Posts de Revista Total

Folha PE

eletricista-divulgacaoA rede de escolas profissionalizantes da Prefeitura do Recife abriu 3.500 vagas em cursos gratuitos para quem que está interessado em se capacitar para o mercado de trabalho ou para abrir o seu próprio negócio. A Secretaria de Juventude e Qualificação Profissional do município abre as inscrições online nesta segunda-feira (18), a partir das 8h, no site para o preenchimento de vagas para o segundo semestre letivo deste ano.

As inscrições devem ser efetuadas exclusivamente pela internet até às 23h59 do dia 22 deste mês. São cerca de 50 opções de cursos gratuitos nas áreas de administração, informática, indústria, vestuário, construção civil, entre outros.

As informações sobre o processo seletivo estarão disponíveis no edital publicado no site. Como a quantidade de vagas é limitada, as oportunidades serão preenchidas por ordem de acesso. No momento da inscrição, é importante que os candidatos consultem os requisitos mínimos de idade e de escolaridade de cada curso.

A lista dos selecionados será divulgada no dia 25 deste mês. As matrículas devem ser feitas na escola escolhida pelo candidato nos dias 27 e 28. É preciso apresentar carteira de identidade, CPF, comprovante de escolaridade, comprovante de residência e uma foto 3×4. As aulas começam no dia 10 de agosto nas 17 escolas profissionalizantes mantidas pela Secretaria de Juventude e Qualificação Profissional do Recife.

Lista completa dos cursos profissionalizantes:

Artigos decorativos
Artes serigráficas
Atendente em serviços de saúde
Autocad básico
Auxiliar administrativo
Auxiliar de gestão em recursos humanos
Auxiliar de logística e almoxarifado
Atendente judiciário
Bartender
Bijuteria
Bombeiro hidráulico (encanador)
Cabeleireiro
Caldeiraria
Confeitaria
Corte e costura
Cuidador de idosos
Culinária
Customização
Curso básico de auxiliar em esteticista facial e corporal
Curso básico de auxiliar em massoterapia
Depilação e design de sobrancelhas
Doces e salgados
Eletricista predial
Espanhol
Espanhol básico
Estamparia
Estética para salão de beleza (manicure, design de sobrancelha e maquiagem)
Francês
Garçom
Informática básica
Inglês
Inglês aplicado a serviços turísticos
Italiano
Japonês
Libras
Maquiagem e penteado
Marcenaria
Mecânica de bicicleta
Pastelaria
Pintura em tecido
Recepção em serviços turísticos
Russo
Serralharia
Serralharia ornamental
Solda elétrica
Solda elétrica com mig-mag
Tranças e penteados

 

Blog do Reinaldo Azevedo

Digamos que o diabo tivesse acordado de mau humor e resolvesse fazer uma das suas: “Deixe-me ver onde é que vou criar uma confusão para que as coisas fiquem muito complicadas; para que a Europa se sinta ainda mais insegura; para açular as ações terroristas do Estado Islâmico; para levar tensão à Otan; para deixar Obama, uma vez mais, com queixo de estátua e nada a dizer…” E o diabo não poderia ter sido mais certeiro: escolheu a Turquia.

Foi o que se viu com a tentativa desastrada e desastrosa de golpe de estado empreendida por uma parte do Exército na noite desta sexta. Ainda não está claro quais facções exatamente se mobilizaram, mas é possível que, na sua maioria, sejam lideranças laicas das Forças Armadas, que estão sendo progressivamente substituídas, diga-se, por elementos ligados ao  Partido da Justiça e Desenvolvimento, do quase ditador Recep Erdogan, primeiro-ministro entre 2003 e 2014 e, a partir de então, presidente da República. Sim, há uma progressiva islamização das Forças Armadas turcas, e essa é um das raízes, apenas uma, da crise. Enquanto escrevo, fala-se em pelo menos 90 mortos e mais de mil militares presos.

Foi uma tentativa de golpe nos moldes clássicos, com tanques da rua, ocupação de emissoras de TV e ataque às forças leais ao governo. Mas falhou. Erdogan, que estava fora do país, por meio de seus porta-vozes, convocou a população a ir às ruas em defesa da legalidade. Os golpistas chegaram a anunciar o controle do país, apressando-se em dizer que agiam para preservar “a ordem constitucional, a democracia, os direitos humanos e as liberdades”.

Acrescentaram que a Turquia manteria todos os seus acordos internacionais. Durou pouco. O mundo repudiou a quartelada, Erdogan venceu a parada e, podem apostar, virá um expurgo em massa de militares, e a perseguição certamente se estenderá a lideranças civis.

É evidente que uma ação dessa natureza não se planeja — E MAL, COMO SE VIU — só nos quartéis. É claro que lideranças da sociedade civil também estavam envolvidas na conspirata. E não duvidem: Erdogan vai esmagá-las. E o que sempre fez com os que se opõem a ele, mesmo sem motivos. Imaginem com uma patuscada sangrenta como essa.

Um autogolpe
A literatura política conhece a expressão “autogolpe”, que designa a prática de governantes autoritários que rompem mesmo a legalidade precária que os sustenta para conquistar ainda mais poder e se impor de forma mais discricionária. Não duvidem! A raposa Erdogan está dando um autogolpe. E explico o que quero dizer.

Não! Os que desfecharam a quartelada não são seus paus-mandados — ainda que não se deva descartar que agentes infiltrados tenham ajudado a elevar a pressão dos quartéis —, mas é evidente que a Turquia não é uma república bananeira, em que meia dúzia de fardados tramam um golpe, sem que os serviços de inteligência detectem a movimentação. Acreditar que Erdogan não sabia da fermentação golpista corresponde a assinar um atestado de estupidez. Diria até que ele tanto sabia que, prudentemente, estava fora do país.

É nesse sentido que a quartelada foi um “autogolpe”. Erdogan pode até ter corrido algum risco, mas o fato é que pagou para ver, na certeza de que as forças que lhe são fiéis aguentariam, como aguentaram, o embate. Não é por acaso que, no seu retorno, depois de retomado o poder, ele tenha agradecido aos céus o ocorrido. Agora, sim, ele poderá passar o rodo nas Forças Armadas como nunca antes na história da Turquia. E a Europa e os Estados Unidos vão ficar de bico calado.

O fim do mito turco
O episódio é mais uma narrativa a confirmar — e não digo com satisfação, mas é apenas um fato — a incompatibilidade entre um governo islâmico e a democracia. Erdogan concentra hoje poderes de ditador. A imprensa turca vive sob censura, e jornalistas estão na cadeia, acusados de tramar um… golpe de estado! Adversários do presidente são permanentemente perseguidos por uma Justiça que, progressivamente, se ocupa mais das leis de Alá do que das leis dos homens.

O comportamento de Erdogan em relação ao Estado Islâmico — o país é vizinho da Síria, e mais de dois milhões de refugiados já cruzaram a fronteira — é, para dizer pouco, ambíguo hoje, mas já foi de colaboração. Há a suspeita fundada de que tenha ajudado a armar o EI contra o governo de Bashar Al Assad. A Turquia abrigou, com certeza, células de movimentos terroristas contra o presidente sírio. Erdogan sabe ser implacável é com os curdos.

Se vocês me perguntarem, no entanto, se a maioria da população turca  quer a semiditadura truculenta de Erdogan, a resposta é “sim”.  Ora, “mas a democracia não é o regime da maioria, Reinaldo?” É. Mas a simples maioria não faz democracia, como sabe o fascismo.

Que chances haveria de o mundo democrático, o que interessa — a começar dos países europeus —, apoiar um governo conquistado com os tanques? Inferior a zero. Ainda que as força leais a Erdogan não tivessem reagido, o regime não se sustentaria. A simples suposição de que um golpe nesses termos seja possível na Europa, ainda que esse pedaço da Europa seja a Turquia, já é a evidência de sua inviabilidade.

Erdogan vai se aproveitar para se livrar dos inimigos, golpistas ou não.

Vem ditadura. É o autogolpe.

download (40)O prefeito Josuel Lins (PMDB) está com sua reeleição praticamente garantida, como indicam todas as observações e comentários feitos pelos analistas com experiência na região. Ele vem realizando uma excelente administração e já é considerado como um dos dez melhores administradores públicos municipais do Estado. Por conta dessa vitoriosa gestão, tem o apoio das principais lideranças empresariais e comunitárias do município, além de contar com a maioria dos partidos e dos vereadores, que aprovaram seus projetos encaminhados à Câmara Municipal.
Mesmo com a crise econômica que atinge o País nos últimos anos e, em particular, as Prefeituras, que têm recebido menos recursos oriundos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), Josuel implantou um arrojado plano de obras estruturais para a cidade e os distritos. Para conseguir as verbas necessárias, firmou convênios com os Governos do Estado e Federal, depois de regularizar as finanças do Município.
Na área da Educação, construiu a Escola Municipal Dr. Francisco Evangelista, reformou as demais, incentivou o trabalho dos professores e melhorou a merenda escolar. Também reformou a quadra Poliesportiva e promoveu cursos profissionalizantes, visando dar melhores condições de trabalho a centenas de jovens.
Na Saúde, ampliou a atuação dos médicos e enfermeiros, melhorou o atendimento nos Postos de Saúde da Família (PSF) e ampliou as ações preventivas para crianças e idosos.
A cidade de Pombos tem atualmente, um novo visual, com a maioria das ruas com calçamento, limpas através de um perfeito serviço de coleta de lixo e também com as praças bem cuidadas e arborizadas.
Por todas essas importantes ações, a gestão de Josuel Lins tem recebido a aprovação da absoluta maioria da população, que o vê como um administrador moderno, atuante e preocupado em realizar ações visando a melhoria da renda e das condições de vida dos moradores do Município, principalmente dos mais carentes.

Da:redação

download (39)O prefeito Mário Ricardo (PTB) tem sua reeleição praticamente garantida, como estão indicando os comentários e as observações que vêm sendo feitos pelos analistas políticos que têm larga experiência na região. Ele está realizando uma excelente gestão com muitas obras no sítio histórico e nos distritos. Essa vitoriosa gestão tem feito com que tenha o apoio da maioria dos partidos e dos vereadores que aprovaram os projetos encaminhados à Câmara Municipal. Também conta com o apoio dos principais líderes empresariais e comunitários de Igarassu.
A crise econômica que o Brasil enfrenta nos últimos anos e, em particular, as Prefeituras, que têm recebido menos recursos oriundos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), não impediu o prefeito de concretizar o arrojado plano de obras estruturadoras para a cidade e os distritos, que apresentou durante a campanha. As verbas necessárias para realização dos serviços foram obtidas através de convênios com os Governos Federal e Estadual, depois de conseguir botar em ordem as finanças do Município.
Uma das principais preocupações do prefeito é a questão da geração de renda e trabalho da população, o que o levou a implantar uma moderna Agência de Trabalho na cidade, que vem preparando e direcionando jovens para o mercado.
O prefeito melhorou as condições de Saúde da população, ampliando as ações preventivas com o melhoramento do atendimento nos Postos de Saúde da Família (PSF) e o trabalho realizado pelos agentes Comunitários de Saúde e do Meio Ambiente. Também regularizou o trabalho dos médicos e enfermeiros.
Na área da Educação, o prefeito reformou as escolas municipais, incentivou o trabalho dos professores e melhorou a merenda escolar servida aos estudantes. Promoveu vários cursos profissionalizantes, visando dar melhores condições de trabalho e renda a centenas de jovens.
Como cidade turística, a cidade de Igarassu teve suas ações na área incentivadas e tem atualmente, um novo visual, com a maioria das ruas limpas através de um perfeito serviço de coleta de lixo e também com as praças bem cuidadas e arborizadas. Os monumentos históricos estão sendo bem cuidados chamando a atenção dos turistas.
Por todas essas importantes ações, a gestão de Mário Ricardo recebe a aprovação da absoluta maioria da população. Ele é considerado um administrador moderno, atuante e preocupado em realizar ações que visam a melhoria da renda e das condições de vida dos moradores do Município, especialmente dos setores mais carentes.

Da:redação

Portal PE

Visita-à-Jeep-Clélio-Tomaz-DivulgaçãoO Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic) reuniu-se nesta terça-feira (5), em Recife, para analisar projetos com concessão de incentivos de empresas interessadas em se instalar ou ampliar suas instalações no Estado de Pernambuco.

Na reunião foram aprovados 34 projetos, sendo 18 de indústrias, seis de importadoras e 10 de centrais de distribuição.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico Thiago Norões, os investimentos em indústrias totalizam cerca de R$ 425 milhões, sendo R$ R$ 391 milhões destinados a área metropolitana R$ 33 milhões ao interior.

Estes investimentos projetam a geração de 892 postos de trabalho, dos quais 653 no interior e 239 na Região Metropolitana.

Ao todo, 15 municípios serão contemplados com esses investimentos, sendo seis na RMR e nove no interior.

São eles: Pombos, Bom Jardim, Bezerros, Petrolina, Afogados da Ingazeira, Serra Talhada, Feira Nova, Santa Maria do Cambucá, Goiana, Recife, São Lourenço da Mata, Jaboatão do Guararapes, Camaragibe, Cabo de Santo Agostinho e Igarassu.Para região Mata Sul nenhuma cidade foi contemplada.

“No passado, nos dedicamos a criar um ambiente propício para atração de grandes empreendimentos, hoje aqui já consolidados. E a maioria deles já amplia sua capacidade produtiva. É o caso da Bebidas Igarassu. Enquanto nosso país amarga uma forte crise econômica, é com grande alegria que divulgamos a chegada de investimentos desta ordem para nosso Estado”, declarou Thiago Norões.

Blog do Inaldo sampaio

arO senador Armando Monteiro vai anunciar hoje o apoio do PTB à candidatura de João Paulo à prefeitura do Recife. Esse apoio foi fruto de uma negociação que prevê a retirada da candidatura de Sílvio Costa Filho à PCR e sua indicação para vice do candidato petista. O acordo foi bom para os dois lados. Com o apoio do senador, João Paulo sai do isolamento e praticamente dobrará o seu tempo de rádio e televisão. Não será apenas o candidato do PT, mas de uma frente de oposição que terá também o PTB (Armando Monteiro), o PTdoB (deputado Sílvio Costa), o PTN (deputado Ricardo Teobaldo) e o PRB. Quanto a Sílvio Costa Filho, estava preparado para ser candidato, inclusive com o apoio do PT, se o impeachment de Dilma não tivesse sido aprovado pelo Congresso. Mas após a queda da presidente a militância do PT voltou às ruas e passou a exigir candidato próprio em todas as cidades onde dispuser de quadros.

Sílvio Costa Filho seria candidato a prefeito do Recife, inclusive com o apoio do PT, se o impeachment de Dilma não tivesse passado

Folha PE

mpO procurador do Ministério Público Federal no Distrito Federal Ivan Cláudio Marx arquivou na última sexta-feira (8) procedimento criminal que apurava as chamadas pedaladas fiscais do governo -atrasos nos pagamentos de valores devidos a bancos e fundos públicos. Ele já havia arquivado uma semana atrás um procedimento específico sobre o BNDES e, agora, arquivou todas as outras investigações de atraso em pagamentos com o mesmo entendimento: os atrasos no pagamento são “inadimplemento contratual”, configuram uma tentativa de maquiagem das contas públicas para torná-las melhores.

Marx levantou suspeitas sobre “eventuais objetivos eleitorais” com as pedaladas e disse que o caso “talvez represente o passo final na infeliz transformação do denominado ‘jeitinho brasileiro’ em ‘criatividade maquiavélica'”. Mas, para ele, a maquiagem não se caracteriza como crime, como apontou o TCU (Tribunal de Contas da União) em diversas decisões desde abril de 2015.

Um dos atos apontados como criminosos pelo TCU, o atraso no pagamento de dívidas junto ao Banco do Brasil no ano de 2015, é um dos dois motivos apontados no processo de impeachment para o afastamento da presidente Dilma Rousseff que tramita no Congresso Nacional. Para o procurador, esse ato, assim como todos os outros investigados, não configuram crime.

A defesa de Dilma na comissão que analisa o impeachment usa o mesmo argumento do procurador, alegando que o atraso no pagamento não configura operação de crédito. Os relatores do processo, tanto na Câmara (deputado Jovair Arantes, do PTB-GO), como no Senado (Antonio Anastasia, PSDB-MG), discordam.

Para o procurador, mudar o entendimento de que os atrasos nos pagamentos passam a ser operação de crédito travaria todo o sistema de pagamentos do governo e que nem mesmo os altos valores e o reiterado atraso podem mudar esse entendimento legal. “Não há que se concordar com a afirmação do TCU de que seria a reiteração no atraso, aliada ao montante dos valores, que transformaria o contrato da CEF com a União em uma operação de crédito”, escreve o procurador sobre as dívidas da União com o banco em relação ao Bolsa Família.

O procurador afirma que se as pedaladas fossem crime, o TCU deveria ter determinado o fim desses atos em suas decisões, o que não ocorreu. “Ainda, e mais curioso, seria o fato de que esse crime continuaria sendo praticado, inclusive no instante em que essas letras estão sendo jogadas no papel. Isso em razão de que o TCU, muito embora tenha apontado a existência de crime no caso, não determinou nenhuma medida para sua correção, limitando-se a determinar que os débitos não deveriam mais se acumular e, ainda, que deveriam ser captados pelo Bacen para as estatísticas fiscais. Ou seja, o TCU aponta a existência do crime de operação de crédito, mas determina correções apenas no que se refere aos atos de maquiagem fiscal (atrasos sem captação pelo Bacen para fins de estatística)”, escreve o procurador na decisão.

No arquivamento Marx, caracteriza os atos dos servidores como improbidade administrativa a tentativa de maquiar os resultados das contas públicas. A improbidade está sendo investigada em outro procedimento civil sob os cuidados do mesmo procurador, ainda não concluído, e pode gerar multa aos servidores e perda do cargo, mas não é crime.

De acordo com o procurador, ele ainda vai investigar um ato específico denunciado pelo TCU, o de que os pagamentos de parte das dívidas com o FGTS foram realizados sem autorização legislativa, também configurando crime. Segundo ele, nesse procedimento específico, é necessário ouvir testemunhas.

JC Online

418f89a0376370994dce38ee0700e8ebO presidente do Grupo JCPM, o empresário João Carlos Paes Mendonça, recebeu nesta quinta (14), em Fortaleza, a maior homenagem do Comércio do Estado, o Troféu Clóvis Rolim. A condecoração é concedida pela Federação da Câmara de Dirigentes Lojistas (FCDL) e pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e vem em reconhecimento à história do empresário. No Ceará, O Grupo JCPM investiu R$ 1,3 bilhão na construção de dois shoppings, o RioMar Fortaleza e o RioMar Presidente Kennedy. Com a chegada dos novos empreendimentos, estão sendo gerados 8 mil empregos no comércio da capital, dos quais seis mil estão no RioMar Fortaleza, em funcionamento desde 2014.

G1.

paris2_fb_1O ataque que deixou mais de 80 mortos na noite de quinta-feira (14), em Nice, no sul do país, ocorre depois de vários realizados ou frustrados na França desde os atentados extremistas de janeiro de 2015 contra o semanário satírico Charlie Hebdo.

Janeiro de 2015
Os irmãos Said e Cherif Kouachi mataram 12 pessoas em 7 de janeiro na sede do semanário satírico francês Charlie Hebdo, em Paris. Entre as vítimas estavam o diretor da publicação, vários de seus renomados cartunistas e dois policiais.

Após dois dias foragidos, as forças de segurança executaram os atacantes, entrincheirados em uma empresa nos arredores da capital.

Em 8 de janeiro, Amedy Coulibaly matou um policial e feriu um agente municipal em Montrouge, ao sul do País. E, um dia depois, fez reféns os clientes e funcionários de um supermercado de alimentos judaicos da capital francesa, matando quatro deles. Os agentes o abateram durante o ataque, pouco depois da morte dos irmãos Kouachi.

Estes últimos foram reivindicados pela Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA) e o cometido por Amedy Coulibaly pelo grupo Estado Islâmico (EI).

Fevereiro de 2015
Em Nice, três militares de guarda em frente a um centro da comunidade judaica foram agredidos com faca em 3 de fevereiro. O assaltante, Moussa Coulibaly, de 30 anos, foi rapidamente capturado. Em detenção, expressou seu ódio à França, aos militares e aos judeus.

Abril de 2015
Em 19 de abril, Sid Ahmed Ghlam, estudante argelino de informática, foi detido em Paris por, supostamente, ter matado uma mulher e por preparar um atentado contra uma igreja de Villejuif, nos arredores do sul de Paris. O suspeito, que tinha em sua posse armas de guerra, estava fichado pelos serviços de informação por ter abraçado o islã radical. Além disso, confessa ter planejado outras ações.

Junho de 2015
Yassin Salhi matou e decapitou seu chefe Hervé Cornara antes de tentar alcançar a fábrica Air Products de Saint-Quentin-Fallavier (sudeste), ao jogar sua caminhonete contra cilindros de gás, em 26 de junho. Acabou sendo detido.

Julho de 2015
Em 13 de julho, quatro jovens de 16 a 23 anos, entre eles um militar que deu baixa, foram presos como suspeitos de planejar o ataque ao campo militar de Fort Béar (sudeste) e a decapitação gravada de um oficial em nome da jihad (guerra santa). Todos eles declararam lealdade ao EI.

ataque-paris6Agosto de 2015
Dois militares americanos de férias neutralizaram um homem armado que abriu fogo a bordo de um trem Thalys, que faz a rota entre Amsterdã e Paris, em 21 de agosto. Duas pessoas ficaram feridas, uma baleada e a outra por uma arma branca. O atacante, um jovem marroquino, foi detid

Novembro de 2015
A França sofreu os piores atentados de sua história, que envolveram, pela primeira vez, atacantes suicidas em 13 de novembro. Os atentados têm como alvo, em Paris, a casa de shows Bataclan, vários bares e restaurantes do centro da capital, assim como os arredores do Stade de France, situado mais ao norte, em Saint-Denis. Um total de 130 pessoas morreram, principalmente jovens, e mais de 350 ficaram feridas. O EI reivindicou os ataques.

Janeiro de 2016
Um homem armado com uma arma branca e um cinturão falso de explosivos foi abatido após gritar “Allahu Akbar” enquanto se aproximava de uma delegacia do norte de Paris, em 7 de janeiro. O atacante portava uma reivindicação manuscrita em árabe, na qual jurava lealdade ao chefe do EI.

Junho de 2016
Um extremista de 25 anos matou um policial em Magnanville, ao nordeste de Paris, na porta de sua casa, e a companheira deste último no interior da residência em 13 de junho. Agentes da unidade de elite da polícia francesa executaram Larossi Abdalla, que havia reivindicado sua ação nas redes sociais em nome do EI.

G1

 

rodrigo maiaO deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), 46 anos, eleito nesta quarta-feira (13) como novo presidente da Câmara dos Deputados, assumirá o lugar de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que estava afastado do cargo e renunciou na semana passada. Na disputa em segundo turno, ele derrotou Rogério Rosso (PSD-DF).

O parlamentar, que integra a base aliada de Michel Temer, era um dos favoritos à sucessão, contando com o apoio de deputados do PPS, PSDB, PSB, além dos colegas de partido.

Em 2006, liderou a oposição no Congresso para apurar o escândalo do mensalão e chegou a dizer no plenário que havia motivo para que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondesse por crime de responsabilidade, o que poderia resultar em um impeachment. Ele também integrou as CPIs dos Correios e a Mista da Petrobras.

Maia foi cotado para ser líder do governo Temer, que acabou escolhendo André Moura (PSC-SE), apoiado por Eduardo Cunha e partidos do “Centrão”.

O deputado defendeu o afastamento de Cunha, de quem já foi aliado, após as acusações de envolvimento no esquema de propina da Petrobras.

Maia é deputado federal pelo Rio de Janeiro há cinco legislaturas. Foi eleito para o primeiro mandato em 1998. Tentou se eleger prefeito do Rio em 2012, tendo Clarissa Garotinho (PR-RJ) como vice.

A chapa, estimulada por seu pai, o ex-prefeito Cesar Maia, e o ex-governador Anthony Garotinho (PR), obteve somente 3% dos votos e perdeu para Eduardo Paes, com 64% dos votos válidos.

Rodrigo Maia nasceu no Chile e se mudou para o Brasil aos 3 anos com a família. Pai de quatro filhos, é casado com Patricia Vasconcelos, enteada de Moreira Franco, secretário executivo do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República.

O casamento foi marcado por protesto e tumulto em 2005, quando estudantes exibiram cartazes “não procriem” em protesto contra a retirada de mendigos e camelôs da praça em frente à igreja pela Guarda Municipal por causa da cerimônia. Na igreja estavam três então presidenciáveis, o governador de Minas, Aécio Neves, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, José Serra.

Antes de entrar para a política, Rodrigo Maia trabalhou por sete anos nos bancos BMG e Icatu.

Em 2015, foi presidente e relator da proposta de reforma política. É presidente da Comissão Especial da DRU (Desvinculação das Receitas da União). Atualmente é membro efetivo das Comissões de Finanças e Tributação.

Maia assumiu a presidência nacional do Democratas em 2007, partido que ajudou a criar, após ter sido vice-líder do PFL entre 2003 e 2005 e líder da bancada do partido na Câmara até 2007.

Fechar