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Cerca de R$ 80 milhões foi assegurado para a continuação das obras da Adutora do Agreste, que vai levar água do Rio São Francisco para várias cidades da região do Agreste. O ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, determinou o empenho de R$ 79,9 milhões, atendendo pedido do governador Paulo Câmara, feito no mês passado. Os dois conversaram por telefone e o ministro convidou Paulo para a última reunião do Conselho Deliberativo da Sudene, que irá acontecer amanhã (4).

O governador confirmou presença. Será a última reunião presidida por Barbalho, que deixará o cargo de ministro nesta semana. “Nosso trabalho e esforço é para que a obra da Adutora do Agreste não pare e a gente consiga manter o calendário de obras”.

O pedido de Pernambuco para a Adutora do Agreste foi apresentado durante reunião do presidente da Compesa, Roberto Tavares, com o secretário Nacional de Infraestrutura Hídrica, Antônio de Pádua. “Esse anúncio demonstra o apreço e atenção do ministro Hélder à solicitação do governador Paulo Câmara para que a mais importante obra hídrica de Pernambuco não seja paralisada por falta de recursos”, afirmou Tavares.

Até o momento, o Governo Federal repassou R$ 804 milhões para a Adutora do Agreste de um total conveniado de R$ 1,246 bilhão. Segundo o presidente da Compesa, Roberto Tavares, em 2018, a obra segue em ritmo acelerado, pois graças ao repasse conseguido em dezembro foi possível quitar as faturas em atraso e permitiu  colocar 26 frentes de trabalho.

Tavares enfatizou a importância do dinheiro. “A liberação de mais R$ 68 milhões, completando os 70% previstos nas regras de liberação dos recursos, será muita bem-vinda  neste momento em que precisamos  entregar a primeira etapa útil da Adutora do Agreste, que se integrará a Adutora do Moxotó, em Arcoverde, beneficiando 400 mil pessoas ainda nesse semestre”.

O presidente da Compesa adiantou que esses recursos permitirão abrir novas frentes de trabalho, a exemplo dos trechos que vão para os municípios de Águas Belas, Iati, São Bento do Una e Lajedo. “Temos o desafio imposto pelo governador Paulo Câmara de ampliar o atendimento das águas do Rio São Francisco para outras cidades, além das dez previstas na etapa inicial”, finalizou Tavares.

 

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