à lista, está negociando seu embarque no DEM. Da mesma forma, João Fernando Coutinho (PSB) já teria dito ao próprio deputado Jarbas Vasconcelos, que ainda detém o controle do PMDB-PE, que não iria deixar as hostes socialistas, segundo fontes peemedebistas.

Há quem diga, inclusive, que o ministro Fernando Filho (Minas e Energia), que deixou o PSB, articula seu ingresso no PR e, por isso, também não pode ser incluído no time dos que reforçarão a bancada peemedebista, caso seu pai passe a comandar a sigla.

Assim, a tese de que o grupo de Jarbas não teria conseguido ampliar a agremiação, que foi usada para favorecer a intervenção, começa a perder força. Ciente de que depende do posicionamento da Justiça de Pernambuco para seguir com seu plano, FBC já teria, inclusive adiado o prazo que estabeleceu para resolver o imbróglio.

De início, Romero Jucá bradou que a dissolução do PMDB-PE deveria ser concretizada em janeiro do ano que vem. Agora, no entanto, se fala que o desfecho deve acontecer somente no mês posterior. Por isso, o grupo de FBC pede a celeridade da análise da Justiça de Pernambuco sobre o caso, pois sabe que o clima de indefinição pode inviabilizar a filiação dos quadros prometidos. Se as incertezas se estenderem até o mês de março, quando se dará o prazo de janela partidária, o estrago pode ser ainda maior.

Chamado
Nesta quinta-feira (28), o deputado Jarbas Vasconcelos partiu novamente para o ataque contra Jucá. Em artigo, publicado na Folha de São Paulo, disse que o rival está “tomando de golpe a legenda” para entregá-la a FBC. No texto, também coloca que a “prática da intervenção – que remonta aos tempos mais sombrios que o país já viveu e agora faz parte da gestão do ‘novo MDB’ – não ficará restrita a Pernambuco”.

“Por isso, é hora de as vozes e de as posturas contrárias a tudo isso se fazerem presentes. É hora de outros membros do partido agirem para evitar que esse rolo compressor antiético e amoral siga em frente; caso contrário, ele atingirá muitos daqui para frente”, afirmou.

Folha de Pernambuco

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Nesta quarta-feira, o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) visitou pela manhã o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) Guilherme Uchoa (PDT). Fernando foi ao gabinete de Uchoa, no prédio anexo ao novo plenário do poder legislativo estadual.

A desculpa oficial era que o senador do PMDB foi desejar a todos os deputados estaduais, na figura do presidente, feliz ano novo.

A visita do senador FBC ao deputado estadual Guilherme Uchoa, do PDT, na Alepe, nesta quarta-feira, pode ter servido como um recado ao governador Paulo Câmara.

O empresário Guilherme Uchoa Jr, filho do parlamentar estadual, acompanhou a visita. Todos sabem que o filho de Uchoa deve disputar um mandado nestas eleições, pelo PR, que pode ser a próxima encampação do grupo de FBC, depois do PMDB. Uchoa Júnior já sondou até nomes nas redações dos grande jornais para a área de comunicação da campanha.

O que une os três?

Na visita que fez às redações, no mesmo dia, FBC dizia que já tinha uma briga grande com o PMDB e que não iria abrir outra frente ao falar do PR. pois bem.

Nos bastidores da política local, o que já se falava antes mesmo da foto emblemática, Uchoa queria comer o fígado dos socialistas, por supostamente ameaçarem o projeto eleitoral do filho.

“Sileno Guedes e Geraldo Júlio estão entrando nas bases do filho de Guilherme Uchoa, para pedir votos para João Campos (possível candidato a federal pelo PSB em 2018). Nestas articulações, Felipe Carreras deve ser candidato a deputado estadual (abrindo mão de votos federais para João Campos), além de se aproximar do Recife e fazer um gesto com a mãe do garoto”, observou uma fonte do blog.

“Sebastião Oliveira (presidente do PR e aliado de Paulo Câmara) já sabe que está fora do PR. Eles vão ficam no palanque com FBC e Uchoa Júnior será candidato a federal na chapa do PR”, acrescenta.

Não por coincidência, no evento, Fernando Bezerra Coelho disse que aproveitou a agenda para comunicar a liberação de um convênio no valor de R$ 3 milhões, via Ministério do Turismo, para a construção da estrada do Sossego, na Ilha de Itamaracá, uma das bases da família Uchoa.

“A obra é uma reivindicação bastante antiga dos moradores e do trade turístico do balneário e uma luta pessoal de Uchoa. Acredito que será algo muito importante para impulsionar o turismo em Itamaracá, que é um patrimônio de Pernambuco e precisa ter seu potencial dinamizado”, disse Fernando Bezerra Coelho.

“Guilherme é um amigo que tenho há muitos anos e um batalhador pelas causas do parlamento e do Estado. Fez um importante trabalho à frente desta casa e merece todo o nosso respeito e admiração”, afirmou Fernando Bezerra, depois do encontro.

Curiosamente, há duas semanas, Guilherme Uchoa havia dito ao blog que já havia sido oposição e que não iria deixar de ser governo agora. “Não sou coro de pescoço para ficar indo para frente e para trás”, brincou.

Blog do Jamildo

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O senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) visitou o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) Guilherme Uchoa (PDT), na manhã nesta quarta-feira (27). No encontro, o senador fez questão de ressaltar sua amizade com o deputado, que pretende lançar seu filho para deputado federal, na eleição do ano que vem. O peemedebista aproveitou a ocasião para anunciar a liberação de um convênio no valor de R$ 3 milhões, via Ministério do Turismo, para a construção da estrada do Sossego, na Ilha de Itamaracá, reduto eleitoral do pedetista.

“Guilherme é um amigo que tenho há muitos anos e um batalhador pelas causas do parlamento e do Estado. Fez um importante trabalho à frente desta casa e merece todo o nosso respeito e admiração”, afirmou Fernando Bezerra, que foi ao gabinete do presidente da Alepe acompanhado de seu filho, o empresário Guilherme Uchoa Filho.

FBC já vinha tentando viabilizar a visita há cerca de um mês, assim como o senador Armando Monteiro (PTB), que também integra o bloco de oposição no estado. Durante a confraternização de fim de ano, realizada no último dia 14, Uchoa chegou a dizer que Bezerra Coelho havia telefonado para ele algumas vezes, para viabilizar a reunião. Porém, o deputado fez questão de colocar que se mantém na base de apoio ao governador Paulo Câmara (PSB).

“Eles podem forçar dois palanques para provocar um segundo turno. Mas quem vai pra forca? Eles vão ter que escolher. Não é uma eleição fácil. Agora, qual foi o ano que Pernambuco teve mais ministros do que agora? Estamos terminando o ano e todo esse povo é ministro. Qual foi o ano em que o estado recebeu menos dinheiro do governo federal para melhorar a saúde, a segurança? Isso é um a política raivosa”, pontuou, na ocasião.

Fonte Folha de Pernambuco

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