Às 9:13, o dólar recuava 0,23 por cento, a 3,7061 reais na venda, depois de encerrar a sexta-feira em queda de 0,28 por cento, a 3,7147 reais
Dólar abriu a última semana antes das eleições presidenciais em queda (Dado Ruvic/Illustration/Reuters)
Dólar abriu a última semana antes das eleições presidenciais em queda (Dado Ruvic/Illustration/Reuters)

Por Reuters

 

 

O dólar abriu a última semana antes das eleições presidenciais em queda, após nova pesquisa confirmar o favoritismo de Jair Bolsonaro (PSL) perante o eleitorado, mas também de olho no exterior diante de alívio com a Itália e promessa de estímulo estatal à economia chinesa.

Às 9:13, o dólar recuava 0,23 por cento, a 3,7061 reais na venda, depois de encerrar a sexta-feira em queda de 0,28 por cento, a 3,7147 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,25 por cento.

Pesquisa de intenção de votos encomendada pelo BTG Pactual à FSB Pesquisas mostrou, nesta segunda-feira, uma liderança de 20 pontos de Bolsonaro sobre Fernando Haddad, do PT, entre os votos válidos, consolidando o cenário do mercado financeiro de que o deputado do PSL deve vencer o pleito no domingo e impor uma agenda de ajuste fiscal, privatizações e enxugamento da máquina pública.

O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de novembro, no total de 8,027 bilhões de dólares.

Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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