Funcionário Tiago Pereira Gonçalves esteve em Davos e, durante a eleição, fez postagens críticas ao hoje presidente

Tiago Pereira Gonçalves, que trabalhou com o deputado Vicente Cândido (PT-SP) antes de virar assessor no Planalto - Reprodução/Facebook
Tiago Pereira Gonçalves, que trabalhou com o deputado Vicente Cândido (PT-SP) antes de virar assessor no Planalto – Reprodução/Facebook

Postado por Marcos Lima Mochila

 

O assessor de imprensa Tiago Pereira Gonçalves, que atribuiu à “abordagem antiprofissional da imprensa” o cancelamento da entrevista do presidente Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial, foi exonerado nesta segunda-feira (28).

A sua saída foi publicada no “Diário Oficial da União”. Ele trabalhava no Palácio do Planalto desde agosto do ano passado, na administração do ex-presidente Michel Temer. Antes, trabalhou com o deputado federal Vicente Cândido (PT-SP).

No período eleitoral, ele fez diversas postagens críticas ao hoje presidente. O assessor de imprensa também compartilhou um vídeo favorável à campanha #EleNão, que mobilizou artistas e pessoas comuns na campanha eleitoral com motivos para não votar no então presidenciável.

Na semana passada, em Davos, Gonçalves afirmou a repórteres que aguardavam Bolsonaro no hotel que o cancelamento da entrevista coletiva se deu devido à “abordagem antiprofissional da imprensa”.

Após a repercussão do motivo do cancelamento, ele usou o Twitter para reclamar da postura do repórter Lucas Neves, da Folha, que o citou nominalmente na reportagem. Gonçalves apagou a postagem.

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