Da redação.

13754655_1748734435402410_8915918792799650512_n

O Blog Revista TOTAL, em parceria com a Revista TOTAL,  está divulgando as previsões sobre os prováveis ganhadores das eleições municipais de outubro em Pernambuco. Esse trabalho foi iniciado há dez anos e tem um acerto superior a 90 por cento, conforme podemos verificar em nossos arquivos. O levantamento não é uma pesquisa de opinião, é feito por nossa equipe de repórteres, com a supervisão de Marcelo Mesquita, e se baseia em verificações sobre os apoios que os candidatos estão recebendo de lideranças políticas, empresariais e comunitárias, a popularidade deles junto ao eleitorado e também as coligações partidárias. Em relação aos atuais prefeitos que buscam a reeleição, levamos em consideração o desempenho de suas gestões e o cumprimento das promessas feitas durante as campanhas eleitorais passadas.

A Revista Total tem como uma das marcas a realização de pesquisa com os candidatos que irão concorrer às eleições nos municípios pernambucanos, e a publicação se caracteriza por acertar grande parte dessas pesquisas. Em Vitória de Santo Antão, os dados técnicos apontam para uma larga vantagem do candidato do PSB, Aglailson Júnior sobre os demais concorrentes. O hoje deputado estadual lidera o ranking de preferência da população vitoriense para o próximo mês de outubro. De família tradicionalmente política, o parlamentar tem no currículo, a reforma da Câmara de Vereadores de Vitória, a construção do CIRETRAN, em Vitória, indicações de nomes de escolas, além da participação na industrialização do município de origem. O político se caracteriza pelo seu “sim,sim não,não”, pela aproximação com a população que ajuda a direcionar o trabalho que hoje é feito na Alepe, ao juntar os anseios e a carência do povo. Aspectos que vem dando ao parlamentar uma popularidade crescente com solidez suficiente para que ele aposte em novos projetos políticos.

Por Márcio Maia

The businessman -  bankrupt

Um empresário paulista, Laodse de Abreu Duarte deve à União a quantia de R$ 6,9 bilhões, que é superior ao débito do Estado de Pernambuco e outros dezessete Estados, inclusive a Bahia. Segundo informações da Receita, ele é o maior da receita federal entre as pessoas físicas, já foi condenado em primeira instância à prisão por crime contra a ordem tributária, mas seus advogados recorreram da decisão judicial e ele continua em liberdade.
O empresário era diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) desde 1983, mas, segundo comunicado da direção da entidade, ele era diretor voluntário, não remunerado e renunciou ao cargo ontem (20), depois que o jornal O Estado de São Paulo noticiou o fato. Na comunicação, a FIESP alega que o empresário está contestando os débitos na Justiça e que “a FIESP não faz pré-julgamento sobre casos que estão na esfera judicial”.
A nota da entidade informa que “a FIESP reafirma seus princípios: da mesma forma como condena a excessiva carga tributária do País, é intransigente no combate á sonegação e à corrupção. a FIESP é um dos principais apoiadores do projeto de iniciativa popular que tem a intenção de implantar dez medidas contra a corrupção”.
Laodse Duarte está tendo seu débito bilionário cobrado pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Seus irmãos Luiz Lina e Luce Cleo também têm dívidas superiores a R$ 6,6 bilhões. Os três eram gestores de um grupo empresarial familiar, de onde vêm a maioria dos débitos do trio.
O mesmo levantamento da Receita Federal indica que os débitos dos empresários com o Governo Federal chegam a R$ 1 trilhão e que a soma dos débitos de pouco mais  de 13 mil empresários chega a R$ 812 milhões, cerca de 80 por cento.

Evento teve a presença do vice-governador de Pernambuco, Raul Henry

2016-07-21-PHOTO-00001036 (1)O PMDB de Salgueiro deu a largada para a vitória de sua chapa majoritária na noite de quarta-feira, 20, com a oficialização das candidaturas de Clebel Cordeiro e Dr. Chico Sampaio (DEM), candidatos a prefeito e vice-prefeito, respectivamente.

A convenção Pra Mudar de Verdade foi um dos atos políticos mais prestigiados da história de Salgueiro. Além de centenas de salgueirenses que lotaram a sede da Associação Cultural de Salgueiro (ACS), o evento teve a presença de várias lideranças políticas de Pernambuco e do município, entre os quais o vice-governador Raul Henry (PMDB), o presidente estadual do PTN, deputado federal Ricardo Teobaldo, o deputado estadual Augusto César (PTB) e o presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho.

A convenção também apresentou os candidatos que vão disputar cadeira na Câmara de Vereadores, na eleição proporcional.

Clebel Cordeiro conseguiu aglutinar um grande número de partidos e lideranças em torno de sua candidatura.

2016-07-21-PHOTO-00001039

13700216_1079039042190157_3458452296308796584_nBlog Revista TOTAL, em parceria com a Revista TOTAL,  está divulgando as previsões sobre os prováveis ganhadores das eleições municipais de outubro em Pernambuco. Esse trabalho foi iniciado há dez anos e tem um acerto superior a 90 por cento, conforme podemos verificar em nossos arquivos. O levantamento não é uma pesquisa de opinião, é feito por nossa equipe de repórteres, com a supervisão de Marcelo Mesquita, e se baseia em verificações sobre os apoios que os candidatos estão recebendo de lideranças políticas, empresariais e comunitárias, a popularidade deles junto ao eleitorado e também as coligações partidárias. Em relação aos atuais prefeitos que buscam a reeleição, levamos em considera&ccedil ;ão o desempenho de suas gestões e o cumprimento das promessas feitas durante as campanhas eleitorais passadas.

Agora, estamos apontando mais um pré-candidatos que têm releição garantida.

SÃO JOSÉ DO EGITO – PREFEITO ROMÉRIO GUIMARÃES (PT)
O prefeito Romério Guimarães está com sua reeleição garantida por contar com o apoio das mais importantes lideranças municipais, inclusive do deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB),Senador Humberto Costa (PT)deputado estadual Rogério leão (PR)e o ex-deputado Isaltino Nascimento (PSB) e o ex-deputado José Marcos de lima, que tem prestigiado as principais atividades do Município. Romério conta também, com o desentendimento entre os oposicionistas o que está tornando seu caminho mais facilitado. Durante seu mandato, o prefeito contou com importantes recursos do Governo Federal, obtido através de convênios, o que lhe deu condições de realizar obras, embora as Prefeituras tenham diminuído os recursos oriundos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Foram obras de envergadura nas áreas da Educação, Saúde e Infraestrutura, com o calçamento de diversas ruas e praças e limpeza dos logradouros.

13754655_1748734435402410_8915918792799650512_nSerá realizada no próximo sábado (24), a convenção do PSB no município de Vitória de Santo Antão, quando serão eleitos os nomes do deputado estadual Aglailson Junior, candidato a prefeito, e do vereador Dr. Saulo Albuquerque (Solidariedade), candidato a vice. O evento deverá contar com a participação da cúpula dos partidos dos candidatos (Partido Socialista brasileiro,Solidariedade,Partido Progressista e o Partido dos trabalhadores cristãos ) e dos integrantes da coligação. Os candidatos têm o apoio dos deputados federais Tadeu Alencar e Augusto Coutinho, além de João Campos, que vão estar presentes ao evento.
O deputado Agailson Junior disse ao Blog revista TOTAL que a confirmação do nome do vereador Dr. Saulo foi importante para a candidatura, uma vez que ele é um político muito popular na cidade, onde tem intensa atuação, principalmente na área da Saúde, onde atende a população através do SUS.
O vereador Dr. Saulo também afirmou estar muito satisfeito com a escolha e adiantou estar preparado para realizar muitas ações em benefício da população. Ele afirmou que o deputado Aglailson Junior é um político experiente com uma forte vinculação à Vitória e muitos serviços prestados.
A convenção acontecerá sábado, na sede do Clube Carnavalesco Abanadores o Abanadores, na Praça da Matriz, no Centro de Vitória de Santo Antão. A campanha dos candidatos será coordenada pelo publicitário José Nivaldo Junior.

G1

 urnaEm Pernambuco, o maior limite de gastos de campanha para as eleições 2016 está previsto para o cargo de prefeito: no primeiro turno, os candidatos poderão gastar, no máximo, R$ 6.607.443,14. No segundo turno, o valor máximo para os gastos passa para R$ 1.982.232,94. Os valores foram divulgados nesta quarta-feira (20), no Diário de Justiça Eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (DJe/TSE).

A capital pernambucana também ficou com o maior limite estipulado para o cargo de vereador. Os candidatos poderão usar, no máximo, R$ 887.601,12 para pleitear uma vaga na Câmara Municipal do Recife. O piso de gastos, segundo o TSE, será de R$ 10.803,91.

No município de Olinda, os candidatos a prefeito poderão desembolsar, no máximo, R$ 1.270.350,41 com a campanha. No segundo turno, o valor cai para R$ 381.105,12. Em Jaboatão, os gastos de campanha dos candidatos à Prefeitura pode ser de, no máximo, R$1.114.168,41. Caso haja a necessidade de um segundo turno para as eleições, o limite de gastos será de R$ 334.250,52.

Em Olinda, o valor máximo que poderá ser gasto pelos candidatos a vereador no município é de R$ 92.509,27. Em Jaboatão dos Guararapes, o teto para a campanha de candidatos do mesmo cargo é de R$121.699,88. A consulta para os limites dos gastos dos candidatos às eleições demais municípios de Pernambuco e de outros estados do país pode ser feita através do site do TSE.

Contratação de pessoal
Ainda de acordo com o TSE, a capital pernambucana também lidera o número de contratações para os candidatos a prefeito. Na cidade, os aspirantes ao cargo podem fazer até 12.282 contratações. Para o cargo de vereador, o número máximo de contratações é de 3.439.

Em Jaboatão, os candidatos a prefeito podem contratar, no máximo, 4.853 pessoas para auxiliar na campanha eleitoral.  Em Olinda, será possível fazer até 2822 para a campanha de candidatos ao mesmo cargo. Para os cargos de vereador, os candidatos dos dois municípios podem contratar, respectivamente, 2.427 e 1.411 pessoas para as campanhas.

Esfera nacional
Comparada às outras capitais dos estados brasileiros, Recife é a décima cidade no ranking de limite de gastos de campanha para a prefeitura. A lista é liderada por São Paulo, já que seus candidatos podem orçar a campanha em até R$ 45,4 milhões. Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ) vêm em seguida, com tetos de R$ 26,6 milhões e R$ 19,8 milhões, respectivamente.

Blog do Magno Martins

 qwAs regras eleitorais para o pleito municipal deste ano sofreram profundas mudanças. Há um amplo desconhecimento dos candidatos em relação ao que é possível fazer em relação a tudo, desde material de divulgação pelas ruas à propaganda eleitoral no rádio e na televisão. O que mais tem tirado o sono dos que enfrentarão o julgamento do eleitor nas urnas é o financiamento das campanhas.

Acabou a mamata da gastança por parte das empreiteiras. Está proibida a doação empresas, as contribuições jurídicas. Ajuda em dinheiro, só por pessoa física e com limites. O Tribunal Superior Eleitoral determinou também limites de gastos. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, por exemplo, um candidato a prefeito só poderá gastar até R$ 45,4 milhões no primeiro turno da disputa e R$ 13,6 milhões em um eventual segundo turno.

No Recife, este teto é de R$ 6,6 milhões, Belo Horizonte – R$ 26,6 milhões; Rio de Janeiro – R$ 19,8 milhões; Salvador – R$ 14,6 milhões; Fortaleza – R$ 12,4 milhões e Curitiba (PR) – R$ 9,5 milhões. O valor máximo para as campanhas ao Executivo nas cidades pequenas é de R$ 108 mil; para o Legislativo, R$ 10,8 mil. São 3.794 municípios do país (ou seja, 68% do total) que têm esse teto para os dois cargos.

As tabelas com os limites de gastos foram publicadas no Diário de Justiça Eletrônico do TSE e podem ser acessadas no site. O TSE atualizou os valores de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do IBGE. O índice de atualização dos limites máximos de gastos foi de 33,8%, o que corresponde ao INPC acumulado de outubro de 2012 a junho de 2016.

Para os municípios de até 10 mil eleitores e com valores fixos de gastos de R$ 100 mil para prefeito e R$ 10 mil para vereador, o índice de atualização aplicado foi de 8%, que corresponde ao INPC acumulado de outubro de 2015 a junho de 2016, já que esses valores fixos foram criados com a promulgação da lei nº 13.165, de 2015.

As tabelas também mostram que o maior número de contratações poderá ser feito pelos candidatos da cidade de São Paulo. Para o cargo de prefeito, poderão ser realizadas até 97.719 contratações. Já para o cargo de vereador, o número máximo será de 27.361. Isso porque a reforma eleitoral feita em 2015 também estipula limites para a contratação direta ou terceirizada de pessoal para prestar serviços referentes a atividades de militância e mobilização nas ruas durante a campanha.

Os candidatos da cidade de Serra da Saudade (MG) e Araguainha (MT), as menores do país, com 959 e 954 eleitores, respectivamente, poderão contratar até dez pessoas para as campanhas ao cargo de prefeito e até cinco para as de vereador.

CONTAS– Já está disponível, desde ontem, o download, no site do TSE, do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE). A ferramenta deve ser utilizada por candidatos e partidos para registrar a movimentação financeira da campanha e gerar a prestação de contas eleitoral. Quanto às enquetes referentes ao processo eleitoral estão proibidas. Enquete é a simples coleta de opiniões de eleitores sem nenhum controle de amostra e sem a utilização de método científico para sua realização. Já a pesquisa eleitoral, que está permitida e deve ser registrada, utiliza dados estatísticos realizados junto a uma parcela da população de eleitores.

Blog Inaldo Sampaio

stefaniO Governo de Pernambuco autorizou nesta terça-feira (19) a liberação de R$ 3,3 milhões para a realização de obras em 17 municípios do Estado.

Os recursos serão liberados pela Secretaria de Planejamento e Gestão através do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM).

De acordo com o secretário Márcio Stefanni, o FEM se encontra na sua terceira edição e até agora já investiu nos municípios R$ 386 milhões.

Este programa foi criado no governo de Eduardo Campos e prevê a liberação anual para cada um dos 184 municípios pernambucanos de uma quota equivalente a um mês de FPM.

Dos recursos liberados hoje (20), a maior parte se destinará ao Sertão Central: São José do Belmonte, Verdejante e Cedro.

Também foram beneficiados Caetés, Itaíba, Amaraji, Cortês, Recife, Jaboatão dos Guararapes, Itapissuma, Afogados da Ingazeira, Tuparetama, Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Altinho, Arcoverde e Bom Jardim.

“Ao liberar esse volume significativo de recursos em um cenário de forte restrição fiscal, o Governo de Pernambuco reafirma sua disposição de continuar apoiando os municípios. Esse dinheiro será convertido em obras, vai gerar empregos e movimentar a economia local”, disse o secretário do Planejamento.

Blog do Josias Sousa

EliseuPadilhaMarceloCAmargoABrNo início de sua interinidade, Michel Temer fixara uma diretriz: sobre economia, quem fala em nome do governo é Henrique Meirelles. Decorridos dois meses, a blindagem do ministro da Fazenda já apresenta trincas. Principal auxiliar político de Temer, o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) ergue barricadas contra a intenção da equipe econômica de promover um contingenciamento —eufemismo para bloqueio de gastos— da ordem de R$ 20 bilhões. Faz isso passando a impressão de que ecoa uma vontade superior. E oferece como alternativa uma proposta do colega José Serra (Itamaraty), um desafeto de Meirelles.

“Essa palavra [contingenciamento] não é conhecida dentro das nossas relações aqui, com Fazenda, Planejamento, Casa Civil”, disse Padilha nesta quarta-feira. Ele enfatizou: “Desconhecida!” E disparou uma interrogação na direção dos repórteres: “Já ouviram falar de securitização dos créditos?”

Numa tradução grosseira, a securitização é um mecanismo que permite ao governo oferecer no mercado créditos que não consegue receber à vista. Em troca do pagamento imediato, o governo concede um deságio (pode me chamar de desconto) ao comprador do crédito, que vai à luta para cobrar o valor integral do espeto, embolsando a diferença.

Corre no Senado um projeto de lei que formaliza a securitização. Foi apresentado pelo senador José Serra antes de virar ministro. Estima-se que pode render ao governo algo como R$ 60 bilhões. Ao brandir a proposta diante das câmeras, Padilha insinua que a tesoura de Meirelles é inconveniente e desnecessária. Chega mesmo a estimar que o balcão de créditos pode render mais do que o previsto — R$ 60 bilhões “é pouco”, declarou Padilha. “Estamos trabalhando com mais de R$ 1 trilhão [de dívida ativa da União]”.

O relator do projeto de Serra é o senador Paulo Bauer (PSDB-SC). Em conversa com o blog, ele disse que os créditos da União de fato somam algo como R$ 1,2 trilhão. Mas a Fazenda estima que, desse total, apenas R$ 120 bilhões poderiam despertar algum interesse de instituições financeiras no balcão da securitização. O resto é mico. Escorando-se nas conversas que manteve com técnicos do próprio governo, Bauer calcula que o deságio ficaria ao redor de 50%. Quer dizer: se a coisa funcionasse, o governo arrastaria para seus cofres R$ 60 bilhões.

O diabo é que a tesoura de Meirelles tem uma pressa que não orna com o ritmo do projeto de Serra. A securitização cavalga um projeto de lei complementar. Aprovado no Senado, vai à Câmara. Se for modificado pelos deputados, retorna ao Senado. Depois, será necessário aprovar nas duas Casas um projeto de lei ordinária, regulamentando a medida. O senador Bauer avalia que, recorrendo-se ao regime de urgência, pode-se abrir o balcão da securitização no final do ano. Será?

O repórter perguntou a Bauer se alguém consultou o mercado para saber se há mesmo instituições financeiras interessadas em comprar créditos do governo. E ele: “Não sei dizer. Quem teria que ter feito essa avaliação é o próprio Serra. Os técnicos do governo com os quais eu falei também não fizeram maiores observações sobre esse assunto. Alguns Estados, como São Paulo, já fizeram esse tipo de operação. Houve interesse. Supõe-se, então, que vai haver interesse.”

Nesse contexto, ou Eliseu Padilha sabe de algo que todos ignoram ou está guerreando contra os cortes desejados pela Fazenda armado de uma ficção. Fechado com Serra, Renan Calheiros pautara a votação do projeto da securitização para a primeira quinzena de julho. A Fazenda levou o pé à porta. A equipe de Meirelles sugeriu ao relator que destinasse 100% do dinheiro amealhado com a venda dos créditos ao pagamento de dívidas públicas e à cobertura de débitos previdenciários. Uma forma de impedir que a verba fosse torrada em obras.

De início, Paulo Bauer concordou em estipular um teto de 30% para os investimentos. Hoje, cogita retomar o texto original de Serra. Sustenta que os créditos que serão comercializados referem-se a contribuições e impostos atrasados. E a destinação da verba já está prevista nas leis que criaram os tributos. O debate será retomado na volta dos congressistas do recesso, em agosto.

Padilha não é o único auxiliar de Temer a se opor ao bloqueio orçamentário pretendido pela equipe de Meirelles. Há outros ministros políticos engajados na causa. A diferença é que se queixam longe dos refletores. Receiam que a tesoura da Fazenda comprometa gastos sociais em ano eleitoral e às vésperas do julgamento de Dilma Rousseff no Senado. Nesse enredo, o governo só deveria torcer o nariz dos espectadores a partir de novembro, com as urnas abertas e Dilma transferida para seu apartamento de Porto Alegre.

Como se fosse pouco, Padilha falou aos repórteres sobre juros em dia de reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Compom. Disse que Michel Temer defende a queda da taxa Selic. “Se analisarmos todos os indicadores, vamos ver que, forçosamente, teremos queda nos juros”, disse.

Após afirmar que o Planalto não deseja se meter nas atribuições do BC, Padilha foi adiante: A queda dos juros “agrada o presidente. Ele vê com bons olhos se pudermos, com autonomia do Banco Central, corresponder a essa expectativa. Economistas, agências de avaliação estão dizendo. A palavra final é do Banco Central.” No início da noite, o Copom anunciou sua decisão: manteve a taxa em 14,25% ao ano, a maior nos últimos dez anos.

A diretoria do Banco Central fez mais. Após a primeira reunião presidida pelo economista Ilan Goldfajn, divulgou-se uma nota três vezes maior que os textos habituais. Nela, o BC foi claro como água de bica ao explicar as razões que levaram o Copom a manter os juros nas alturas. Incluiu entre as motivacões as dúvidas que rondam a gestão das contas públicas. Essas dúvidas são potencializadas pela interinidade do governo e pela incerteza quando à aprovação do projeto que fixa um teto para os gastos públicos.

Horas antes, pelo Twitter e por meio de seus assessores, Temer repetiu que respeita a autonomia do Banco Central. Soou como se desautorizasse Eliseu Padilha. Político experimentado, Temer sabe que, entre suas atribuições, está a de administrar divergências. Intrigas, todo governo tem. Mas obrigar um ministro da Fazenda a se dividir entre a gestão as contas e o acompanhamento das opiniões dos conselheiros do presidente é a melhor receita para o fiasco.

586eba6f-0663-4ec4-b391-0c4894514fbc

 André Fonseca com o embaixador do Gabão no Brasil – JACQUES MICHEL MOUDOUTE-BELL

O Cônsul André Fonseca,é um dos homens mais influentes do brasil  na áfrica,além de ter um curriculum invejável, tem um excelente relacionamento com embaixador do gabão no Brasil JACQUES MICHEL MOUDOUTE-BELL, O prestígio dele é muito grande nos meios políticos,empresariais,e diplomáticos.
 Sua Atuação é reconhecida pelos diversos setores tanto no brasil quanto na áfrica,o que faz com que seu nome tenha sido ventilado a algum tempo para ocupar importantes cargos em pernambuco. Por conta disso,ele vem mantendo estreito relacionamento com o embaixador Gabaõ do Brasil JACQUES MICHEL ,(foto) e o presidente do Gabão ALI-BEN BONGO ONDIMBA ,com os , quais tem muitos planos para estreitar o relacionamento econômico e politico entre o brasil,especialmente para Pernambuco.
CÔNSUL DO GABÃO / ÁFRICA EM PERNAMBUCO – BRASIL.
Diretor Presidente do escritório AHGF & Advogados Associados, Advogado militante, Pós-Graduado em Direito Civil, Pós-Graduado em Processo Civil, Pós-Graduando em Direito Penal, Pós-Graduando em Processo Penal, Conselheiro Titular da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/PE), Adido Jurídico do Consulado do Peru para o Nordeste do Brasil, Membro do Círculo Diplomático e Consular do Nordeste do Brasil, Membro da Sociedade Consular de Pernambuco, Diretor Executivo de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informatica (IBDI), Empresário do Ramo Imobiliário, Empresário do Agro-Negócio.
Fechar