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O advogado trabalhista e contador Miguel Arruda da Motta Silveira Filho, de 46 anos, acordou, nesta terça-feira, e recebeu a notícia sobre o trágico acidente envolvendo sua família e a morte da esposa, Maria Emília Guimarães, 39, e do filho, Miguel Neto, de apenas três anos. Desde o capotamento, que aconteceu na noite do domingo, no cruzamento da Avenida Rosa e Silva com a Rua Padre Roma, ele foi mantido sedado pelos médicos. Apesar de devastado emocionalmente, o quadro clínico dele é considerado bom e sem risco de morte. A filha do casal, Marcela Guimarães Motta Silveira, de cinco anos, passa por uma nova cirurgia nesta noite.

“Tiraram a sedação dele, e ele perguntou sobre o que tinha acontecido. Aos pouquinhos, ele vai digerindo essas notícias, mas já sabe do falecimento da esposa e do filho”, contou uma familiar. Miguel estava com a esposa, os dois filhos e a babá Roseane Maria de Brito Souza, 23, grávida de quatro meses, voltando da casa dos pais quando houve o acidente. Um Ford Fusion, de placas NMN-3336, em alta velocidade, atingiu violentamente o carro da família, uma Toyota RAV4, de placas OEZ-4943. A mãe e a babá morreram na hora. As crianças e o advogado foram socorridos.

VÍDEO MOSTRA MOMENTO DO ACIDENTE
Miguelzinho chegou ao Hospital Santa Joana com traumatismo craniano grau 4 (o índice de variação é de 0 a 15) e hemorragia no abdômen, que não foi detectada no início do atendimento. Ele foi submetido a transfusões de sangue, mas o volume não subiu. Só então, de acordo com a família, detectaram a hemorragia. Ainda na segunda, o garoto entrou no bloco cirúrgico para conter o sangramento, mas não resistiu.

A irmã Marcelinha foi atendida no Hospital da Restauração e, também na segunda, foi encaminhada ao Hospital Santa Joana. Ela chegou com traumatismo craniano grau 7 e foi submetida a uma cirurgia. Até então, o procedimento no crânio havia sido considerado bem-sucedido. No entanto, na noite desta terça, ela passa por outro procedimento. A previsão é que a nova cirurgia dure cerca de 3h30.

Maria Emília foi sepultada ao lado do filho, na noite dessa segunda, no Cemitério Morada da Paz, Paulista. Roseane foi enterrada no Cemitério Municipal São Francisco de Assis, em Aliança, sua cidade natal. Ela deixou uma filha de dois anos.

O ACIDENTE

O trágico acidente aconteceu por volta das 19h30, no último domingo, dia 26 de novembro, no cruzamento da Avenida Rosa e Silva com a Rua Padre Roma, no bairro da Tamarineira. O condutor do Fusion, o universitário João Victor Ribeiro de Oliveira, 26, fez o teste de alcoolemia e foi constatado nível 1,03. Após audiência de custódia, já na segunda, ele foi autuado em flagrante por duplo homicídio doloso e três lesões gravíssimas e encaminhado ao Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima. Pouco tempo após a autuação, o Hospital Santa Joana confirmou a terceira morte resultante do acidente, o filho mais novo do casal.
Diário de Pernambuco

 

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Os norte-coreanos comemoraram o “bem-sucedido” lançamento de Kim Jong-un
A Coreia do Norte anunciou nesta quarta-feira que o último projétil lançado pelas suas forças é um novo modelo do míssil balístico intercontinental (ICBM) batizado Hwasong-15, que é capaz de alcançar “todo o território dos Estados Unidos“.

Mundo

Coreia do Norte: míssil pode atingir todo o território dos EUA

Os norte-coreanos comemoraram o “bem-sucedido” lançamento de Kim Jong-un

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Coreia do Norte divulga imagens de míssil que sobrevoou Japão – 29/08/2017 (KCNA/Reuters)

A Coreia do Norte anunciou nesta quarta-feira que o último projétil lançado pelas suas forças é um novo modelo do míssil balístico intercontinental (ICBM) batizado Hwasong-15, que é capaz de alcançar “todo o território dos Estados Unidos“.

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Como o regime costuma fazer, a veterana apresentadora Ri Chun Hee anunciou na televisão estatal o “bem-sucedido” lançamento que “Kim Jong-un autorizou e testemunhou pessoalmente”. Ri detalhou que o míssil voou 950 quilômetros e alcançou a altura de 4.475 quilômetros. As informações foram confirmadas por Seul, Washington e Tóquio.

O físico David Wright, da ONG Union of Concerned Scientists, afirmou ao jornal The New York Times que o míssil lançado nesta quarta realmente teve um desempenho superior aos disparos anteriores. Segundo a análise de Wrigh, o projétil poderia ter alcançado até 12.900 quilômetros, ou seja, poderia chegar até a capital Washington D.C.ou qualquer outra cidade dos Estados Unidos.

Porém, segundo o físico, os norte-coreanos provavelmente adicionaram uma carga leve ao míssil, o que significa que não poderia ser classificado como balístico intercontinental. Wright também é cético quanto à capacidade do projétil em carregar uma ogiva nuclear.

Veja.

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Deivianne Alves ainda tenta superar a morte do menino Diogo Vinicio Alves Pinto, de cinco anos. O seu filho não resistiu a um quadro de pneumonia, agravado pela dificuldade que a família teve em receber atendimento no sistema público de saúde do Rio de Janeiro. A criança morreu no último dia 2, após três idas frustradas a hospitais – segundo os pais, Diogo Vinicio foi liberado em todas as visitas sem que um exame sequer fosse feito.

Diogo Vinicio chegou a ser transferido para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes. “Nisso, fomos na Justiça pedir uma transferência rápida, mesmo assim não conseguimos. Só fomos conseguir no dia 1º, às 4 horas da tarde, para o Hospital Carlos Chagas. A ambulância que transferiu meu filho não tinha suporte, não tinha oxigênio. Meu filho, se chegasse de cinco a dez minutos atrasado no Hospital Carlos Chagas, chegaria morto, foi o que o médico falou. Chegando lá, ele foi para a UTI, ficou até o dia 2, quando veio a falecer”.

Ao UOL, a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro lamentou a morte da criança e ressalta que a direção da UPA de Cabuçu informou que o paciente deu entrada na unidade no dia 27 de outubro, foi acolhido e avaliado pela equipe médica. Segundo o comunicado, Diogo Vinicio passou por exames laboratoriais que não apresentaram sinais de quadro infeccioso. O paciente, então, foi liberado com orientação.

“Após cinco dias, o paciente deu entrada no Hospital Estadual Carlos Chagas com quadro de insuficiência respiratória. Foi avaliado pela equipe médica, internado em unidade de terapia intensiva, acompanhado e medicado. No dia seguinte, a criança evoluiu para óbito”, informou a Secretaria.

A Secretaria de Saúde de Nova Iguaçu não se manifestou até o fechamento da reportagem.

Deivianne conta ao UOL que o drama da família começou no dia 15 de outubro. Uma febre seguida de convulsão a fez levar a criança para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cabuçu, a mais próxima da região onde eles moram, em Nova Iguaçu. O médico de plantão receitou uma medicação para conter a febre, sem sucesso.

Dez dias depois, a criança ainda não havia se recuperado. A mãe voltou ao hospital, dessa vez ao Hospital Geral de Nova Iguaçu em busca de um exame de raio-x para a criança.

“Fui no hospital da Posse, porque lá eu tinha certeza que a máquina de raio-x estava funcionando. A médica o atendeu, viu, falou que não tinha necessidade de fazer raio-x, só em caso grave, porque meu filho estava bem. Nisso, ela liberou logo em seguida. Mesmo meu marido pedindo o raio-x, ela falou que não tinha necessidade. Aí liberaram a gente”, explicou a mãe.

Depois de serem liberados do hospital após uma segunda tentativa de exame, os pais viram o quadro de saúde de Diogo Vinicio piorar de forma repentina.

“No dia seguinte, dia 26, meu filho passou mal de convulsão de novo, eu fui para a UPA de Cabuçu de novo. Chegando lá eu falei: ‘doutor, não entendo que essa febre está indo e voltando e ele está roncando muito, tem como o senhor escutá-lo?’ Aí o médico foi lá, escutou, e falou: ‘o pulmão do seu filho está limpo’. Eu falei: ‘tem certeza, doutor?’ Aí ele falou: ‘totalmente'”, complementou Deivianne, que afirma ter um vídeo comprovando esta conversa com o médico da UPA de Cabuçu.

Deivianne explica que o estado de saúde o filho piorou de vez no dia 31 de outubro. A família teve que recorrer à Justiça para conseguir que a criança tivesse um atendimento adequado e fosse internado em um hospital.

“Tive que ir no hospital mais próximo que tinha, que é o 21 de julho. Lá, não tinha suporte para o meu filho. Entraram em contato com a [Hospital] Posse, que não quis receber meu filho, pois ele precisava de uma UTI. Lá nesse hospital, meu filho ficou só no oxigênio, e a convulsão dele não parava. Só foi passar no dia seguinte, às 5h40 da manhã. Meu filho ficou 11 horas convulsionando lá”, contou a mãe.

 

Renan Prates -Uol

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Familiares têm direito a seguro de R$ 81,4 milhões, que ainda não foi pago

Talyta Vespa, do R7

Exatamente 1 ano atrás, o avião da LaMiaque transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, sofreu uma pane seca, em decorrência da falta de combustível, e caiu entre as cidades de La Unión e La Ceja. A tragédia provocou a morte de 71 pessoas, entre elas membros do clube, jornalistas e parte da tripulação.

Pouco antes de a catástrofe completar um ano, o presidente do clube catarinense, Plínio David de Nês, o Maninho, assinou um contrato que garante um pagamento mensal à Abravic (Associação Brasileira das Vítimas do Acidente com a Chapecoense).

A parceria foi firmada há pouco menos de um mês e vale até outubro de 2018. A indenização chega a R$ 28 mil mensais e é destinada à Abravic. A associação, por sua vez, se comprometeu a utilizar o dinheiro para execução e promoção de programas de assistência social aos familiares das vítimas — com foco nos serviços de saúde. Segundo o presidente da Abravic, Gabriel Andrade, a assinatura do contrato foi a primeira iniciativa do clube para ajudar a associação.

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“Antes da parceria ’13º jogador’, que é como ficou chamado o acordo assinado, a Chapecoense não tinha repassado valor algum à Abravic. Nós sobrevivíamos da iniciativa privada e da ajuda da sociedade civil. Já ajudávamos as famílias com assistência mesmo sem o auxílio do clube. Acredito, ainda, que foram as nossas iniciativas particulares que fizeram a diretoria ver que somos uma instituição séria”, afirmou o advogado, que entrou na causa após o apelo do atacante da Chape, Tulio de Melo.

Apesar da demora, o presidente da associação garantiu que sempre foi muito bem recebido pela Chapecoense e que entendia que o clube também estava sofrendo com mudanças de reestruturação. “Eles perderam toda a estrutura administrativa, financeira e gestacional, e então precisaram se reestruturar para que pudessem auxiliar as famílias. Quando perceberam que a Abravic se desenvolveu de uma forma organizada e com credibilidade, abraçaram a campanha”, explicou Gabriel.

O diretor de comunicação e marketing da Chapecoense, Fernando Mattos, confirmou o diálogo frequente com a associação durante quase um ano: “Nossas conversas com as associações (Abravic e AFAV-C) eram permanentes. A Abravic solicitou o auxílio ao clube, que recebeu e submeteu a proposta à aprovação da diretoria. Nós garantimos que, apesar de ser uma iniciativa da Abravic, os recursos deveriam ser aplicados de forma assistencial principalmente para a área da saúde, tanto física quanto mental, das vítimas”, afirmou Mattos.

O diretor creditou a problemas administrativos a razão da demora na aprovação do projeto: “As associações não surgiram logo depois do acidente. No momento em que a solicitação chegou, nós formalizamos. Sempre auxiliamos as vítimas desde então. Além da reconstrução do clube, passamos por mudanças administrativas, já que pessoas que contribuíram a vida inteira para a Chapecoense perderam a vida naquele acidente. Perdemos todo o elenco e os responsáveis pela gestão do clube.

BARCELONA, SPAIN - AUGUST 07:  Neto (C) of Chapecoense cries between his teammates Follmann (L) and Alan Ruschel (R) before the Joan Gamper Trophy match between FC Barcelona and Chapecoense at Camp Nou stadium on August 7, 2017 in Barcelona, Spain.  (Photo by Alex Caparros/Getty Images)
BARCELONA, SPAIN – AUGUST 07: Neto (C) of Chapecoense cries between his teammates Follmann (L) and Alan Ruschel (R) before the Joan Gamper Trophy match between FC Barcelona and Chapecoense at Camp Nou stadium on August 7, 2017 in Barcelona, Spain. (Photo by Alex Caparros/Getty Images

Muitas vítimas continuam insatisfeitas com a demora nas investigações, como concordou Mattos, que garantiu que o clube fez “tudo o que estava ao seu alcance” durante todo o ano.

“Estamos trabalhando sobre as demandas das vítimas para que, juntos, possamos encontrar o melhor caminho a ser seguido. Desde o primeiro momento, o clube deu uma assistência necessária e fez de tudo para agilizar os trabalhos em Medellín”, disse o executivo. “Insistimos para a rápida liberação dos corpos, para que as famílias tivessem condições de preparar seus funerais. Já pagamos todas as rescisões de contrato, direitos de imagem e premiações. Realizamos pagamentos de seguros a quem tinha vínculo empregatício com o clube e lutamos para que os corpos chegassem ao Brasil o mais rápido possível”, garantiu. “Além disso, todas as doações feitas à Chapecoense desde então foram repassadas às famílias em março deste ano”.

O próximo passo do clube é dar andamento às investigações e encontrar responsáveis pelo acidente.

O diretor garantiu que a Chapecoense está trabalhando duro para que essas respostas cheguem logo aos ouvidos das vítimas, assim como o presidente da Abravic, que está auxiliando para que as investigações sejam logo concluídas.

“Estamos em busca, também, do seguro obrigatório a que os familiares das vítimas do acidente têm direito de receber. Elas ainda não receberam esse dinheiro por questões burocráticas e contratuais”, explicou Gabriel.

O valor original do ressarcimento chega aos R$ 81,4 milhões e deveria ter sido pago pela seguradora responsável pelo voo e pela companhia LaMia, que fechou as portas. “Esse é um dos problemas que os advogados do clube têm pela frente. Precisam receber o dinheiro mesmo com o fim da companhia aérea”, disse.

Segundo o presidente, a seguradora ofereceu, por meio de um fundo humanitário, o valor de R$ 650 mil — muito aquém do que estava assegurado. “Queremos deixar claro que o valor a ser pago é bem maior. Por isso, temos nos reunido com advogados para agilizar esse processo”, garantiu.

Encontrar parceiras é o próximo plano da Abravic, com o intuito de conseguir planos de saúde para todas as famílias das vítimas. “O custo é alto, por isso ainda não conseguimos dar a elas esse benefício. Mas isso é um plano futuro. Agora, precisamos focar nas investigações para que as famílias fiquem tranquilas sabendo quem são os responsáveis pelo acidente para que, eventualmente, sejam punidos”, disse Gabriel.

Após um ano de tragédia, é a apatia quem toma conta desses familiares, que, desesperançosos, lutam contra a burocracia para que sejam indenizadas. “São 68 famílias brasileiras, existe uma variedade de postura, de reação, de posicionamento. Mas todas elas têm algo em comum: a tristeza irreparável da perda. Ainda mais quando ela se dá em dimensão internacional, o que não permite que essas pessoas se livrem das lembranças ruins. A exposição é extremamente prejudicial para a recuperação psicológica desses familiares”, encerra o presidente da Abravic.

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O Globo

Um relatório da Polícia Federal aponta o sumiço de duas das malas de dinheiro apreendidas num apartamento supostamente usado pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima para esconder mais de R$ 51 milhões em espécie. O desaparecimento das malas foi registrado pelo escrivão Francisco Antônio Lima de Sousa nos autos do inquérito aberto para investigar a origem do dinheiro.

A Polícia Federal informou que o dinheiro foi contabilizado e depositado em Salvador, e que não houve qualquer prejuízo financeiro. De acordo com a PF, as outras duas malas também estão em Salvador.

Segundo o escrivão, a Superintendência da PF na Bahia enviou para Brasília, sede das investigações, sete malas, duas a menos que o registrado no auto de arrecadação, no dia em que o dinheiro foi apreendido.

“Certifico que quando do recebimento do material encaminhado pela SRIPF/BA, referente à Operação Tesouro Pedido, através dos memorandos nº 3530/2017, 3531/2017 e 3532/2017, foi constatado a presença de somente 7 malas, sendo 6 grandes e 1 pequena, quando no Auto de Apreensão relaciona 9 malas, sendo 6 grandes e 3 pequenas”, afirma o escrivão. Não há no inquérito explicação para o suposto sumiço das malas.

Geddel foi preso em oito de setembro, três dias depois de a polícia localizar e apreender 51 milhões num apartamento usado pelo ex-ministro em Salvador. Até deixar o governo, no ano passado, Geddel era um dos dois principais auxiliares do presidente Michel Temer.

Ao pedir a abertura de um inquérito para investigar a participação do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) na ocultação dos R$ 51 milhões encontrados no “bunker” do irmão dele em Salvador, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, argumentou que, “mais do que indícios, há prova”.

“A instauração de inquérito criminal pressupõe indícios mínimos de materialidade e autoria de fato definido como crime. No caso concreto, mais do que indícios, há prova da materialidade delitiva do crime de ocultação de mais de cinquenta milhões de reais ‘o – dinheiro decorrente de propina, ao que apontam as investigações – escondidos em malas naquele apartamento de Salvador”, escreveu Dodge.

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No palco evidência, às 19h do dia que comemora oMulher Evidência, eles brilham e evidenciam seu papel em homenagem ao Novembro Azul. Recebem na abertura da solenidade a Medalha de Mérito Evidence, das mãos das jornalistas Claudia Montes idealizadora da lei e Fabíola cabral madrinha da noite..
LUZ, CÂMERA E AÇÃO PARA A MULHER EVIDÊNCIA 2017
Os holofotes refletem na passarela com muita beleza, charme, elegância e as histórias de vida apresentadas por cada um elas na tribuna. Momento de muita emoção e de satisfação, a plateia compartilha cada apresentação.
Em discurso fiz questão de reforçar a força da mulher, que nos traz lembranças e coragem para prosseguir a caminhada. Missão que me permite Evidenciar o ser humano, mostrando para a sociedade a nobreza da essência no individual.
A entrega do cheque simbólico ao responsável com a presença do grupo de missionários testifica o compromisso da lei.
A jovem historiadora Karla Falcão fez uma atração brilhante, durante o evento e trouxe uma reflexão ritmada para homens e mulheres, se conscientizarem do papel que exercem. 25 de novembro, data que também se comemora o Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher
O salão Francisco Brennand do Hotel Dorisol ficou iluminado com personalidades marcantes e de expressão da sociedade brasileira.
Homens EVIDENCES e Mulheres Evidências, juntos brindam a parceria
Um brinde à sétima edição do Prêmio Mulher Evidência foi de louvor à Deus e a diretoria Evidência.

Rumo a próxima em 2018

 

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Antes de bater em mureta de concreto, carro da família teria sido fechado por outro veículo.. Feridos no acidente voltavam de culto evangélico

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Um grave acidente na madrugada desta terça-feira (28) deixou seis feridos na BR-101, em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife. O veículo onde as vítimas estavam teria sido trancado por outro carro e colidiu contra a mureta de concreto da rodovia.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o ocorrência foi registrada por volta das 2h10 no quilômetro 49 da BR-101. Segundo a Polícia Militar, as vítimas são todas de uma mesma família que voltava de um culto evangélico no momento do acidente. Dentro do carro, estavam um casal, três crianças e uma idosa, que é avó da família.

A PRF explicou que o carro saiu da pista e colidiu contra a mureta de proteção de concreto. Ainda não se sabe exatamente o que motivou o acidente.

Socorro

O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) foram acionados e atenderam as vítimas. Doloures Maria da Conceição Silva, de 70 anos, e Henrique Silva, de 19 anos, foram socorridos e levados para o Hospital Miguel Arraes, na cidade de Paulista, na RMR. De acordo com a assessoria de imprensa da unidade de saúde, às 8h40, o estado de saúde dos dois era estável, mas ambos permaneciam na ala vermelha da emergência do HMA.

As outras vítimas, José Severino da Cunha Bonfim, Waldésio José da Silva, de 12 anos, Gleidson José da Silva, 13, e Sheila Maria da Silva foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Igarassu, também no Grande Recife. Ainda não se sabe o estado de saúde das vítimas. Às 9h15, a unidade de saúde confirmou que Waldésio já recebeu alta médica e que o irmão dele, Gleidson, está estável e deve receber alta ainda nesta terça-feira. A mãe das crianças, Sheila, está consciente e estável na ala amarela da emergência. O estado de saúde de José Severino ainda não foi divulgado.

JC Online

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Hábito cada vez mais comum em festas para dar ‘barato’ cresce entre jovens europeus e americanos. Embora liberado, o consumo pode fazer mal ao organismo

Por Thaís Botelho-VEJA

Frutos – O chocolatier belga Dominique Persoone criou um dispositivo de acrílico para facilitar o uso da nova mania (Francois Lenoir/Reuters)

No auge da festa, um jovem de seus 20 e poucos anos tira um pacotinho da bolsa e espalha um pó marrom-escuro sobre o balcão do bar lotado. Debruça-se sobre a substância e a inala com força. Volta para a pista pleno de energia e felicidade, efeito que dura meia hora, talvez um pouco mais. A cena se tornou comum nas raves, as festas eletrônicas que varam a madrugada, na Europa e nos Estados Unidos. O que se anda cheirando é o cacau em pó, em busca do “barato”. O efeito é real, atestam os consumidores. No Brasil, o movimento ainda é incipiente.

O fruto moído desencadeia uma onda de substâncias na corrente sanguínea, aumentando a sensação de euforia e bem-estar. Esses efeitos são atribuídos principalmente a dois compostos químicos. O mais abundante deles é a teobromina, que tem ação semelhante à da cafeína, substância com propriedade psicoativa. É ela que confere o estado excitatório. Isso ocorre porque é um vasodilatador, e faz acelerar o fluxo sanguíneo. O segundo composto poderoso é a feniletilamina, que estimula o cérebro a produzir endorfina, também associada à sensação de prazer. Os usuários celebram os resultados do pó de cacau, a principal matéria-prima do chocolate, e glorificam o fato de ser um alimento natural, encontrado em qualquer supermercado e vendido livremente — não seria, portanto, uma droga ilegal. De fato não é, mas os danos podem ser relevantes e merecem olhar cuidadoso.

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O estudante de Engenharia Civil e dono de um pequeno comércio João Victor Ribeiro de Oliveira, de 25 anos, foi autuado por triplo homicídio com dolo eventual, depois de ter sido preso por policiais militares, após o envolvimento em um abalroamento na esquina da Estrada do Arraial com a a Rua Cônego Barata, no Recife. O delegado considerou que João Victor, que dirigia o Ford Fusion placa NMN 3336, foi responsável pelo acidente onde morreram a advogada Maria Emília Guimarães, funcionária do Tribunal de Justiça de Pernambuco, a babá Rosiane de Brito Sousa e uma criança. O também advogado Miguel Arruda da Mota Silveira Filho, que dirigia o outro automóvel, o Toyota placa DEZ 9493, e uma criança ficaram feridos.
Os feridos foram socorridos por duas guarnições de resgate do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, como explicou o capitão melo Junior, do Grupamento de Atendimento Pré-hospitalar (GBAPH).
A Polícia foi informada pelo Detran que o motorista, que dirigia em alta velocidade e estava embriagado como foi confirmado pelo teste do bafômetro, já multado treze vezes por alta velocidade, avanço de sinal luminoso. Também já foi flagrado pela Operação Lei Seca, dirigindo embriagado. O motorista deve nada menos de R$ 5.904,02. Ele confessou que é viciado em maconha.

IMG-20171128-WA0036Pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla (Arcoverde) com 600 questionários, em 65 dos 184 municípios pernambucanos, entre os dias 21 e 24 deste mês de novembro, revela que o governador Paulo Câmara (PSB) lidera a corrida eleitoral de 2018 com 18,7% das intenções de voto.

Em segundo lugar aparece o senador Armando Monteiro Neto (PTB) com 13,5%, seguido pelo ministro Mendonça Filho (DEM) com 10% e a vereadora Marília Arraes (PT) com 9,6% (empate técnico).

O senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) está na quarta colocação com 2,8%, seguido pelo deputado Bruno Araújo (PSDB) com 1,8%. Brancos e nulos somam 30%, indecisos 8,3% e não souberam ou não quiseram responder a pesquisa, 6%.

O instituto fez uma simulação com diversos cenários e na maioria deles o governador Paulo Câmara tem cerca de 30% de intenções de voto. Num cenário sem Armando e sem Mendonça Filho, a vereadora Marília Arraes atinge seu melhor percentual: 19,3%.

Num confronto direto com Paulo Câmara, a neta de Miguel Arraes teria 25% de intenções de voto, ante 32% do governador.

O Múlplica aferiu também o índice de rejeição dos candidatos. O mais rejeitado é o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) com 27%, seguido por Bruno Araújo com 26%, Armando Monteiro com 24%, Paulo Câmara com 20%, Mendonça Filho com 20% e Marília Arraes com 18%.

O instituto perguntou também aos entrevistados se o apoio do ex-presidente Lula aumentaria ou diminuiria o desejo de votar neste candidato: 41% responderam que aumentaria, 34,5% que diminuiria e 22% que dependeria do nome do candidato.

Com relação ao presidente Michel Temer, o apoio dele a um candidato faria com que 88% dos pernambucanos o rejeitasse, ante 4,7% que o abraçaria.

Na pesquisa estimulada para o Senado (com o auxílio de cartão), o 1º colocado é Jarbas Vasconcelos (PMDB) com 20,5%, seguido por Ana Arraes (TCU) com 13%, João Paulo (PT) e Armando Monteiro (PTB) com 11,5%, Mendonça Filho com 10,5%, Humberto Costa (PT) com 9%, José Queiroz (PDT) com 6%, André Ferreira (PR) com 4,8%, Sílvio Costa (Avante) com 4,5%, Bruno Araújo com 4% e Antonio Campos (Podemos) com 3,8%.

Para presidente da República, Lula tem 50% das intenções de voto, ante 8% de Bolsonaro (PSC), 2,6% de Marina Silva (Rede), 2,8% de Luciano Huck (sem partido), 1,8% de Geraldo Alckmin (PSDB) e João Dória (PSDB) e 1,6% de Ciro Gomes (PDT).

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