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Mensagem de quem conhece Wilson Witzel
 GOV RJ 3
Por Prof. Clovis Miyachi e Nelcy Campos (*)
 

Wilson Witzel sai de casa todos os dias para empreender o sonho de trazer de volta à cidade do Rio de Janeiro a dignidade do “ser-humano” para: viver e trabalhar, receber educação, saúde e segurança. Agora, para que tanta esforço, se nem sempre é compreendido e sua luta correspondida.

Realmente não faz sentido, mas o desafio de conhecer as carências, necessidades e desejos das pessoas, fez pensar na “Política” para mudar o país onde os filhos possam estudar, a família e amigos viver e trabalhar em paz, e não de mudar de país como alguns fizeram e, hoje voltam e andam dizendo o que vão fazer e, não tem condição de dizer o que já fizeram.

Conhecer a história de superação de Wilson Witzel, 17 anos juiz federal, sempre julgando para o bem da sociedade é motivar as pessoas a terem compromisso com a ética, combaterem à corrupção e o desvio de conduta, mostrar que a vida é recompensada com prazer e felicidade, isto é, o sonho de um novo desafio que dá sentido a vida.

Portanto, rezar e meditar é fortalecer a alma. É bom para quem tem fé, é bom para quem quer ter fé, é bom para quem quer a paz onde vive. É bom para quem quer ter foco e discernimento no momento de “Tornar um Político”.

Pois, quando a pessoa reza ou medita, foca, concentra, reúne forças, toma o controle da sua vida. Toma o controle da ” Besta Fera”, como a voracidade, avareza, luxuria, ódio, ganancia, malandragem e arrogância. Sem a oração e a meditação desembesta a pensar com o fígado em vez de pensar com a cabeça, com o coração e a alma.

Agora, acreditar em ” Deus” é bom inclusive porque evita que as pessoas se achem “Deus” e evita que as pessoas sejam movidas pela “Besta Fera” que estão hoje incorporados nos “Maus Políticos”.

Pois, neste momento de crise, “do jeito que está não pode ficar”, onde há descrença na política e nós políticos, a necessidade de tomadas de decisões “Duras e Inadiáveis” demandam sacrifícios individuais para salvar o coletivo contra o desemprego e insegurança, é preciso   de pessoa que motive outras pessoas, mostrando por tudo que já fez e passou pela vida, pessoa humana, governante humano que contínua acreditando em “Deus”.

Portanto, Wilson Witzel eleito Governador pelo “Sonho da Mudança”, faz do seu sonho, o sonho de 18 milhões de pessoas. Ele fez, ele faz o que é preciso fazer para que a população volte a acreditar que “Um novo Rio começa agora” e a “Política tem jeito”.

(*) Contextualição dos artigos “O porquê disso tudo” e “Rezar”.

GOV WILSON WITZEL PSC

Por Prof. Clovis Miyachi e Nelcy Campos

 

CONSTRUÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Todos conhecem   o “Rio de ontem” e o “Rio de hoje”, portanto:

A população do Rio de Janeiro manifestou em outubro de 2018 o desejo de contar com disciplina e julgamento certo, escolhendo ex-juiz federal Wilson Witzel – Governador, pois, “do jeito que está não pode ficar”, “a política não tem jeito” e “não voto em ninguém”.

Wilson Witzel, faz do seu sonho o sonho de 18 milhões de pessoas. O combate a corrupção e a criminalidade, compromisso com a ética, trazer de volta a dignidade do ser-humano em viver e trabalhar em paz no Rio de Janeiro (Sandoval).

Wilson Witzel foi juiz federal por 17 anos, sempre julgou para o bem da sociedade, hoje como governador vai julgar para os fluminenses as boas políticas públicas (Rua) voltadas para as carências e desejos da população.

Agora, o “Rio de amanhã”. A construção (Fukuyama) de um novo Rio começa agora. O Rio da paz, paz no discurso entre conservador e liberal, direita e esquerda, na relação executivo-legislativo-judiciário, nas diferenças religiosas e na intolerância de gênero, paz entre outras divergências da sociedade.

No contexto de cenário em tempo de crise econômica-política-social, o “Rio atual” onde o dinheiro sumiu e a perda da capacidade de pagamento (falência total da instituição). O “Estado falido e quebrado”, salários atrasados, inadimplência com fornecedores e prestadores de serviços, hospitais sem médicos e medicamentos, desvios de verbas, corrupção, dilapidação do patrimônio público, caos na segurança, desvio ou desequilíbrio entre o que deveria estar acontecendo e o que realmente está acontecendo no Rio (Kepner).

Agora, o “Rio possível e real” necessita de tomada de decisão, criação, avaliação e escolha de ações alternativas para solução dos problemas, isto é, “montar no cavalo selado, pegar as rédeas e esporar o cavalo”. Já iniciando a gestão retomando a capacidade institucional de pagamento e de segurança e para isso, fazendo o ajuste fiscal e reforma administrativa necessárias (Elster, North, Coase, Williamson): cortando na carne, isto é primeiro pensar nas pessoas que “quer que fique – imprescindível” e depois nos funcionários que “quer que não fique”.

Considerando as “forças efetivas do governador – Wilson Witzel (mandatário) e do ambiente instituição (estado do Rio)” no resultado da ação (ajuste fiscal e reforma administrativa) consideramos o governador, capaz e preparado (Heider), pois:

  • Wilson Witzel “tentará” fazer o ajuste fiscal e a reforma administrativa;
  • Wilson Witzel “deseja” fazer o ajuste fiscal e a reforma administrativa;
  • Wilson Witzel “pode” fazer o ajuste fiscal e a reforma administrativa;
  • Wilson Witzel “é capaz” de fazer o ajuste fiscal e a reforma administrativa;
  • Wilson Witzel “agora é hora” de fazer o ajuste fiscal ea reforma administrativa;

Os fatores acima referem-se a: (i) forças pessoais existentes – tentar e poder e as forças ambientais – ser capaz e poder (montou no cavalo celado, pegou as redeas e vai esporar o cavalo).

Wilson Witzel – “fará” o ajuste fiscal e a reforma administrativa porque é capaz, tem experiência de mais de 20 anos na administração pública, já ocupou vários cargos: procurador de município e estado entre outras atividades na gestão pública.

Wilson Witzel – “fará” o ajuste fiscal e a reforma administrativa porque tem permissão (foi eleito com 59,87% dos votos), o povo espera (diz, montou no cavalo que passou selado e agora só falta puxar as rédeas e esporar o cavalo) que Wilson Witzel tome uma atitude, pois, “do jeito que está não pode ficar”.

Ser capaz, se Wilson Wiltzel tentar, conseguira com o ajuste fiscal e a reforma administrativa construir o “Rio de amanhã, o Rio ideal” a partir de 01/01/2019, ele é o governador, é democrata, é de família e vai mostra que é diferente de todos que passaram pelo governo (quatro ex-governador preso por corrupção) do Rio de Janeiro, isto é, ausência de forças ambientais restritivas e impostas, tais como aliança políticas, compromissos de campanha, compromissos pessoais entre familiares e amigos, lideranças comunitárias e políticas, entre outros compromissos assumidos para a conquista do mandato, considerando a forças restritivas imposta menores do que o poder da pessoa (o homem muda a instituição – Sérgio Moura).

Ter permissão, se Wilson Witzel (59,87% dos votos válidos) fizer, terá aprovação da população (Neumann), terá credibilidade e boa reputação – todos os dias ao levantar pede a “Deus” fazer aquilo que ele determinar, sempre respeitando a lei, aos valores morais e ético entre outras posturas sociais. Outras pessoas, que tem poder sobre ele, ou a ordem objetiva (leis morais, valores éticos etc.) desejam que ele faça o ajuste fiscal e a  reforma administrativa. “UM NOVO RIO COMEÇA AGORA – WILSON WITZEL GOVERNADOR”.

VÊNUS ENFERRUJADA

Por Luiz Carlos Nemetz (*)

 

A Rede Globo amarga dias de dificuldades. Derrete a olhos vistos e passo a passo perde seu poder de comunicação e sua força econômica.

No Brasil isso não é novidade. Assis Chateaubriand Bandeira de Mello (o Chatô), já havia vivido a mesma experiência na segunda metade do século XX. E os Diários Associados não foi o único império a desmoronar como um castelo de cartas. A Última Hora, o Jornal do Comércio, a Gazeta Mercantil, O Jornal do Brasil, a Manchete, a Tupi, o Grupo Abril e RBS que o digam.

O poder e glória para sempre não se coadunam com a absoluta dependência dos cofres públicos; nem com o descontrole ideológico das redações; nem mesmo com o aluguel das linhas editoriais ao mandatário da vez.

A Globo definha. Seus donos? Ah, os seus donos não estão nem aí. Esquartejado por herdeiros de Roberto Marinho (o maior malandro que a imprensa brasileira já conheceu) o grupo teve os cofres raspados para retiradas polpudas aos acionistas a título de “distribuição de resultados”. A Globo está encalacrada em dívidas. Perde a cada dia a audiência e, por conseguinte, a receita advinda de publicidade.

Seus erros editoriais estão custando caro. Obrigada a apertar os cintos, vê-se na iminência de perder seus melhores talentos. Já não se renova e não agrada com os modelos de programas que cansaram o público.

Do esporte, ao jornalismo. Do Domingão do Faustão ao Fantástico e às novelas. Sempre a mesma coisa. Um andar em círculos que causa enjoos. Acusa a concorrência acirrada das mídias sociais e de novas estruturas de entretenimento, como os portais de notícias e o NETFLIX.

Suas afiliadas em todo o Brasil, que compunham a maior estrutura de monopólio da informação do planeta, já perceberam o despencar do negócio. A Globo já não tem importância, já não dita a cultura e nem influencia mais o comportamento. A Globo já era! Ficou velha. Está caindo de madura. A “Vênus Platinada” enferrujou.

Foi uma máquina. Estrela de primeira grandeza. Caminha para se tornar lamparina de pescador de manjubas.

O golpe de misericórdia virá daqui a alguns dias, com os novos governantes (federal e estaduais). Vai pagar o preço das opções erradas dos seus dirigentes, que não perceberam que os brasileiros querem mudança; e fizeram as coisas acontecer, atropelando a arrogância do leão que se achava invencível e de repente se viu sem dentes e com o rugido rouco que já não põe medo nem assusta mais ninguém!

Hoje, é um novo dia, de um novo tempo… É só querer, todos nossos sonhos serão verdades!

(*) Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.

ENTÃO É NATAL!

REIS MAGOS

Por Marcos Lima Mochila

 

É Natal e, com certeza, durante todo este mês o comércio teve um lucro muito maior do que comumente acontece. E, decerto, com preços acima do que vinha sendo comercializando. Afinal, é hora de dar presentes e a humanidade cumpre fielmente este ritual. Aqui no nosso mundo, ainda tem o 13º salário para  injetar um dinheirinho extra nos bolsos dos compradores e aumentar as vendas.

COMÉRCIO DE NATALAh! E é certo também que, por quase todo este mês de dezembro – e isto vai aumentando à medida que se aproxima o Dia de Natal – as pessoas estão mais fraternas. E lembram-se dos parentes, dos amigos e até dos que não são tão amigos assim, que foram esquecidos por todo ano, e ligam ou mandam mensagens, cartões e, até, presentes também.

É Natal e, portanto, é o momento exato para se perdoar. Perdão não precisa nem pedir, pois, é Natal e já estão todos perdoados, por todos os erros e crimes que cometeram e pelo que foram amaldiçoados, culpados, renegados, o ano todo. E o perdão é tão imenso que até criminosos perigosos recebem indulto e podem passar o Natal com os familiares – alguns até não voltam mais para a prisão, mas isto parece que é raro. Mas recebem o indulto, assim como as detentas Suzane von Richtofen e  Anna Carolina Jatobá, que deixaram na manhã deste sábado (22) a prisão em Tremembé (SP), beneficiadas pela saída temporária para festas de fim de ano. Elas ficarão 10 dias em liberdade e voltam no dia 3 de janeiro para continuar cumprindo suas penas. Dará bastante tempo para Anna Carolina curtir com os familiares e suas crianças, quem sabe até relembrar os bons tempos vividos com Isabella Nardoni. Quanto à Suzane, poderá até passar alguns desses 10 dias com amigos que tenham pais vivos, pra ela curtir um pouco com eles e matar as saudades dos seus.

Teve até um juiz que pretendeu dar um indulto definitivo a mais de 170 mil pobres inocentes que se encontram, injustamente, presos.

É NATAL

É Natal, afinal, tempo de Amor, de Paz, de Fraternidade, de Presentes, de Promessas e de tempo também de um Mundo Maravilhoso. é tempo de desejar Feliz Natal e Próspero Ano Novo! pra todo mundo, quer a gente conheça ou não.

É Natal…. Afinal, para que lembrar o motivo que originou essa data?

Para que lembrar aquele menino pobre que, no capítulo 2 de Lucas, lemos que Maria O deitou numa manjedoura, em Belém, para onde pastores foram enviados por anjos para vê-Lo e a José e Maria. Lá, eles receberam os 3 Reis Magos que, segundo Mateus (2,1-12),  visitaram o Menino Jesus, trazendo para ele presentes: ouro, incenso e mirra. O evangelista deu a eles os nomes de Melquior, Baltasar e Gaspar. Que, por acaso, não eram Reis nem Mágicos, eram astrólogos.

Mas nada disso interessa. É Natal e é tempo para outros assuntos mais profundos. Pra que lembrar que aquele Menino veio ao Mundo para salvar a Humanidade? Que morreu e foi crucificado – por conta de nossos pecados – e, assim nos salvar.

Para que lembrar que aquele Menino, que nasceu humildemente e viveu na maior humildade, é o Rei dos Reis, o Salvador da Humanidade e o que Ele mais quer é que nos amemos uns aos outros como Ele nos ama. E que este Amor seja duradouro e não apenas nas festividades do Natal.

Então? É Natal. E o que você fez?

Então é Natal

Então é Natal, e o que você fez?

O ano termina, e nasce outra vez

Então é Natal, a festa cristã

Do velho e do novo, do amor como um todo

Então bom Natal, e um Ano Novo também

Que seja feliz quem souber o que é o bem.

 

Então é Natal, pro enfermo e pro são

Pro rico e pro pobre, num só coração

Então bom Natal, pro branco e pro negro

Amarelo e vermelho, pra paz afinal

Então bom Natal, e um Ano Novo também

Que seja feliz quem, souber o que é o bem.

 

Então é Natal, o que a gente fez?

O ano termina, e começa outra vez

Então é Natal, a festa cristã

Do velho e do novo, o amor como um todo

Então bom Natal, e um Ano Novo também

Que seja feliz quem, souber o que é o bem.

 

Harehama, há quem ama

Harehama, ha

Então é Natal, e o que você fez?

O ano termina, e nasce outra vez

Hiroshima, Nagasaki, Mururoa, ha…

É Natal, é Natal, é Natal.

 

(Música de Cláudio Rabello, gravada por Simone).

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO

Por Márcio Maia

 

Estamos vivendo um momento em que as pessoas do Ocidente têm, quase, a obrigação de enviar para seus amigos mensagens de “Feliz Natal e Próspero Ano Novo”. Além das mensagens, existe ainda o costume de presentear. A prática é fomentada pelos comerciantes e industriais com o principal objetivo de incrementar as vendas e consequentemente, o faturamento.

O período, no entanto, é motivado pelo nascimento de uma criança há mais de 2.000 anos. Entretanto, o aniversário dessa criança vem a cada ano, sendo esquecido. O nome do Menino Jesus parece que tem como único sentido, a venda dos, ainda, preparados em residências, tradicionais presépios. Outro ponto bem relevante é a exigência da compra de roupas novas. Quem ousa romper o ano com uma roupa usada? Ou sem a roupa branca? Ou vermelha, ou amarela?

Por isso, esperamos que as pessoas analisem bem essas questões e que não encaminhem apenas de maneira formal, as tradicionais mensagens de FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!

ALVÍSSARAS

Por Jose Adalberto Ribeiro – Jornalista e escritor

 

Montanhas da Jaqueira – Alvíssaras, Capitão Marvel! Os clarins anunciam: haverá um freio de arrumação. O efeito do dia seguinte funciona de antevéspera. O Capitão Marvel bota moral e o Brazil respeita.

Vai começar a entressafra nas glândulas mamárias que alimentam os parasitas de ONGs. Os vândalos e novos bárbaros do MST e congêneres baixam a crista.

O partido da estrela virou a seita dos zumbis vermelhos. Isto, dito com gentileza. Noutros termos virou organização criminosa. Em sendo devotos de uma seita, os zumbis vermelhos se tornaram fanáticos. Tentar dialogar com fanáticos é a luta mais vã, como diria o bem-aventurado Drummond.

Apesar de tanta corrupção e patifarias, da eclosão dos ovos da serpente do mal, a seita do guru vermelho foi derrotada. O segundo turno passou na janela e só Carolina não viu. Criatura tão distraída, Carolina também não percebeu quando os brasileiros estavam sendo subtraídos pelos zumbis da seita vermelha em tenebrosas transações.

Na linguagem siciliana, Il capo di tutti capi, o chefe de todos os chefes, está preso em Curitiba. Dezenas de capi da família mafiosa também estão na cadeia, o que não é pouca coisa, nem aconteceu por acaso.

Assim se passou mais de uma década de tenebrosas transações. Falar nos assaltos aos cofres públicos da Petrobras e do BNDES é pleonasmo, é conjuntivite na vista. Roubaram os sonhos do Brazil.  Defloraram o coração do Brazil. Saquearam e aparelharam as estatais e os fundos de previdência.

Nesta fase de transição de governo somos informados de que a camarilha criou na direção do Banco do Brasil 1.048 cargos de “confiança” com salários acima de 50 mil, nove cargos de vice-presidente com salários de 61,5 mil, 27 novas diretorias e outros 27 cargos de gerentes-gerais remunerados a 47,7 mil reais.

Em tempos recentes os famigerados Programas de Demissão Voluntária, os nefastos PDVs, foram implantados em nome da “oxigenação” da máquina e da modernidade. Diretores especialistas em terrorismo psicológico feito ervas juremas do mal, se compraziam em alcançar a meta de demitir, perseguir e prejudicar  milhares de funcionários e seus familiares. Faz parte da maldade humana.

As metas de patifarias também foram multiplicadas na Caixa Econômica Federal, o banco público mais ineficiente do Brazil, onde foram criadas 35 diretorias com salários na faixa dos 50 mil reais,  dezenas e centenas de sinecuras com remunerações milionárias.

O Brazil sobreviveu à era da degradação política, da corrupção e da demagogia. Graças a Zeus, às urnas e à Internet. Ó glória!

MAIS MÉDICOS 2

AS CONTRADIÇÕES DE BOLSONARO CONTRA OS MÉDICOS CUBANOS

Por Márcio Maia

 

O presidente da República eleito pelo PSL, Jair Bolsonaro, já fez várias declarações sobre a permanência e o trabalho dos médicos cubanos, que estão no Brasil dentro do programa Mais Médicos. Desde que a Medida Provisória encaminhada ao Congresso Nacional, pela então presidente Dilma Rousseff (PT) começou a ser discutida, Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro, também deputado federal fizeram diversos pronunciamentos sobre o assunto.

No dia 8 de agosto de 2013, ele afirmou que a chegada dos médicos ao Brasil iria servir para a implantação do regime comunista em nosso País, pois os médicos iriam trazer cada um, 10, 20 ou 30 agentes, que iriam se infiltrar no meio da população para disseminar as teorias de Karl Marx e Lenin.

No dia 9 de outubro, ele fez outro pronunciamento e mostrou-se contrário ao programa com a alegação de que os irmãos Raul e Fidel Castro ficariam com 90 por cento dos salários dos profissionais, o que ele considerava na época um regime de escravidão.

No dia 4 de maio de 2016, quando a MP estava em tramitação para que o prazo de permanência fosse prorrogado, ele apresentou um emenda proibindo os dependentes dos cubanos de trabalharem com carteira assinada.

Durante a campanha eleitoral e após ser eleito, Bolsonaro fez severas críticas ao programa e declarou que iria revogá-lo. Disse também que era um absurdo o governo de Cuba não permitir que os parentes dos médicos viessem para o Brasil, pois permaneciam na ilha como reféns.

Agora, no dia 14 de novembro passado, ele postou uma mensagem na Internet, lamentando que “infelizmente, o governo de Cuba não aceitou suas exigências para que os médicos continuassem trabalhando no Brasil”.

É muita contradição.

JOSÉ NIVALDO JR 2

 DEMOCRACIA NÃO ESTÁ NA BERLINDA

José Nivaldo Júnior (*)

 

A Democracia contemporânea brasileira com pouco mais de 30 anos, é muito jovem. Entretanto, tem raízes profundas, alicerces sólidos.

É resultado de um duradouro e consistente processo de resistência à ditadura instalada em 1964, que oprimiu o país por mais de 20 anos. O fato de não ser dádiva e sim conquista está embutido no inconsciente coletivo. Inclusive dos mais jovens que, felizmente, não sofreram aqueles duros tempos. E, por isso, até podem expressar alguma equivocada simpatia pela época ditatorial. Nesse caso, contaminados pelo saudosismo maléfico de velhos adeptos do também chamado “Regime Militar”. Dos fascistas e direitistas que permaneceram embutidos muitos anos, mas recentemente, na esteira de condutas distorcidas do PT e do ambiente propício ao conservadorismo, trataram de botar as unhas de fora. São minoria, mas não são poucos.

Minha visão contrária à ditadura está expressa em muitos depoimentos, textos, posts. O romance “1964 – O Julgamento de Deus”, que ambientei na Surubim da minha infância, trata o golpe de 64 de forma irônica, picaresca e caricatural. Fui contra, sou contra, morrerei contra. Foram os militares com apoio dos Estados Unidos, da maioria da elite rural e urbana e, é forçado reconhecer, de grande parte da classe média assustada com o fantasma do comunismo, então à solta, que deram o golpe. Romperam a ordem democrática, rasgaram a constituição e estabeleceram um governo que abrigava o terror, a tortura, a censura, a intolerância, a violação dos direitos humanos.

Isso tudo é passado. A democracia, conquistada com sangue, suor e lágrimas, como disse, é árvore frondosa com raízes firmes. Tendo ao lado uma flor tenra, que tem que ser regada todo dia. Se arrancarem a flor, a democracia fica menos bela. Mas a árvore não se abala.

Verdade que o mundo democrático vive uma onda conservadora. A intolerância e o reacionarismo de ideias e costumes prospera sobre uma profunda crise econômica e social. Há um esgarçamento visível do tecido social. Porém inexistem no quadro atual as condições internas e internacionais para um retrocesso capaz de derrubar novamente os pilares da Democracia. Nenhum presidente da República tem poder para revogar a ordem democrática. Podem acontecer novos retrocessos pontuais, somando-se aos que já vêm ocorrendo há tempo.

Escrevo sem saber a decisão dos eleitores sobre o novo presidente. Mas, otimista inveterado, independente de quem ganhar, acredito que daqui a 4 anos o país estará melhor e a democracia mais saudável e vigorosa.

 

(*) José Nivaldo Junior – Publicitário. Historiador. Autor do best-seller internacional “Maquiavel, o Poder”.

VALE A PENA SER UM GESTOR PÚBLICO AUSTERO E COMPETENTE?

 DÍVIDAS DOS ESTADOS

Por Márcio Maia

 

Desde o ano de 1997 os estados brasileiros vêm renegociando suas dívidas com o Governo Federal. Naquele ano, durante o Governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os estados deviam aos fornecedores contas impagáveis. Sem conseguir pagar as dívidas, foi feita a primeira grande renegociação. Naquela ocasião, 25 estados e 180 prefeituras fizeram o acerto com a União, tendo sido implantada a Lei de Responsabilidade Fiscal.

No final de 2017, os estados deviam ao Governo Federal a bagatela de R$ 790 bilhões. Hoje, a situação é mais grave. Entre os maiores devedores estão os estados considerados mais ricos do País, como São Paulo, que devia R$ 290 bilhões, o Rio de Janeiro, com um buraco de R$ 113 bi, Rio Grande do Sul, com uma conta de R$ 74 bi, e Minas Gerais, que deve R$ 17 bilhões.

Enquanto isso, o Estado de Pernambuco, que vem sendo bem administrado por uma equipe técnica competente e comprometida com as contas públicas, mantém-se em situação razoável. Em todos os aspectos, os níveis indicam que estão em situação de controle.

Depois de 97, várias propostas para refinanciamento das dívidas foram apresentadas, implantadas, mas os gestores dos estados mais endividados nunca se esforçaram para controlar os gastos e equilibrar as finanças, acreditando que a qualquer momento, os órgãos federais iriam apresentar outras formas de renegociação de seus débitos.

No ano passado, o buraco da União foi superior a R$ 170 bilhões, mas o presidente Michel Temer (MDB) não tomou qualquer iniciativa para cobrar o que os governos estaduais devem ao Tesouro Nacional. Preferiu usar o Congresso Nacional, para conseguir “legalizar” o escandaloso déficit.

Há cerca de dois anos o governador Paulo Câmara (PSB) reclama que a União não vem liberando os recursos necessários para complementação de obras conveniadas, principalmente na área de abastecimento dágua, e nem autorizando a contratação de empréstimos bancários.

Então, só nos resta fazer a pergunta: Vale a pena ser um gestor público competente e austero?

STF

 

O FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO

​Por Márcio Maia

 

Durante os seus 28 anos de trabalho como deputado federal,  o presidente da República eleito, Jair Bolsonaro (PSL), sempre votou favoravelmente aos aumentos dos servidores públicos a partir dos reajustes concedidos aos ministros do Superior Tribunal Federal.

​Durante a campanha eleitoral, o então candidato apresentou várias propostas, entre elas a de que iria acabar com os privilégios dos servidores públicos federais, evitando dar aumentos para os que já ganhavam muito dinheiro, segundo sua própria avaliação.

​Ontem, o Senado Federal aprovou um reajuste de 16,38% nos proventos dos ministros do STF, que passarão a ganhar mais de R$ 39 mil mensais. O pior de tudo é que o reajuste vai ocasionar o chamado “efeito cascata”, o que deverá provocar um aumento de mais de R$ 4 bilhões nas despesas do Governo Federal. Os desembargadores, juízes, promotores públicos e demais servidores do Poder Judiciário Federal e Estadual também terão direito ao reajuste.

Além do mais, o aumento vai permitir reajuste nos salários dos senadores e deputados federais, deputados estaduais e vereadores. Também vão entrar na mesma onda, os governadores e prefeitos.

​Ao tomar conhecimento da decisão dos Senadores, Jair Bolsonaro reclamou bastante, adiantando que as despesas vão atrapalhar ainda mais o controle do orçamento, mas não se lembrou de que ele sempre votou a favor do aumento desses privilégios, inclusive dos aumentos da chamada “Pauta Bomba”, implantada pelo ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (MDB), durante o mandato da então presidente Dilma Rousseff (PT).

É o feitiço contra o feiticeiro.

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