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A Reforma da Previdência é a prioridade desde o primeiro dia do governo Jair Bolsonaro (PSL), vista como urgente e necessária para reequilibrar as contas públicas e recolocar a economia nos trilhos.

O desejo do Planalto era aprovar a proposta logo nos primeiros meses de governo. Depois, os planos foram adiados para o início do segundo semestre e a medida passou pela Câmara no começo de agosto.

Entretanto, o tempo vai passando e, faltando cerca de dois meses para o recesso parlamentar, a Reforma da Previdência ainda não passou pelos dois turnos no Senado. A nova estimativa do governo é que a medida seja votada no dia 22 de outubro e promulgada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), até o fim do mês.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), recebeu a Reforma da Previdência no dia 8 de agosto, após aprovação da Câmara. O democrata postergou sua votação por quase dois meses e somente no final de setembro os senadores aprovaram o texto-base da reforma.

Entretanto, não sem um recado em tom de ameaça para o governo. Os senadores reduziram em R$ 76,4 bilhões a economia com a reforma ao longo de dez anos prevista pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

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