Por José Nivaldo Junior

O diretor de redação de “O Poder”, o consagrado jornalista Magno Martins, conseguiu, ontem, mais dois feitos simultâneos na sua brilhante carreira. O primeiro, a Live exclusiva com o presidente Jair Bolsonaro que assistimos no Instagram. A entrevista repercutiu no País e no mundo. Foi abordada na Folha de São Paulo, no Jornal Nacional e no El País da Espanha. Isso para citar três veículos que seguem linhas diversas.

Na verdade, foram centenas, talvez milhares de citações, além de retransmissão em inúmeras emissoras de rádio país afora. Talvez Magno nem saiba: provocou até panelaço em São Paulo. Recebi o registro quando a Live chegava ao fim.

O segundo feito foi a magistral aula de como se faz jornalismo de qualidade.

Fazia tanto tempo que um colunista político não fazia isso com relação a grandes autoridades que muita gente tinha esquecido. Entrevista não é bate boca. Perguntas inconvenientes não precisam ser agressivas. O entrevistador não deve se preocupar com as suas opiniões. Valem as do entrevistado. O entrevistador não deve tentar conduzir o entrevistado e sim permitir que ele se solte. Seja ele mesmo. Quem fala é o entrevistado. Seu pensamento é o que interessa.

Desse modo, o Brasil, em particular o Nordeste, tiveram oportunidade de ouvir as opiniões de quem nos governa. Bolsonaro em estado puro. Como ele é. Podendo explicar o que pensa sobre cada item, sem ser interrompido com grosserias. Não existe entrevista de esquerda ou de direita. Existem entrevistas bem ou mal conduzidas. Sem partido, sem paixão.

Gostar ou não, concordar ou não, aí já é outra coisa. Graças a Magno Martins, o @blogdomagno, o programa radiofônico Frente a Frente e o jornal “O Poder” fizeram história no jornalismo contemporâneo brasileiro nesta terça-feira.

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