A Associação da Imprensa de Pernambuco manifesta sua solidariedade ao jornalista Ivan Maurício, que foi exonerado do cargo de Diretor de Comunicação do Poder Legislativo de Olinda, no último dia 01 de abril, por não ter aceitado votar e fazer pré-campanha eleitoral para a esposa do presidente da Câmara Municipal, Jorge Federal, que é pré-candidata a vereadora do município.

Ao tempo que nos solidarizamos com o jornalista, cuja trajetória de 52 anos de profissional guarda boa parte deles – quase duas décadas – trabalhando sob a censura prévia durante a ditadura militar, na resistência da chamada imprensa alternativa, em jornais como “Opinião”, “Movimento”, “O Pasquim” e “Versus”.

Não podemos deixar de manifestar nossa indignação pelo uso da força política por parte do presidente da Câmara Municipal Jorge Federal, que utilizar um cargo público para obter vantagem pessoal.

Recife, 02 de abril de 2020

MÚCIO AGUIAR NETO
Presidente

O pastor Jairinho segue firme na sua caminhada rumo à prefeitura do Recife. A poucos dias do prazo de filiação terminar, Jairinho garante um espaço importante dentro do Partido Trabalhista Cristão 36. Nesta quarta-feira, o presidente estadual do PTC, Fabio Bernardino ,que também é vice presidente nacional, abriu um importante espaço ao fenômeno da eleição de 2018 ao senado, Pastor Jairinho, que teve quase 200 mil votos, sendo quase 50 mil na capital, nomeando-o à presidencia municipal do partido, como gesto de consolidação da legenda ao postulante à disputa Municipal. Segundo Fabio Bernardino Silva, o pastor Jairinho sairá com a chapa de vereadores completa, a qual, aliás, já está pronta para as eleições 2020. Ainda segundo Fábio, o Pastor Jairinho representa a renovação da política em Recife, o que dará ampla visibilidade ao partido.

Número de casos suspeitos de coronavírus em Guarulhos sobe 21% em …

No detalhe – A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, nesta quinta-feira (02.04), 11 novos casos da Covid-19 no Estado. Com a atualização, o Estado contabiliza 106 ocorrências pelo novo coronavírus. Mais 1 óbito também foi confirmado, subindo para 9.

De acordo com o boletim epidemiológico desta quinta (02.04), dos 11 novos casos confirmados, 2 são do sexo masculino, com idades entre 31 e 61 anos; e 9 do sexo feminino, na faixa etária entre 33 e 71 anos. Dos pacientes, 10 são residentes do Recife e 1 de Jaboatão dos Guararapes.

Brasil tem 250 mortes e 7.011 casos confirmados de coronavírus, diz ministério.

Que Brasil teremos quando a epidemia passar?

Talvez beire a unanimidade que o Brasil será outro tão logo a epidemia pelo coronavírus se encerre. Talvez antes mesmo. Mas é fato que a relação do país mudará. Não cabe avaliar se melhor ou pior. Mas muito será diferente quando o vendaval passar.

O governo federal sinalizou para cortes salariais de até 70% como forma de preservar empregos. No mesmo dia em que circulou nas redes sociais a demissão em massa de funcionários ligados a uma empresa de viagens, em Porto Seguro, na Bahia. Procedimento que tem ocorrido em várias áreas, principalmente aquelas vinculadas ao turismo. Num país onde quase ninguém pode sair à rua, quem irá turistar?

A conta chegará infelizmente para todos. Estudos de Harvard estimaram uma queda de 26% na arrecadação do País. Não é pouca coisa. Isso mexerá com serviços, servidores e agregados. Teoricamente, de todas as estaturas. Dia após dia, no isolamento das casas, não tem quem não esteja “matutando” sobre isso.

A bolha do custo de vida brasileiro, com altíssimos impostos que regulamentam tudo, vai estourar. Ou deveria. Nos acostumamos a achar normal que o custo de qualquer item seja três vezes mais do que há cinco anos, quando o salário não cresce nem perto disso. E que a inflação oficial não condiz com a conta de um supermercado. Seria muito bom que tais reflexões passassem pela mente de autoridades, que preferem se preocupar em discutir o adiamento da eleição, a antecipação de um imposto ou a perda de uma verba indenizatória. O Brasil que teremos quando a epidemia passar merece mais que isso.

GOIANA – Goiana voltou ao foco político do estado, com a notícia da possível intervenção no município. O município vive a peculiaridade de ter um prefeito, Osvaldinho, e um candidato dito de oposição, Bruno Lisboa, que são do mesmíssimo partido, o MDB.

IPTU – Indagamos anteontem neste espaço se a antecipação do IPTU por parte da Prefeitura do Recife compensaria o desgaste desse debate. Ontem, o Tribunal de Contas do Estado suspendeu a medida da prefeitura, que atribuiu a ideia a grandes empresários e já prometeu recorrer. Reiterando: compensa o desgaste?

ATÉ SÁBADO – Prefeitos correm contra o tempo para montar e equacionar suas chapas proporcionais. Até sábado, todos os pré-candidatos devem estar filiados. O prefeito de Vitória de Santo Antão, José Aglailson Júnior, é um desses, que seguem a todo vapor.

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Foi o que disse o governador Miguel Arraes, com voz pausada e olhar firme, ao ser abordado, nos jardins do Palácio, pelos coronéis Ivan Rui e Dutra de Castilho, que anunciavam sua deposição num dia como o de hoje – primeiro de abril de 1964 – há exatamente 56 anos.

Àquela altura – por volta de 11h da manhã – os militares golpistas já haviam obtido a garantia do vice-governador Paulo Guerra de que assumiria o cargo tão logo houvesse a deposição; tinham controlado a guarda do Palácio, trocando PMs por soldados do Exército; e haviam posicionado ninhos de metralhadora apontadas para a sede do governo estadual, na própria praça da República e na Rua da Aurora. “Recolha-se ao segundo andar com sua família”, retrucou Dutra de Castilho, aos gritos (ou “de maneira enérgica”, como definiu Ivan Rui). Sempre sereno, Arraes respondeu que não confiava sua família a quem estava golpeando a democracia.

Releio o relato resumido acima ao abrir pasta do meu arquivo pessoal, recheada de recortes e fotografias de Miguel Arraes. Em uma das fotos eu estou com ele – e vai postada aí. A matéria que mais chamou minha atenção também vai aí reproduzida.

Observe a data – 4 de abril de 1965 – e a fonte – o próprio coronel Ivan Rui, um dos principais artífices do golpe aqui no estado. Trata-se de uma reportagem que preenche três quartos da página 33 daquela edição do JB e não tem assinatura do autor.

O título é “Revolução viveu um drama quando Arraes não aceitou renunciar”. O autor do texto praticamente não se imiscui no relato, todo ele construído com a costura de frases do entrevistado. Apesar disso, se sobressai, nítida, a atitude heróica do governador, que não vacila em defender as prerrogativas do seu mandato legitimamente conquistado, mesmo estando desarmado diante de imenso poderio militar que o cercava.

Ivan Rui contou ainda que haveria, por insistência do comandante regional da Marinha, Almirante Dias Fernandes, uma tentativa de fazer Arraes aderir ao movimento, permitindo a troca de alguns secretários – “não governo com injunções!” – ou que renunciasse, proposta repelida com mais veemência ainda: “Tenho um nome para legar aos meus filhos”. Vários governadores trilharam este caminho. Mas só Arraes preferiu o sacrifício de honrar seus compromissos éticos e políticos.

Arraes foi um dos raros homens que conseguiram demonstrar tanto a bravura súbita do herói individual que define batalhas quanto a coragem que flui sem interrupções ao longo da vida dos grandes homens. É esta que decide as guerras. Livre, foi o governador e o deputado que nunca esqueceu sua missão de guardião dos interesses dos pobres e sempre foi a voz firme em favor da liberdade, da justiça, da democracia. Mantido quase como refém da linha dura militar, quando, pelas próprias leis do regime, já deveria estar solto, era sempre o mesmo – sereno, equilibrado, consciente.

Convivi com Miguel Arraes mais de perto durante seu terceiro governo – 1995 a 1998 – e nos anos nos quais ocupou um escritório no bairro do Cordeiro. Nunca o vi fazer qualquer gesto, nem sequer uma palavra de reclamação pelo que sofreu. Somente ao olhar para a história – que orienta a caminhada rumo ao futuro – se permitia visitar estes acontecimentos e refletir sobre seus significados e implicações. Cada gesto, cada palavra eram e são lições de vida e de politica. Lições que de extrema utilidade, que precisam estar na cabeça e no coração de todos nos dias que estamos vivendo

Viva Arraes!
Viva o Brasil!!
Viva a Democracia, a Liberdade de Expressão!
Três vivas à luta do povo brasileiro!!!

A informação de um pedido de intervenção do Ministério Público de Pernambuco a um município movimentou o mundo político de Pernambuco. Segundo informações colhidas junto a um procurador do Ministério Público, o município em questão é o de Goiana na Mata Norte. A cidade recentemente recebeu vultosos investimentos e vivencia um momento muito difícil na gestão comandada pelo prefeito Osvaldo Rabelo Filho.

Fonte Blog do Edmar Lyra

Nesta quarta-feira (1º/04), o procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu de Barros, protocolou representação junto ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), para que seja decretado intervenção em um município pernambucano. A vasta documentação colhida nos procedimentos de investigações comprovam nove ilicitudes, com práticas de infrigência a vários princípios constitucionais, conduta de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública.

A representação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) está fundamentada em quatro investigações ― Procedimento Investigatório Criminal, instaurado pelo próprio MPPE; Relatório de auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE); Inquérito Policial, instaurado pela DRACO; e Inquérito Cível por atos de improbidade, instaurado pelo MPPE no município ―, que apontam irregularidades em quase todas as Secretarias Municipais da cidade.

Matheus é o paciente com coronavírus mais jovem do país a morrer até agora

Por Redação‌

‌ ‌‌O empresário Manoel Balbino, proprietário de uma pequena fábrica de bolos em Natal (RN), perdeu seu filho, Matheus Aciole, de apenas 23 anos, em decorrência de complicações da covid-19.

Matheus é o paciente com coronavírus mais jovem do país a morrer até agora.

Balbino é relativamente assíduo nas redes sociais e fez ao menos duas postagens em apoio à postura do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ) desmerecendo a crise do coronavírus.

Em uma delas, Balbino posta um card que compara a crise da gripe suína com a recente, do coronavírus. A postagem minimiza o risco do coronavírus e avisa: “Entenda como a mídia esquerdista manipula sua vida.”

Em outra, um banner diz: “Foi só Bolsonaro falar em voltar trabalhar que a petezada tá tudo bravo…(sic)”.

Matheus Aciole morreu, no início da noite desta terça-feira (31), em um hospital privado da capital potiguar. De acordo com as autoridades locais de saúde, Aciole era obeso e apresentava pré-diabetes, fatores considerados de risco para o novo coronavírus.

Ele tinha o sonho de abrir um bistrô para colocar em prática o que aprendeu nas faculdades de Gastronomia e Nutrição.

Fonte Revista Fórum

A gripezinha virou nosso maior desafio

A mudança no discurso é extremamente comum quando se trata do meio político. Faz até parte do pragmatismo que as circunstâncias e os fatos tragam novas interpretações. Em seu pronunciamento para rádio e TV, o quarto desde o início da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro fez o que manda o manual: foi a hora da repaginada. A gripezinha de outrora deu lugar ao “maior desafio dessa geração”. E aparentemente foi o fim do “fim do isolamento”, não citado pelo chefe do Executivo.
A mudança de discurso não é tão complicada para o político como é para seu entorno. Avalie os céticos que entoavam a história da gripe, o que devem pensar agora? É difícil se confrontar com aquilo que pregava e que parece ter deixado de fazer sentido. São os fatos, ora bolas. Não dá para bater a cabeça na parede tantas vezes sucessivas.
Situações como essa não faltam. Arraesistas históricos passaram duas décadas xingando Jarbas, até sua subida no palanque com Eduardo Campos para eleger Geraldo Júlio em 2012. Não satisfeitos, seis anos depois estavam os mesmos pedindo votos para Jarbas senador. Quando imaginariam aquilo? Jarbas idem, quando colega de chapa do petista Humberto Costa, com direito a #LulaLivre. O que não fazem as circunstâncias…
Política é a arte de ler as circunstâncias. Tirar o melhor proveito da situação. Tanto que muitos políticos e mesmo partidos quase nunca estiveram como oposição. Piada até pouco tempo recorrente em Brasília era de que não se sabia quem seria o próximo governo, mas que seu líder seria o então senador Romero Jucá. Vale a infame frase de que quem não olha a biruta é um biruta.
MIGRAÇÃO – Legislativos de todo o Brasil têm iniciado a sua migração forçada para os meios digitais, funcionando votações por videoconferências. A Alepe estreou ontem, com a aprovação de projetos reconhecendo o estado de calamidade de 64 municípios.
TRUMP – Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump alertou a população de que os próximos 15 dias serão “muito difíceis”. Imagine os quatro anos que ele quer passar mais na Casa Branca…
PRAZO – O Tribunal Superior Eleitoral frisou que o calendário eleitoral está mantido, o que significa que os pré-candidatos precisam estar filiados até o sábado (4). Os tradicionais eventos de filiação não devem ocorrer, e os postulantes devem se limitar a anunciar pelas redes sociais as legendas nas quais ingressarão.

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Na cidade de Belém de Maria desde o final da tarde não se fala em outra coisa: A oposição perdeu o comando do partido para o atual secretário de governo, Rolph Casale. Embora tenha entrado na política pelo PSB, partido pelo qual foi eleito prefeito em 1996, Rolph se distanciou da legenda em 2000 e volta agora em 2020 a convite do presidente estadual do partido Sileno Guedes e do Governador Paulo Câmara.

O pré-candidato de oposição na cidade que seria candidato pelo PSB, Eudo Junior, anunciou sua filiação ao AVANTE do deputado federal Sebastião Oliveira que era aliado de Rolph até 2019. O comentário é de que com o apoio de Sebastião Oliveira a Eudo Junior o clima na cidade é de revanche não só de dois grupos políticos mas, do próprio Sebastião.

Conversamos com Eudo Junior para saber os motivos que o levaram ao AVANTE e não a disputar pelo PSB que era um partido historicamente de oposição na cidade.

1 – Eudo Junior, todos esperavam sua ida para o PSB – 40, que já é tradição em Belém de Maria. Por que a escolha pelo Avante?

Na verdade o prefeito atual de Belém de maria Rolph Junior, tentou através de traição política com o seu deputado federal Sebastião Oliveira o qual teve seu apoio em 2018 sendo o mais votado de Belém com três mil votos, foi abandonado pelo mesmo e se aproximou de Silvio Costa filho para me golpear tentando me impedir de ser candidato com medo de disputar comigo mano a mano, mais Deus me deu a resposta imediata e o deputado federal Sebastião Oliveira me abraçou me dando o avante 70 e irei junto com ele fazer a maior campanha da história de Belém e serei vitorioso em 2020 no dia 04/10/2020.

2 – Com quantos partidos ficará a oposição na cidade, resumindo seu grupo politico?

Serei candidato pelo avante 70 e teremos o PSD 55 na aliança.

3 – Como se deu sua ida para o Avante e isso atrapalhará sua aliança com o PSD de André de Paula?

Jamais atrapalhará, até porque minha chapa no 55 deverá sair de lá o 55 e mais dois vereadores eleitos por lá, e no avante 70 mais dois vereadores de Mandatos e minha candidatura a prefeito.

4 – Você acredita que Sebastião Oliveira terá uma importância na política de Belém de Maria?

Terá até demais, um deputado de moral e sertanejo de palavra e de respeito, que já levou mais de 3 milhões de emenda para Belém, tem força política demais e estrutura pesada para nos ajudar com grandes investimentos partidário e político.
Silvinho Silva

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