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No Twitter, ao menos 12 contas ligadas à rede bolsonarista usaram a hashtag #dia26nasruas para convocar simpatizantes do presidente à manifestação

Apoiadores do candidato à Presidência Jair Bolsonaro, do PSL gritam palavras de ordem durante uma manifestação em Brasília - 21/010/2018 (Eraldo Peres/AP)
Apoiadores do candidato à Presidência Jair Bolsonaro, do PSL gritam palavras de ordem durante uma manifestação em Brasília – 21/010/2018 (Eraldo Peres/AP)

Por Estadão Conteúdo

Postado por Marcos Lima Mochila

 

 

Perfis de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro iniciaram, na quarta-feira, 16, um movimento nas redes sociais para promover atos a favor do governo no dia 26. No Twitter, ao menos 12 contas ligadas à rede bolsonarista usaram a hashtag #dia26nasruas para convocar simpatizantes do presidente à manifestação.

O texto disparado por Bolsonaro no WhatsApp nesta sexta-feira, 17, é visto por esses apoiadores como sinal de motivação para a realização dos atos. Partidos integrantes do Centrão e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), classificados pelos organizadores como “inimigos do Brasil”, estão na mira dos manifestantes. Eles também defendem o ministro da Justiça, Sérgio Moro, a Medida Provisória 870 (da reforma administrativa) e a reforma da Previdência.

“Bolsonaro sangrou por este País, mas seus inimigos acham pouco. Querem enterrá-lo. No dia 26, vamos às ruas em protesto contra o Centrão, o STF, e todos os inimigos do Brasil e deste governo, que se faz tão necessário”, diz uma mensagem do Movimento Brasil Conservador (MBC) no Twitter.

Movimento Brasil Conservador

@EuSouMBC

Bolsonaro sangrou por este país, mas seus inimigos acham pouco. Querem enterrá-lo. No dia 26 (próximo domingo) vamos às ruas em protesto contra o Centrão, o STF, e todos os inimigos do Brasil e deste governo, que se faz tão necessário.

Outros grupos conservadores também usaram as redes sociais para divulgar a manifestação.

A iniciativa é uma resposta às manifestações contra o governo na última quarta-feira, 15. O movimento, porém, não tem a adesão dos principais grupos que lideraram os atos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff: Vem Pra Rua, NasRuas e MBL. Memes anônimos com o logotipo dessas organizações circularam pelas redes sociais convocando para uma marcha em defesa do governo em Brasília dia 26.

“Apoiamos a nova Previdência, a reforma tributária e o pacote anticrime. Como a grande maioria dos brasileiros queremos que o País dê certo e se desenvolva. Não estamos aderindo a esta manifestação pois achamos as pautas confusas e dispersas. Somos apartidários”, disse Tomé Abduch, porta-voz do movimento NasRuas.

18 05 BOLSON AS RUAS 1A ativista Adelaide Oliveira, porta-voz do Vem Pra Rua, conta que o grupo defende a reforma da Previdência e o pacote anticrime elaborado por Moro, mas não apoia o presidente Jair Bolsonaro. “O Vem Pra Rua não defende a política do governo e o partido dele, mas ideias e iniciativas como a reforma da Previdência”, afirmou.

Um dos principais temas no Twitter é a oposição do MBL, que afirmou por meio de sua conta no Twitter não estar na organização do ato. Apoiadores de Bolsonaro como Pedro Medeiros, aluno de Olavo de Carvalho e seguido por 11 mil pessoas, criticaram a postura do movimento. Já o economista Leandro Ruschel, com 240 mil seguidores, também citou o movimento. “O MBL é oposição ao governo, só não entendo por que não declararem abertamente”, disse.

Ex-ministro, que não cumpriu prazo dado pelo juiz Luiz Antonio Bonat, cumprirá pena de oito anos e dez meses prisão por corrupção e lavagem de dinheiro

Dirceu saiu de carro de Brasília, onde mora, para Curitiba, a caminho da carceragem da PF (Vagner Rosário/VEJA)
Dirceu saiu de carro de Brasília, onde mora, para Curitiba, a caminho da carceragem da PF (Vagner Rosário/VEJA)

Da Redação de Veja

Postado por Marcos Lima Mochila

 

 

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu se apresentou à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, na noite desta sexta-feira, 17. Ele chegou por volta das 21h30 e, portanto, não cumpriu o prazo estipulado pelo juiz federal Luiz Antonio Bonat, que determinou que o petista se apresentasse até as 16h.

Na tarde desta sexta-feira, pouco antes das 17h, Bonat emitiu um despacho autorizando que Dirceu se apresentasse fora do prazo. A defesa do ex-ministro alegou que o “mau tempo” e a “distância” atrasaram a viagem – o petista saiu de carro de sua casa, em Brasília, a caminho da carceragem da PF, em Curitiba, ainda de madrugada.

O ex-ministro do governo Lula vai cumprir pena de oito anos e dez meses de prisão. Ele foi condenado em segunda instância em uma ação da Operação Lava Jato pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

A ordem de prisão foi expedida na quinta-feira 16, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). Os desembargadores da Corte rejeitaram, por unanimidade, o recurso da defesa do ex-ministro, que buscava reverter sua segunda condenação na Lava Jato. Segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), réus condenados em segundo grau podem ser presos para cumprir pena.

A denúncia que levou José Dirceu de volta à cadeia mostra que executivos da empresa Apolo Tubulars, interessados em celebrar contratos com a Petrobras, solicitaram a intervenção de um operador junto a Renato Duque, ex-diretor da Área de Serviços da estatal, para que a empresa fosse beneficiada.

Os procuradores da Lava Jato afirmam que Duque possibilitou a contratação da empresa mediante pagamento de propinas no valor de mais de 7 milhões de reais. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), 30% dos valores recebidos pelo operador foram transferidos ao ex-ministro, por meio de um contrato com uma construtora e despesas com uso de aeronaves executivas.

O ministro também falou que se sente honrado com o anúncio do presidente Jair Bolsonaro (PSL) sobre ele assumir uma vaga no Supremo

“Não é uma coisa que hoje se encontra na minha mente”, disse Moro sobre a vaga no Supremo (Foto: Marcos Corrêa/PR)
“Não é uma coisa que hoje se encontra na minha mente”, disse Moro sobre a vaga no Supremo (Foto: Marcos Corrêa/PR)

JC Online

Postado por Marcos Lima Mochila

 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, o ex-juiz federal Sergio Moro, afirmou, na manhã desta segunda-feira (13), em entrevista à Rádio Jovem Pan de Curitiba, que se sente honrado com o anúncio do presidente Jair Bolsonaro (PSL) sobre ele assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro, porém, disse que, se Bolsonaro mantiver o convite, ele irá avaliar se o aceita. “Não tem a vaga no momento e quando surgir a vaga, o presidente vai avaliar se mantém o convite, eu vou avaliar se aceito o convite, se for feito, evidentemente”, afirmou.

Fachada do Supremo Tribunal Federal. Brasilia, 26-10-2018. Foto: Sérgio Lima/Poder 360
Fachada do Supremo Tribunal Federal. Brasilia      ( Foto: Sérgio Lima/Poder 360)

O ministro ainda falou que a vaga no STF não faz parte de seus planos, atualmente. “Não é uma coisa que hoje se encontra na minha mente”, disse Moro.

Moro disse também que está buscando fazer um bom trabalho dentro do Ministério, do qual é titular. “Meu trabalho hoje  é desempenhar minhas funções dentro do ministério e fazer um bom trabalho na área de Justiça e Segurança Pública”, declarou.

‘Compromisso’

Nesse domingo (12), o Jair Bolsonaro disse que, na primeira vaga que abrir na Suprema Corte, espera cumprir o compromisso de indicar Sergio Moro ao posto. “Se Deus quiser, cumpriremos esse compromisso”, disse, em entrevista à Rádio Bandeirantes. “Uma pessoa da qualificação do Moro se realizaria dentro do STF”, afirmou o presidente, que disse ainda acreditar que Moro seria um “grande aliado da sociedade brasileira dentro do STF”.

 

Data da foto: 2008 Lucio Mauro na novela "A Favorita", da Rede Globo.
Lucio Mauro na novela “A Favorita”, da Rede Globo, em 2008

Por Marcos Lima Mochila

 

O ator e comediante Lúcio Mauro morreu neste sábado, 11 de maio, aos 92 anos, em uma clínica na zona sul do Rio de Janeiro, onde estava internado havia dois meses para tratamento de problemas respiratórios.

Lúcio de Barros Barbalho, ou Lúcio Mauro, como o conhecíamos, nasceu em Belém do Pará, no dia 14 de março de 1927.

Ator e humorista brasileiro, foi um dos pioneiros na televisão no Brasil.

12 05 LÚCIO MAURO COM ARLETE SALES

Lúcio era irmão do político paraense e empresário radialista Laércio Wilson Barbalho, sendo, portanto, tio paterno do político Jader Barbalho. Entre 1958 e 1970, foi casado com a atriz Arlete Salles, nascida em Paudalho, Pernambuco com quem teve dois filhos: Alexandre Barbalho (ator) e Gilberto Salles (cineasta). O ator era casado desde 1974 com Ray Luiza Araujo Barbalho, com quem teve três filhos: Luciane Maria, Lúcio Mauro Filho (ator) e Luanna Barbalho.

Em 2012, Lúcio foi internado após ter caído num restaurante, passando por uma cirurgia para correção de uma fratura no fêmur. Em abril de 2016, o ator sofreu um derrame, que afetou uma área da garganta, comprometendo a fala e a mastigação.

Vida profissional

Lúcio Mauro já atuava em teatro estudantil quando, com pouco mais de vinte anos, foi convidado para trabalhar na companhia teatral do ator Mário Salaberry, marido da atriz Zilka Sallaberry. Após o falecimento de Salaberry em acidente, Lúcio Mauro participou da companhia de teatro de Barreto Júnior. Nessa época, casou-se com Arlete Salles. Em 1960, com a inauguração da TV Rádio Clube de Pernambuco, ele fez seu primeiro programa de humor na televisão, Beco sem Saída, contracenando com José Santa Cruz no quadro Jojoca e Zé das Mulher12 05 LÚCIO MAURO 1es. Em 1963, Lúcio e Arlete se mudaram para o Rio de Janeiro, indo trabalhar na TV Rio. Depois, foi para a TV Tupi, período em que atuou em episódios do Grande Teatro Tupi. Em 1966, estreou na TV Globo, no humorístico TV0–TV1. Ele se tornou conhecido principalmente por suas atuações em quadros de programas humorísticos de televisão, especialmente, nos programas de Chico Anísio, os quais lhe deram seus dois personagens mais emblemáticos: Aldemar Vigário e Da Júlia. O primeiro era um aluno bajulador na Escolinha do Professor Raimundo, que gostava de inventar histórias a respeito do passado do professor com o intuito de agradá-lo, mas que geralmente o colocava em situações constrangedoras. O segundo personagem, que fazia parte de sketch do Chico Anysio Show e depois de outros programas, era o assistente que buscava orientar o ator Alberto Roberto (personagem de Chico), que, embora fosse considerado excepcional, era ignorante e arrogante.

12 05 LÚCIO MAURO FERNANDINHO E OFÉLIA CLÁUDIA RODRIGUESOutro personagem de sucesso veio em Balança Mas Não Cai, o Fernandinho, um homem rico e sofisticado, cuja esposa, a ignorante Ofélia (Sônia Mamede), embora por quem fosse completamente apaixonado, causava-lhe grande constrangimento devido às suas gafes perante convidados ilustres. Em 1999, o quadro ganhou nova versão no extinto Zorra Total (atualmente Zorra), com Lúcio e Cláudia Rodrigues interpretando Fernandinho e Ofélia.

Em 1980, entrou para o elenco da peça Além da Vida, escrita por Chico Xavier e Divaldo Franco. Em 2008, o humorista estreou a peça Lúcio 80-30, dividindo o palco com Lúcio Mauro Filho, autor e diretor do espetáculo, e com outros dois filhos, Alexandre Barbalho e Luly Barbalho. Em 2014, Lúcio Mauro e a filha Luly Barbalho participaram do penúltimo episódio de A Grande Família. Os dois foram pai e irmã do intérprete de Tuco no seriado, Lúcio Mauro Filho. Em 2015, o ator fez uma participação especial da releitura da Escolinha do Professor Raimundo, programa comemorativo que foi ao ar na Globo e no canal Viva.

Filmografia

Televisão

Programas humorísticos / novelas / minisséries

2015    Escolinha do Professor Raimundo        Aderaldo

2014    A Grande Família         Rui Nabuco

2012    Gabriela           Eustáquio Ferreira

2009    Caminho das Índias      Amarit Chami (diretor de Bollywood)

2008    Casos e Acasos           Dr. Rangel

A Favorita       Sabiá (pai de Dodi)

Faça Sua História        Baby de Moraes (episódio: O Califa de Copacabana)

2007    Malhação         Delegado Silva (participação especial)

Paraíso Tropical           Veloso (participação especial)

2005    Carga Pesada  Episódio: Sem Identidade

2004    Programa Novo           Chefe

Sob Nova Direção       Episódio: Duas Penetras Convidadas

2001    Os Normais     Episódio: Desconfiar é Normal

1999 – 2011    Zorra Total      Vários Personagens

1998    Pecado Capital            Nonato

Sai de Baixo    episódio: Ah, Eu Tô Maluco

Dona Flor e Seus Dois Maridos (Neca do Abaeté)

1996    Caça Talentos  Marvin

1995    Malhação         Ferreira

1992    Você Decide    episódio: Palavras de Amor

1990 – 1994    Escolinha do Professor Raimundo        Aldemar Vigário

1988    Chico Anysio Show     Aldemar Vigário

O Pagador de Promessas (minissérie) Dr. Quindim

1983    A Festa é Nossa

1982    Chico Anysio Show

1978    A Praça da Alegria

1973    Chico City

1972    Uau, a Companhia

1968    Balança Mas Não Cai  Fernandinho

1967    A Moça do Sobrado Grande

I Love Lúcio

1966    TV0–TV1

1965    Essa Gente Inocente – Apresentador

1963    A, E, I, O… Urca! – Diretor

1960    Beco sem Saída

Cinema

2016    Vai que Dá Certo 2 (Seu Altamiro)

2013    Vai que Dá Certo (Seu Altamiro)

2010    Muita Calma Nessa Hora (Mascarenhas)

2009    A Mulher Invisível (Governador)

2008    Feliz Natal (Miguel)

Bezerra de Menezes – O Diário de um Espírito (Líder do Centro Espírita)

Polaroides Urbanas (Fernando)

2007    O Homem que Desafiou o Diabo (Escrivão)

2006    Cleópatra (Ptolomeu XII)

2004    Redentor (Tísico)

1968    O Rei da Pilantragem (Pessoa na rua)

1966    007 1/2 no Carnaval (Zé das Medalhas)

1963    Terra sem Deus (Capanga do coronel).

 

11 05 SÍLVIO COSTA FILHO

Postado por Marcos Lima Mochila

 

Os parlamentares estão divididos sobre manter o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com o Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro, ou levar o órgão de volta à pasta da Economia, de Paulo Guedes. Em meio à polêmica, o deputado federal Silvio Costa Filho (PRB-PE) defendeu o lado de Moro.

“Eu vou votar para que o Coaf fique no Ministério da Justiça”, disse o parlamentar em entrevista no Resenha Política, nessa sexta-feira (10). “Penso que o ministério vai ter mais ferramentas de fazer fiscalização”.

Silvio Costa Filho é o vice-presidente da comissão especial da reforma da Previdência, a principal pauta econômica do governo Jair Bolsonaro (PSL).

Apesar da expectativa de que medida provisória fosse votada ainda na última quinta-feira (9) no plenário da Câmara, uma questão de ordem fez com que o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), encerrasse a sessão, sem a votação. No mesmo dia, o relatório de Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) havia sido votado na comissão mista, composta por deputados e senadores. O parecer do pernambucano não previa a mudança no Coaf, articulada por nomes da oposição e do centrão.

Após a derrota, o emedebista afirmou que o governo, do qual é líder no Senado, iria articular para que o conselho permaneça com Moro. A decisão será dos plenários da Câmara e do Senado. A MP perde a validade no dia 3 de junho.

10 05 FBC

Postado por Marcos Lima Mochila

 

Com a experiência de quem já foi deputado estadual, federal, prefeito, secretário, ministro e senador, o pernambucano Fernando Bezerra Coelho foi alçado à condição de líder do governo Bolsonaro no Senado, repetindo o posto que havia ocupado no governo Michel Temer.

A escolha de Fernando para o posto foi elogiada pela classe política em Brasília porque foi o primeiro sinal do governo de tentar melhorar o diálogo com o Congresso Nacional. E desde que assumiu o posto, Fernando deu uma demonstração de que o presidente estava no caminho certo.

Esta semana, ficou latente que o pernambucano tornou-se o principal operador político na relação do Planalto com o Congresso, pois a criação dos ministérios das Cidades e da Integração Nacional, tida como uma medida acertada para facilitar as ações do governo junto a estados e municípios, sobretudo em relação ao Minha Casa Minha Vida que vinha recebendo críticas.

O fato é que com a sua experiência, Fernando conseguiu convencer o presidente de que se não cedesse as demandas do congresso, dificilmente aprovaria a reforma da Previdência, que será o divisor de águas para a política, economia e para a viabilidade do governo Bolsonaro. Se as pautas governistas  avançarem no Congresso, o mérito será do líder do governo no Senado, que mostrou que entende do riscado e tem sido o principal ponto de equilíbrio de um governo que ainda patina na política.

Um dos homens fortes do governo Bolsonaro, FBC se surpreendeu com o crescimento da Revista e sua chegada ao Distrito Federal

Senador Fernando Bezerra Coelho ladeado pelos diretores da Revista Total, Joaquim Neto e Marcelo Mesquita
Senador Fernando Bezerra Coelho ladeado pelos diretores da Revista Total, Joaquim Neto e Marcelo Mesquita

Por Marcos Lima Mochila

 

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), ao ser abordado pela equipe da Revista Total em Brasília (DF), durante a XXII Marcha a Brasília em defesa dos municípios procurou, de imediato, saber se o presidente do veículo pernambucano, Marcelo Mesquita, se achava no local. Ao encontrá-lo, parabenizou-o pelo fato de a revista pernambucana estar fazendo tanto sucesso na Região Centro-Oeste.

08 05 RT10“Desde que cheguei ao evento já vi diversas pessoas lendo a Revista Total e elogiando-a. Mas, eu pensei que se tratava de um veículo homônimo, daqui da região. Fiquei surpreso quando descobri que era a pernambucana Revista Total, a qual já nos acostumamos a consultar, principalmente, durante as campanhas para eleições”, ressaltou Fernando Bezerra.

“Inclusive, o próprio presidente Bolsonaro já elogiou a revista, comentando que, enquanto vários veículos nordestinos, além de outros maiores como a Globo, A Folha de
SP e outros, se preocupam sempre em criticar, inclusive com muitas inverdades, a pernambucana Revista Total tem acompanhado suas ações e sempre publicando verdades”, continuou o senador.

“Além disso, acompanhei a revista durante os oito anos do governo de Eduardo Campos, de quem vocês foram grandes parceiros”, completou FBC.

Na verdade, a grande novidade nos meios de Comunicação e de políticos, no Distrito Federal, tem sido o surgimento da Revista Total, o que aconteceu no dia 11 de dezembro do ano passado, durante a posse de José Mucio Monteiro na presidência do TCU e, desde então, a revista esteve presente em todos os grandes eventos ocorridos em Brasília, como também durante  toda a fase de transição do novo governo.

Marcelo Mesquita ladeado pelo Senador Fernando Bezerra Coelho e o ex-governador Eduardo Campos.
Marcelo Mesquita ladeado pelo Senador Fernando Bezerra Coelho e o ex-governador Eduardo Campos

Como tinha muitos compromissos agendados em Brasília, na ocasião, o senador acertou de encontrar-se com Marcelo em Recife, a fim de colaborar para que a revista seja ainda mais divulgada em Brasília. A reunião foi agendada e deverá estar acontecendo nos próximos dias.

Isso é um fato importante para o Grupo Total, uma vez que FBC tornou-se um dos grandes aliados de Bolsonaro e um homem forte do governo, por ter sido escolhido como líder no Senado. O seu nome recebeu o aval do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que assinou de imediato – no dia 19/02 – a nomeação do parlamentar. Na ocasião, a informação foi repassada à imprensa pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, um dos articuladores da indicação de Bezerra Coelho junto com o presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM/PA) e o líder do MDB na Casa, senador Eduardo Braga (AP).

O ex-governador Joaquim Francisco em reunião com o presidente da Revista Total, Marcelo Mesquita, e o editor-chefe do Blog da Revista Total, jornalista Marcos LIma Mochila, quando recebeu exemplar da Revista Total
O ex-governador Joaquim Francisco em reunião com o presidente da Revista Total, Marcelo Mesquita, e o editor-chefe do Blog da Revista Total, jornalista Marcos LIma Mochila, quando recebeu exemplar da Revista Total

O nome do senador pernambucano passou a aparecer na lista dos possíveis indicados para o cargo alguns dias antes, desbancando outros nomes fortes que estavam no páreo, como Roberto Rocha (PSDB/MA) e Espiridião Amin (PP/SC). Nos bastidores, Fernando Bezerra ganhou força por ser o nome que poderia aproximar o MDB, partido que tem a maior bancada no Senado, do governo. Davi Alcolumbre, inclusive, chegou a alertar o governo para o fato de o indicado para o cargo ser um parlamentar que poderia trabalhar pela unificação.

É fato notório que o nome de Fernando vem crescendo dentro do atual governo e um dos fatos que comprova essa evolução é o livre trânsito que ele tem com Bolsonaro, inclusive participando de decisões importantes do governo, a exemplo da decisão do presidente de dividir o Ministério do Desenvolvimento Regional em dois.

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que é também o relator da medida provisória da reforma administrativa, afirmou nesta terça-feira (7), após reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que o governo admitiu realizar a divisão, recriando os ministérios das Cidades e da Integração Nacional. A criação dos dois ministérios constará do relatório de Bezerra a ser apresentado à comissão mista do Congresso que trata do assunto.

A deputada Marília Arraes sendo recepcionada pelos diretores da revista
A deputada Marília Arraes sendo recepcionada pelos diretores da revista
Prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota, presidente da Amupe
Prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota, presidente da Amupe
Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos, ladeada pelos diretores da Revista Total
Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos, ladeada pelos diretores da Revista Total
Cientista e astronauta Marcos Pontes, ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações recebendo a Revista Total
Cientista e astronauta Marcos Pontes, ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações recebendo a Revista Total

As duas pastas tinham sido extintas na reestruturação feita pelo governo Jair Bolsonaro, que reduziu de 29 para 22 o número de ministérios. No entanto, parlamentares de partidos como MDB, DEM e do bloco chamado “Centrão” estavam pressionando o Planalto pelo aumento do número de ministérios a fim de atender às demandas por indicações políticas.

Em troca, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) permaneceria subordinado ao Ministério da Justiça e Segurança, como defende o ministro Sérgio Moro, enquanto  grupos de parlamentares pretendiam que o órgão fosse para o Ministério da Economia. O conselho é um organismo de inteligência que atua contra a lavagem de dinheiro.

“Hoje de manhã, em reunião com o presidente da República e com o ministro Onyx, ficou decidido que o Ministério do Desenvolvimento Regional vai ser desmembrado e vão ser recriados o Ministério das Cidades e o Ministério da Integração. Esta é a grande novidade que vai estar no relatório”, afirmou o líder do governo no Senado.

08 05 RT FBC

Bezerra Coelho afirmou que, na conversa com Guedes, também disse ao ministro que o relatório sobre a MP preservará o Coaf no Ministério da Justiça. “Nós comunicamos a ele [Paulo Guedes] a decisão tomada no dia de ontem de que o Coaf fica mantido no Ministério da Justiça”, declarou.

Especialista explica que a brincadeira não transforma ninguém em homossexual – mas proibi-la pode gerar frustração, insegurança e ainda mais curiosidade

Ao brincar de boneca, o menino pode desenvolver capacidades e competências afetivas para cuidar de crianças e se tornar um ótimo pai (Foto: Divulgação)
Ao brincar de boneca, o menino pode desenvolver capacidades e competências afetivas para cuidar de crianças e se tornar um ótimo pai (Foto: Divulgação)

Por Marcos Lima Mochila

 

É muito comum no Brasil pais proibirem os meninos de brincar com boneca e os motivos são, principalmente, o medo da criança se tornar homossexual ou a preocupação em torno do preconceito que isso pode gerar na sociedade. Seja qual for a justificativa, especialistas em desenvolvimento infantil garantem: brinquedos não pertencem a um sexo ou gênero.

Alexandre Saadeh, coordenador do AMTIGOS-IPq-HCFMUSP (Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP) e professor doutor na PUC-SP, fala sobre o assunto e defende que “o comportamento infantil pode sugerir, mas nunca definir orientação sexual ou identidade de gênero”.

Estudos e pesquisam apontam que crianças podem e devem brincar com o que quiserem e essa liberdade, segundo Saadeh, auxilia no autoconhecimento e na formação de adultos mais livres e mais completos. “Se o menino quiser e puder brincar com boneca, ele pode com isso desenvolver capacidades e competências afetivas para cuidar de crianças e se tornar um ótimo pai, menos machista e mais atencioso com seus filhos”, diz Saadeh.

O doutor explica que a homossexualidade só existe depois da puberdade e que antes disso seria errado afirmar que só porque o menino gosta de bonecas, necessariamente será homossexual. “Crianças não têm inclinação à homossexualidade, elas podem apenas ter noção de um interesse diferenciado pelo mesmo sexo”, conta. “O que os pais precisam entender é que o comportamento expresso nas brincadeiras não equivale a uma expressão de orientação sexual ou identidade de gênero específica. Pode não significar coisa alguma, apenas curiosidade”, completa.

Como mudar, então, a ideia de que os brinquedos acabam dividindo os gêneros? “Nossos costumes e divisões culturais é que definem os brinquedos de acordo com o sexo”, afirma. “Alguns estudos buscam comprovar que meninas buscam certos tipos de brinquedos e meninos outros. Todavia, o que deve ser respeitado e nunca imposto é a escolha que a criança faz. Ela não só pode, como deve brincar com o que quiser. A imposição de um brinquedo ou a negativa de poder brincar com outro só gera frustração, maior curiosidade, insegurança e questionamento de ser ‘normal’ ou não”, explica.

“O que os pais precisam entender é que o comportamento expresso nas brincadeiras não equivale a uma expressão de orientação sexual ou identidade de gênero específica. Pode não significar coisa alguma, apenas curiosidade”, explica Alexandre Saadeh (Foto: Divulgação)

07 05 MENINOS 1E sim, cabe aos pais não associar brincadeiras com sexualidade e, mais que isso, não achar que homossexualidade se escolhe. “Homossexualidade é algo que o indivíduo mostra indícios na infância, mas só irá se estabelecer após a puberdade, com o amadurecimento sexual”, diz. “E se for homossexual, isso não é uma escolha, faz parte de quem o indivíduo é”.

Vale aqui aquela retórica de que os filhos não devem ser um espelho do pai, mas desenvolver-se dentro de sua individualidade, trazendo dos pais o mais importante: seu caráter através de ensinamentos de vida. “Um filho é alguém que será diferente de seus pais, com história e desejos próprios e que não existem para satisfazer necessidades infantis ou até adultas desses pais”, defende. “Bons educadores e bons pais reconhecem na individualidade de cada criança as especificidades e características de personalidade do adulto que está em formação e não o que queria que tivesse sido sua infância ou sua vida”, afirma o especialista.

Saadeh recentemente foi consultado pela empresa Hasbro sobre o tema brincar, para o desenvolvimento de uma campanha que mostra os benefícios para meninas e meninos ao brincar de boneca. Para quem tem interesse no tema, ele indica os filmes Precisamos falar sobre Kevin, de Lynne Ramsay, Minha vida em cor de rosa, de Alain Berliner, Pelle, de Bille August, e Tomboy, de Céline Sciamma. Assista com seus filhos.

 

O governo Bolsonaro não irá veicular na Globo merchandising sobre Reforma da Previdência. A divulgação do projeto polêmico com artistas acontecerá apenas em emissoras concorrentes, como SBT, Record, Band e RedeTV!

08 05 GLOBO SEM MERCHAN

Postado por Marcos Lima Mochila

 

De acordo com informações do Meio & Mensagem, as ações de merchandising que visam divulgar a Reforma da Previdência para a população serão exibidas em todas as principais redes de TV aberta do país, como SBT, Record, Band e RedeTV!, exceto a Globo.

Segundo a publicação, a Globo ficou de fora do plano de merchandising da Secretária de Comunicação do Governo (Secom) devido às regras da política comercial da emissora carioca, que vetam a participação de seus apresentadores em propagandas do governo.

De acordo com a Secom, apesar da Globo não fazer parte do grupo de emissoras que farão as ações de merchandising com apresentadores sobre a Previdência, o canal carioca está incluído no plano de mídia de divulgação do projeto e terá filmes publicitários veiculados em seus intervalos comerciais – os mesmos que serão exibidos nas outras redes abertas.

Para divulgar a Reforma da Previdência, foram contratados nomes como Luciana Gimenez e Ratinho. De acordo com a colunista Bela Megale, do jornal O Globo, tanto a apresentadora da RedeTV! como o apresentador do SBT farão uma ação publicitária mais integrada aos seus respectivos programas, e não somente nos intervalos comerciais.

Gimenez, inclusive, desembarcou em Brasília na semana passada para uma entrevista exclusiva com o presidente Bolsonaro, onde o foco da conversa foi a necessidade da aprovação do projeto. Ela ainda aproveitou o momento para relembrar as polêmicas participações do político na época em que era deputado federal em seu programa, o SuperPop.

Fonte:

https://www.otvfoco.com.br/bolsonaro-exclui-a-globo-de-acao-na-tv-e-anunciara-apenas-nas-concorrentes/

O governo de Jair Bolsonaro divulgou nesta quarta-feira (8) o texto do decreto assinado na terça (7) que flexibiliza as regras sobre o direito ao porte

Entre apoiadores, presidente Jair Bolsonaro faz gestual de arma após assinar decreto  07/05/2019 REUTERS/Adriano Machado
Entre apoiadores, presidente Jair Bolsonaro faz gestual de arma após assinar decreto (REUTERS/Adriano Machado)

Postado por Marcos Lima Mochila

 

 

O governo de Jair Bolsonaro divulgou nesta quarta-feira (8) o texto do decreto assinado na terça (7) que flexibiliza as regras sobre o direito ao porte (transportar e carregar a arma consigo, fora de casa ou do local de trabalho) de armas e munições no país.

Entre as mudanças, novas categorias ficam autorizadas a transportar armas, como políticos e jornalistas; adolescentes não precisam mais de autorização judicial para praticar tiro esportivo; o número de cartuchos de munição que podem ser compradas aumentou 100 vezes; e armas mais letais deixaram de ser de uso restrito das Forças Armadas.

Tais regras se somam às sobre posse de armas –ou seja, o direito de ter o armamento em casa ou no trabalho (caso seja responsável legal pelo estabelecimento)– que foram flexibilizadas também em decreto, numa das primeiras medidas de Bolsonaro após tomar posse, em janeiro.

Veja abaixo o que mudou nas regras para porte e posse de armas.

Decreto de 15 de janeiro:

– Estende o prazo de validade do registro de armas de 5 para 10 anos;

– Permite renovação automática por dez anos dos registros de quem está em situação regular, mas que havia obtido a validade pela legislação anterior, de cinco anos;

– Cria pré-requisitos objetivos para pedido de autorização da posse; antes, a avaliação era subjetiva e, por vezes, dificultada;

– Exige quem tem crianças, adolescentes ou pessoas com deficiência mental em casa apresente declaração de que a residência possui cofre ou local seguro com tranca;

– Limita compra de quatro armas por pessoa, com exceção dos que comprovarem necessidade de possuírem quantidade maior.

Decreto de 7 de maio:

Categorias profissionais:

A autorização para o porte de armas só era dada a categorias como as Forças Armadas, Guarda Municipal, polícias Civil, Militar e Federal, guarda prisional, Agência Brasileira de Inteligência, Gabinete de Segurança institucional da Presidência, auditor-fiscal e analista tributário, grupos de servidores do poder judiciário;

Agora, ficam autorizadas a transportar armas político em exercício de mandato, advogado, oficial de justiça, caminhoneiro, colecionador ou caçador, dono de loja de arma ou escola de tiro, residente de área rural, agente de trânsito, conselheiro tutelar, jornalista de cobertura policial, instrutor de tiro ou armeiro e outros.

Propriedades rurais:

Antes, o porte era permitido somente para o produtor rural que comprovasse exercer atividade de caçador como garantia de sustento, ficando autorizado uso de arma de tiro simples, com um ou dois canos;

Agora, o proprietário rural com posse de arma de fogo fica autorizado a utilizar a arma, sem especificação de qual modelo, até mesmo fora da propriedade.

Compra de munições:

Antes, portarias estabeleciam que o máximo de cartuchos por ano era 50 unidades, tanto para munição convencional quanto para a de uso restrito;

Agora, poderão ser adquiridas 5.000 munições anuais por arma de uso permitido e mil para as de uso restrito.

Validade:

Antes, a validade do Certificado de Registro de Arma de Fogo era de cinco anos;

Agora, o prazo passa para dez anos –portanto, os documentos relativos à posse e ao porte terão o mesmo prazo de validade.

Praças das Forças Armadas:

Antes, não podiam ter porte de armas;

Agora, praças das Forças Armadas com dez anos ou mais de experiência terão direito ao porte de arma.

Vinculação da arma:

Antes, era necessário um documento específico para o registro de cada arma;

Agora, um mesmo documento passa a servir para todas as armas, identificando quem é o dono.

Menores de idade:

Antes, a prática de tiro desportivo por menores de 18 anos deveria ter autorização judicial;

Agora, a atividade só precisa ser previamente autorizado por um dos responsáveis legais do adolescente.

08 05 ARMASTipos de armas:

Antes, as armas de uso permitido eram as de menor potencial letal, como a .25, .22, o revólver tradicional 38 e a espingarda calibre 12.

Agora, todas as armas que não atinjam, na saída do cano, energia cinética superior a mil e duzentas libras-pé e mil seiscentos e vinte joules serão de uso permitido. Isso inclui armas que eram de uso restrito apenas das Forças Armadas, com alto poder de fogo, como a .40, .45 e 9mm.

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