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IMG-20180808-WA0065O empresário Elias Batista, conhecido como “Elias Meu Fíi”, participou de um almoço no Restaurante Prá Vocês, no Pina, Recife, em homenagem ao ex-deputado Manoel Ferreira, do qual participaram o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, o deputado estadual André Ferreira, que é candidato a uma vaga na Câmara Federal, e Fred Ferreira, que é candidato a vice-governador na chapa comandada por Armando Monteiro (PTB). O líder do grupo político, Manoel Ferreira, é candidato a uma vaga na ALEPE.

Elias Meu Fii tem uma forte liderança nos municípios de Vitória de Santo Antão, onde tem sua empresa, e Pombos. A filha dele, Gabriella Lima, está sendo cotada para disputar a prefeitura daquele município.
Ele anunciou que vai apoiar toda a chapa comandada por Armando, pois é amigo pessoal de Anderson Ferreira, com quem se encontra com frequência para conversar sobre a política pernambucana.
​O empresário Elias Batista, conhecido como “Elias Meu Fii”, participou de um almoço no Restaurante Prá Vocês, no Pina, Recife, em homenagem ao ex-deputado Manoel Ferreira, do qual participaram o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, o deputado estadual André Ferreira, que é candidato a uma vaga na Câmara Federal, e Fred Ferreira, que é candidato a vice-governador na chapa comandada por Armando Monteiro (PTB). O líder do grupo político, Manoel Ferreira, é candidato a uma vaga na ALEPE.

Elias Meu Fii tem uma forte liderança nos municípios de Vitória de Santo Antão, onde tem sua empresa, e Pombos. A filha dele, Gabriella Lima ( Gabi Meu Fii ) , está sendo cotada para disputar a prefeitura daquele município.
Ele anunciou que vai apoiar toda a chapa comandada por Armando, pois é amigo pessoal de Anderson Ferreira, com quem se encontra com frequência para conversar sobre a política pernambucana.

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IMG-20180808-WA0032Agora pré-candidata a deputada federal, a vereadora Marília Arraes (PT) disse, em entrevista à Rádio Jornal nesta quarta-feira (8), que o senador Humberto Costa (PT) foi o “mais prejudicado” com aliança entre o partido e o PSB em Pernambuco pela reação negativa da bases do partido ao acordo fechado.

Apesar de ressaltar antes que o companheiro de sigla “merece ser reeleito”, a parlamentar afirmou que Humberto já está capitalizando negativamente a costura, que garantiu a ele uma vaga para disputar a Casa Alta ao lado deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB), outro pré-candidato ao Senado.

“O senador Humberto Costa faz um grande papel nos Senado e merece ser reeleito sim. Discordo do posicionamento dele, que é defender a aliança (…) O mais prejudicado em Pernambuco foi ele próprio. Está capitalizando negativamente esse movimento que a militância não queria”, disparou a petista.

João Campos
Marília Arraes também foi questionada sobre o também pré-candidato a deputado federal João Campos (PSB), primo da vereadora, e rechaçou que esteja disputando os votos diretamente com o socialista.

“Considero que João Campos é um candidato como qualquer outro. Nós temos muitos candidatos, centenas de candidatos a deputado federal. Não é por ser da família ou não ser que seria diferente”, disse.

Indagada se vai brigar para ser a mais votada para a Câmara Federal, a parlamentar ressaltou que o objetivo é eleger o máximo de deputados petistas para reverter o resultado pífio nas últimas eleições, quando o partido não elegeu nenhum representante na Casa.

“A gente vai brigar para o PT fazer uma grande bancada aqui em Pernambuco, e essa é a nossa missão. Eu não tenho vaidade, eu quero que o PT eleja muitos deputados e não simplesmente que eu seja a mais votada”, disse.

Matéria : Blog do Jamildo

IMG-20180808-WA0034A Secretaria de Defesa Social do Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco, passa a ter um novo titular: o delegado de Polícia Civil da classe especial Osvaldo Morais, de 51 anos. Ele, que é bacharel em Direito e pós-graduado em Direito Penal e Processual Penal, foi empossado pela prefeita Célia Sales como secretário da referida pasta na semana passada. Morais substitui George Barros, que foi para a presidência executiva da Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes (AMTTRANS).

O novo titular da Secretaria de Defesa Social do Ipojuca ocupava o cargo de coordenador de Segurança do Porto de Suape, desde 2015. Antes, entre 2012 e 2014, ele integrou a equipe da Polícia Civil do Estado na função de chefe geral.

Morais também foi diretor geral de Operações de Polícia Judiciária, além de ter sido designado diretor de Polícia Especializada e delegado da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico.

Ele ainda foi coordenador da Operação Cauã, coordenador da Operação Paz nas Estradas, gerente do 12º Departamento Regional de Polícia e adjunto do Departamento de Comunicações e Operações. Como professor, já atuou na Faculdade dos Guararapes (FG) e no Centro Universitário Brasileiro (Unibra).

Fonte : Site Prefeitura do Ipojuca

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O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), candidato a vice-presidência na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tratou de colocar, em entrevista à Rádio Jornal nesta quarta-feira (8), colocar panos quentes na relação com o pré-candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) e projetou uma aliança no segundo turno com o pedetista. Diante das últimas declarações duras de Ciro sobre o movimento do PT para isolá-lo na disputa, Haddad negou que vá tratar o adversário como “inimigo”.

“Somos amigos do Ciro, vamos estar junto no segundo turno para vencer o governo do PSDB e do Temer”, disse o petista. “Nós estamos no mesmo lado que é para vencer essas turma que está no poder”, completou.
Fernando Haddad adotou na entrevista um tom mais de presidenciável ao ser questionado sobre o seu potencial de votos em São Paulo, maior colégio eleitoral do País. E voltou a criticar o ex-prefeito João Doria (PSDB), pré-candidato ao governo paulista.

Segundo o petista – que teve sua tentativa de se reeleger no comando da Prefeitura de São Paulo frustada nas eleições de 2016 -, o pleito municipal daquele ano foi recheado de “mentiras” e o cenário mudou, indicando que o PT pode reverter as derrotas mas últimas disputas presidenciais.
“O pessoal aqui na eleição de 2016 mentiu tanto que o candidato que ganhou está com mais de 50% de rejeição na cidade, que é o candidato do PSDB (João Doria). Muita mentira, represaram todas as delações contra o PMDB e o PSDB”, disse o ex-prefeito, que contou com a máquina federal do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, além do apoio do do ex-presidente Lula naquela eleição.

“Foi uma eleição muito complicada. Acho que o povo está mais consciente do que está acontecendo”, defendeu.

Relatando o último encontro com o ex-presidente Lula, Haddad disse que a determinação dada pelo líder petista é de “corra o país levando sua mensagem e seu plano de governo”.

 

Blog do Jamildo

Teotônio Vilela Filho contraria partido, que se aliou ao senador na disputa em Alagoas

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Um dia depois de de o senador Fernando Collor (PTC) se lançar na disputa pelo governo de Alagoas, começam a surgir as primeiras fraturas na frente oposicionista montada em torno do ex-presidente da República.

Principal nome do PSDB no estado, o ex-governador de Alagoas Teotônio Vilela Filho (PSDB) emitiu uma nota nesta segunda-feira (6) na qual afirma que não irá apoiar nem votar em Collor na eleição deste ano.

PSDB aliou-se a Fernando Collor e indicou o vereador de Maceió Kelmann Vieira para compor a chapa como candidato a vice-governador.

“Desde o primeiro instante, manifestei minha posição contrária a aliança do PSDB com o PTC de Collor, sobretudo pela forma impositiva como ela ocorreu. Meus correligionários sabem que não voto em Collor em nenhuma hipótese”, afirmou Vilela.

Apesar da crítica, o ex-governador evitou criticar a decisão do presidente estadual do PSDB, o prefeito de Maceió Rui Palmeira, de firmar a parceria. Disse que entende a decisão de firmar a aliança diante da necessidade de uma coligação eleitoral viável para os candidatos a deputado.

Também contrário à aliança, o candidato ao Senado Rodrigo Cunha (PSDB), postou um vídeo nas redes sociais no qual, sem citar Collor diretamente, afirma que tocará sua campanha de maneira independente.

“Infelizmente, nosso atrasado sistema político gera muitas confusões na mente dos eleitores, como se fôssemos todos farinha do mesmo saco”, disse Cunha, que vai dividir a chapa com Collor, mas não o mesmo palanque.

Governador de Alagoas entre 1987 e 1989, Collor vai disputar o cargo pela terceira vez. Vai enfrentar nas urnas o governador Renan Filho (MDB), de quem foi aliado nos últimos quatro anos, inclusive com indicações para secretarias estaduais.

 

Folha de São Paulo

Deputado tem 18,9% das intenções de voto, tecnicamente empatado com o ex-governador paulista

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SÃO PAULO – O deputado Jair Bolsonaro (PSL) mantém a liderança na corrida presidencial entre os eleitores do estado de São Paulo em cenário que desconsidera o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há 4 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, como candidato. É o que mostra pesquisa CNT/MDA realizada entre 2 e 5 de agosto. O parlamentar tem 18,9% das intenções de voto nesta situação, em empate técnico com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que aparece com 15%. A margem máxima de erro é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Na sequência, aparecem a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 8,4% e Fernando Haddad (PT), atual vice na chapa de Lula e nome cotado para substitui-lo ao longo do processo. O ex-prefeito da capital tem 8,3% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Ciro Gomes (PDT), que tem 6%. O senador Álvaro Dias (Podemos) aparece com 1,8%, seguido por Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), ambos com 1,1%, e Henrique Meirelles (MDB), com 1%.

O levantamento foi realizado antes do fim das convenções partidárias e por isso considerou a candidatura de Manuela D’Ávila (PCdoB), que fechou acordo para ocupar a vice na chapa encabeçada pelo PT ao longo da disputa, substituindo Fernando Haddad no posto. O ex-prefeito pode ocupar a cabeça da chapa caso Lula, hoje inelegível, seja impedido de disputar, em função da Lei da Ficha Limpa. No levantamento sem Lula, Manuela teria 1,1% das intenções de voto dos eleitores paulistas.

A pesquisa também testou cenário com Lula candidato. Nesta situação, o petista lidera com 21,8% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Bolsonaro, que tem 18,4%, o que ainda configura empate técnico. Alckmin, por sua vez, tem 14% das intenções de voto. No pelotão de trás aparecem Marina Silva, com 6,7% e Ciro Gomes, com 5%, tecnicamente empatados.

A pesquisa CNT/MDA foi realizada entre os dias 2 e 5 de agosto e contou com 2.002 entrevistados, distribuídos em 75 municípios de todas as regiões do estado de São Paulo. A margem máxima de erro é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo, ao passo que o nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se o questionário fosse aplicado mais de uma vez no mesmo período e sob mesmas condições, esta seria a chance de o resultado se repetir dentro da margem de erro máxima prevista. O levantamento teve custo de R$ 84.330,00 e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-05911/2018.

Ibope em SP
Na última sexta-feira, o Ibope divulgou pesquisa em São Paulo, mostrando Alckmin numericamente à frente de Bolsonaro no cenário que desconsidera a candidatura de Lula. Nesta situação, o tucano registrou 19% das intenções de voto, contra 16% do parlamentar. Marina Silva ficou com 16% e Ciro Gomes, com 8%. Haddad tinha 4%, mesmo patamar de Álvaro Dias. Quando o nome de Lula foi considerado, ele teve a preferência de 23% dos entrevistados, contra 18% de Bolsonaro e 15% de Alckmin. A margem máxima de erro era de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Fonte InfoMoney

Ypiranga, publicado pela Cepe Editora e organizado por Lêda Régis, traz diversos textos curatoriais e vasto acervo fotográfico para traçar uma retrospectiva inédita sobre a obra do artista visual pernambucano Ypiranga Filho. O lançamento do livro, que acontece dia 9 de agosto, no Museu do Estado, às 19h, também contará com exposição de mais de 100 obras do artista

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Pelas mãos do artista pernambucano Ypiranga Filho, 82 anos, a dureza do ferro se fez flexível, ressignificando o material. O trabalho com o metal foi pioneiro em Pernambuco nos anos 1960 e 1970, auge do modernismo e da predominância do figurativismo tropicalista no Estado. Daí se percebe a relevância de Ypiranga, que nadou contra a corrente vigente, apostando no experimentalismo característico da arte contemporânea. Subverteu as linguagens tradicionais da escultura, gravura, desenho e pintura ao criar com a fotografia, o filme, a arte xérox e a arte postal. Sua obra é considerada patrimônio fundamental da arte de Pernambuco e do Brasil.

Todas as faces do prolífico Ypiranga podem ser lidas e vistas no livro Ypiranga Filho, organizado por Lêda Régis e publicado pela Cepe Editora. O lançamento ocorre dia 9 de agosto, às 19h, no Museu do Estado, e conta ainda com exposição de mais de cem obras do artista, sob curadoria de Joana D’Arc Lima e Raul Córdula. Os dois assinam textos curatoriais presentes no livro de 292 páginas, ao lado de outros grandes nomes como Marcus Lontra, Adão Pinheiro e José Cláudio.

Para o presidente da Cepe, Ricardo Leitão, que assina a apresentação do livro, os textos curatoriais “formam uma base teórica e antecedem a retrospectiva inédita da obra de Ypiranga Filho, que a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) tem a honra de agora publicar”, escreve Leitão.

O livro ainda conta com cronologia biográfica, e elenca todas as exposições do artista, pouco conhecido nacionalmente, apesar da relevância de seu trabalho. “Ypiranga se formou na Escola de Belas Artes, em 1969, criando uma escultura feita com cabos de vassoura como se fossem móbiles. Um marco”, pontua a curadora.

No prefácio de Raul Córdula revela-se o início da relação de Ypiranga com os artistas que trabalhavam com máquinas das fábricas, na Alemanha, onde morou na década de 1960. “Assim sua obra pendeu para a expressão que emana das formas e volumes contidos nas sobras da indústria e na manipulação daqueles materiais”, escreve o artista e crítico de arte.

O também crítico e curador carioca Marcus Lontra ressalta a preocupação ética das esculturas de Ypiranga, que constrói e transforma paisagens sem deixar de se integrar à natureza. “Ypiranga reforça, com toques sutis de melancolia, a ideia de que o mundo sem ganância e sem exploração pode ser um terreno fértil para aflorar a criatividade e o talento humano”, define Lontra, para quem o estilo do artista dialoga com o cubismo, surrealismo, e, entre os brasileiros, com as obras de Maria Martins, de Frans Krajcberg, Mário Cravo Neto e Boaventura da Silva Filho, o Louco.

Entre os trabalhos marcantes da carreira de Ypiranga, o também artista Adão Pinheiro recorda O Cangaceiro. “Eram ferros e jantes, com uma solda elétrica aparente, brutal”, descreve.

Integrante de vários grupos artísticos importantes dos anos 1960 e 1970, fez parte da Cooperativa de Artes e Ofício da Ribeira, em 1964, com grande papel político e social naquele período de repressão. Socialista declarado, sempre defendeu a coautoria do artista e do artesão. “Um trabalhador das artes consciente de seu papel social”, escreve Joana.

EXPOSIÇÃO

Na mostra expositiva, espelho tridimensional do livro, estarão presentes 11 esculturas, 22 desenhos, 14 pinturas e 53 gravuras, além das obras chamadas por Joana de Transbordamentos, que estarão impressas em um painel. Buscando transmitir uma ideia de extrapolação de fronteiras definidas que escapam às definições normativas, a curadora trata como transbordantes os fazeres artísticos que relacionaram arte e vida pública, “como no happening intitulado Brigada de Artilharia Leve, proposto pelo artista Daniel Santiago, 1987, na Brigada Portinari, 1982, Evoé Nelson Ferreira, Olinda Arte em Toda Parte (2001-2007), participação na organização da I Mostra de Art-Door do Recife (1983-1986), entre outros projetos coletivos e colaborativos durante os anos 1990 até 2016”, explica.

SERVIÇO

Lançamento do livro Ypiranga Filho (Cepe Editora) e exposição de obras do artista

Quando: 9 de agosto, às 19h

Onde: Museu do Estado (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças)

Preço: R$ 90 (livro impresso) / R$ 25 (E-book)

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​O escritor e compositor Xico Bizerra vai lançar o seu livro infantil “Pequeninas histórias para gente pequenina, no próximo dia 11, às 15 horas, durante a 3ª Feira Nacional do Livro do Agreste (FENAGRESTE), que acontecerá de 8 a 12 de agosto, no Centro Cultural Tancredo Neves, em Caruaru, quando serão homenageados o compositor Onildo Almeida, que está completando 90 anos, e o escritor Nelson Barbalho, além do ex-ministro Fernando Lyra.
​Além do lançamento de vários livros, a FENAGRESTE vai contar com apresentações musicais, entre elas a de Jessier Quirino, teatro de mamulengo e contação de histórias.
​Xico Bizerra explicou que o “Pequeninas histórias” é “um livrinho de pequenos contos, 14 ao todo, encerrando cada um deles, com mensagens de boa conduta, como o respeito aos mais velhos, obediência aos pais, atenção à natureza, o amor ao próximo, amizade aos animais etc”.
​O livro tem muitas ilustrações do renomado e premiadíssimo designer cubano David Alfonso.
​O livro será lançado no Recife, no próximo dia 19, a partir das 10 horas, no Museu do Homem do Nordeste.

Por Márcio Maia

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Veja a íntegra da decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que indeferiu pedido de “tutela provisória incidental” para retirar o comando do MDB em Pernambuco de Jarbas Vasconcelos e Raul Henry.

O pedido havia sido feito pelo MDB nacional, durante o recesso do Supremo, para tentar colocar o senador Fernando Bezerra Coelho no comando do partido, antes das convenções eleitorais. O objetivo era retirar o MDB da Frente Popular e do apoio à reeleição de Paulo Câmara.

A decisão foi proferida em 2 de agosto e ainda não foi publicada no site do STF

 

Matéria transcrita : Blog do Jamildo

 

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“Ela nos deu exemplo de força e compromisso com a democracia”, afirmou ele

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O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, ressaltou a postura da senadora Kátia Abreu (PDT-TO) durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), ao anunciá-la nesta segunda-feira, 6, oficialmente, como sua vice de chapa, na sede do partido, em Brasília.

Segundo Ciro, Kátia enfrentou seu partido, na época o MDB, ao defender a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), sua amiga pessoal. “Ela nos deu exemplo de força e compromisso com a democracia. Quando paga o preço por fidelidade, afronta seu partido, a quadrilha de corruptos que dominou a democracia e ajuda a defender o Brasil, resistindo contra o avanço das forças do golpe”, disse o presidenciável.

O presidente nacional do partido, Carlos Lupi (SP), destacou o fato de Kátia ser mulher e representar o agronegócio, “que sustenta o Brasil”. “Principalmente numa sociedade machista, onde a mulher é discriminada, e ainda mais na política. Uma mulher ser vitoriosa é fato raro”, disse. Ele afirmou ainda ter a certeza de que Kátia será uma vice atuante.

A senadora e ex-ministra da Agricultura do governo Dilma, ressaltou qualidades de Ciro Gomes e disse que não é conhecido nada que “manche sua honra”. Ela lamentou a falta de aliança com outros partidos, mas disse que está confiante com a vitória do PDT, mesmo isolado.

“Serei uma vice disciplinada, pronta para atuar, mas sob seu (Ciro Gomes) comando”, disse.

Ao discursar, citando propostas de governo, Ciro voltou a falar sobre limpar o nome de brasileiros que estão com o “nome sujo”, para estimular o consumo das famílias. Defendeu a necessidade de investimento industrial para estimular desenvolvimento do País e criticou a “falência das contas públicas”. Citou também o imbróglio envolvendo pagamentos de bolsas Capes..

 

Fonte EM.com .br

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