Posts da Categoria: Política

DILMA X GLEISI

 

 

Uma reunião enfadonha, sem qualquer autocrítica, mas com uma ideia que ganhou força. Crucificar Dilma.

Derrotada eleitoralmente e ré por corrupção, não haveria motivos para poupar a ex-presidente.

No documento que seria submetido à aprovação do diretório nacional, o PT pretendia assumir que perdeu apoio do eleitorado popular, especialmente no Sul e Sudeste, por conta da política econômica adotada no governo Dilma Rousseff.

Ao saber, Dilma compareceu na reunião, fez uso da palavra e exerceu a sua defesa pessoal e de seu mandato. Porém, desandou a falar e extrapolou o seu tempo de discurso.

Foi então interrompida por Gleisi, que lembrou que eram só 20 minutos de fala por pessoa.

Nesse momento, a ex-presidente fuzilou Gleisi com o olhar e retrucou com rispidez: “Vou continuar defendendo meu governo” e prosseguiu enfurecida por mais um bom tempo. Gleisi recuou e emudeceu.

Ao final, Dilma foi atendida e as tais críticas ao seu governo foram excluídas. Um outro documento foi feito, ameno, sem críticas, imprestável.

Isso é o PT.

Da Redação Jornal Da Cidade Online
Reação ocorre após carta do ex-presidente dizendo que o único projeto do novo governo é atacar o PT

ALEXANDRE GARCIA X BOLSO 1

Igo Estrela/Metrópoles
Luciana Lima

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro usou sua conta no Twitter neste sábado (1º/12) para ironizar as críticas feitas a ele pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em carta enviada na sexta-feira (30/11) aos petistas, que estavam reunidos em Brasília. Na postagem, Bolsonaro insinua que Lula estaria isolado na prisão após o fim das eleições. “Acabaram as eleições e as visitas íntimas na prisão diminuíram!”, postou o presidente eleito.

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Acabaram as eleições e as visitas íntimas na prisão diminuíram!

O PT divulgou carta supostamente escrita por Lula

O presidiário declarou:

“[Bolsonaro] foi protegido pela Rede Globo e pela mídia, foi patrocinado pelos latifundiários, foi bancado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump. “https://renovamidia.com.br/o-presidiario-lula-partiu-para-o-ataque-contra-bolsonaro-e-lula/

Na carta, o petista disse que Bolsonaro chegou ao Palácio do Planalto com a ajuda do “Departamento de Estado norte-americano e do governo Trump”. Além disso, Lula disse que o presidente eleito teve o apoio do “que há de mais atrasado no Congresso Nacional”.

“Jair Bolsonaro se apresentou ao país como um candidato antissistema, mas na verdade ele é o pior representante desse sistema. Foi apoiado pelos banqueiros, pelos donos da fortuna; foi protegido pela Rede Globo e pela mídia, foi patrocinado pelos latifundiários, foi bancado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump, foi apoiado pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional, foi favorecido pelo que há de mais reacionário no sistema judicial e no Ministério Público, foi o verdadeiro candidato do governo Temer”, disse Lula, no texto.

Na carta, Lula alerta os petistas sobre o presidente eleito: “Jair Bolsonaro tem um único propósito em mente, que é continuar atacando o PT. Ele não desceu do palanque e não pretende descer.”

Formatura

Neste sábado, o presidente eleito também parabenizou, pelo Twitter, os formandos da Academia Militar das Agulhas Negras. Ele participou da solenidade na manhã deste sábado.

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Ontem, em Guaratinguetá-SP, na formatura dos Sargentos da Aeronáutica, na Escola de Especialistas (EEAR). Hoje, em Resende-RJ, parabenizo os mais de 420 Aspirantes-a-Oficial formandos na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Brasil Acima de Tudo! Deus Acima de Todos!

LULA CABRAL 3

Publicado por Douglas Fernandes em Notícias   

 

O advogado Diego Mesquita Jaques entrou com uma ação contra a decisão da Câmara de Vereadores do Cabo de Santo Agostinho de conceder licença remunerada por 90 dias ao prefeito licenciado da cidade, Lula Cabral (PSB), que continua preso no Centro de Observação e Triagem Everardo Luna (Cotel), em Abreu Lima, após a deflagração da Operação Abismo. A cidade da Região Metropolitana do Recife (RMR) continua administrada pelo vice-prefeito Keko do Armazém (PDT).

Na ação, o advogado pede “que seja reconhecida a ilegalidade do afastamento” de Lula Cabral, “bem como seja suspenso qualquer pagamento” ao prefeito, que recebe salário de R$ 25 mil mensais. O autor requer ainda que seja analisado um pedido de abertura de processo de cassação do mandato do socialista.

Nessa terça-feira (27), a juíza Danielle Christine Silva Melo, da Vara da Fazenda Pública da Comarca do Cabo decidiu intimar a Câmara municipal e a Prefeitura para se manifestarem sobre o pedido do advogado no prazo de 48 horas para então apreciar ação. A magistrada determinou ainda o encaminhamento dos autos para o Ministério Público se pronunciar.

Sob o nome de Projeto de Resolução nº 14/2018, o pedido de licença remunerada foi aprovado por 13 dos 17 vereadores na última quinta-feira (22). No dia 13 deste mês, o presidente da Câmara do Cabo, Neto da Farmácia (PDT), rejeitou o pedido do vereador Arimatéia (PSDB) para a criação de uma comissão especial para apurar os fatos revelados pela Operação Abismo, que acabou na prisão de Lula Cabral.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, que correm em segredo de justiça, o prefeito teria supostamente ordenado a transferência de mais de R$ 90 milhões do Instituto de Previdências dos Servidores do município (Caboprev) – que antes se encontravam investidos em instituições sólidas – para fundos de investimento que colocavam em em risco o pagamento da aposentadoria dos servidores do município. Ainda segundo a PF, Lula Cabral teria feito uma ingerência indevida na administração da CaboPrev motivado pelo oferecimento de de vantagem indevida.

PREFEITO EDILSON TAVARES TORITAMA

 

Em um ano e 11 meses da gestão do prefeito Edilson Tavares, Toritama deu um verdadeiro salto de qualidade.

Nesse período foram entregues 8 escolas, sendo 3 construídas e 5 reformadas, com entrega de tablets e notebooks para os alunos e 10 ônibus escolares, modernos, para atender a população estudantil toritamense.

Outras ações muito importantes foram a reforma do hospital, com o reforço de 5 ambulâncias, e o fim do lixão.

Sobre sua maneira exitosa de administrar a cidade, o prefeito relata que é preciso entender que é trabalhando no coletivo que se consegue fazer uma política onde a transformação, a renovação e o desenvolvimento chegam até as pessoas.

O prefeito Edilson tem tido a preocupação de encaminhar a maior parte dos recursos do município para investimento em Educação e Saúde.

“O ano passado foram investidos mais de oito mil e este ano, se tudo correr como prevemos, chegaremos a mais de nove milhões investidos na Educação e em torno de seis, sete milhões foram aportados para a Saúde, a cada ano, para podermos ter uma verdadeira reestruturação nos serviços, nos hospitais e na própria equipe”, ressaltou Edilson Tavares.

Até o mês de abril do próximo serão mais de 100 ruas calçadas e requalificadas e, em 2019 já estão previstos a construção de mais uma escola e a aquisição de mais 2 ônibus escolares é o que está prometendo o prefeito.

Presidente eleito sugeriu que poderá manter decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Se intervenção for mantida, Congresso não poderá aprovar emendas à Constituição
Presidente eleito garante que intervenção federal terá fim, mas diz que pretende manter Forças de Segurança no RJ por meio da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) (Foto: J. Serafim / Divulgação)
Presidente eleito garante que intervenção federal terá fim, mas  pretende manter Forças de Segurança no RJ por meio da Garantia da Lei e da Ordem  (Foto: J. Serafim / Divulgação)
Por G1 — Rio de Janeiro e Brasília

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta sexta-feira (30) que seu governo não irá prorrogar a intervenção federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro. No entanto, sugeriu que poderá manter a Garantia da Lei e da Ordem (GLO), o que garantiria a presença das Forças de Segurança no estado.

“Eu assumindo não prorrogarei [a intervenção federal no Rio de Janeiro]. Se quiserem falar em GLO, eu vou depender do parlamento para assinar a GLO”, disse Bolsonaro.

A medida vai ao encontro do que propõe o governador eleito no Rio, Wilson Witzel (PSC). No dia 19 de novembro, logo após se encontrar com o interventor federal general Walter Braga Netto, no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), Witzel deu como certo o fim da intervenção a partir de janeiro e falou que pretende pedir ao governo federal a prorrogação do decreto de Garantia da Lei e da Ordem por mais dez meses.

BOLSONARO INTERVENÇÃO RJ 1

Para o governo federal, manter a intervenção impediria a aplicação de mudanças na estrutura do país que dependam de emendas constitucionais, as chamadas PECs. Isso porque se há uma intervenção federal em curso, o Congresso fica impedido de alterar a Constituição.

O presidente eleito cumpriu agenda pela manhã em Guaratinguetá, São Paulo, e durante a tarde visitará o Santuário Nacional de Aparecida.

Ainda nesta sexta-feira, Bolsonaro voltou a falar que pretende estabelecer meios para que os agentes de segurança não sejam penalizados por crimes cometidos durante a atuação profissional.

“Eu quero uma retaguarda jurídica para as pessoas que fazem a segurança em nosso Brasil. Não posso permitir que o integrante das Forças Armadas, da Polícia Militar, da Polícia Federal, entre outros, após o cumprimento da missão, responda a um processo. Devemos sim ter segurança jurídica, caso contrário, como presidente, não serei irresponsável de botar nossos homens e mulheres na rua para, após o cumprimento da missão, serem processados”, reiterou Bolsonaro.

Combate à violência

Na tarde desta sexta-feira, Bolsonaro esteve em Resende (RJ), onde foi a um trailer lanchar. Questionado sobre como pretende combater a violência, disse que a redução da criminalidade não acontece “soltando pombinha”, acrescentando que os militares precisam de “carta BOLSO CARTAS BRANCAS 1branca”.

“Como se combate a violência? Soltando pombinha, abraçando a Lagoa Rodrigo de Freitas? Não. […] Enquanto parte da população e da imprensa achar que as pessoas que cometem esse tipo de crime têm recuperação, nós vamos ficar cada vez mais [inaudível]. Estamos em guerra”, afirmou.

“Eu só boto as Forças Armadas na rua com boa retaguarda jurídica. Senão, não vai para a rua. Eu não posso ‘acabou a operação e o cabo, o sargento e o major vão presos’. Isso não vai acontecer comigo. Ou temos carta branca para cumprir a missão ou a tropa não vai para a rua”, acrescentou o presidente eleito.

Ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho não foram denunciados porque a pena possível para eles prescreveu

MANTEGA & CIA RÉUS

Da Redação Marcos Oliveira/Agência Senado

 

O juiz Francisco Codevila, da 15ª Vara Federal de Brasília, aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda), Aldemir Bendine (ex-presidente do Banco do Brasil), Arno Augustin (ex-secretário do Tesouro) e Marcus Pereira Aucélio (ex-subsecretário de Política Fiscal) no caso das “pedaladas fiscais”. As informações são do blog da Andréia Sadi. A decisão foi tomada na última segunda-feira (26/11) e os quatro passaram a ser réus na Justiça.

As “pedaladas fiscais” na gestão de Dilma Rousseff, segundo o entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU), consistiram em bancos públicos anteciparem pagamentos de programas sociais para ajudar o governo a cumprir a meta fiscal.

Quando o TCU decidiu rejeitar as contas do governo Dilma, a Advocacia-Geral da União (AGU) argumentou, em nome de todos os envolvidos, que não houve “pedalada”, somente atraso no repasse de dinheiro pela União aos bancos.

Os réus foram denunciados por crime contra as finanças públicas. Segundo o Ministério Público, Dilma e Luciano Coutinho (ex-presidente do BNDES) não foram denunciados à Justiça porque a pena possível para eles em caso de uma eventual condenação já prescreveu.

Segundo ele, o novo texto, elaborado por sua equipe econômica, será diferente do atual nesse aspecto   
 O governo Bolsonaro pretende enviar uma proposta única de reforma da Previdência no início dos trabalhos do Congresso / Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

Bolsonaro pretende enviar uma proposta única de reforma da Previdência no início dos trabalhos do Congresso (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)
Estadão Conteúdo

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou nessa quinta-feira (29), que a proposta atual da reforma da Previdência, que tramita no Congresso Nacional, é um “pouco agressiva para o trabalhador”. Segundo ele, o novo texto, elaborado por sua equipe econômica, será enviado ao Legislativo no início do próximo mandato e será diferente do atual nesse aspecto.

Entre outras coisas, a proposta que está na Câmara prevê idades mínimas iniciais de 53 anos para mulheres e 55 anos para homens, avançando ao longo de duas décadas para as exigências de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.

Na avaliação de Bolsonaro, uma mudança nas regras ainda este ano é improvável devido ao fato de muitos parlamentares não terem conseguido renovar seus mandatos nas eleições de outubro. “O Congresso está dividido, porque metade não se reelegeu”, disse.

Nesta quinta, o vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, disse que o novo governo precisa “urgentemente” ao longo do primeiro semestre do ano que vem aprovar uma reforma da Previdência para abrir espaço no Orçamento.

A população brasileira acima de 65 anos reúne hoje 19,2 milhões, mas vai chegar a 58,2 milhões em 2060, ou seja, o triplo do contingente atual. Já os brasileiros em idade ativa são hoje 144,7 milhões e cairão a 136,5 milhões em 2060. Ou seja, a participação dos brasileiros em idade ativa (que têm entre 15 e 64 anos) na população total já está encolhendo, antecipando o fim do chamado “bônus demográfico”, quando há expansão no número de pessoas produzindo e gerando riqueza para a economia em relação aos inativos.

Proposta

O governo Bolsonaro pretende enviar uma proposta única de reforma da Previdência no início dos trabalhos do Congresso, em fevereiro. Uma das que estão em análise é a coordenada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e pelo economista Paulo Tafner, um dos maiores especialistas no tema do País.

A proposta inclui a fixação de idades mínimas de aposentadoria, regra de transição e a criação de um regime de capitalização (em que o trabalhador contribui para contas individuais).

BOLSO MANSUETOO secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, que vai continuar no governo Bolsonaro, afirmou que tem dito às agências internacionais de classificação de risco que o ajuste fiscal brasileiro só ocorrerá com a reforma da Previdência.

Nesta semana, o Ministério da Fazenda recebeu a visita de técnicos da Standard & Poor’s. Segundo ele, as agências internacionais são muito preocupadas com as tendências para os principais indicadores econômicos. As agências são responsáveis por dar uma nota a governos de acordo com o risco dos investimentos. Quanto menor é a nota, maior é o risco de enfrentar problemas para receber o dinheiro. Nesse caso, os investidores cobram mais caro para emprestar o dinheiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Além dos governadores eleitos entre 1998 e 2014, políticos que assumiram a presidência da Alerj também foram presos
Todos os governadores eleitos no Rio de Janeiro entre 1998 e 2014 já foram presos (Fotos: Agência Brasil)
Todos os governadores eleitos no Rio de Janeiro entre 1998 e 2014 já foram presos (Fotos: Agência Brasil)

JC Online

 

A prisão de Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (29), aumentou a lista de políticos do Estado presos em operações policiais. Assim como ele, todos os demais governadores eleitos entre 1998 e 2014 estiveram na mesma situação, embora não enquanto ocupavam o cargo.

O primeiro deles foi Sérgio Cabral (MDB), que esteve no cargo de 2007 a 2014, que foi preso em 2016. O político foi levado sob a acusação de ter recebido propina para a concessão de obras públicas, e permanece até hoje na penitenciária de Bangu 8. O ex-governador é condenado na Operação Lava Jato e réu em diversos processos. Juntas, suas sentenças já somam 183 anos.

Já Anthony Garotinho (PR), que governou entre 1999 e 2002, foi preso pela primeira vez em novembro de 2016, na Operação Chequinho, que investiga um esquema de compra de votos envolvendo o programa social Cheque Cidadão na eleição municipal daquele ano. Depois, foi preso mais dua vezes no período de um ano. Em 2018, tentou se candidatar novamente ao governo do Rio de Janeiro, mas foi barrado pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa.

Em uma das ocasiões, foi preso com sua esposa, Rosinha Garotinho (PR), também ex-governadora do estado carioca entre 2003 e 2007. Ambos foram alvos de mandados de prisão contra eles em 2017, acusados de fazerem parte de uma organização criminosa, composta por mais seis pessoas, responsável por arrecadar recursos de maneira ilícita com executivos com o objetivo de financiar as próprias campanhas eleitorais.

Alerj também tem sua lista

Além dos governadores, políticos que ocuparam o cargo máximo da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) estiveram na mesma condição. Atual presidente da Alerj, Jorge Picciani (MDB) está em prisão domiciliar, depois de ter sido alvo da Operação Cadeia Velha, que investiga o favorecimento de empresários de ônibus nas votações da assembleia.

Seu antecessor, o deputado Paulo Melo (PMDB), que comandou a Casa entre 2011 e 2014, está preso pelos mesmos crimes, mas nega as acusações.

Além deles, entra para a lista Sérgio Cabral, que também já foi presidente da Alerj.

Evento teve seis chefs só preparando canapés (Foto: Divulgação)

Celso Bejarano e Vinícius Squinelo

 

O ex-senador Delcídio do Amaral (PTC-MS) terá que se explicar a origem dos R$ 600 mil, quantia gasta por ele, em maio de 2011, para bancar, em Campo Grande, a megafesta de aniversário da filha caçula.

Eugênia Amaral, carinhosamente chamada de Gigi, celebrou seus 15 anos, em um ‘modesto’ espaço de 1,6 mil metros quadrados, com direito a seis chefs de cozinha apenas para fazer os canapés.

Na entrada da faraônica festa, o tema era revelado: Hollywood. Tudo remetia aos desejos de Maria Eugênia, conforme foi retratado nas colunas sociais sul-mato-grossenses. Foram mais de 120 garrafas de uísque Johnnie Walker e 240 de champanhe Veuve Clicquot. De comida, de pizza aos requintados canapés.

Maria Eugênia, que defendeu o pai durante a cassação do mandato, ainda ganhou surpresas no dia, muito embora não precisasse.  Brincos, anéis e pulseiras de ouro e brilhantes. Depois veio o show, com o DJ Fabiano Salles, residente da internacional Pink Elephant Club.

DELCÍDIO E A FESTA DE GIGIPorém, a festa de magnata não teve explicação legal.

Reportagem publicada na tarde de terça-feira (27/11), pelo G1 de Brasília, diz que a Receita Federal informou à PGR (Procuradoria Geral da República) suspeitas em relação ao senador cassado Delcídio do Amaral e ações que, de acordo com o órgão, apontam crimes e “afronta” ao tratado de delação premiada.

Ainda segundo o material, entre as suspeitas está o pagamento de uma festa de 15 anos para a filha que teria custado R$ 600 mil, sem comprovação da origem dos recursos, de acordo com a Receita.

Delcídio do Amaral, por meio do advogado, disse o G1 que não ia se manifestar sobre o caso por ainda não ter sido notificado.

Retorno à política

O ex-senador tentou voltar à política nestas eleições, mas não conseguiu votos suficientes. Ele disputou mandato de senador pelo PSC de DELCÍDIO PRESOMS.

Delcídio do Amaral, depois de cassado, fechou acordo de delação em 2016, após ter sido preso pela suspeita de tentar atrapalhar a delação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

Ele atualmente está em casa e cumpre prestação de serviços à comunidade – o que precisa fazer por seis meses, conforme prevê o acordo de delação.

Em primeira instância, Amaral foi inocentado por ter supostamente tentado atravancar o processo de investigação acerca da Lava-Jato.

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Rafael Cavalcanti (MDB), prefeito de Afrânio, conquistou mais uma importante vitória política na cidade. O grupo de Rafael derrotou aliados do deputado federal Adalberto Cavalcanti na disputa pela mesa diretora da Câmara Municipal.

A oposição abriu mão de concorrer porque sabia da eminente derrota. O grupo do prefeito teve sete dos 11 votos. A Casa contará com Cirineu do Cartório como presidente; Vavá de Justino como vice e Marlene Péron (mãe do prefeito e atual presidente), como secretaria. O mandato será de dois anos.

Com o resultado, o prefeito se mostrou animado para a sequência de sua gestão. “Nosso grupo mais uma vez mostrando união, de forma consensual, elegeu a nova mesa diretora com Cirineu na presidência, Vavá na vice e Marlene na secretaria. Parabéns a todos”, afirmou Rafael.

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