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A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 27 de outubro de 2018
Bolsonaro e Haddad (Divulgação)
                                                                                                                                                                  Bolsonaro e Haddad (Divulgação)

Pesquisa CNT/MDA divulgada no final da tarde deste sábado (27) aponta que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, será eleito o próximo presidente do Brasil. Bolsonaro aparece com 56,8% dos votos válidos, contra 43,2% de Fernando Haddad.

Considerando-se os votos totais, Bolsonaro aparece com 48,5% das citações, enquanto Haddad tem com 37,0%, além de 10,3% que pretendem anular ou votar em branco e 4,2% de indecisos.

Em relação aos níveis de rejeição para os candidatos, 51,2% dos entrevistados disseram que não votariam em Haddad de jeito nenhum. Para Jair Bolsonaro, esse índice é de 42,7%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 27 de outubro de 2018. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06933/2018.

Intenção de voto (ESPONTÂNEA)
Jair Bolsonaro: 46,2%
Fernando Haddad: 34,3%
Outros: 0,1%
Branco/Nulo: 10,8%
Indecisos: 8,6%
Intenção de voto (ESTIMULADA) – VOTOS TOTAIS
Jair Bolsonaro: 48,5%
Fernando Haddad: 37,0%
Branco/Nulo: 10,3%
Indecisos: 4,2%
Intenção de voto (ESTIMULADA) – VOTOS VÁLIDOS
Jair Bolsonaro: 56,8%
Fernando Haddad: 43,2%

A definição de voto é definitiva para: 91,3% dos eleitores de Jair Bolsonaro e para 91,4% de Fernando Haddad.

CAPA BOLSONARO

 

A menos de 24 horas do início das eleições do 2º turno para presidente – e, em alguns estados, também para governador -, os estudos técnicos  realizados pela equipe da Revista TOTAL e do Blog Revista TOTAL chegaram a uma conclusão que pode não ser a que todos esperam: de um resultado apertado entre o 1º e 2º colocados.

Segundo tais estudos, a conclusão da equipe é que Jair Bolsonaro vencerá as eleições com uma votação em torno de 57% a 63,5% dos votos válidos.

BOLSONARO X HADDAD NA TVOntem (26), no último dia dos programas eleitorais em rádio e tv, os dois candidatos perderam a última oportunidade de esclarecer dúvidas e falar mais de seus programas de governo e apenas trocaram acusações e intensificaram as críticas mútuas.

Neste sábado (27), na véspera da grande decisão, os candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT)  ainda buscam apoio e votos. Bolsonaro deve permanecer em sua casa, na Barra da Tijuca, como fez ao longo da campanha, onde recebe correligionários e simpatizantes. Haddad concentra essas últimas 24 horas em São Paulo, onde faz a chamada Caminhada pela Paz, em Heliópolis. Ele retornou à capital paulista, depois de passar por Recife, João Pessoa e Salvador nos últimos dias.

Nas redes sociais, também é intensa a participação de ambos candidatos e suas respectivas equipes.

RJ JUIZ X PAES

 

O juiz federal Wilson Witzel (PSC)  deverá ser o novo governador do Rio de Janeiro, numa prova de que também no estado fluminense existe um sentimento, um desejo de mudança.

Witzel é considerado uma surpresa na eleição, pois no 1º turno ele sempre aparecia em 6º lugar nas pesquisas, mas após o debate na televisão começou a subir, consolidando-se e chegando à vitória. Ele obteve 3.154.771 (41,28%) dos votos, mais do que o dobro do 2º colocado, Eduardo Paes, que conseguiu 1.494.831 (19,56%).

Wilson Witzel nasceu em Jundiaí, em 1968. Aos 19 anos, mudouse para o Rio de Janeiro, onde se tornou fuzileiro naval e defensor público. Fez mestrado em Processo Civil e doutorado em Ciência Política. Foi professor de Direito Penal Econômico por maios de 20 anos, ministrando aulas em instituições como a Fundação Getulio Vargas e a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Em 2001, ele entrou para a magistratura, atuando em varas criminais e cíveis, chegando a presidir, entre 2014 e 2016, a Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Ajuferjes).

Para candidatar-se ao cargo do governo do Rio, Witzel filiou-se este ano ao Partido Social Cristão (PSC).

Em entrevista coletiva, ao passar para o 2º turno, ele afirmou que as pesquisas de intenção de votos devem ser revistas. “Os debates foram fundamentais e as entrevistas demonstraram quem tem mais equilíbrio para ser governador [do Estado]. Eu estou muito feliz por ter chegado até aqui e tenho certeza que vamos consolidar a nossa vitória nesse 2º turno”, avaliou.

ELEIÇÃO RJ 1

ELEIÇÃO RJ

Pesquisa para governador do Rio de Janeiro no 2º turno  realizada pelo Ibope de 20 a 23 de outubro com 1.512 entrevistados (Rio de Janeiro). Contratada por: REDE GLOBO. Registro no TSE: RJ-07513/2018. Margem de erro: 3 pontos percentuais. Confiança: 95%. *Não sabe / Não respondeu
Crédito: Reprodução/Facebook
                                                      Crédito: Reprodução/Facebook

Estadão Conteúdo

O candidato ao governo de São Paulo Márcio França (PSB) comemorou por meio de sua conta no Twitter o aumento da rejeição ao seu rival, João Doria (PSB).

“A rejeição ao Doria aumentou para 40%! Uma rejeição que aumenta todo dia, passando em apenas 3 dias de 35% para 40%. É isso, quem conhece o Doria não confia. O momento é de mobilização. Vamos todos ligar para o interior. E quem é do interior ligue para São Paulo”, disse França. Candidato do PSB fez a citação baseada na pesquisa RealTime Big Data, encomendada pela Record TV.

MÁRCIO FRANÇA VENCE

P. S.

Estudos da Revista TOTAL apontam vitória de Márcio França com 53,0% a 54,5%

Logo após as eleições, em que se constataram vários erros dos institutos de pesquisa, inclusive dando resultados em que o governador de São Paulo estaria fora do 2º  turno, pois sempre aparecia em 3º  lugar, a Revista TOTAL  lançou uma matéria de capa afirmando que Márcio França seria reeleito governador de São Paulo.

Agora, a menos de 24 horas do início do pleito, a REvista TOTAL anuncia que o atual governador de São Paulo, Márcio França, será reeleito com uma votação entre 53,0% a 54,5% dos votos válidos.

Presidente Lula no Palácio Alvorada . Brasília, 07/09/2007 - Foto Orlando Brito

Por Andrei Meireles

A arrogância e o desespero costumam ser maus conselheiros políticos. Jair Bolsonaro fez sucesso ao bater na tecla que Lula, mesmo se achando o rei da cocada preta, não era o dono do Brasil. Foi assim que Bolsonaro se diferenciou dos tucanos e de outros adversários do PT que evitavam um confronto direto com Lula.

Foto Ricardo Stuckert/Divulgação PT
Foto Ricardo Stuckert/Divulgação PT

Mesmo preso por corrupção em Curitiba, Lula ainda aparecia como favorito nas pequisas eleitorais. Isso estimulou o PT a arriscada aposta de concorrer com um candidato, Fernando Haddad, como uma espécie de regra três. A campanha de Geraldo Alckmin, dona de um latifúndio de tempo na propaganda eleitoral no rádio e na TV, batia em Bolsonaro, criticava o PT, mas aliviava para Lula. Ciro Gomes e Marina Silva também criticavam o PT mas, na expectativa de herdarem votos lulistas, também pouparam Lula.

Deixaram para Bolsonaro a exclusividade de expor a narrativa, descrita em inquéritos e processos pelos investigadores da Lava Jato, de que Lula chefiou uma quadrilha no maior assalto aos cofres públicos no Brasil e no mundo inteiro. Lula sempre reagiu a essas acusações se apresentando como vítima de uma conspiração por ter melhorado a vida dos mais pobres. Lula continua insistindo nessa versão. Na carta que divulgou nessa semana, ele afirmou que, se não estivesse injustamente preso, venceria as eleições no primeiro turno. Para ele, pouco importa se essa tosca versão ajuda ou prejudica Haddad.

Mesmo antes de ir para a cadeia, Lula se apegou a fantasias como ser um novo Nelson Mandela — um herói de verdade — a ser resgatado pelo povo. Com toda essa megalomania, ele encolheu durante a campanha eleitoral. A conta sobrou para Haddad, que perdeu tempo buscando  sem sucesso apoios que Lula afastou.

Nesse jogo que parecia jogado, Haddad acabou recebendo uma ajuda inesperada de Jair Bolsonaro. Evidente que as bobagens e bazófias dos filhos causaram um desgaste, reduzidos pelos corretivos do pai. Mas o  que pesou mesmo foi o discurso do próprio Bolsonaro, transmitido ao vivo para sua militância na Avenida Paulista, em que com arrogância fez ameaças a adversários, à imprensa e ao escambau e se apresentou como o novo dono do país.

Como assim? Quem fez campanha dizendo que o Brasil não tinha dono de repente se apresenta como candidato ao posto? Trombou com um dos carros-chefes de sua campanha eleitoral.

As pesquisas eleitorais dessa semana constataram isso. A do Ibope ligou o alerta e a da Datafolha mostrou o cartão amarelo. Advertiram Bolsonaro de que o verdadeiro recado das urnas é de que o Brasil não aceita dono. Não importa o lado.

DONO DO BRASIL

Bolsonaro ainda mantém ampla diferença de votos. Ele tem dado sinais de que pisou no freio das bobagens que vinha propagando. A dificuldade para Haddad é que essa insatisfação com Bolsonaro  não se traduz em sua aprovação, com rejeição ainda bem alta, alavancada pelos que não querem a volta de Lula para dar ordens no terreiro.

A conferir.

CIRO VOLTOU

Otto Dantas – Articulista e Repórter

O sonho de ser presidente da República de Ciro Gomes não acabou. Muito pelo contrário, ele saiu do pleito com a sensação de que a vitória lhe escapou das mãos.

E atribui a isso exclusivamente pela traição que sofreu de Lula e do PT.

Por outro lado, quanto a Fernando Haddad, nutre um sentimento de absoluto desprezo.

Ciro o considera uma pessoa medíocre, inescrupulosa, um pau-mandado, sem personalidade e mau-caráter.

O ex-presidenciável visualiza que com a derrota do PT, será guindado a líder da oposição.

Lula continuará preso e a tendência será o PT esfarelar.

Nesse sentido, dará seu voto a Jair Bolsonaro.

Cid Gomes, o irmão, demonstrou claramente o que eles pensam do PT.

otto@jornaldacidadeonline.com.br
Cerimônia de sorteio das urnas que serão auditadas acontece nesta sábado, véspera da Eleição e todos são convidados
Tribunal Regional Eleitoral faz demonstrações da urna biométrica no fim de semana no Distrito Federal, para familiarizar o eleitor com a urna eletrônica (José Cruz/Agência Brasil)
Tribunal Regional Eleitoral realiza auditoria das urnas (José Cruz/Agência Brasil)

ascom@tre-pe.jus.br

 

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), realiza, neste sábado (27/10), véspera do 2º turno da Eleição,  uma operação que demonstra claramente, para todos os interessados, a segurança das urnas eletrônicas: o processo de auditoria das urnas.

O presidente do TRE, desembargador Luiz Carlos Figueirêdo, que convidou várias instituições para comparecer ao evento, fará a abertura da cerimônia, às 8h. Às 8h15, o secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação do TRE-PE, George Maciel, explicará todo o processo de segurança que blinda as urnas contra fraudes.

Às 9h, o juiz Eduardo Guilliod,  presidente da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica, dará início ao sorteio das urnas que serão auditadas. O Ministério Público Federal participará de toda cerimônia.

A cerimônia de sorteio das urnas que serão auditadas acontecerá na Sala de Sessões do TRE, situado na Av. Agamenon Magalhães, nº 1160, Térreo, Graças, Recife.

Sorteadas as urnas, a auditoria de funcionamento  acontecerá no domingo de eleição (28), conforme determina a legislação eleitoral, e vai das 7h às 17h, no prédio anexo do TRE, situado na Av. Rui Barbosa, 320, 1º andar, Graças, Recife. Todos são convidados a participar do evento tanto no sábado quanto no domingo.

A ideia é dar transparência ao processo e mostrar que não há risco de fraude nas urnas eletrônicas. Foram convidados para o evento partidos políticos, universidades, auditorias, Assembleia Legislativa do Estado e outras instituições.

Todo o procedimento, tanto do sorteio no sábado quanto da auditoria no domingo, é aberto ao público.

Para entender o passo a passo de como funciona a auditoria abra este link:

https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/FMfcgxvzLNZkppWSRmKdJBhtJBlNNqrP?compose=DmwnWrRttgLTjftRfPVqnPmMXXlWNhtbFtWJQkQGKtrMLCVGJHCGkBqZstjVZwMBMQXQZLDnldcB
Crédito: Reprodução/Facebook
                                                                                                   Crédito: Reprodução/Facebook
Estadão Conteúdo

 

Tão logo postou uma foto ao lado do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), a atriz Regina Duarte viu sua página no Instagram ganhar 300 mil seguidores em apenas quatro dias. Nas ruas, é festejada e cumprimentada, tornando-se um dos raros nomes da classe artística a abraçar a candidatura bolsonarista. “Ele tem uma alma democrática”, garante Regina, que interpreta as declarações consideradas homofóbicas e racistas do candidato como frutos de um homem com um “humor brincalhão típico dos anos 1950, que faz brincadeiras homofóbicas, mas que são da boca pra fora, coisas de uma cultura envelhecida, ultrapassada”.

A situação é diferente da vivida por ela em 2002, quando foi muito criticada ao revelar seu temor pela primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência. “Eu estava completamente alienada, pois o Lula já havia ganhado”, afirma. “Não me arrependo, mas, se pudesse voltar no tempo, teria me informado melhor sobre o que estava acontecendo naquele momento. O País queria o Lula e fui dar a cara a tapa à toa.”

Veja os principais trechos da entrevista, concedida no apartamento da atriz, na região dos Jardins, em São Paulo.

Quando você se sentiu à vontade para falar de Bolsonaro?

Foi há uns dois ou três meses. Eu estava “no armário”, e meu filho mais novo começou a me contestar: já que sempre fui uma pessoa democrática, aberta, justa, como eu podia me fechar no conceito de que Bolsonaro é bruto, tosco, ignorante, violento. “Você já chegou perto dele?” Respondi: “Não preciso me aproximar, sinto que é o candidato da raiva, da impotência, do ódio, contra a corrupção e não quero votar no emissário da raiva”. Mas, quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha. Eu tinha algumas opções de voto, como o (Geraldo) Alckmin e o (João) Amoêdo, mas, nesse momento, me caíram fichas inacreditáveis, como as omissões do PSDB. Foi tudo ficando muito feio. Quantos equívocos, quantos enganos! Foi quando notei o tamanho da adesão desse país ao Bolsonaro e pensei: eu sou esse país, eu sou a namoradinha desse país.

Bolsonaro passa a imagem de ser truculento quando o assunto é homossexualidade, feminismo, quando fala sobre índios e nega efeitos negativos da ditadura.

São imagens montadas, pois mostram a reação dele, mas não a de quem provocou a reação. É unilateral. Quando souberam que ele ia se candidatar, começaram a editar todas as gravações e também a provocá-lo para que reagisse a seu estilo, que é brincalhão, machão. Daí fica a imagem de um homem tosco, bruto. Acredito que 80% dessas reações eram brincadeiras dele: você manda uma porrada e ele devolve outra. O homem com quem conversei durante 65 minutos quer chegar lá democraticamente, seguindo todas as regras das nossas instituições. Ele não estudou filosofia, mas o importante é seu preparo para nos proteger da roubalheira descarada. Bolsonaro é fruto do País, é resultado dos erros monstruosos do PT e da falta de mea-culpa.

Você abriu uma porta para outros artistas ao defender abertamente o Bolsonaro?

Alguém me falou que eu estou fazendo muito artista sair do armário, o voto envergonhado. Hoje, se tivesse de dizer alguma coisa para a juventude, usaria minha experiência do depoimento de 2002, quando disse ter medo do Lula. Eu estava completamente alienada, pois o Lula já havia ganhado a eleição. Aí fui botar a cara na TV, feito uma tonta, para falar de um sentimento, de uma intuição tão particular. Não me arrependo, mas, se pudesse voltar no tempo, teria me informado melhor sobre o que estava acontecendo naquele momento. O País queria o Lula e fui dar a cara a tapa à toa.

Qual deveria ser o primeiro passo do novo governante?

Resolver a impunidade, que é inadmissível, pois não se acaba com a violência em um país de impunidade. Meu filho perguntou por que eu estava novamente me envolvendo com política. Respondi que era por ele, pelos filhos dele e por todos nós. Não quero angariar votos para o Bolsonaro, até porque ele não precisa. Mas porque quero ficar com a consciência em paz, ao gritar em nome dos sem voz, dos milhões de brasileiros humilhados por não poderem dar um berro de dor e indignação. É como assinar um cheque em branco. Mas prefiro um cheque em branco da esperança.

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Na manhã desta sexta-feira (26), o deputado federal eleito Fernando Monteiro esteve em Petrolina em entrevista à Rádio Grande Rio FM, onde agradeceu pelos votos de confiança depositados em seu trabalho pelos sertanejos. Na região, o parlamentar contou com votação expressiva em cidades como Afrânio (4.125 votos) e Ipubi (5.663). Em Petrolina, foram mais de 2.800 votos.

Eleito com mais de 82 mil votos em todo Estado, Fernando Monteiro tem dividido sua agenda entre encontros com prefeitos pernambucanos em Brasília para dar andamento a projetos de liberação de recursos pela União, e ida às cidades para conversas com apoiadores.

Na rádio, o deputado federal citou alguns pontos de seus projetos para a região baseados em conversas presenciais pelas cidades sertanejas. Entre eles, a necessidade de um estudo aprofundado para a execução da mudança na forma de se fazer irrigação. Segundo ele, é preciso que se saia do modelo antigo, de aspersão, para o de gotejamento, que usa a água de forma mais eficiente. Outro ponto sempre destacado por Fernando Monteiro é a criação de um preço mínimo de venda da produção dos agricultores familiares, garantindo, assim, a renda dos pequenos produtores nos períodos de entressafra.

Conhecido como porta-voz dos sertanejos, o deputado federal se comprometeu em continuar se empenhando para a resolução dos problemas de abastecimento em Petrolina junto ao governador Paulo Câmara e para a criação de projetos para a geração de empregos na região. “Cada cidade tem uma vocação. Focando nelas podemos encontrar soluções para o amadurecimento e aperfeiçoamento de sua economia e consequente diminuição do desemprego”, pontua Fernando Monteiro.

Fotos: Divulgação

Diferença entre candidatos do PSL e do PT caiu de dezesseis para doze pontos; Rejeição de Haddad oscila negativamente para 52%, mas ainda é a mais alta
Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) (Miguel Schincariol/Daniel Ramalho/AFP)
Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) (Miguel Schincariol/Daniel Ramalho/AFP)
Por Guilherme Venaglia 

 

Nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada na noite desta quinta-feira 25, mostra a redução da diferença entre os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Em relação à semana passada, Bolsonaro caiu três pontos, de 59% para 56% e Haddad subiu, de 41% para 44%. A distância entre os dois agora é de doze pontos.

Nos votos totais, Bolsonaro oscilou negativamente de 50% para 48%, enquanto Haddad cresceu, de 35% para 38%. Brancos e nulos são 8% e indecisos são 6%. Segundo o Datafolha, 22% dos eleitores cogitam mudar de ideia até o dia da eleição.

A rejeição ao candidato do PT também oscilou negativamente dentro da margem de erro, de 54% para 52%, mas ainda é a mais alta. A de Bolsonaro subiu para além da margem, passando de 41% para 44%.

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