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SERRA TALHADA 1

 

 

O Governo Municipal de Serra Talhada anunciou, na manhã desta sexta-feira (07), um grande pacote de investimentos na Rede Municipal de Educação.

O evento aconteceu no auditório da Secretaria de Educação e contou com a presença do prefeito Luciano Duque, da secretária de Educação, Marta Cristina, vários participantes da equipe de governo, vereadores, alunos, professores e gestores escolares, além dos presidentes do CDL, Marcos Godoy, do SINDICOM, Francisco Mourato, e do SINTEST, Júnior Moraes.

O evento começou com a entrega de medalhas e homenagens aos doze estudantes das escolas Fausto Pereira e Cônego Torres, conquistadas na Olimpíada Brasileira de Raciocínio Lógico – OBRL.

Além dos alunos medalhistas, foram homenageados também os professores e gestores das duas instituições de ensino. A Escola Fausto Pereira conquistou 3 medalhas de bronze e a Cônego Torres 9 medalhas de bronze, prata e ouro.

Na sequência, a secretária Marta Cristina anunciou o pacote de investimentos que soma mais de R$ 11 milhões, incluindo aquisição de brinquedos didáticos para as creches do Borborema, IPSEP, Caxixola e Vila Bela; construção de 02 creches padrão FNDE/MEC no Bairro Universitário e no Tancredo Neves; construção de nova escola com 12 salas de aula no Bairro Vila Bela; quadra escolar coberta com vestiário no Distrito de Caiçarinha da Penha; aquisição de mobiliário de sala de aula para as escolas urbanas, sendo 1.060 conjuntos para alunos e professores; aquisição de ônibus escolar para a zona rural; 7.199 kits de língua portuguesa e matemática para apoio da Prova Brasil; murada da escola de doze salas que está sendo construída no IPSEP.

Anunciou ainda a pavimentação do acesso à Creche da CAGEP e projeto de ampliação dos blocos administrativo e pedagógico e das salas de aula da Escola Municipal Nossa Senhora da Penha, na Cohab. O município construirá também a nova escola da Caxixola.

A secretária Marta Cristiana falou sobre a importância dos investimentos. “Além desses investimentos anunciados hoje, também firmamos parceria com a Fundação Joaquim Nabuco para um projeto de formação, a partir de fevereiro, e uma longa parceria pelos SERRA TALHADA LUCIANO DUQUEpróximos quatro anos com a Fundação Bem Comum, financiada pela Fundação Lemann, que vai trazer para Serra Talhada o modelo de educação que fez com que Sobral, no Ceará, ganhasse notoriedade e conquistasse os melhores resultados do país”, disse.

“Todos esses investimentos são um presente de Natal para a nossa educação, com duas novas creches, a nova escola padrão no Vila Bela, que vem se somar às escolas do IPSEP e Bom Jesus, onde somente em escolas-modelo já investimos mais de doze milhões nesses dois anos. Teremos a construção da nova escola da Caxixola e a parceria com a Fundação Lemann, um sonho há muito perseguido que agora estamos trazendo para Serra Talhada, que se somará ao Pernambuco Conectado”, comemorou o prefeito Luciano Duque.

Filiado ao partido Novo, Salles lidera o movimento Endireita Brasil e foi secretário estadual do Meio Ambiente em São Paulo na gestão de Geraldo Alckmin
 
Ricardo Salles: advogado vai comandar o MMA do futuro governo. (Secretaria de Meio Ambiente São Paulo/Divulgação/Divulgação)
Ricardo Salles: advogado vai comandar o MMA do futuro governo (Secretaria de Meio Ambiente São Paulo/Divulgação)
Por Vanessa Barbosa

 

SÃO PAULO – O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou neste domingo a escolha do advogado Ricardo Salles para assumir o Ministério do Meio Ambiente. Com isso, a Esplanada dos Ministérios, que terá 22 pastas, agora está completa.

Formado em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Salles cursou pós-graduação nas universidades de Coimbra e de Lisboa, em Portugal, além de ter especialização em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas.

Em 2006 participou da fundação do Movimento Endireita Brasil (MEB), juntamente com quatro amigos, com o intuito de “corrigir” o que chamou de “demonização da direita no Brasil”. A entidade ficou conhecida por criar o Dia da Liberdade de Impostos em São Paulo, em 2010, evento que ocorre no mês de maio.

Em 2012, juntamente com o advogado Guilherme Campos Abdalla, pediu o impeachment do ministro Dias Toffoli, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, por crime de responsabilidade, no julgamento da ação penal do mensalão.

Gestão pública e inquéritos

Então filiado ao PP, Salles assumiu a secretaria de Meio Ambiente de São Paulo em julho de 2016, durante o governo de Geraldo Alckmin, após o partido apoiar a candidatura de João Doria (PSDB) à prefeitura da cidade.

Seu tempo de comando na pasta foi curto. Ele deixou a Secretaria em agosto de 2017, após uma série de desgastes ocasionados por inquéritos de improbidade administrativa.

No início daquele mês, o Ministério Público (MP) abriu um inquérito por Salles ter dado andamento à negociação do imóvel que abriga o Instituto Geológico, no bairro da Vila Mariana, em São Paulo, apesar de parecer jurídico contrário à empreitada, considerada “de risco inaceitável” para o estado.

Em outro inquérito do MP, o advogado também é investigado por improbidade administrativa por suposta interferência no processo de elaboração do plano de manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) Várzea do Rio Tietê.

Criada em 1987, a APA tem 7.400 hectares, abrangendo doze municípios da região metropolitana do estado (Salesópolis, Biritiba-Mirim, Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba, Guarulhos, São Paulo, Osasco, Carapicuíba, Barueri e Santana de Parnaíba).

As alterações no zoneamento que, segundo o inquérito, seriam de interesse da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), tornaria a área protegida mais permissiva a atividades industriais e minerais.

Em outro inquérito, o secretário passou a ser investigado por ter realizado chamamento público, sem autorização legislativa, para a concessão ou venda de 34 áreas do Instituto Florestal, segundo revelou o jornalista Maurício Tuffani, do site Direto da Ciência.

Durante a gestão da pasta verde no governo estadual, Salles foi constantemente criticado por pesquisadores e ambientalistas por tomar decisões sem levar em consideração aspectos técnico-científicos.

Em novembro, quando o nome de Salles surgiu como potencial indicação para o MMA, a Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC), que representa 19 institutos públicos de pesquisa do Estado, emitiu comunicado dizendo que a escolha do advogado seria uma decisão “catastrófica” e colocaria em risco as políticas ambientais no Brasil.

“Trata-se de alguém incapaz de entender a importância da ciência para o desenvolvimento nacional e que já provou ter ligações com representantes de setores que não têm qualquer compromisso com a educação ambiental, a bioecologia e a conservação da natureza”, disse a Instituição.

Em oposição, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) manifestou seu apoio à possível indicação de Ricardo Salles para o comando da pasta. “A entidade acredita que a experiência de Salles pode trazer modernidade, segurança jurídica e eficiência para a gestão do Ministério”, afirmou em nota.

Semanas antes de a indicação ser oficializada, a SRB enviou uma carta ao presidente eleito Jair Bolsonaro em defesa de Salles, argumentando que o advogado pode conciliar as exigências do meio ambiente aos desafios da agricultura para ampliar a competitividade do setor de forma objetiva, com prioridade ao respeito às leis e às instituições.

Futuro ministro

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, o futuro ministro do Meio Ambiente disse que seu papel será defender o meio ambiente e respeitar o setor produtivo, posicionamento alinhado às expectativas do presidente eleito, que defende maior aproximação do ministério com os ruralistas e o fim do que chama “indústria de multas” do Ibama.

“Defender o meio ambiente e ao mesmo tempo respeitar todos os setores produtivos do Brasil é o que sintetiza muito nosso sentimento”, disse Ricardo Salles, após ser confirmado para o cargo.

A decisão faz parte de uma disputa antiga que envolve denúncias de concorrência desigual e arrecadação de impostos
Pepsi: multinacional decidiu fechar fábrica em Manaus (./Bloomberg)
Pepsi: multinacional decidiu fechar fábrica em Manaus (./Bloomberg)
Por Mariana Desidério

 

SÃO PAULO – A semana começou com a notícia de que a PepsiCo vai fechar sua fábrica de concentrado de refrigerante na Zona Franca de Manaus. A decisão da multinacional é mais um capítulo de uma disputa antiga entre o governo federal e grandes fabricantes de bebidas, a saber: Pepsi, Coca-Cola, Ambev e Heineken.

A disputa envolve denúncias de concorrência desigual, arrecadação de impostos, interesses de pequenos produtores de refrigerantes e o formato de funcionamento da Zona Franca de Manaus. Veja a seguir o que está em jogo:

A Zona Franca de Manaus

Parte dos fabricantes de bebidas, em especial grandes empresas, produz seu xarope de refrigerante na Zona Franca de Manaus. A decisão de instalar a produção ali se deve aos incentivos do governo com o objetivo de levar empresas para lá e desenvolver a economia local.

O principal incentivo é a isenção de impostos. No caso do xarope de refrigerante, o item pagava uma alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de 20%. Como as fabricantes produzem em Manaus, elas estão isentas dessa taxa. Além disso, os 20% se transformam em crédito tributário, recebido por quem compra o xarope das fábricas em Manaus. As empresas então ganham duas vezes, pois produzem em Manaus sem imposto e depois recebem créditos tributários através de suas engarrafadoras, que compram o xarope vindo da Amazônia.

As empresas que produzem na região estão reunidas sob o guarda-chuva da Abir (Associação (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas), entidade que reúne 60 empresas no total. Segundo a entidade, a produção gera 15 mil postos de trabalho na região de Manaus, contando empregos diretos e indiretos. O incentivo fiscal do governo para os produtores de refrigerantes envolve a produção local de insumos, o que em tese obriga essas fabricantes a comprarem matéria prima na região amazônica.

Qual a crítica?

Pequenos fabricantes locais de refrigerantes criticam há tempos o formato de incentivo da Zona Franca de Manaus ao setor. Reunidos na Afrebras (Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil) – associação representa pelo menos 132 companhias de refrigerantes, dentre elas o Guaranita Cibal, de Passa Quatro (MG), o Devito, de Catanduva (SP), e o Guaraná Pureza, de Riacho Queimado (SC) – eles afirmam que o modelo gera concorrência desigual, já que além de não pagar imposto sobre o xarope, as fabricantes recebem crédito através das engarrafadoras.

A Afrebras acusa ainda grandes empresas do setor de superfaturarem o xarope produzido em Manaus, aumentando ainda mais a distorção em relação a produtores que não estão na região. O assunto é alvo de uma investigação da Receita Federal. A Abir nega que haja superfaturamento.

Material divulgado pela Afrebras afirma que o preço do concentrado produzido em Manaus “chega a ser 20 vezes maior que o insumo produzido nos demais estados”. A lógica, segundo a Afrebras, é aumentar artificialmente o preço para assim ganhar mais nos créditos de IPI. A renúncia fiscal das multinacionais de concentrado localizadas na Zona Franca de Manaus foi de 9,1 bilhões de reais em 2016, diz a entidade. Isso tem levado à morte de diversas pequenas fabricantes de refrigerantes. Em 1960 eram 892 empresas no setor; em 2015 ficaram 235, diz a entidade.

O que mudou?

Em maio de 2018, o presidente Michel Temer decidiu reduzir a alíquota de IPI que incide sobre o xarope de refrigerante de 20% para 4%. O dinheiro seria usado para ajudar a pagar a conta bilionária do desconto no preço do diesel, criado após a greve dos caminhoneiros. Aparentemente, seria uma redução no imposto. Mas, com a isenção do tributo na Zona Franca de Manaus, a decisão na verdade reduziu o incentivo para quem tem fábrica na região. Com a nova regra, o desconto passou a ser de 4%.

A mudança gerou pressão das grandes produtoras sobre o governo. Chegou a circular a notícia de que a Coca-Cola deixaria o país, a companhia negou. A pressão das empresas era para que o governo Temer aumentasse o IPI para pelo menos 15%. Caso contrário, as companhias ameaçavam fechar 15 mil postos de trabalho na Zona Franca de Manaus.

Temer volta atrás

Em setembro, Temer voltou atrás e aumentou a alíquota do IPI para 12%, no primeiro semestre de 2019. Na decisão, a taxa cai para 8% no segundo semestre de 2019. Em 2020, o percentual volta a ser 4%. Dessa forma, a redução do incentivo para quem está instalado em Manaus ficou mais gradual, atendendo a uma das demandas dos fabricantes insatisfeitos, que criticavam a mudança de 20% para 4% como sendo muito brusca.

O decreto foi uma vitória das companhias de refrigerantes, mas não foi suficiente. A média da alíquota em 2019 ficou em 10%, abaixo dos 15% reivindicados pela Abir. Além disso, em 2020 o imposto volta aos 4%, valor inviabiliza a manutenção das fábricas em Manaus, de acordo com a entidade.

A Pepsi

Nesse contexto a PepsiCo anunciou essa semana o fechamento de sua fábrica de concentrado de refrigerante em Manaus. A PepsiCo afirma que a decisão de sair da região “foi tomada com o objetivo de administrar eficientemente nossas operações em todo o Brasil e posicionar a empresa para um crescimento de longo prazo, independente da recente mudança no regime tributário”. Segundo a Afrebras, a PepsiCo empregava 88 funcionários nesta fábrica, para um faturamento de 500 milhões de reais ao ano. A Pepsi não divulga informações sobre faturamento.

A empresa afirma que produção será redistribuída para outras plantas de concentrados da companhia, mas essa era a única fábrica de concentrados da Pepsi no Brasil; o produto pode ser importado do Uruguai. O fim da fábrica, inaugurada em 1998, levou ao fechamento e 51 postos de trabalho. A empresa diz que tem mais de 10 mil funcionários no Brasil e que continua comprometida com o país.

A Abir afirma que há o risco de outras companhias seguirem o movimento da Pepsi e deixarem a Zona Franca de Manaus.

E agora?

O tema tem sido debatido no Congresso Nacional. Um projeto de lei aprovado no Senado susta o decreto presidencial que reduziu o IPI de 20% para 4%. O projeto é de autoria de dois senadores do Amazonas: Vanessa Grazziotin (PC do B) e Omar Aziz (PSD).  O texto alega que a medida é inconstitucional porque desrespeita o princípio da noventena – pela lei o aumento de impostos não pode ocorrer imediatamente, é preciso esperar um prazo mínimo de 90 dias.

O texto ainda precisa passar pela Câmara. No final de novembro, uma audiência pública sobre o assunto reuniu parlamentares e representantes do setor. “Não vamos aceitar chantagem ou blefe da Coca-Cola e da Ambev, que ameaçam sair da Zona Franca de Manaus”, disse o deputado Fausto Pinato (PP-SP) na ocasião. “A zona franca não produz laranja, limão, uva, erva-mate e [produz] muito pouco açúcar. O Amazonas só produz guaraná e açaí”, disse o presidente do Sindicato Nacional das Indústrias de Refrigerantes, Jairo Zandoná presente na audiência.

Com a mudança de governo, também cabe ao novo presidente Jair Bolsonaro decidir sobre a questão. No entanto parte da equipe econômica de Bolsonaro tem pouca simpatia à ideia de aumentar o incentivo. Como se vê, a guerra dos refrigerantes está longe de terminar.

PRAIA SEM BARREIRAS GOIANA 2

 

A Zona da Mata Norte de Pernambuco recebeu a primeira edição em água doce dentro do projeto Praia sem Barreiras. O Engenho Aparauá, no município de Goiana, é o sexto local contemplado pelo projeto de acessibilidade, que foi criado pela Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco (SETUREL-PE), por meio da EMPETUR. O Praia sem Barreiras é voltado para beneficiar pessoas com algum tipo de deficiência física ou mobilidade reduzida.

PRAIA SEM BARREIRAS GOIANAA nova unidade do Praia sem Barreiras oferece uma experiência diferenciada de banho assistido para pessoas com deficiência e/ou baixa mobilidade. Como novidade, esta expansão contempla um espaço de água doce, diferente de todas as demais unidades, que funcionam em praias da orla marítima. Tal inovação foi possível pela parceria da EMPETUR com a Aparauá Ecoaventura que, através de chamamento público, firmaram um Acordo de Cooperação Técnica que possibilitou o uso do espaço e das instalações do projeto pelos visitantes.

PRAIA SEM BARREIRAS GOIANA 3Agora, as águas do açude do Engenho Aparauá proporcionarão um banho calmo e um contato ainda maior com a beleza natural da Mata Atlântica, que está preservada naquele local.

O presidente da EMPETUR, Adailton Feitosa, explicou que o objetivo do turismo de Pernambuco é assegurar momentos de lazer para todos e todas, sem distinção. “Estamos felizes em levar o Praia sem Barreiras para outro destino pernambucano, e desta vez saímos da  praia salgada para a doce. Estamos garantindo um direito à acessibilidade que todos possuem. O projeto proporciona felicidade não apenas aos cadeirantes com o banho assistido, mas também aos familiares”.

O Praia sem Barreiras conta com cinco unidades em funcionamento (Boa Viagem, no Recife, Praia do Sueste, em Fernando de Noronha, Candeias, em Jaboatão dos Guararapes, Praia de Porto de Galinhas, Ipojuca, e Praia de Tamandaré), já tendo atendido mais de 11 mil pessoas desde 2013.PRAIA SEM BARREIRAS GOIANA 4

O projeto já alcançou reconhecimento nacional, tendo recebido os prêmios “Boas Práticas de Turismo”, concedido pelo Ministério do Turismo, “Top de Marketing”, da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil, e o “Prêmio Braztoa de Sustentabilidade”, da Associação Brasileira de Operadoras de Turismo.

A nova unidade do Praia sem Barreiras no Engenho Aparauá, em Goiana, irá funcionar durante o mês de janeiro de terça a domingo, das 9 às 17 horas. A partir de fevereiro, o funcionamento será de terça a sexta sob agendamento, e aos sábados, domingos e feriados no mesmo horário. O agendamento deverá ser feito pelo telefone (81) 3224-4324. A entrada é gratuita para a pessoa com deficiência e um acompanhante.

IMG-20181209-WA0055A Prefeitura de Ouricuri através da Secretaria Municipal de Saúde realizou nesta sexta-feira (7) e entrega do novo mobiliário e equipamentos da Unidade Básica de Saúde do Sítio Pilões, zona rural de Ouricuri. A proposta, segundo o Prefeito Ricardo Ramos, é de fortalecer toda a atenção básica do município.

Dentre os equipamentos entregues, estão: Autoclave, Otoscópio, Balança antropométrica adulto e infantil, Suporte de soro, Estetoscópio adulto, Esfigmomanômetro adulto, Detector fetal, Nebulizador portátil, Mesa ginecológica, Mesa Mayo, Armário vitrine, Mesa de escritório, Mesa de exames, Cadeiras, Geladeira, Bebedouro, Longarinas e Arquivo.

Segundo o Prefeito Ricardo Ramos, mais UBS’s serão beneficiadas com os equipamentos necessários. “Estamos dotando as UBS do município com o que for necessário para garantir a promoção e prevenção à saúde. Assim, vamos assegurar que o povo ouricuriense tenha acesso à saúde de qualidade!”, explicou o Prefeito

COLUNA DA DENISE MONTADA PARA USO

COLUNA DA DENISE SENADO DE BOLSO

Senado deve ser a “Casa da resistência” a Jair Bolsonaro

 

Senadores já fizeram as contas e concluíram que a Casa será um ponto de preocupação para o futuro governo. Ali, Jair Bolsonaro não terá maioria. As contas indicam, pelo menos, 39 independentes, 24 de tendência mais oposicionista e apenas 18 mais afinados com o governo. No quesito “pau para toda obra” só mesmo os quatro do PSL.

As dificuldades do governo no Senado, ao que tudo indica, não serão resolvidas pelo esquema tático em gestação na Casa Civil, onde só há ex-deputados. A esperança, comentam alguns muito atentos à formação da área política do governo, está na Secretaria de Governo, onde o general Santos Cruz deverá construir a ponte com o Senado.

Até aqui, entretanto, nada foi feito. E, sem essa interlocução, os adversários e independentes vão organizando o jogo longe do Poder Executivo. Vale lembrar que foi ali, entre os senadores, que o governo Lula, em 13 de dezembro de 2007, perdeu a CPMF, o imposto do cheque.

COAFA novela Coaf está só começando

A movimentação financeira de Fabrício de Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro, é vista na transição como o maior ponto de desgaste que o presidente eleito enfrenta antes da posse. Se vai estancar ou não, depende das explicações do ex-assessor, que, até agora, não deu entrevistas.

 

Fio da meadaFIO DA MEADA

Uma das linhas de investigação sobre a movimentação de depósitos na conta de Fabrício Queiroz se refere a descontos nos salários dos servidores. Até aqui, entretanto, nada está provado. A única explicação, aliás, quem deu foi o presidente eleito, que mencionou um empréstimo a Queiroz, no valor de R$ 40 mil, que o ex-assessor do filho pagou em parcelas.

Visões dos fatos

O vazamento do relatório, aliás, foi lido por alguns mais próximos do presidente eleito como uma retaliação pelo fato de Bolsonaro ter dito que mudaria tudo por ali.

CHÁ DE CAMOMILAChá de camomila nele

A irritação de Onyx Lorenzoni ontem, em São Paulo, durante entrevista que encerrou depois de discutir com um repórter, causou certa preocupação a alguns integrantes da transição. Já tem gente dizendo que, ou Onyx desliga o modo bélico, ou vai ficar difícil.

 

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DESERTO

Pregação no deserto/ O fato de o PSL ter nomeado um porta-voz não vai apaziguar a bancada. Há quem diga que, depois do “barraco” no WhatsApp, o partido vai ficar “pequeno demais” para Joice Hasselmann e Eduardo Bolsonaro. Já tem gente apostando que Joice seguirá para o PSDB, se o governador eleito de São Paulo, João Dória, conseguir dominar o partido.

TANCREDO NEVESWhatsApp e Tancredo Neves/ Depois do “barraco” no grupo do PSL entre Joice e Eduardo Bolsonaro, os mais experientes recorrem a Tancredo Neves para aconselhar mais parcimônia no uso das palavras na rede social. Dizia Tancredo: “Telefone serve no máximo para marcar encontro. De preferência no lugar errado”.

ALCKMIN JOVEM

O jovem Alckmin/ O presidente do PSDB, Geraldo Alckmin (foto), gasta a maior parte do tempo, hoje, preparando-se para voltar a dar aulas na área de anestesiologia. Também pretende se dedicar à acupuntura. Dizem que parece um adolescente entrando para a faculdade.

O velho Alckmin/ Aficcionado pelo cafezinho na padaria, ele tem repetido o ritual diariamente em São Paulo, até mesmo nos postos de gasolina. Não são poucas as pessoas que param para falar com ele. Já tem gente apostando que o ex-governador não vai largar a política.

Cinquenta anos após o decreto mais repressivo e autoritário do regime militar, ONG realiza ato em memória do combate à ditadura
Ato em memória da luta contra a ditadura militar percorreu pontos do centro do Rio em que a democracia foi violada durante o regime - Divulgação
Ato em memória da luta contra a ditadura militar percorreu pontos do centro do Rio em que a democracia foi violada durante o regime (Divulgação)
Por Lucas Cardoso

 

Rio – Cerca de 60 pessoas participaram de ato em memória da luta contra a ditadura militar, na manhã deste sábado, no Centro do Rio. Promovido pela ONG Rio de Paz, o tour “1968 – 50 anos do AI-5 – Para que NÃO se repita” percorreu cinco pontos no centro do Rio onde aconteceram atentados contra a democracia.

O tour começou às 9h nas escadarias do Teatro Municipal do Rio, na Cinelândia, com uma palestra com a jornalista Regina Zappa. Em seguida, passou pela rua da Relação, onde ficava o prédio sede do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social). Outra parada do grupo que acompanhou o ato aconteceu na antiga sede do Correio da Manhã, um dos principais diários cariocas que resistiu à ditadura, na Avenida Gomes Freire. Hoje, o espaço abriga o Tribunal Regional do Trabalho.

Por último, o grupo participou de uma roda de conversa na Candelária. A parada final do ato contou com a palestra do advogado João Carlos Castellar, além da dramatização de uma tortura feita em pau-de-arara, com um artista seminu e participantes amordaçados.

Para Antônio Carlos Costa, presidente da ONG Rio de Paz, o movimento é uma tentativa de evitar que esse período seja esquecido pela população. “O Ai-5 foi o ato mais duro do regime militar, que representou o ponto mais baixo da democracia brasileira. À época, tivemos o fechamento do congresso nacional, supressão de garantias constitucionais, cassação de habeas corpus, ensejo a tortura e cerceamento da liberdade de expressão. Essas coisas não podem voltar a acontecer. “, afirma.

O presidente da ONG também anunciou que será colocada uma faixa em protesto contra a morte de policiais militares na Lagoa, próximo à curva do Colombo, na segunda-feira. “Rio de Janeiro 2018: 94 policiais militares assassinados. Até quando?”, estará escrito na faixa.

Ao levantar a taça do campeão Palmeiras, Bolsonaro entrou no terreno antigo e pantanoso de trazer o futebol para a política
Dono da Festa - O presidente eleito ergue a taça do campeão Palmeiras: convite de cartolas com ligações suspeitas (Nelson Almeida/AFP)
Dono da Festa – O presidente eleito ergue a taça do campeão Palmeiras: convite de cartolas com ligações suspeitas (Nelson Almeida/AFP)
Por Alexandre Salvador

 

O mineiro Aureliano Chaves (1929-2003), vice do último presidente do regime militar, João Figueiredo, era um homem espirituoso, capaz de em uma única frase resumir comportamentos atávicos. “Esperteza, quando cresce demais, engole o dono” era uma de suas máximas. Ela pode ser aplicada, sem risco de erro, aos políticos brasileiros que associam seu nome a times de futebol, usando o mais popular dos esportes para alimentar sua popularidade e o populismo. O problema é que se trata de um terreno pantanoso, que com frequência traz mais dissabores que glórias.

Convidado a erguer a taça de campeão brasileiro merecidamente conquistada pelo Palmeiras, Bolsonaro foi ao estádio, fez seu clássico gesto de arma em punho, trocou continências com o volante Felipe Melo e o treinador Luiz Felipe Scolari, ouviu gritos de “mito, mito” e teve motivos para sentir-se em casa diante de mais de 40 000 pessoas — lembre-se que ele foi batizado em homenagem a um dos grandes craques da história do alviverde paulista, Jair Rosa Pinto, e é, portanto, palestrino de quatro costados.

No entanto, como futebol e política nutrem uma relação de atração e repulsa, nem tudo saiu como esperado. Mesmo antes da partida ao fim da qual o Palmeiras receberia a faixa, postes nas cercanias do estádio paulistano avisavam, com fotos de Bolsonaro em que aparece vestindo as camisas do Flamengo, do Grêmio, do Santos, do Botafogo, do Fluminense e do Sport: “Malandro é o Bolsonaro. Todo ano é campeão”. Não há nada de mais em vestir a casaca de qualquer clube, evidentemente, mas a variedade do vestuário autoriza a impressão de esperteza, aquela mesma que engole o dono. “Bolsonaro, oportunista”, dizia outro pôster.

Nos dias seguintes ao da festa, um grupo de palmeirenses ilustres, de evidente coloração política diferente da de Bolsonaro, escreveu uma carta de protesto — fazem parte do rol o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o cientista Miguel Nicolelis e o cineasta Luiz Villaça. “Sequestraram nosso momento mais especial”, diz o documento, para em seguida detalhar o desconforto com a presença de Bolsonaro. “O incômodo tem fonte não apenas no histórico de declarações xenofóbicas que desonram nossas tradições, mas também nas diversas e documentadas manifestações racistas, misóginas e homofóbicas, entre outras.”

Quem mais explorou a ligação entre futebol e política na história recente foi o ex-presi­dente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar da péssima experiência que viveu em 1989. Naquele ano, na véspera do segundo turno das eleições presidenciais, que perderia para Fernando Collor, Lula teve a mastodôntica ideia de ir ao Estádio do Morumbi para torcer contra o São Paulo, que jogava a final do campeonato com o Vasco da Gama. Notório corintiano, naquela tarde Lula anunciou que, no Rio, ele era Vasco. Sentou-se nas cadeiras cativas — e tomou uma vaia inesquecível. “Au, au, au, Lula pro Mobral”, gritavam os são-paulinos. No intervalo, Lula decidiu ir para casa, mas não aprendeu a lição de que associar-se a um clube, seja qual for, pode acabar dando em desastre.

Passado - Médici e seu radinho (à esq.), e Sanchez e Lula: futebol e política (Assis Hoffmann/Ricardo Stuckert/Instituto Lula)
Passado - Médici e seu radinho (à esq.), e Sanchez e Lula: futebol e política (Assis Hoffmann/Ricardo Stuckert/Instituto Lula)

Na Presidência, e hoje esse capítulo é parte da história recente da corrupção brasileira, Lula, amicíssimo do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, fez de tudo para que seu time tivesse um estádio próprio. Intercedeu em favor de seu clube na negociação com a Odebrecht para a construção do estádio, no bairro de Itaquera. “Foi um pedido de Lula a meu pai”, revelou Marcelo Odebrecht em sua delação premiada, ao tratar da obra. Orçada inicialmente em 400 milhões de reais, a Arena Corinthians custou mais de 1 bilhão de reais ao ser alçada a palco da partida de abertura da Copa do Mundo de 2014. Esse favor em nome de Lula é alvo de investigação policial. A Justiça do Rio Grande do Sul já condenou o Corinthians e a Odebrecht, além do ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Fontes Hereda, a ressarcir 400 milhões de reais aos cofres do estado por considerar o empréstimo para a construção da arena, intermediado pelo BNDES, lesivo ao patrimônio público.

Nestes tempos de combate mais severo à corrupção, os políticos que se aproximam do futebol — sobretudo dos cartolas do futebol — precisam ter atenção redobrada. A participação de Bolsonaro e do senador eleito Major Olimpio (corintiano roxo) na cerimônia de premiação do Palmeiras foi decidida minutos antes pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Bolsonaro encontrou-se com o atual mandatário da CBF, Antônio Carlos Nunes, e seu sucessor no cargo, Rogério Caboclo, nos camarotes do Allianz Parque. Nunes e Caboclo são ligados ao ex-presidente da CBF Marco Polo Del Nero, banido do futebol por participar do maior esquema de corrupção já descoberto no esporte. Del Nero era o vice de José Maria Marin, preso e condenado nos Estados Unidos quando eclodiu o caso conhecido como “Fifagate”.

Política e futebol andam de mãos dadas desde sempre. Em governos autoritários ou exageradamente nacionalistas, o esporte foi usado como instrumento de aproximação entre o poder e o povo. O general Emílio Garrastazu Médici, presidente do Brasil entre 1969 e 1974, tinha dois times de coração. No Rio Grande do Sul, seu estado natal, era Grêmio. Fora dele, torcia pelo Flamengo — um pouco como faz Bolsonaro, de vários corações. Como registrou o jornalista André Iki Siqueira na biografia do também jornalista e técnico de futebol João Saldanha, “Médici gostava de ver jogo no estádio ouvindo radinho de pilha, grudado ao ouvido. Saldanha, aliás, duvidava de que o rádio estivesse mesmo ligado. Provocava, dizendo que era só para enganar o torcedor”. Opositor do regime militar, Saldanha foi sacado do posto de treinador da seleção brasileira às vésperas da Copa do Mundo de 1970. A tese mais aceita é que não agradava aos militares a ideia de ver um comunista de carteirinha levar o Brasil ao tricampeonato mundial.

Eleito no pleito mais polarizado desde a redemocratização, Bolsonaro ainda navega na memória de sua vitória nas urnas. Sua popularidade mantém-se alta, mas é inexorável que sofra um declínio depois que assumir o governo e começar a enfrentar a dura realidade de administrar o país no dia a dia. É nesse momento, quando o aplauso popular começa a escassear, que as atitudes celebratórias num estádio de futebol adquirem uma nova leitura: deixam de ser a expressão legítima de um torcedor entusiasmado e passam a ser vistas como gesto de demagogia de um oportunista. Por isso, quando se trata de futebol, o melhor mesmo para um presidente é limitar-se a torcer pela seleção brasileira. Aí, sim, não há risco de erro.

Publicado em VEJA de 12 de dezembro de 2018

Neste sábado (8/12), as letras do nome do ex-presidente estavam manchadas de vermelho
Em 6 de novembro, o Conselho Especial do TJDFT classificou como inconstitucional lei que modificou nome para Honestino Guimarães. Placas oficializam mudança do nome de ponte para  Costa e Silva (Foto:Gabriel Foster/Metrópoles)
Em 6 de novembro, o Conselho Especial do TJDFT classificou como inconstitucional lei que modificou nome para Honestino Guimarães. Placas oficializam mudança do nome de ponte para  Costa e Silva (Foto:Gabriel Foster/Metrópoles)
 Isadora Teixeira

 

A Ponte Costa e Silva recebeu novas placas. O elevado, no Lago Sul, passou a se chamar Honestino Guimarães em 2015. Porém, a alteração foi considerada inconstitucional pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), em 6 de novembro de 2018.

A determinação para a volta do nome original — Costa e Silva — é resposta a uma ação civil pública movida pela deputada federal eleita Bia Kicis (PRP) e Cláudia Castro. Um dos argumentos usados é de que a mudança, aprovada pela Câmara Legislativa, deveria ter passado por consulta pública.

O outro é o “vício de iniciativa”, já que caberia apenas ao governador do DF sugerir projeto de alteração de nomenclatura do logradouro. Neste sábado (8/12), as letras do nome do ex-presidente Costa e Silva estavam manchadas de vermelho.

O colegiado do TJDFT entendeu que, apesar de tratar de assunto passível de iniciativa parlamentar, não houve prévia participação popular, por meio de audiências públicas, na edição da norma. Autor da proposta de mudança para Honestino Guimarães, o deputado distrital Ricardo Vale afirmou, em nota, que só o Executivo poderá recorrer da decisão.

Assim, chamará os interessados na discussão para uma nova conversa com a atual gestão e o governador eleito Ibaneis Rocha (MDB). “É muito importante que Brasília siga o exemplo de vários estados brasileiros, que já tiraram os nomes de ditadores dos seus monumentos e logradouros”, afirmou.

Procurado, o GDF não retornou o contato até a última atualização deste texto.

Com essa atitude, prefeito se torna exemplo de administrador
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Na segunda-feira passada (03/12), nasceu no Hospital e Maternidade Virginia Colaço Dias, na cidade de Pombos, o neto do Dr. Manoel Marcos (PSB), o prefeito da cidade.

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Em se tratando de uma cidade que, há dois anos, quando o prefeito a assumiu, a Saúde do município estava totalmente sucateada, esse fato transformou-se num acontecimento marcante.POMBOS MATERN 8

Para se ter uma ideia da situação em que se encontrava a cidade, no quesito Saúde, o bloco cirúrgico se encontrava fechado há 9 anos, o que gerou muitos transtornos à população que tinha que se dirigir para outras cidades para fazerem o parto de seus filhos.

O nascimento do Marcos Luiz, neto do prefeito e filho de Ângelo Tonet (filho do prefeito) e Wandelma Santana foi um ato de confiança do Dr. Manoel e de respeito à população, POMBOS MATERN 2escolhendo a maternidade local para o parto.

Esses atos do prefeito também demonstram que a maternidade da cidade, tão bem cuidada em sua administração, está apta a realizar partos e outros procedimentos médicos e cirúrgicos, para toda a população.

Isso reforça sobremaneira o slogan da cidade, que afirma que “a grande obra é cuidar das pessoas”. Só se cuida das pessoas cuidando de sua Saúde e só se cuida da Saúde quando se cuida com carinho e zelo dos equipamentos disponibilizados à população, como é o caso do Hospital e Maternidade Virginia Colaço Dias, conforme o faz o prefeito Manoel Marcos.

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