Por Odilon Medeiros*

Quase sempre ao assistirmos a uma peça teatral não nos damos conta de quanto tempo foi gasto com a preparação: focamos sempre no resultado imediato, mas foram horas e horas de ensaio… Na realidade, não temos essa referência, não é verdade?

Na nossa vida profissional ou enquanto empreendedores, também agimos assim. Sempre que atendo a algum empreendedor ou orientando algum profissional, a inquietação e a ansiedade estão sempre presentes: eles mal iniciam o projeto e já querem obter os resultados. Desconhecem que precisam de algum tempo para chegar até ele.

Fiquei pensando a respeito dessa situação e o que poderia causar esse efeito e cheguei à conclusão que, uma das possíveis causas, seja exatamente o exemplo de outros projetos vitoriosos. Ou seja, a pessoa conhece alguém que já está obtendo algum tipo de retorno, principalmente financeiro, pensa que foi fácil e rápido chegar até ali e já quer, imediatamente, obter resultados semelhantes. Mas não é bem assim que a banda toca…

 Antes de iniciar o trabalho com alguém, sempre faço questão de dar alguns esclarecimentos e vou transmiti-los para você que está lendo o meu artigo agora.

Em tudo há riscos: seria ótimo se, só porque um coach ou um consultor foi contratado, um projeto tivesse 100% de chance de sucesso. Isso seria a oitava maravilha do Mundo. Concorda comigo?

Para colher qualquer fruto, primeiro é necessário preparar o solo, plantar, esperar germinar, cuidar durante o desenvolvimento da planta. Tudo isso leva um certo tempo, mas quando se faz tudo direitinho, as chances de colher os frutos são enormes. E quem já está aproveitando dos frutos, também passou pelo mesmo processo.

De uma maneira geral, não existe uma fórmula mágica para dar certo. Então, ser resiliente e aprender com os erros são características das pessoas de sucesso e que errar não deve ser motivo para desistir.

E é claro: trabalhar bastante. Dificilmente algo chegará às suas mãos se você ficar parado. Lembro que uma das mais importantes invenções da humanidade foi a lâmpada elétrica e Thomas Edison não conseguiu de primeira: aliás, foram centenas de “maneiras de como não fazer um lâmpada” que ele aprendeu. Aliás, vejo que Edison trás duas lições para quem quer obter sucesso. A primeira é, inteligentemente, ressignificar os fatos (algo tão “moderno” e ele já fazia isso nos idos de 1880, incrível, não?) e a segunda é a sua célebre frase:  “”Gênio é 1 por cento inspiração e 99 por cento transpiração”. Por isso, movimente-se!

Diante do que foi dito, o que este artigo trouxe de insights para você? Será que já não passou da hora de você começar a sua plantação? Evite deixar para plantar na hora que a fome bater. Se você concorda com o que falei, se antecipe, haja e seja feliz.

(*) Odilon Medeiros – Coach, consultor em gestão de pessoas, palestrante, professor universitário, mestre em Administração, especialista em Psicologia Organizacional, pós-graduado em Gestão de Equipes, MBA em vendas Contato: om@odilonmedeiros.com.br / www.odilonmedeiros.com.br

Joaquim-Barbosa-Foto-Agência-Brasil

O ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, que foi o “carrasco” do PT no processo do mensalão, usou sua conta no twitter duas vezes nesta quinta-feira (1º) para emitir opiniões sobre temas políticos.

Segundo ele, em decorrência do impeachment de Dilma Rousseff “a Presidência da República está nas mãos de um homem conservador, ultrapassado, desconectado do país, como aliás sua antecessora”.

“A todo momento”, acrescentou, “os políticos e os jornalistas diziam: o processo (do impeachment) está sendo monitorado, todo conduzido, vigiado pelo STF. Era como se estivessem ‘jogando toda a responsabilidade’ pelo impeachment nos ombros do Supremo. Ou seja: os políticos conspiram, fazem suas mutretas, praticam as suas traições habituais, manipulam escancaradamente. Mas a responsabilidade perante à nação é do STF, que ‘avalizou’, que ‘convalidou’ todo o processo! Tenha paciência! Assumam as respectivas responsabilidades pelo ato grave que praticaram!”.

Adiante, escreveu o seguinte: “Como eu disse, em matéria de impeachment o STF pode pouco. Por que? Porque assim quer a Constituição, que confiou ao Senado e não ao STF o processo e o julgamento do PR (presidente da República). Portanto, uma ‘conclusão’ e uma ‘previsão’ se impõem àqueles que analisam o quadro atual sem a paixão política infantil do momento”.

“A conclusão: o STF não tem’responsabilidade’ maior pelo afastamento de Dilma Roussef, como quiseram fazer crer os políticos e jornalistas. O presidente da Corte limita-se a presidir a sessão, a impor a observância dos ritos e dos direitos processuais do presidente acusado”.

“A previsão: Acho dificílimo o STF reverter a decisão do Senado de não declarar Dilma inabilitada para o exercício de funções públicas. O raciocínio é simples: se o próprio Senado, que a tirou brutalmente do cargo, num segundo momento tirou o pé do acelerador, irá o STF cassar-lhe um direito que os senadores entenderam por bem preservar? Claro que não. O STF não tem poder para isso. Se tivesse, teria também o poder de reverter a decisão de afastamento. E não tem”.

“Portanto, a histeria e a cacofonia da imprensa e de alguns políticos sobre o assunto não devem a levar a nada. O que acontece com o Brasil daqui para a frente, após o impeachment tabajara? Desaparecem algumas ‘instâncias de exercício’ da desconfiança: o país está agora sob o controle de um bloco hegemônico incontrastável”.

Joaquim Barbosa definiu como “patética” a entrevista dada por Michel Temer logo após a posse e disse que o novo presidente está enganado se pensa que terá o respeito e a estima da população brasileira.

“Eu não acompanhei nada desse patético espetáculo que foi o ‘impeachment tabajara’ de Dilma Rousseff. Não quis perder tempo. Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. Explico: o homem parece acreditar piamente que terá o respeito e a estima dos brasileiros pelo fato de agora ser presidente. Engana-se”.

Blog do Inaldo Sampaio

LewandowskiImpeachmentGeraldoMagelaAgSenado

De passagem por Brasília, um conhecido advogado de São Paulo encontrou-se casualmente com um ministro do Supremo Tribunal Federal na noite passada. Deu-se num restaurante. Trocaram um dedo de prosa sobre o impeachment meia-sola, que resultou na deposição de Dilma sem o inconveniente da inabilitação para ocupar cargos públicos por oito anos.

Lero vai, lero vem o ministro classificou de “constrangendora” a atuação do colega Ricardo Lewandowski na condução do último ato. O doutor concordou: “De fato, o aval do ministro à votação fatiada não o deixou bem na foto.” E o colega de Lewandowski: “Ele presidiu o julgamento como chefe do Supremo. Deixou mal o tribunal inteiro.”

O ministro contou ao advogado que se disseminaram na coxia do Supremo as críticas à atuação de Lewandowski. Perto do que se ouve atrás das cortinas, as observações feitas na boca do palco por Gilmar Mendes e Celso de Mello soam como elogios. O primeiro tachou o julgamento fatiado de “bizarro” e “extravagante”. O outro classificou o modelo de “não muito ortodoxo.”

Blog do Magno

TemerChinaBetoBarataPR

Antes de embarcar para a China, Michel Temer reagiu com uma veemência própria dos valentes à dissidência aberta entre os governistas do Senado para premiar Dilma Rousseff com a manutenção do seu direito de ocupar cargos públicos mesmo depois de deposta. Em reunião ministerial, Temer classificou de “inadmissível” a divisão de sua infantaria. “Se é governo, tem que ser governo. […] Não será tolerada essa espécie de conduta.”

O Temer que desceu do avião presidencial na cidade chinesa de Xangai era outra pessoa, uma espécie de ex-valente. Depois de voar ao lado de uma comitiva que incluía Renan Calheiros, capitão da manobra pró-Dilma, Temer suavizou o timbre. O que era inadmissível tornou-se aceitável:

”Não se tratou de uma manobra, tratou-se de uma decisão que se tomou. Desde o começo, ainda como interino, digo sempre que aguardo respeitosamente a decisão do Senado Federal. Se o Senado tomou essa decisão, certa, errada, não importa, o Senado tomou a decisão”, disse o presidente.

No Brasil, Temer insinuara que seus correligionários do PMDB haviam beneficiado Dilma sem consultá-lo. Questionado na China, desconversou. Disse apenas estar acostumado a ”acompanhar permanentemente esses pequenos embaraços, que logo são superados em seguida.”

O futebol talvez seja a melhor metáfora para a sessão de julgamento do Senado. Pelo menos oferece analogias que ajudam a interpretá-la. O impeachment era a bola. Estava combinado que o time do governo, que recebera o ‘bicho’ antecipadamente, dominaria a situação no peito e colocaria Dilma no chão. Mas o PMDB aparou com o nariz a emenda pró-Dilma, formulada pelo PT. Liderado por Renan, ajudou a aprová-la.

Para complicar, Eduardo Cunha embolou o meio de campo da Câmara, posicionando seus atacantes para exigir o mesmo tratamento dedicado a Dilma: cassação sem inabilitação. Ou ainda melhor: suspensão do mandato, sem cassação. Se Cunha prevalecer, o desgaste será debitado na conta de Temer.

Num instante em que se esperava que o governo exibisse musculatura congressual, o bloco parlamentar de Temer mostra as primeiras fissuras. Os neogovernistas PSDB e DEM olham de esguelha para o PMDB. Enxergam Renan, Jucá, Eunício, Jáder, Cunha… E concluem: a união faz a farsa. Temer pode lidar com o fenômeno de diversas maneiras. Minimizar é a pior delas.

Blog do Josias

hinfantil-1-O Hospital Infantil do Cabo de Santo Agostinho está contando com um sistema de vigilância eletrônica. O prefeito Vado da Farmácia explicou que agora, as crianças e seus acompanhantes e também os servidores da unidade de saúde terão mais segurança e tranquilidade para realizarem os seus trabalhos. Seis câmeras com gravação 24 horas foram instaladas em pontos estratégicos do hospital..

As câmeras funcionam com sistema online que pode ser acessado a qualquer hora, em qualquer dispositivo via internet, e as informações são enviadas à Secretaria de Saúde e para o servidor de administração.

De acordo com o secretário de Saúde, Gilson Cabral, este sistema também será instalado nos principais hospitais do município e garantirá melhor conforto e segurança para profissionais e pacientes, além da resolução mais rápida de possíveis transtornos. “Com o sistema online, teremos o controle e poderemos resolver alguma pendência e alertar com mais rapidez para que outros problemas sejam resolvidos. Esse projeto será expandido e era um antigo pedido da população”, explicou.Sistema 2

Da Redação

geraldo-joao-paulo-748x410As eleições para a Prefeitura do Recife, como já foi previsto pelo Blog Revista TOTAL, irão para o segundo turno, que será disputado pelo atual prefeito Geraldo Julio (PSB) e o ex-prefeito João Paulo (PT). São dois fortes candidatos que contam com muitos apoios de importantes lideranças políticas, empresariais e comunitárias. Os partidos de ambos candidatos são estruturados e com intensa capacidade de mobilização.
Pouco antes do início da campanha, o prefeito Geraldo Julio era apontado como favorito, conforme foi publicado na Revista TOTAL, por contar com nada menos de 19 partidos em sua coligação e receber o apoio do governador Paulo Câmara. No entanto, nos primeiros dias de campanha, verificou-se sérios problemas no comando da coligação motivados pelo desentendimento entre os coordenadores. Os próprios militantes os consideravam orgulhosos e sem darem importância aos seus trabalhos.
Alguns candidatos à Câmara Municipal integrantes dos partidos menores estão se queixando bastante por conta do desprestígio que têm recebido. Segundo eles, os coordenadores do comitê do PSB só dá atenção aos candidatos que já são vereadores e a alguns que têm prestígio político. A maior queixa deles é em relação a disputa por espaço entre os líderes. A ausência do ex-governador Eduardo Campos. Para os insatisfeitos, se Eduardo estivesse a frente do partido, não haveria problema pois ele sabia como tratar a todos, como ele mesmo dizia que “todo candidato ou militante merece respeito e consideração e deve ser bem atendido”.
Já o comitê do ex-prefeito João Paulo vem sendo administrado de forma correta, segundo as avaliações que conseguimos fazer. O petista tem conseguido incentivar a todos fazendo com que a militância ganhe estímulo. Nas conversas e reuniões, ele tem dito que essa eleição no Recife é a forma de mostrar ao povo brasileiro que o PT continua vivo e com forças suficientes para superar a queda da ex-presidenta Dilma Rousseff.
Nas ruas da capital já podem ser vistos muitos militantes carregando bandeiras e muitos veículos com adesivos da campanha petista, o que mostra que a gestão do comitê central está sendo competente. Também conta com um grupo de fortes candidatos a vereadores.

Folha PE

salarioO salário mínimo para o ano que vem ficará em R$ 945,80, anunciou há pouco o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. O valor consta do projeto do Orçamento Geral da União de 2017, enviado nesta quarta-feira (31) pelo governo ao Congresso Nacional.

A proposta foi entregue por Oliveira e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL). O texto foi enviado ao Congresso logo após a cerimônia de posse do presidente Michel Temer, no Senado.

Os demais parâmetros para a economia no próximo ano, que haviam sido divulgados pela equipe econômica no último dia 17, foram mantidos. A estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 4,8% para 2017.

A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos em um país) ficou em 1,6%. O projeto prevê taxa de câmbio média de R$ 3,40 no dólar para o próximo ano, contra R$ 3,50 em 2015, e de taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada de 12,1% ao ano em 2017, contra 14% neste ano.

 

Blog do Inaldo Smapaio

EDUO bilionário da educação Jorge Paulo Lemman, presidente do conselho diretor da Fundação Lemman, reuniu-se nesta quarta-feira (31), no Recife, com o governador Paulo Câmara, em cuja companhia fez uma visita à Escola Técnica Estadual Cícero Dias.

Lemman, amigo do vice-governador Raul Henry (PMDB), veio a Pernambuco para conhecer escolas de tempo integral construídas na gestão do ex-governador Eduardo Campos.

Ele assistiu a uma apresentação feita pelo secretário Fred Amâncio (educação), almoçou com o governador e conheceu a Escola Cícero Dias, no bairro de Boa Viagem, focada em tecnologia da informação.

“É gratificante para o Governo de Pernambuco receber um empresário como Lemann, que não se destaca apenas pelo sucesso das suas empresas, mas também por suas iniciativas inovadoras na área da educação, que demonstram grande espírito público e profunda responsabilidade social”, disse Paulo Câmara.

Para Raul Henry, Jorge Paulo Lemann é hoje o “maior mecenas” da educação no Brasil

Entre as parcerias que o Governo de Pernambuco tem com a Fundação Lemann destaca-se a formação de gestores públicos na área de educação.

Jorge Paulo Lemann é um dos sócios da empresa 3G Capital, ao lado de Marcel Telles e Beto Sucupira.

Além disso, tem investimentos nos fundos Gera Venture Capital e Innova Capital. A Gera Venture é focada em Educação e originou a holding Eleva Educação, que pretende criar uma rede de escolas de alta qualidade acadêmica.

Lemann, Telles e Sucupira figuram na lista de bilionários da revista “Forbes”.

download (52)A prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba (PSB), deu uma grande demonstração de habilidade política e montou uma forte chapa para concorrer à sua sucessão. Conseguiu reunir o deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB) e o estadual Rodrigo Novaes (PSD) em torno das candidaturas do procurador estadual Obadias Novaes (PSD) e Isabela Maniçoba (PSB) vice-prefeita.

O deputado Kaio Maniçoba vem tendo um excelente desempenho na Câmara Federal o que fez com que seu prestígio não só em Floresta, mas em todo o Sertão de Itaparica, crescesse bastante. O apoio dele para o nome de Obadias foi de muita importância.

O mesmo acontece com o deputado Rodrigo Novaes, que se reelegeu com uma expressiva votação, o que lhe deu força para indicar um nome de seu partido para compor a chapa, que já é apontada como vitoriosa.

Sendo assim, a coligação Floresta Unida conta com a participação de nada menos de dez partidos – PSD, PSB, PSDB, PP, PDT, PSDC, PSL, PV, PRB e PCdoB. Além desses apoios políticos, Obadias Novaes tem o respaldo das principais lideranças comunitárias, comerciantes e produtores rurais.

As observações feitas pelos analistas políticos indicam que a candidatura de Obadias tem tudo para conseguir a vitória no dia 2 de outubro, pois tem ainda a vantagem da divisão dos candidatos oposicionistas.

Por Márcio Maia

a1Dilma Rousseff teve o seu mandato cassado na tarde de hoje (31), pelo Senado Federal, com o placar de 61 votos a favor ao pedido de impeachment e 20 contrários. A sessão foi presidida por Ricardo Lewandovsky, do Supremo Tribunal Federal (STF). Logo após a decisão, o então presidente interino Michel Temer tomou posse no cargo.
Entre os senadores pernambucanos, dois votaram contra – Humberto Costa (PT) e Armando Monteiro Neto (PTB) – e um favorável – Fernando Bezerra Coelho (PSB).
O petista Humberto Costa confirmou logo depois da votação que a ex-presidenta Dilma Rousseff foi vítima de um golpe parlamentar, pois ficou provado durante o processo que ela não havia praticado qualquer crime de responsabilidade, como havia sido denunciado. Ele reafirmou que a história em pouco tempo, vai comprovar que tudo não passou de uma verdadeira “armação” tramada e executada pelo presidente afastado da Câmara Federal. Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que decidiu se vingar ao ouvir os deputados do PT integrantes da Comissão de Ética dizerem que votariam pela condenação de Cunha.
O senador Armando Monteiro Neto também disse não ter dúvidas de que Dilma Rousseff é uma pessoa honrada e que não praticou o que foi considerado como “pedaladas fiscais”. Segundo ele, que foi ministro no governo da petista, a prática agora considerada pelos oposicionistas como crime, foi executada por diversos presidentes da república, inclusive Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Já o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB), que também foi ministro de Dilma, disse que o seu partido decidiu pela posição favorável ao afastamento da presidenta o que o levou a tomar a atitude. Ele não quis se aprofundar na avaliação, mas adiantou que o assunto foi discutido pela cúpula do partido e os senadores socialistas tomaram a mesma posição que os deputados federais do PSB já haviam tomado em decisões anteriores. Ele chegou a reconhecer que Dilma foi uma gestora preocupada com as questões do Nordeste, especialmente Pernambuco, tendo direcionado muitas verbas para nosso Estado, desde a gestão do ex-governador Eduardo Campos (PSB). Ele lembrou que, quando estava no cargo de ministro, Dilma fez algumas viagens ao Sertão pernambucano, das quais ele participou.

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