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Por Márcio Maia
O auditor da Receita Federal José de Assis Ferraz Neto vai ocupar o cargo de Secretário da Receita Federal Marcos Cintra, demitido por determinação do presidente Jair Bolsonaro (PSL), após declarações à Imprensa, favoráveis à reimplantação do chamado Imposto do Cheque. Alguns analistas entendem que Cintra foi usado como “boi de piranha” pelo super-ministro Paulo Guedes, para sondar a opinião pública sobre a volta da CPMF. Cintra engoliu a corda e dançou.
A queda do ex-secretário foi comemorada por muitos parlamentares no Congresso nacional, inclusive políticos do PSL e do “Centrão”. Os senadores e deputados federais entendem que a saída de Cintra vai possibilitar a todos ficarem contra a volta do imposto sem irritar o presidente Bolsonaro.
A diretoria do Sindicato Nacional dos Auditores da Receita Federal (Sindifisco) comemorou a exoneração de Cintra e elogiou a indicação de José Ferraz Neto, que é servidor de carreira da Receita. Explicou que assim como aconteceu com a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério das Relações Exteriores, é fundamental que o Governo Federal, é importante a colocação de “funcionários da casa” para gerir a Receita Federal.
Em uma nota distribuída à Imprensa, a direção da entidade classista afirma que “a indicação de Ferraz Neto implica valiosíssimo ativo em termos de representatividade técnica, condução republicana e alinhamento às expectativas da sociedade com relação ao trabalho do órgão”.

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