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O prefeito Orlando José (PSB) está com sua reeleição garantida no próximo pleito em Altinho, por conta de uma série de importantes obras que melhoraram consideravelmente, a vida da maioria da população do município, as quais lhe deram enorme apoio popular. O estudo técnico que foi elaborado pela equipe da Revistar TOTAL, constatou que as mais importantes lideranças políticas, comerciais, da agricultura e das comunidades aprovam a gestão de Orlando e garantem que vão apoia-lo, o que lhe a vitória como certa.
O diretor-presidente da TOTAL, Marcelo Mesquita, que coordenou o levantamento, disse ter ficado impressionado com os elogios feitos pelos formadores de opinião da cidade por conta do número de projetos concretizados nos últimos três anos. “Fiquei surpreso com a convicção com que as pessoas dizem que vão votar para a reeleição de Orlando José, embora ainda não se comente os nomes dos prováveis adversários. O prefeito, que é funcionário público municipal, demonstrou muita habilidade política e manteve um excelente relacionamento com os vereadores, conseguindo aprovação rápida de todos os projetos encaminhados”.

Os empresários de Altinho apontam o impressionante desenvolvimento do município durante a atual gestão e confirmam que o município teve um desenvolvimento de cerca de 20 por cento, como adiantaram assessores do prefeito. Também enfatizam a expressiva melhoria na estrutura das escolas municipais o que fez com a cidade passasse do 144º lugar para o 73º no ranking elaborado pela Secretaria Estadual de Educação.
Para melhoria das condições de trabalho para os criadores, incentivou a produção de silagem de boa qualidade para garantia da alimentação do rebanho bovino no período de seca. Outro ponto enfatizado pelos produtores rurais foi a recuperação e limpeza de açudes e barragens, o que possibilitou a melhoria da infraestrutura dos reservatórios dágua, aumentando a capacidade hídrica do município. Também incentivou a escavação de cisternas para amenizar o problema de abastecimento nas regiões mais secas do município.
Os moradores da sede elogiam a limpeza e manutenção das praças e ruas da cidade e ressaltam a pavimentação de ruas importantes, como a Dr. João Pessoa, a Professora Solange Maria de Oliveira e João Torres e as Travessas Manoel Cicinato de Andrade e a Menandro Figueira Filho e outras na periferia. A construção da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)e terreno cedido pela Prefeitura, também foi enfatizada, além da conclusão da Creche Professora Luiza Lemos, cujas obras estavam paralisadas desde 2011.
Muita gente que necessita de tratamento médico no Recife elogiou a instalação da Casa de Apoio, que serve de suporte para os pacientes e familiares, dando-lhes tranquilidade na capital.
Na área da Segurança Pública, que é um ponto crítico em quase todas as cidades, o prefeito Orlando José recebeu muitos elogios por ter criado o Centro Integrado de Segurança Pública, que atua em parceria com as Polícias Militar e Civil, aumentando a tranquilidade da população. As ações do Centro, segundo a população, serviu para que fossem feitas diversas ações preventivas para a diminuição dos casos de agressões físicas e verbais contra as mulheres, principalmente as adolescentes, que dispõem de um programa que permitem inclusive, uma renda extra.
As mães e avós fizeram rasgados elogios ao Programa Criança Feliz, que promove ações voltadas à primeira infância, com orientação sobre assuntos importantes, como ao estímulo à Saúde para as famílias em situação de vulnerabilidade.
Por conta desse estudo técnico, como a TOTAL faz há 14 anos com alto percentual de acerto, não resta dúvida que Orlando José será reeleito com um percentual de votos bem maior que o registrado nas eleições de 2016, quando ele se elegeu com o percentual de 57, 81 por cento dos votos válidos.

Por Márcio Maia

O levantamento efetuado por técnicos da Secretaria de Defesa Social (SDS) indica que nada menos de 66,68%, cerca de um terço, dos homicídios ocorridos em Pernambuco, durante o ano passado, foram motivados por tráfico de drogas. Dos 3.466 assassinatos registrados no Estado em 2019, 2.311 tiveram como causa a disputa por “bocas de fumo”, vingança por “traição” de integrantes de quadrilhas e dívidas de compras de entorpecentes, além de outros acertos.

O resultado do relatório indica ainda que diversas quadrilhas têm atuação na Região Metropolitana, onde comercializam maconha e cocaína em pontos estratégicos, e outras que agem nos municípios do Agreste e Sertão, realizando o tráfico dos entorpecentes vindos de outros Estados e do Exterior, do Paraguai, principalmente.

Os policiais civis e militares que têm atuado nas ações preventivas e de investigação das quadrilhas especializadas no tráfico de drogas, não têm mais dúvidas de que o chamado “Polígono da Maconha”, formado pelas cidades à margem do Rio São Francisco, onde durante quase meio século foi o maior plantador de maconha do País, não tem mais a mesma importância.

O relatório indica que, depois dos crimes motivados por drogas, os conflitos nas comunidades são as principais causas. No período, 16,62 dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) aconteceram por conta destas questões entre pessoas conhecidas. Já os latrocínios, assaltos seguidos de morte, foram 3,98%.

REDUÇÃO – No ano passado, o número de homicídios diminuiu bastante em Pernambuco, de acordo com o relatório da SDS, que aponta uma diminuição de 16,9% em relação ao ano de 2018, quando foram cometidos e registrados 4.173 crimes. O secretário Antônio de Pádua, ressaltou que é a marca mais baixa dos últimos cinco anos, tendo sido maior apenas para o ano de 2014 no período de existência do Pacto pela Vida, instituído em 2007, pelo então governador Eduardo Campos.

No ano passado, foi registrada a segunda menor taxa de homicídios por 100 mil habitantes. O índice de 35,64 foi superado pelo registrado no ano de 2013, quando foi computado 34,13.

Também houve uma expressiva diminuição nas mortes violentas de mulheres. Houve uma diminuição na ordem de 18,2% em relação a 2018. Em 2019, foram registrados 198 e no ano anterior, aconteceram 242 dos chamados feminicídios.

Para o secretário Antônio de Pádua, a ampliação da atuação integrada entre os diversos órgãos governamentais foi fundamental para que acontecesse essa expressiva diminuição. Ele apontou a ampliação da rede de Delegacias da Mulher, como um dos principais pontos. “Hoje, existem delegacias no Grande Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão, além das demais delegacias que também têm pessoal preparado para atuar nesse tipo de crime. Além disso, contamos com a Polícia Militar na rede de proteção, com iniciativas como a Patrulha Maria da Penha”.

Outro ponto importante do relatório é a constatação de que no ano passado, não foi registrado crimes de mortes em doze cidades de Pernambuco, além do distrito de Fernando de Noronha. Não aconteceram crimes nas cidades de Alagoinha, Cabrobó, Cedro, Cumaru, Granito, Itacuruba, Palmeirinha, Salgadinho, São Benedito do Sul, Serrita e Triunfo.

Para Antônio de Pádua, os investimentos na área e o trabalho integrado entre os órgãos operativos são os pontos de relevância para a diminuição acima de dois dígitos percentuais registrada em 18 e 19. “A injeção de recursos em inteligência e ampliação de efetivo nos últimos quatro anos, com a chegada de 7.552 profissionais às Polícias Militar, Civil e Científica e ao Corpo de Bombeiros, deu resultados. Ainda atuamos articulados com as demais Secretarias Estaduais, com o Poder Legislativo e o sistema de Justiça”.

“É dessa forma, aprimorando as ações de prevenção e repressão, que seguiremos trabalhando pela paz dos pernambucanos no ano de 2020”, concluiu Antônio de Pádua.

OBS: O crédito das fotos é de DIVULGAÇÃO/CICOM-SDS

Uma verdadeira reviravolta está prestes a acontecer na cidade de Toritama, isso porque o atual prefeito Edílson Tavares (MDB) deverá receber em seu grupo político o apoio da ex-vice-prefeita Lucinha Pereira (PSDB).

A informação foi trazida por integrantes do grupo político liderado pelo prefeito para o Blog do Alberes Xavier, e que já se comenta nos bastidores que o anúncio acontecerá nos próximos dias. A ida de Lucinha Pereira anima os correligionários de Edílson, tendo em vista que, recentemente o prefeito foi pego de surpresa com a saída de vereadores de sua base de apoio.

Os próximos dias marcarão ainda mais novidades na política da Capital do Jeans.

Fonte blog ponto de vista

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) afirmou nesta quarta-feira (15) que Pernambuco tem a chance de iniciar um novo ciclo político a partir das eleições municipais deste ano. Segundo ele, o estado, que liderava os investimentos públicos na região Nordeste, desacelerou nos últimos cinco anos. “Pernambuco e Recife estão isolados. Pernambuco parou”, disse FBC em entrevista à rádio Custódia FM, durante visita à cidade.

Ele lembrou que, hoje, Pernambuco ocupa o terceiro lugar nos investimentos públicos entre os estados da região Nordeste. “Mas é um terceiro longe. E a gente vai sentir essa diferença, porque significa estradas, escolas e hospitais a menos. A gente vai sentir que o estado vai perdendo o dinamismo que tinha.

”Na avaliação de Fernando Bezerra, a retomada do crescimento econômico deve diminuir o peso das questões nacionais nas eleições municipais. “O ano terminou melhor. O pessoal falava que o presidente Bolsonaro não ia pagar o 13º do Bolsa Família e pagou. O governador falou que ia pagar e não pagou ainda. O Brasil voltou a crescer. A perspectiva é que, em outubro, o Brasil esteja crescendo a 2,5%, 3%. Ou seja, a questão nacional vai ter um peso cada vez menor na disputa local. O que vai prevalecer é a questão local.”

FBC acrescentou que o MDB está trabalhando para ter 100 candidatos a prefeito nas eleições municipais deste ano em Pernambuco. Se o partido sair fortalecido, poderá apresentar candidatura majoritária em 2022. “O MDB está cuidando da sua base municipal, a mais importante, mais próxima da população. Temos a ambição de poder apresentar 100 candidatos a prefeito. E se formos vitoriosos nesse projeto da eleição municipal do MDB, é evidente que o MDB estará bem posicionado para apresentar uma candidatura majoritária em 2022”, ressaltou.

De acordo com o senador, o partido mantém uma postura de unidade em torno da possibilidade de lançar o nome do presidente do MDB-PE, deputado federal Raul Henry, à Prefeitura de Recife. “Acho que, nesses últimos dias, essa possibilidade vem crescendo. A manifestação de Jarbas [Vasconcelos] foi muito positiva no sentido de dizer que Raul está liberado para poder construir a sua candidatura, caso ele entenda como sendo importante para o projeto partidário. Estive com Raul na segunda-feira, uma conversa por telefone, senti ele mais disposto, mais animado. Disse que eu poderia continuar as minhas conversas de bastidores com outras forças políticas do estado para tentar reunir o apoio que possa dar a Raul as condições para uma disputa das eleições do Recife.

”Em Custódia, FBC participou do ato de filiação do vereador Gilberto de Melchior ao MDB. “Saio daqui animado com o fortalecimento do MDB, e tenho certeza que faremos uma grande eleição municipal neste ano.

”RAMAL DO AGRESTE – Antes da passagem por Custódia, Fernando Bezerra, que é líder do governo no Senado, visitou as obras do Ramal do Agreste, que vai levar a água captada da barragem de Barro Branco para o reservatório Ipojuca e a Adutora do Agreste. Maior obra de infraestrutura hídrica do governo federal na região Nordeste, o Ramal do Agreste recebeu R$ 530 milhões de investimentos em 2019.

Segundo o senador, a obra deve estar concluída em fevereiro de 2021, quando levará a água do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para 70 cidades de Pernambuco, beneficiando 2,2 milhões de pessoas. “Essa obra é que vai resolver o problema de água de 70 municípios do agreste. Estou muito feliz que tenha sido acelerada e priorizada pelo presidente. Isso é água, é desenvolvimento, é perspectiva de futuro que estamos construindo.”

Blog ponto de vista

Nunca alguém que conviveu tão de perto e com tamanha afinidade com o ex-governador Eduardo Campos mexeu na ferida dos governos do PSB no Estado e na Prefeitura do Recife com tamanha propriedade quanto o publicitário e homem de comunicação Edson Barbosa, o Edinho, na entrevista que deu ontem ao meu programa Frente a Frente, direto de Salvador, onde está refugiado, mas continua fazendo a cabeça de muitas outras lideranças no plano nacional.

Para ele, o governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo Júlio perderam a chave do tesouro do PSB e formam um condomínio medíocre. Veja a íntegra da sua bombástica entrevista abaixo depois de traçar um acarajé com este blogueiro, colunista e âncora na hoje moderna Salvador, que está à frente em tudo no Recife, principalmente no cuidado com as pessoas.

Diferente do Recife, Salvador é, hoje, um canteiro de obras, com equipamentos modernos e avançados, a exemplo do mais avançado Centro de Convenções do País, a ser inaugurado no próximo dia 26, construído com recursos da própria Prefeitura, tocada pelo democrata ACM Neto.

Por quanto tempo o senhor atuou profissionalmente em Pernambuco?

Cheguei em Pernambuco em 1998 para cuidar da campanha de governador do doutor Miguel Arraes e daí não sai mais de lá. Duda Mendonça era o então dono do contrato. Em 2005, voltei com Eduardo Campos e permaneci até a morte dele, coordenando a comunicação publicitária e seu marketing de todas as campanhas.

O senhor era então o braço direito de Duda Mendonça?

Não, o coordenador e braço de Duda era Roberto Pinho. Eu era da equipe. A primeira campanha que fizemos foi a de Arraes para o Governo em 1998, que Jarbas Vasconcelos ganhou. Nós devolvemos a ele em 2002 com 83% dos votos na eleição de Eduardo.

Eduardo Campos te ouvia muito?

Eduardo ouvia a todos. Ele era um dos sujeitos mais respeitosos, sabia separar o joio do trigo, tinha ideias muito bem-postas e humildade para acatar quando as ideias eram boas ou para adaptar. Além disso, tinha autoridade e linha de comando. Ele decidia, e não terceirizava problemas. Por isso, ele foi o grande líder que foi e a saudade que nós temos é também desse caráter assertivo e inovador que Eduardo tinha e que perdemos, infelizmente, em Pernambuco e no País.

Por que o senhor rompeu as relações com o Governo de Pernambuco?

A explosão daquele avião não matou apenas Eduardo, equipe e pilotos que estavam lá. Aquela explosão reverbera até hoje. E a minha relação com Eduardo era muito própria, não havia intermediários. Existia uma grande liderança que fazia a equalização da minha relação com Eduardo, que era Evaldo Costa, um dos maiores profissionais de comunicação que eu conheço. Mas eu e Eduardo tínhamos um relacionamento que construímos desde 1998. Desde 2005, todos os contratos de comunicação publicitária mais importantes da política do Governo foram da Link Propaganda, empresa que presido. Tive o respeito do mercado, nunca tive atritos, recebi o apoio da cultura, dos artistas. Eu posso ter meu conhecimento, mas pra mim, Pernambuco foi uma grande escola de comunicação e de vida política. Mas quando Eduardo morreu as prioridades da luta política mudaram, novos concorrentes chegaram e novas relações precisavam ser construídas. Para alguns, era muito incômodo uma pessoa que pensava como Eduardo e infelizmente começou-se a se fazer coisas em Pernambuco bem diferente do que Eduardo fazia.

Os programas nacionais do PSB que trabalhavam a imagem do PSB e de Eduardo Campos para uma provável candidatura à Presidência também tinham seu DNA?

Todos os programas fomos nós que conceituamos. De 2005 até o dia em que ele morreu. Tivemos colaboração da Muzak, na produção do áudio, da Urso Filmes, enfim. Sempre nos caracterizamos por ser um grupo que agrega os trabalhos locais. Como Gilberto Gil disse que a Bahia deu a ele régua e compasso, eu digo que foi Pernambuco que me deu régua e compasso.

Se o avião não tivesse caído, Eduardo Campos teria sido presidente da República?

Só Deus sabe. Ele vinha crescendo muito e eu dizia uma coisa que ele gostava de escutar, que caso ele não passasse para o segundo turno, se avançassem Aécio (Neves) e Dilma (Rousseff), seria ele que decidiria a eleição. Ele seria um fator de unidade nacional. Depois daquela entrevista para a Globo, que ele disse “não vamos desistir do Brasil”, o País passou a conhecê-lo. A partir disso, ele só teria a crescer. Se ia ganhar ou não, Deus é quem sabe. Mas eu tenho quase convicção que ele passaria para o segundo turno.

E no segundo turno frente a Dilma ou Aécio, pela habilidade dele, o senhor acha que teria chegado?

Tinha tudo para chegar. Eduardo era uma esperança nova com conteúdo. Esse foi um dos pontos mais triste da minha relação pós-morte dele com Pernambuco. Para fazer a eleição dele a presidente, uniu todas as forças políticas de Pernambuco, menos o PT e Armando Monteiro. A primeira providência dos que sucederam Eduardo foi expulsar todo mundo. Expulsaram Raquel, o PSDB, o DEM, Elias Gomes. Fizeram todo o tipo de acordo para obter apoio na reeleição de Geraldo Júlio. E a oposição fragmentada não teve habilidade para derrotar Geraldo. Além disso, fizeram uma negociata da pior qualidade com o PT no caso da reeleição de Paulo Câmara. Marília Arraes estava com 34% das intenções de voto para governadora em 2018 e Márcio Lacerda seria governador de Minas Gerais pelo PSB. Só que o PSB traiu Márcio Lacerda e o PT traiu Marília Arraes, alegando uma estratégia que teria como compensação o não-apoio formal do PSB a Ciro Gomes para presidente. Veja que estupidez! Como se fosse ruim ter Ciro presidente. Ciro é um sujeito preparado, das lutas democráticas. Eu digo que os líderes políticos de Pernambuco, do PT e PSB são responsáveis pela eleição de Bolsonaro. Eles fragilizaram Ciro e Fernando Haddad.

Houve um componente do PCdoB em relação à Marília Arraes?

Veja, o PCdoB é um partido muito bem postado. Eu, por exemplo, sugeri a Luciana Santos que fosse candidata ao Governo para enfrentar Paulo Câmara na reeleição. Ela teria todas as chances de ganhar. Mas o PCdoB é muito disciplinado. Renildo Calheiros, Luciano Siqueira e outros entendiam que, politicamente, era melhor estruturar o campo de força para construir o apoio à Dilma e a Paulo. Quem fritou Marília Arraes foi o PT nacional e o PSB. A maior responsável, já que Lula estava preso, foi a Gleisi Hoffmann, que no seu pragmatismo elaborou uma estratégia que caçou a condição de Marília ser candidata. Humberto Costa também tem sua responsabilidade e não é pequena. Ou seja, eu penso que Pernambuco vai viver nesta eleição municipal um epicentro de luta política muito séria, principalmente se a oposição tiver capacidade de se organizar.

O senhor acha que Marília corre algum risco de ser fritada de novo?

Eu não duvido de mais nada desse povo que faz política com um pragmatismo que envergonha o que eu conheci da história de Eduardo e de Miguel Arraes, que eram pragmáticos, mas puxavam a liderança das coisas. Não funcionavam a reboque dos demais. Eu penso que o PSB, depois da morte de Eduardo, perdeu a chave do juízo. Eles afastaram todo mundo. A sorte é que a oposição não se estruturou para ganhar a eleição, não teve inteligência emocional. Lideranças, até têm, como Mendonça Filho, Priscila Krause, Fernando Bezerra, Armando Monteiro, Humberto Costa, Isaltino, Luciano Duque, a delegada Gleide Ângelo, sem falar de Marília, que seria a principal liderança.

O senhor falou em delegada. Patrícia Domingos foi a responsável por combater políticos e a corrupção em Pernambuco. O que acha dela e de Gleide Ângelo?

Olha, eu não conheço a Patrícia, seria leviano falar. Eu conheço mais o impacto da Gleide Ângelo, que eu digo, seguramente, que se fosse candidata à Prefeitura no Recife ia ser difícil para alguém tomar o mandato das mãos dela. Mas parece que a eleição de Recife está definida pelo PSB dentro de uma capitania hereditária, não é?

Sim, e o que acha disso? A mesma família podendo disputar a eleição? João Campos x Marília Arraes.

Isso é secundário. O problema é o que se pensa da cidade do Recife. Geraldo Júlio passou oito anos sem um projeto estruturador para o Recife. Podem dizer que é o Compaz, mas o Compaz é algo que Geraldo deu seguimento em função da política de segurança e de defesa social que Eduardo configurou com o Pacto pela Vida, mas que perdeu a autoridade pela falta de um líder que enquadre todas as forças. Preferiram dar prioridade aos arranjos eleitorais, para os esquemas de composição e esqueceram as questões de transformação efetiva. Não existe nenhum plano de ocupação e modernização urbana. Com Geraldo Júlio, Recife ficou parada. Geraldo foi um grande gestor como secretário de planejamento de Pernambuco, mas um político menor. Ele e Paulo Câmara fizeram um condomínio medíocre. Apesar de Paulo ser um homem sério e Pernambuco está com as contas arrumadas, se perdeu politicamente. Ele deveria ter assumido o comando para aquilo que Eduardo delegou a ele. Eduardo o elegeu para ser líder em Pernambuco e não para ser liderado.

O que faltou a Paulo Câmara?

É da natureza de cada um. Se tem uma pessoa que eu compreendo nessa história é o Paulo. Aquele avião explodiu e isso machucou todos, mas infelizmente eles quiseram se fechar num núcleo duro que afastou deles outras estruturas. E isso é tão frágil que na pré-campanha de Marília para Governadora em 2018, todos viram, eles perderiam a eleição. Tiveram a habilidade de dar um golpe em Marília e pegaram o PT, que perdeu a chance de assumir a liderança no Estado. PT em Pernambuco, aliás, é um desastre. É só olhar a história. Como você justifica Lula ter feito tanto por Pernambuco e hoje o PT não significa quase nada no Estado? O que eu acho é que a juventude que assumiu o PSB perdeu a virtude de ouvir e aceitar a diversidade. Se não tiver um projeto de qualidade, fica para trás. Aqui na Bahia nós temos o ACM Neto, muito conhecido. Agora quem é Geraldo Júlio, nacionalmente? Ninguém sabe de quem se trata. Quem é Paulo Câmara? Um governador que vai ficar como sério, educado, mas que não assumiu o comando do processo.

O PSB corre risco de perder o poder em Pernambuco?

Espero que, nessa eleição municipal, Pernambuco faça uma homenagem, não a tentativas de clonagem de Eduardo Campos, mas à recomposição de liderança política e que Recife puxe na frente esse bloco, trazendo um novo nome que nos dê prazer, e não essa coisa pálida que está no poder em Pernambuco.

Por Magno Martins

Os novos 72 aspirantes a oficiais, 55 da PMPE e 17 do Corpo de Bombeiros (CMPE) começaram a atuar nas diversas unidades das corporações em todo o Estado. Depois da solenidade de conclusão do Curso de Formação de Oficiais (CFO), realizado na Academia de PM, em Paudalho, os novos aspirantes passam por um período de experiência prática nas unidades operacionais de suas corporações, com duração de seis meses.

Após os estágios, estarão aptos a assumir o primeiro posto de oficialato, como segundos-tenentes. Realizados na Academia de Polícia Militar de Paudalho, na Zona da Mata Sul do Estado, os cursos de formação da PM e do CBPM tiveram 1.886 horas aulas e 1.890 horas aula, respectivamente. O curso para os PMs foi constituído de uma malha curricular de 51 disciplinas – a exemplo de fundamentos da Polícia Comunitária, direitos humanos aplicados à atividade policial e planejamento operacional de policiamento. O dos bombeiros militares contou com 57 disciplinas e incluiu temas como salvamento terrestre, gerenciamento de desastres e combate a incêndio.

A solenidade de conclusão dos cursos foi realizada no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar de Pernambuco, no Derby, Recife, e presidida pelo governador Paulo Câmara (PSB). Os 72 aspirantes a oficiais participaram da cerimônia de devolução do Espadim Tiradentes, recebido no início do curso, que representa a honra e a dignidade dos cadetes, e foram agraciados com as espadas que representam o oficialato.

O governador Paulo Câmara ressaltou o esforço que o Governo do Estado tem feito para o combate à criminalidade. “A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros têm nos ajudado a enfrentar um grave problema nacional que é a violência. Os desafios são enormes, mas com esses reforços, com vocês que acabaram de se formar, vamos ter policiais e bombeiros prontos e determinados para nos ajudar a enfrentar e a diminuir cada vez mais a violência. É muito importante que tenham a certeza de que estão prontos para trabalhar, ajudando Pernambuco e servindo à população. Parabéns a todos. Sejam bem vindos a essas duas instituições que nos orgulham. Tenho certeza de que vocês estão preparados para salvar vidas e buscar a paz no Estado de Pernambuco””.

O secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, enfatizou a dificuldade por que passaram os aspirantes para chegar a este momento, frisando a força de vontade para vencer os desafios. ““Agora, é importante que vocês, aspirantes, honrem a estrela que carregarão em seus uniformes. Nosso trabalho é contínuo, firme e dedicado, para que a população se sinta cada vez mais segura. Enfrentem com coragem as adversidades. Quero, também, fazer um agradecimento ao governador Paulo Câmara, que não mediu esforços para que esse curso se realizasse””.

O comandante da PMPE, o coronel Vanildo Maranhão parabenizou a conquista dos novos aspirantes e destacou a atenção que o governador Paulo Câmara dá às questões relacionadas à segurança pública. ““A segurança é a base mais sólida de qualquer civilização. Por isso, agradecemos ao governador pelo empenho e trabalho desenvolvido para que esse momento se concretizasse. Sigamos em defesa de todo povo pernambucano””.

O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Rogério Coutinho, explicou que o Curso de Formação é importante para que as atividades das corporações sejam realizadas de forma completa. “Os bombeiros militares devem estar preparados para agir em situações de perigo, tanto para a população quanto para si. ““Atuamos em diversas áreas, entre elas, atendimento pré-hospitalar, combate a incêndios e crimes, então esse curso é de extrema importância para os concluintes, que enfrentarão os desafios que a sociedade exigir””.

Fotos: Heudes Regis/SEI

Publicitário responsável pela comunicação política de Eduardo Campos por dez anos, tendo acumulado a coordenação das campanhas institucionais de Governo, o baiano-pernambucano Edson Barbosa, o Edinho, diretor-presidente da Link Propaganda, rompe o silêncio numa entrevista ao Frente a Frente direto de Salvador.

Além de bater sem piedade no governador Paulo Câmara e no prefeito Geraldo Júlio, Edinho revela as razões que o levaram a encerrar o contrato com o Governo do Estado e se refugiar de vez na sua Salvador, onde está a sede da Link. “Eduardo elegeu Câmara não apenas governador, mas o escolheu como sucessor da sua liderança, mas ele, infelizmente, não soube ou não teve capacidade de conduzir”, afirmou.

Já quando foi instigado a tratar da gestão Geraldo Júlio foi muito mais contundente. Disse que faz uma gestão feijão com arroz e a carimbou de medíocre. “Eu desconheço uma só obra estruturante de Geraldo ou Câmara em suas gestões. Eles são uma ode à mediocridade diante do que Eduardo deixou prontinho nas mãos deles”, afirmou.

A entrevista, gravada no restaurante Paraíso Tropical, o melhor da culinária baiana em Salvador, vai ao ar às 18 horas pela Rede Nordeste de Rádio, que tem como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife.

Blog do Magno Martins

Secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, confirmou, nesta terça-feira, a recomposição total da inflação no piso salarial do país

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Por Simone Kafruni

Postado por Marcos Lima Mochila




A equipe econômica decidiu aumentar o salário mínimo de 2020 para recompor a inflação do ano passado. O valor do piso terá um ganho de R$ 6, passando dos R$ 1.039 fixados anteriormente para R$ 1.045. Com a decisão, o governo recompõe totalmente a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Mercado (INPC), que fechou o ano passado em 4,48%.

A Constituição determina que o salário mínimo tenha reajustes periódicos que preservem o poder aquisitivo do trabalhador. O governo havia aplicado alta de 4,1% para determinar que o valor do mínimo passasse de R$ 998 para R$ 1.039, mas voltou atrás.

O assunto entrou no radar da pasta na segunda-feira (13/1), no retorno ao trabalho após as férias, quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, se reuniu com a equipe e avaliou a possibilidade de garantir a recomposição da inflação do ano passado no salário mínimo.

Nesta terça-feira, o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, confirmou que o piso salarial ficará em R$ 1.045. O custo adicional deve ficar entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões, porque várias despesas, como pensões, aposentadorias, abonos salariais, seguro-desemprego e benefícios assistenciais, são atreladas ao salário mínimo.

Governo estuda utilizar recursos dos royalties para compensar a volatilidade no mercado internacional de combustíveis

Foto: Minervino Junior/CB/D.A Press

Simone Kafruni / Rafaela Gonçalves*

Postado por Marcos Lima Mochila

Apesar de o dólar ter tido a maior alta em dois meses nesta segunda-feira (13/1), cotado em R$ 4,142, e de a moeda norte-americana ser um componente importante na composição de preços dos combustíveis, a Petrobras anunciou redução de 3% nos valores da gasolina e do diesel nas refinarias a partir desta terça-feira (14/1). O litro do diesel S500 ficou R$ 0,061 mais barato, em média, e o do diesel S10, R$ 0,0808. Na gasolina, o impacto na refinaria é de R$ 0,06. Não há previsão de quando essa redução chegaria ao consumidor final.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro disse que não iria interferir na política de preços da estatal, embora, naquele momento, a relação entre Estados Unidos e Irã estivesse em agudo conflito. Ontem, a justificativa para a Petrobras anunciar a queda nos preços foi justamente o recuo das tensões entre os dois países.

Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicombustíveis-DF), Paulo Tavares, a redução anunciada de 3% na refinaria significa uma queda de R$ 0,06. “Isso cai para R$ 0,04 nas distribuidoras e não contempla o aumento do etanol, ou seja, não vai significar nada. Ainda mais com essa alta do dólar. Isso é uma prova de que o governo está pressionando”, avaliou.

Apesar de considerar a redução positiva, o economista da Universidade de Brasília (UnB) Cesar Bergo afirmou que é necessário observar até que ponto a decisão foi tomada de forma voluntária. “Logo após o conflito, o valor subiu. Agora, voltou atrás. Não podemos ignorar a pressão política que vem sendo feita pelo governo, trabalhando sugestões de tributos que incidem na gasolina com possibilidade de racionalizar e de alguma forma impactar no preço final na bomba”, explicou. Continua depois da publicidade

A gasolina não sofria reajuste desde 1º de dezembro; já o diesel tinha valor estável desde 21 de dezembro, quando houve umasubida de 3%. Nos preços da gasolina, o último aumento foi de 4%, em 27 de novembro. A petroleira tem reiterado que sua política de preços para a gasolina e o diesel segue o princípio da paridade de importação, composta pela cotação internacional dos produtos, adicionado aos custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, além do impacto cambial.

De acordo com Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), a estatal agiu de forma coerente. “A Petrobras fez exatamente o que tinha feito quando a Arábia Saudita sofreu um ataque de drones, ou seja, esperou um pouco para ver quando a volatilidade ia parar e aí se posicionou”, disse.

Naquela ocasião, no entanto, a petroleira demorou, mas elevou o preço dos combustíveis. Agora, fez exatamente o contrário: reduziu o preço nas refinarias. “Existe uma reclamação no mercado de que a Petrobras demora para aumentar o valor, mas, quando baixa, faz isso rapidamente”, afirmou Pires. “O que houve foi que a empresa esperou a tensão entre Irã e Estados Unidos se acalmar”, resumiu.

Para o especialista, no Brasil, há uma cultura, em relação a preço de combustível, de cobrança a qualquer reajuste. “Se é plano de saúde, ninguém reclama. Quando é o diesel, há uma discussão meio exagerada, fruto da cultura de governos anteriores, que usaram o valor do combustível de maneira populista. Isso ficou na cabeça do povo”, avaliou.

Pires defendeu a criação de um fundo para garantir estabilidade de preços diante de eventos geopolíticos e também sustentou que é preciso discutir os impostos que incidem sobre os combustíveis, especialmente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que tem alíquotas diferentes em cada estado brasileiro. “Como é uma alíquota percentual de ICMS, cada vez que aumenta o valor da gasolina, os estados ganham mais com isso e, ao mesmo tempo, vira uma das fontes de sonegação do país”, lamentou.

Segundo ele, o Brasil precisa fazer um debate mais qualificado sobre os combustíveis. “Temos que aproveitar que o país será um grande produtor de petróleo daqui para a frente e criar um fundo usando excedente dos royalties para que, durante esses eventos geopolíticos, a volatilidade não acabe punindo nem refinarias nem consumidores”, reiterou.

O governo, de fato, estuda fazer um fundo. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse, na semana passada, que avalia utilizar recursos de royalties e participações especiais cobradas sobre a produção de petróleo para compensar eventuais impactos dos preços internacionais nas bombas.

* Estagiária sob supervisão de Carlos Alexandre de Souza

O líder da ONG Liberdade PE promove palestra com a delegada Patrícia Domingos e a diretora de comunicação da ONG Alexandra Morais.
O evento será realizado no auditório da Faculdade Uninassau, em Piedade, no próximo dia 21 de janeiro.
As inscrições podem ser feitas na pagina da ONG Liberdade.
No ato da inscrição será solicitado 02 kg de alimentos não perecíveis, que serão doados ao Grupo Fábrica de Sonhos.
Com uma pauta atual e bem definida, a Delegada tem realizado várias palestras em todo o estado de Pernambuco, no sentido de conscientizar a população da necessidade de exercer sua cidadania como fiscais da coisa pública e protagonistas do processo democrática.
Para Romulo Felix, organizador do evento é importante a participação da sociedade nesse debate.
E Jaboatão não pode ficar de fora e deve mostrar seu interesse e engajamento nesse movimento.

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