Cinquenta anos após o decreto mais repressivo e autoritário do regime militar, ONG realiza ato em memória do combate à ditadura
Ato em memória da luta contra a ditadura militar percorreu pontos do centro do Rio em que a democracia foi violada durante o regime - Divulgação
Ato em memória da luta contra a ditadura militar percorreu pontos do centro do Rio em que a democracia foi violada durante o regime (Divulgação)
Por Lucas Cardoso

 

Rio – Cerca de 60 pessoas participaram de ato em memória da luta contra a ditadura militar, na manhã deste sábado, no Centro do Rio. Promovido pela ONG Rio de Paz, o tour “1968 – 50 anos do AI-5 – Para que NÃO se repita” percorreu cinco pontos no centro do Rio onde aconteceram atentados contra a democracia.

O tour começou às 9h nas escadarias do Teatro Municipal do Rio, na Cinelândia, com uma palestra com a jornalista Regina Zappa. Em seguida, passou pela rua da Relação, onde ficava o prédio sede do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social). Outra parada do grupo que acompanhou o ato aconteceu na antiga sede do Correio da Manhã, um dos principais diários cariocas que resistiu à ditadura, na Avenida Gomes Freire. Hoje, o espaço abriga o Tribunal Regional do Trabalho.

Por último, o grupo participou de uma roda de conversa na Candelária. A parada final do ato contou com a palestra do advogado João Carlos Castellar, além da dramatização de uma tortura feita em pau-de-arara, com um artista seminu e participantes amordaçados.

Para Antônio Carlos Costa, presidente da ONG Rio de Paz, o movimento é uma tentativa de evitar que esse período seja esquecido pela população. “O Ai-5 foi o ato mais duro do regime militar, que representou o ponto mais baixo da democracia brasileira. À época, tivemos o fechamento do congresso nacional, supressão de garantias constitucionais, cassação de habeas corpus, ensejo a tortura e cerceamento da liberdade de expressão. Essas coisas não podem voltar a acontecer. “, afirma.

O presidente da ONG também anunciou que será colocada uma faixa em protesto contra a morte de policiais militares na Lagoa, próximo à curva do Colombo, na segunda-feira. “Rio de Janeiro 2018: 94 policiais militares assassinados. Até quando?”, estará escrito na faixa.

Ao levantar a taça do campeão Palmeiras, Bolsonaro entrou no terreno antigo e pantanoso de trazer o futebol para a política
Dono da Festa - O presidente eleito ergue a taça do campeão Palmeiras: convite de cartolas com ligações suspeitas (Nelson Almeida/AFP)
Dono da Festa – O presidente eleito ergue a taça do campeão Palmeiras: convite de cartolas com ligações suspeitas (Nelson Almeida/AFP)
Por Alexandre Salvador

 

O mineiro Aureliano Chaves (1929-2003), vice do último presidente do regime militar, João Figueiredo, era um homem espirituoso, capaz de em uma única frase resumir comportamentos atávicos. “Esperteza, quando cresce demais, engole o dono” era uma de suas máximas. Ela pode ser aplicada, sem risco de erro, aos políticos brasileiros que associam seu nome a times de futebol, usando o mais popular dos esportes para alimentar sua popularidade e o populismo. O problema é que se trata de um terreno pantanoso, que com frequência traz mais dissabores que glórias.

Convidado a erguer a taça de campeão brasileiro merecidamente conquistada pelo Palmeiras, Bolsonaro foi ao estádio, fez seu clássico gesto de arma em punho, trocou continências com o volante Felipe Melo e o treinador Luiz Felipe Scolari, ouviu gritos de “mito, mito” e teve motivos para sentir-se em casa diante de mais de 40 000 pessoas — lembre-se que ele foi batizado em homenagem a um dos grandes craques da história do alviverde paulista, Jair Rosa Pinto, e é, portanto, palestrino de quatro costados.

No entanto, como futebol e política nutrem uma relação de atração e repulsa, nem tudo saiu como esperado. Mesmo antes da partida ao fim da qual o Palmeiras receberia a faixa, postes nas cercanias do estádio paulistano avisavam, com fotos de Bolsonaro em que aparece vestindo as camisas do Flamengo, do Grêmio, do Santos, do Botafogo, do Fluminense e do Sport: “Malandro é o Bolsonaro. Todo ano é campeão”. Não há nada de mais em vestir a casaca de qualquer clube, evidentemente, mas a variedade do vestuário autoriza a impressão de esperteza, aquela mesma que engole o dono. “Bolsonaro, oportunista”, dizia outro pôster.

Nos dias seguintes ao da festa, um grupo de palmeirenses ilustres, de evidente coloração política diferente da de Bolsonaro, escreveu uma carta de protesto — fazem parte do rol o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o cientista Miguel Nicolelis e o cineasta Luiz Villaça. “Sequestraram nosso momento mais especial”, diz o documento, para em seguida detalhar o desconforto com a presença de Bolsonaro. “O incômodo tem fonte não apenas no histórico de declarações xenofóbicas que desonram nossas tradições, mas também nas diversas e documentadas manifestações racistas, misóginas e homofóbicas, entre outras.”

Quem mais explorou a ligação entre futebol e política na história recente foi o ex-presi­dente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar da péssima experiência que viveu em 1989. Naquele ano, na véspera do segundo turno das eleições presidenciais, que perderia para Fernando Collor, Lula teve a mastodôntica ideia de ir ao Estádio do Morumbi para torcer contra o São Paulo, que jogava a final do campeonato com o Vasco da Gama. Notório corintiano, naquela tarde Lula anunciou que, no Rio, ele era Vasco. Sentou-se nas cadeiras cativas — e tomou uma vaia inesquecível. “Au, au, au, Lula pro Mobral”, gritavam os são-paulinos. No intervalo, Lula decidiu ir para casa, mas não aprendeu a lição de que associar-se a um clube, seja qual for, pode acabar dando em desastre.

Passado - Médici e seu radinho (à esq.), e Sanchez e Lula: futebol e política (Assis Hoffmann/Ricardo Stuckert/Instituto Lula)
Passado - Médici e seu radinho (à esq.), e Sanchez e Lula: futebol e política (Assis Hoffmann/Ricardo Stuckert/Instituto Lula)

Na Presidência, e hoje esse capítulo é parte da história recente da corrupção brasileira, Lula, amicíssimo do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, fez de tudo para que seu time tivesse um estádio próprio. Intercedeu em favor de seu clube na negociação com a Odebrecht para a construção do estádio, no bairro de Itaquera. “Foi um pedido de Lula a meu pai”, revelou Marcelo Odebrecht em sua delação premiada, ao tratar da obra. Orçada inicialmente em 400 milhões de reais, a Arena Corinthians custou mais de 1 bilhão de reais ao ser alçada a palco da partida de abertura da Copa do Mundo de 2014. Esse favor em nome de Lula é alvo de investigação policial. A Justiça do Rio Grande do Sul já condenou o Corinthians e a Odebrecht, além do ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Fontes Hereda, a ressarcir 400 milhões de reais aos cofres do estado por considerar o empréstimo para a construção da arena, intermediado pelo BNDES, lesivo ao patrimônio público.

Nestes tempos de combate mais severo à corrupção, os políticos que se aproximam do futebol — sobretudo dos cartolas do futebol — precisam ter atenção redobrada. A participação de Bolsonaro e do senador eleito Major Olimpio (corintiano roxo) na cerimônia de premiação do Palmeiras foi decidida minutos antes pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Bolsonaro encontrou-se com o atual mandatário da CBF, Antônio Carlos Nunes, e seu sucessor no cargo, Rogério Caboclo, nos camarotes do Allianz Parque. Nunes e Caboclo são ligados ao ex-presidente da CBF Marco Polo Del Nero, banido do futebol por participar do maior esquema de corrupção já descoberto no esporte. Del Nero era o vice de José Maria Marin, preso e condenado nos Estados Unidos quando eclodiu o caso conhecido como “Fifagate”.

Política e futebol andam de mãos dadas desde sempre. Em governos autoritários ou exageradamente nacionalistas, o esporte foi usado como instrumento de aproximação entre o poder e o povo. O general Emílio Garrastazu Médici, presidente do Brasil entre 1969 e 1974, tinha dois times de coração. No Rio Grande do Sul, seu estado natal, era Grêmio. Fora dele, torcia pelo Flamengo — um pouco como faz Bolsonaro, de vários corações. Como registrou o jornalista André Iki Siqueira na biografia do também jornalista e técnico de futebol João Saldanha, “Médici gostava de ver jogo no estádio ouvindo radinho de pilha, grudado ao ouvido. Saldanha, aliás, duvidava de que o rádio estivesse mesmo ligado. Provocava, dizendo que era só para enganar o torcedor”. Opositor do regime militar, Saldanha foi sacado do posto de treinador da seleção brasileira às vésperas da Copa do Mundo de 1970. A tese mais aceita é que não agradava aos militares a ideia de ver um comunista de carteirinha levar o Brasil ao tricampeonato mundial.

Eleito no pleito mais polarizado desde a redemocratização, Bolsonaro ainda navega na memória de sua vitória nas urnas. Sua popularidade mantém-se alta, mas é inexorável que sofra um declínio depois que assumir o governo e começar a enfrentar a dura realidade de administrar o país no dia a dia. É nesse momento, quando o aplauso popular começa a escassear, que as atitudes celebratórias num estádio de futebol adquirem uma nova leitura: deixam de ser a expressão legítima de um torcedor entusiasmado e passam a ser vistas como gesto de demagogia de um oportunista. Por isso, quando se trata de futebol, o melhor mesmo para um presidente é limitar-se a torcer pela seleção brasileira. Aí, sim, não há risco de erro.

Publicado em VEJA de 12 de dezembro de 2018

Neste sábado (8/12), as letras do nome do ex-presidente estavam manchadas de vermelho
Em 6 de novembro, o Conselho Especial do TJDFT classificou como inconstitucional lei que modificou nome para Honestino Guimarães. Placas oficializam mudança do nome de ponte para  Costa e Silva (Foto:Gabriel Foster/Metrópoles)
Em 6 de novembro, o Conselho Especial do TJDFT classificou como inconstitucional lei que modificou nome para Honestino Guimarães. Placas oficializam mudança do nome de ponte para  Costa e Silva (Foto:Gabriel Foster/Metrópoles)
 Isadora Teixeira

 

A Ponte Costa e Silva recebeu novas placas. O elevado, no Lago Sul, passou a se chamar Honestino Guimarães em 2015. Porém, a alteração foi considerada inconstitucional pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), em 6 de novembro de 2018.

A determinação para a volta do nome original — Costa e Silva — é resposta a uma ação civil pública movida pela deputada federal eleita Bia Kicis (PRP) e Cláudia Castro. Um dos argumentos usados é de que a mudança, aprovada pela Câmara Legislativa, deveria ter passado por consulta pública.

O outro é o “vício de iniciativa”, já que caberia apenas ao governador do DF sugerir projeto de alteração de nomenclatura do logradouro. Neste sábado (8/12), as letras do nome do ex-presidente Costa e Silva estavam manchadas de vermelho.

O colegiado do TJDFT entendeu que, apesar de tratar de assunto passível de iniciativa parlamentar, não houve prévia participação popular, por meio de audiências públicas, na edição da norma. Autor da proposta de mudança para Honestino Guimarães, o deputado distrital Ricardo Vale afirmou, em nota, que só o Executivo poderá recorrer da decisão.

Assim, chamará os interessados na discussão para uma nova conversa com a atual gestão e o governador eleito Ibaneis Rocha (MDB). “É muito importante que Brasília siga o exemplo de vários estados brasileiros, que já tiraram os nomes de ditadores dos seus monumentos e logradouros”, afirmou.

Procurado, o GDF não retornou o contato até a última atualização deste texto.

Com essa atitude, prefeito se torna exemplo de administrador
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Na segunda-feira passada (03/12), nasceu no Hospital e Maternidade Virginia Colaço Dias, na cidade de Pombos, o neto do Dr. Manoel Marcos (PSB), o prefeito da cidade.

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Em se tratando de uma cidade que, há dois anos, quando o prefeito a assumiu, a Saúde do município estava totalmente sucateada, esse fato transformou-se num acontecimento marcante.POMBOS MATERN 8

Para se ter uma ideia da situação em que se encontrava a cidade, no quesito Saúde, o bloco cirúrgico se encontrava fechado há 9 anos, o que gerou muitos transtornos à população que tinha que se dirigir para outras cidades para fazerem o parto de seus filhos.

O nascimento do Marcos Luiz, neto do prefeito e filho de Ângelo Tonet (filho do prefeito) e Wandelma Santana foi um ato de confiança do Dr. Manoel e de respeito à população, POMBOS MATERN 2escolhendo a maternidade local para o parto.

Esses atos do prefeito também demonstram que a maternidade da cidade, tão bem cuidada em sua administração, está apta a realizar partos e outros procedimentos médicos e cirúrgicos, para toda a população.

Isso reforça sobremaneira o slogan da cidade, que afirma que “a grande obra é cuidar das pessoas”. Só se cuida das pessoas cuidando de sua Saúde e só se cuida da Saúde quando se cuida com carinho e zelo dos equipamentos disponibilizados à população, como é o caso do Hospital e Maternidade Virginia Colaço Dias, conforme o faz o prefeito Manoel Marcos.

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DIPLOMAÇÃO

Por Márcio Maia

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) diplomou os gestores e parlamentares eleitos nas eleições de outubro e novembro passados em solenidade no Classic Hall, em Olinda, presidida pelo desembargador Luiz Carlos de Barros Figueiredo.. O governador Paulo Câmara (PSB) foi diplomado para ser reconduzido ao segundo mandato como chefe do Executivo estadual. Também foram diplomados a vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), deputados federais e estaduais e o senador Humberto Costa (PT). O senador Jarbas Vasconcelos (MDB) e os deputados federais Daniel Coelho e Augusto Coutinho já haviam sido diplomados, antecipadamente, a pedido, em decorrência de compromissos na Suíça e na Polônia. O TRE-PE também entregou certificados aos sete conselheiros distritais eleitos em Fernando de Noronha e a mais um suplente.

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Durante a solenidade, Paulo Câmara disse que a meta é continuar o trabalho sério e competente que os pernambucanos estão aprovaram nas urnas. “Agora, é cumprir a nova etapa, a nova tarefa, enfrentar os desafios de governar o Estado de Pernambuco diante, ainda, de um cenário econômico adverso no âmbito do Brasil e buscar melhorar os serviços públicos. Essa é a nossa missão essencial: ajudar a população e buscar manter Pernambuco na frente, equilibrado, mantendo as contas em dia””.

DIPLOMAÇÃO 1Ele ressaltou que é preciso de união para resolver os problemas do Estado. “Os palanques estão desmontados e as mãos abertas para outras mãos de boa fé, que queiram ajudar a resolver as questões mais urgentes. Uma delas é a retomada do diálogo nas relações políticas. “Fomos levados a um nível exacerbado de intolerância que deixou rastros profundos em toda parte. Muitos simplesmente não querem ouvir a voz contrária. E sem ouvir a voz contrária, como fortalecer a democracia, um sistema político que se consolida com o embate dos argumentos?””

“Disse ainda que vai agir para conviver em harmonia com o futuro presidente Jair Bolsonaro (PSL) buscando recursos para Pernambuco. “Estamos prontos para trabalhar a favor destes acordos no plano nacional, quando estiverem em jogo decisões de relevância para o futuro do Brasil. Estamos prontos para fazer o mesmo no nosso Estado, procurando reunir todos dispostos a contribuir, de alguma forma, para o desenvolvimento econômico, social e cultural de Pernambuco””.

Paulo Câmara congratulou-se com os colegas eleitos. “”Quero parabenizar a minha vice-governadora, Luciana Santos, primeira mulher eleita para esse cargo, os senadores eleitos, Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa, todos os deputados estaduais e deputados federais. Desejo sucesso e temperança a todos no exercício dos mandatos populares legitimados pelos votos das pernambucanas e dos pernambucanos””.

Fotos: Aluisio Moreira/SEI
Em entrevista coletiva, futuro chefe da Casa Civil também falou sobre corrupção
Federal lawmaker Onix Lorenzoni, who was appointed Chief of Staff by President-elect Jair Bolsonaro, waves as he arrives to Bolsonaro's transition headquarters in Brasilia, Brazil, Tuesday, Dec. 4, 2018. Bolsonaro will be sworn in on Jan. 1. (AP Photo/Eraldo Peres)
                                                                                                                                                                                                                                                                                            AP Photo/Eraldo Peres
Da Redação de Veja

 

O futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse a jornalistas que não tem medo de ser “canetado“pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. Investigado pelo Supremo Tribunal Federal, após denúncias de caixa 2, Onyx também afirmou que nunca esteve envolvido em corrupção. Nesta semana, Bolsonaro informou à jornalistas que usaria “a caneta BIC” em caso de comprovação de “denúncia robusta”.

Giro Veja também destaca o repouso forçado de Jair Bolsonaro. O presidente eleito informou, pelo Twitter, que cancelou a ida a um evento da Força Aérea, no interior de São Paulo por recomendação médica. Na rede social, ele explicou que a rotina dos últimos dias e as poucas horas de sono o obrigaram a cancelar a agenda desta sexta-feira. Bolsonaro ainda precisa se submeter a outra cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia.

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Hoje vou falar de um “Guerreiro” meu amigo, morador e administrador de Vicente Pires. Ele se diferencia dos demais como se vê nos relatos contidos abaixo.
Para o desafio de ajudar a tocar a imensa obra de infraestrutura de Vicente Pires, sem deixar a cidade parar, em março de 2018 o governador Rodrigo Rollemberg convidou o Charles Guerreiro para ser o Administrador de Vicente Pires e se juntar ao conjunto de órgãos do GDF que havia iniciado as obras em 2015.
Morador da Cidade há vários anos e conhecedor dos anseios da comunidade, Guerreiro assumiu a Administração Regional da cidade e, a partir de então, um novo ritmo foi empreendido e Vicente Pires e o DF conheceram um novo modo de administrar.
Com o jargão “Avança Vicente Pires”, Guerreiro trocou o ar condicionado dos gabinetes pelo ar livre das ruas, sob o sol ou a chuva, de dia ou à noite.
Vestido com o seu inconfundível jaleco vinho, onde se lê “Administrador de Vicente Pires”, Guerreiro empreendeu um ritmo acelerado de atendimento à comunidade, com visitas diárias a diversos pontos da cidade, falando pessoalmente com os moradores e levando o atendimento às mais variadas demandas da população. “Os problemas da cidade não estão aqui dentro. Não posso me dar ao luxo de ficar trancado num gabinete enquanto o povo precisa dos serviços nas ruas, ” explica o administrador.

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Uma das primeiras ações do administrador foi estabelecer um canal direto com a população, por meio das redes sociais e do próprio celular. Esse diferencial na forma de comunicação, por meio de vídeos e posts diários, na qual a comunidade recebe as informações, quase em tempo real, facilita os deslocamentos dos pedestres e motoristas, no dia a dia, evitando locais com intervenção de obras, já que a cidade se transformou no maior canteiro de obras do DF. Também graças a esse formato de comunicação, a população entendeu a obra e se familiarizou com diversos termos como, túnel line, dissipadores, bacia de contenção, macrodrenagem, entre outros, relativos às ações que fazem parte das obras.
Com uma jornada de trabalho extenuante, envolvendo finais de semana e feriados e jornada diária que não raro ultrapassa o horário das 22hs, a comunidade vê a cada momento seu pleito atendido, seja o esgoto que está vazando na rua, o resto de poda que foi descartado fora do lugar, ou uma rua que necessita de reparos. Onde houver problemas que necessitem de atendimento, lá sempre vemos o incansável administrador. “As obras de infraestrutura, contratadas pela Secretaria de Obras, além das demandas do nosso cotidiano, requerem um olhar atencioso, nos detalhes, e isso só é possível acompanhando de perto. Assim, conseguimos diminuir consideravelmente os transtornos para a população. É a isso que chamamos de gestão de resultados”, complementa Guerreiro.

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Já nos acostumamos a ver os depoimentos nas redes sociais:
“Solicitei um PEC para a Rua 12 e já conseguimos ser atendidos, graças ao Guerreiro”.
“Há 10 anos peço uma parada de ônibus num ponto próximo à minha casa e agora, com a interferência de Guerreiro, nós conseguimos”.

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“Hoje consegui chegar ao metrô com a integração, direto de Vicente Pires. Valeu Guerreiro!”
“Um antigo pleito dos papa-lixos foi atendido graças ao empenho do nosso administrador”.
“Passei na rua agora, às 22h00, depois das chuvas, e vi o administrador colocando placas de sinalização num local que oferecia perigo”.
Com esta dinâmica, uma mudança conceitual, muito trabalho e um novo modelo de gestão pública temos, em Vicente Pires, um padrão do serviço público, já reconhecido como de sucesso pela população, que pode ser oferecido como modelo para o restante do DF e até Brasil.

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Com o trabalho diferenciado não demorou muito para que a popularidade do administrador atingisse altos índices de aprovação. Prova disso é a manifestação da comunidade local com o movimento “Fica Guerreiro!”, com o qual a população se organiza, por meio de abaixo-assinados, redes sociais e ações espontâneas, para sensibilização pela permanência do administrador, no novo governo que se iniciará em janeiro do próximo ano.
Por Joaquim Pereira de Paula Neto.
Morador e empresário em Vicente Pires

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Estão abertas as inscrições para o processo seletivo para o Programa Ganhe o Mundo PGM) 2019, organizado pela Secretaria de Educação do Estado (SEE). Estão sendo ofertadas 1.020 vagas, sendo 1.000 para o PGM Tradicional e 20 para a modalidade Musical. As inscrições devem ser feitas entre os dias 4 de dezembro e 3 de janeiro (Tradicional) e 7 de dezembro a 20 de janeiro (Musical) através do site da SEE. Para acessar o edital com todas as informações sobre o processo e o formulário de inscrição, clique aqui.

Para participar da seleção, os estudantes precisam ter, no mínimo, 14 anos de idade até o dia 1º de julho de 2019 e, no máximo, 17 anos até o dia 31 de janeiro de 2019. Os pretendentes também devem estar regularmente matriculados e cursando o 1º ano do ensino médio em escolas públicas estaduais no ano letivo de 2018, bem como estar matriculado nos cursos de línguas do Programa.

Na edição Tradicional, o edital estabelece mil vagas, sendo 700 para a língua inglesa, 295 para a espanhola e cinco para a alemã. Os estudantes convocados irão cursar um semestre letivo em escola de nível médio nos seguintes países: Argentina, Chile, Espanha, Colômbia, Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália e Alemanha. O link para inscrição estão disponíveis no site da SEE: www.educacao.pe.gov.br.

A edição Musical oferece dez vagas destinadas para intercâmbio na Espanha e outras dez no Canadá. Os estudantes selecionados irão vivenciar um semestre letivo do ensino médio na modalidade High School e receberão treinamento prático no instrumento musical ou canto para o qual foi selecionado. Em ambas as edições, os embarques estão previstos para acontecer no próximo mês de julho. O link para inscrição está disponível na página da SEE: www.educacao.pe.gov.br.

PROGRAMA – O PGM foi criado em 2011 com o propósito de aumentar a proficiência das línguas inglesa e espanhola nos jovens estudantes da Rede Estadual de Ensino. Mais de sete mil estudantes já fizeram o intercâmbio através da ação, que oferta, atualmente, as modalidades Tradicional, Musical e Esportivo nos seguintes países: Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, Chile, Espanha, Argentina, Uruguai, Alemanha e Colômbia.

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A população de Cabrobó começou esta semana a ser beneficiada com um novo sistema de esgoto, avanço importante para a melhoria da qualidade de vida na cidade sertaneja. Fruto de recursos na ordem de R$ 13 milhões pela Codevasf, via Ministério da Integração, a obra começou a fase de testes e deve operar com 100% de sua capacidade até o final deste mês, segundo o prefeito Marcílio Cavalcanti. Para o avanço da funcionalidade do equipamento, o deputado federal Fernando Monteiro (PP) articulou, junto à Compesa, a reposição das bombas da estação elevatória e de tratamento de resíduos.
A operação ocorreu na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE 01), onde as águas dos esgotos são bombeadas para a lagoa de estabilização. “Obras como essa permitem a preservação do meio ambiente e a melhoria da saúde da população. Evitando doenças, os gastos com saúde diminuem, desafogando os postos. Promover o avanço de Pernambuco requer compromisso com o seu povo, obrigação de todos os escolhidos por ele para representá-lo”, avalia Fernando Monteiro.

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