Arquivos do mês março 2018

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No próximo dia 24 (sábado), se comemora o Dia Mundial de Combate á Tuberculose. Para marcar a data, várias ações preventivas e educativas estarão sendo promovidas com o tema “Líderes para um mundo livre de tuberculose. Você pode ser um deles”, escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A Secretaria Estadual de Saúde (SES) está recomendando aos municípios que realizem atos para conscientização da população sobre a importância do combate à doença.

As ações educativas em alusão ao Dia Mundial devem acontecer até 28 de março, em todo o Estado. No ano passado, Pernambuco registrou 4.650 novos casos de tuberculose com o registro de 396 óbitos. Em 2016, foram 4.619 registros. No Mundo, são registrados cerca de 10 milhões de casos por ano, com mais de 1 milhão de óbitos.

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A coordenadora do Programa de Controle da Tuberculose da SES, Cândida Ribeiro, lembra que um grave problema é o abandono ao tratamento e a administração da medicação na dosagem e tempo incorretos pode abrir espaço para a forma resistente da doença. “Em caso de sintomas suspeitos, como tosse persistente por mais de três semanas, a pessoa deve ir até um posto de saúde para consulta clínica e realização dos  exames necessários para confirmação do diagnóstico. O tratamento deve ser ofertado na própria unidade. Se o paciente seguir corretamente o tratamento prescrito e as recomendações médicas, é provável que, em 15 dias, já deixe de transmitir a tuberculose. Na grande maioria dos casos, a cura acontece em seis meses após o inicio do tratamento”.

No próximo sábado, a SES fará palestra educativa sobre tuberculose na Igreja da Harmonia, no bairro de Casa Amarela, Zona Norte do Recife.

Já na próxima quarta-feira (28), em parceria com o Comitê Pernambucano de Combate à Tuberculose, a SES apoiará as ações no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, ofertando palestras educativas e exames para detecção da doença, além de teste rápido de HIV, sífilis e hepatites virais. A ação será na Praça Marcos Freire, no distrito de Ponte dos Carvalhos, das 8 às 12 horas.

Neste mês, a SES coordenou oficinas sobre tuberculose para as coordenações dos Programas de Tuberculose dos municípios que compõem as VII e IX Gerências Regionais de Saúde (Geres), para a Comissão Intergestores Regional (CIR) das II Geres e X Geres, para a CIR e o Colegiado da Vigilância em Saúde e Atenção Básica da I Geres, com sede no Recife. Também foi realizado um trabalho educativo com a equipe do Hospital Psiquiátrico Ulysses Pernambucano.

TESTES – Referência estadual no atendimento a doenças infecto-contagiosas (HIV/Aids e meningite), o Hospital Correia Picanço, no Recife, iniciou em fevereiro, a utilização de teste rápido molecular para detecção de tuberculose. O teste é feito em equipamento considerado como o mais moderno e sensível para diagnóstico da enfermidade. Outro avanço do equipamento é que ele informa se o paciente é resistente à rifampicina, uma das drogas mais importantes no tratamento da tuberculose. Na unidade, o exame é voltado para pacientes em acompanhamento no local, seja para casos novos ou para quem já foi infectado, além de pessoas com suspeita de resistência à enfermidade.

No Estado, além do Correia Picanço, outras 11 máquinas já estão ofertando o teste rápido molecular, espalhadas pelos municípios do Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista, Cabo de Santo Agostinho e Caruaru, além do Hospital Otávio de Freitas (HOF), Cotel e laboratório da II Gerência Estadual de Saúde (Geres), com sede em Limoeiro. Ainda neste semestre, o Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen) também iniciará esse tipo de testagem.

É importante ressaltar que o teste rápido molecular para tuberculose é indicado para diagnóstico. Para acompanhamento do enfermo, o indicado continua sendo a baciloscopia.

Em 2016, Pernambuco registrou 4.619 casos novos de tuberculose, com percentual de cura de 71% e 396 óbitos. Já em 2015 foram 4.611 casos novos, com um percentual de cura de 70% e 419 óbitos. Em 2014, foram 4.524 casos, percentual de cura de 71,8% e 405 óbitos. O Estado também registrou casos de tuberculose multirresistente: foram 63 ocorrências em 2017.

A DOENÇA – A tuberculose, doença curável e com tratamento gratuito, afeta principalmente os pulmões. Há também a forma extrapulmonar (não contagiosa), ganglionar periférica, pleural, cutânea, oftálmica, renal, meníngea, entre outras. A enfermidade é transmitida pelo Bacilo de Koch. A forma pulmonar bacilífera (contagiosa) é a mais relevante em saúde pública por ser a responsável pela manutenção da cadeia de transmissão. A busca ativa do paciente sintomático respiratório constitui-se na principal estratégia de controle da tuberculose, uma vez que permite a detecção precoce das formas pulmonares.

Os sintomas clássicos da tuberculose pulmonar são: tosse persistente, febre vespertina, sudorese noturna, falta de apetite e emagrecimento. Pessoas que apresentem tosse por três semanas ou mais devem procurar um serviço de saúde mais próximo para a avaliação clínica e realização de exames. Todo o tratamento, que dura em média seis meses, é gratuito.

Em Pernambuco, a tuberculose faz parte do elenco das doenças trabalhadas pelo Programa de Enfrentamento das Doenças Negligenciadas (Sanar), que trabalha para diminuir os índices de diversas doenças no Estado. Atualmente, 15 municípios são prioritários para essa enfermidade pelo Sanar: Recife, Olinda, Jaboatão, Paulista, Cabo, Camaragibe, Ipojuca, Escada, Vitoria, Caruaru, Petrolina, Abreu e Lima, Igarassu, Carpina e Goiana.

Com o intuito de preparar cada vez mais os profissionais de saúde diretamente envolvidos no atendimento a pacientes com tuberculose, a SES vem realizando, nos últimos anos, uma série de capacitações técnicas em diferentes municípios.

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“Quero conhecer a realidade do meu Estado,Ouvir as necessidades do povo pernambucano e Nordestino”

Com uma larga experiência parlamentar, a empresária,Gestora pública e estudante de direito Aline Corrêa ,decidiu se candidatar a uma vaga na ALEPE e já é considerada pelos analistas políticos como uma das mais votadas. Com influência política nos municípios do Recife e do Brejo da Madre de Deus, também receberá votos em outros da Região Metropolitana e no Agreste.

Aline Corrêa começou na política, bastante jovem, ainda como estudante, e depois acompanhando o pai, o ex-deputado federal Pedro Corrêa. Estabelecida em São Paulo, por conta de sua atuação como empresária, candidatou-se a deputada federal no ano de 2006, sendo eleita com 11.132 votos. Por conta de uma intensa atuação em plenário e em diversas comissões, foi reeleita com quase 80 mil votos, quatro anos depois.
PERNAMBUCO – Em entrevista exclusiva ao Blog Revista TOTAL, Aline Corrêa explicou os motivos que a fizeram abandonar a política no estado de São Paulo e decidir se candidatar em Pernambuco. “Eu sempre tive muita vontade de me candidatar em meu Estado natal, mas minhas atividades profissionais me obrigavam a permanecer mais tempo em São Paulo. Agora, estou com mais tempo em Pernambuco e por isso, decidi fazer o que desejava há muito tempo”.
Ele entende que tem amplas condições de fazer um grande trabalho, defendendo os interesses do Estado. “Minha experiência no Congresso Nacional, com certeza vai me ajudar bastante a realizar um grande trabalho. Conheço muito bem as tramitações burocráticas, o que é muito importante para que um parlamentar se destaque e tenha seus projetos encaminhados”.
Adiantou que suas principais metas são a defesa dos interesses dos Municípios, Educação e Saúde. “Já apresentei vários projetos com esses objetivos e alguns ainda estão em tramitação e por isso, a maioria dos que apresentei tem abrangência nacional e também muitos serão importantes para Pernambuco”.

ATUAÇÃO – Durante os oito anos como parlamentar federal, foi uma participativa defensora dos municípios, votando sempre a favor da liberação de mais recursos para que as Prefeituras pudessem realizar obras estruturais importantes que melhorassem as condições de vida da população, especialmente os mais mais carentes que necessitam bastante das ações municipais nas áreas da Educação e da Saúde. Por conta da atuação, teve seu trabalho reconhecido pela Associação dos Prefeitos e Vice-prefeitos do Brasil.
Aline Correia é defensora dos gestores que agem com seriedade. Por conta disso, ela apresentou uma proposta para que não fossem suspensas as transferências de recursos federais e estaduais para as Prefeituras,nos casos em que as contas em atraso ou consideradas irregulares tenham sido praticadas por ex-prefeitos. “As Prefeituras e a própria população não podem pagar pelos erros dos outros. “Temos que lutar para que as ilegalidades não fiquem impunes”.
Preocupada com o funcionamento das escolas municipais, apresentou um projeto que estabelece a ampliação dos recursos para os programas de melhoria da alimentação das crianças, que necessitam das merendas escolares. Também apresentou projetos para o ensino de Ética nas escolas municipais e para o incentivo ao uso de livros paradidáticos que tratem da prática de tráfico de pessoas. “Nossas crianças precisam estar preparadas para enfrentar os enormes desafios que encontrarão em suas vidas”, afirmou Aline Corrêa
A defesa das mulheres contra agressões e abusos foi motivo de sua preocupação em suas gestões, tendo apresentado projeto que amplia as penas para os autores de qualquer tipo de agressão. “Minha proposta foi utilizada como ponto importante para a conclusão do texto da Lei Maria da Penha”, relembrou, adiantando que também apresentou proposta para ampliação das penas para os traficantes e praticantes de agressões e abusos contra animais domésticos e silvestres.
Ainda em relação ao bem estar das mulheres. propões o rígido controle do uso de metais pesados em produtos dermatológicos, os quais podem trazer sérios prejuízos para as usuárias.
“Com minha grande experiência e com o conhecimento dos problemas vividos pelos prefeitos e demais gestores públicos, tenho certeza que vou prestar um grande serviço à minha terra, como prestei à população de São Paulo, que reconheceu a relevância da minha atuação parlamentar e me reelegeu com uma expressiva votação”, concluiu Aline Correia, que é vice-presidente nacional do PP, o que demonstra sua grande força política em todo o País.

 

 

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Organizadora do Prêmio Cepe Nacional de Literatura, que chega ao seu quarto ano, a Companhia Editora de Pernambuco reforça o incentivo à produção literária com o lançamento da primeira edição do Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Juvenil. Os editais dos dois certames já estão disponíveis e as inscrições poderão ser feitas no período de 02 de abril a 17 de maio exclusivamente por meio digital.

Até o ano passado, o gênero infantojuvenil integrava as categorias do Prêmio Cepe Nacional de Literatura. Organizar uma seleção específica indica o interesse da Cepe em dar mais visibilidade ao segmento, colaborando na divulgação de obras de autores brasileiros e na revelação de talentos. Poderão participar dos prêmios literários da Cepe brasileiros, residentes no país ou no exterior, bem como estrangeiros naturalizados residentes no Brasil. Os interessados poderão inscrever apenas uma obra inédita (original não publicado parcial ou integralmente), escrita em português e com tema livre.
Para o I Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Juvenil, os trabalhos (além de PDFs da ficha de inscrição e documentos previstos no edital) deverão ser enviados pelo e-mailpremioinfantojuvenil@cepe.com.br. Para a categoria Infantil serão aceitas obras voltadas para leitores iniciantes e em processo (a partir de 6 e 8 anos, respectivamente). Já a categoria Juvenil,serão aceitos trabalhos voltados para leitores fluentes ou críticos (a partir dos 10 e 12 anos, respectivamente). As obraspoderão pertencer a gêneros narrativos ou poesia desde que voltados para o público previsto no edital. Os vencedores das categorias Infantil e Juvenil receberãocomo prêmio R$ 10 mil (cada) e terão as obras publicadas pela Cepe Editora.
Já no Prêmio Cepe Nacional de Literatura2018, que contempla as categorias Romance, Conto e Poesia, as inscrições deverão ser feitas através do e-mailpremiocepenacional@cepe.com.br, observando-se o mesmo critério de ineditismo e de envio de documentos previsto no edital. Serão concedidos prêmios nos valores de R$ 20 mil aos vencedores de cada categoria.
Os trabalhos inscritos serão analisados por duas comissões julgadoras formadas por profissionais de renome na área. A primeira comissão, responsável pela pré-seleção, será composta por três membros, todos de Pernambuco. Critérios como como originalidade, qualidade técnica, valorização da cultura brasileira e domínio da linguagem serão observados nas etapas seletivas.
O resultado será anunciado até o dia 30 de novembro e publicado no Diário Oficial de Pernambuco, portal da Cepe (www.cepe.com.br), do Governo do Estado (www.pe.gov.br), site da editora (www.editora.cepe.com.br), além das redes sociais. Esclarecimentos poderão ser feitos através do e-mailduvidaspremio@cepe.com.br.
Tenha acesso aos editais aqui (http://bit.ly/Editalpremios)

Vencedores das edições passadas
Criado em 2015 dentro da programação oficial dos cem anos da Imprensa Oficial, oPrêmio Cepe Nacional de Literaturarecebeu mais de 1.700 inscrições em suas três edições – com participação de escritores de quase todos os estados, inclusive, de países como Portugal, Alemanha, Inglaterra, Holanda, Estados Unidos, Chile, Uruguai e Japão.

Primeira edição:

Infantojuvenil – Helton Alexandre Pereira Alencar (CE): E eu, só uma pedra.

Romance – Sérgio Corrêa de Siqueira (MG):O grande massacre das vacas.

Contos – Guilherme Azambuja Castro (RS):O amor que não sentimos e outros contos.

Poesia – Marcus Vinícius Teixeira Quiroga Pereira (RJ): Elogio do carvão.
Segunda edição:

Infantojuvenil – Lourenço Cazarré (RS): Os filhos do deserto combatem na solidão.

Romance – Sérgio Krausz (SP): Outro lugar.

Contos – Milton Morales Filho (SP): Dancing jeans, Baixo Augusta e outros contos.

Poesia – Walther Moreira (PE): Arquiteturas de vento frio.
Terceira edição:

Infantojuvenil -Renata Penzani (SP): A coisa brutamontes.

Romance – Paulo Schmidt (SP): Anjo negro: a história secreta de GV.

Contos – Ricardo Braga (PE): A flor lilás e outros conto.

Poesia -Rita Isadora Pessoa (RJ): Uma mulher sob a influência de um algorítimo.

Contatos para entrevistas:

Wellington deMelo (Editor da Cepe):9.8260-7770

Assessoria de Imprensa da Cepe: 81. 31832770

Roziane Fernandes – (81) 9.9748.6072

Rodrigo Sobreira – (81) 9. 8833.2100

Carolina Botelho – (81) 9.8666-5106

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Fonte: Edmar Lyra

O cônsul do Gabão, André Fonseca, oficializou na sexta-feira a sua filiação ao PSL para disputar um mandato de deputado federal nas eleições deste ano. Defensor de Jair Bolsonaro, Fonseca optou pelo PSL porque acredita que o presidenciável do partido é a real mudança que o Brasil precisa.

Em entrevista Dr. André, refere-se que aos 53 anos de vida, teve sucesso na vida profissional, como advogado atingindo sucessos e reconhecimento de seus colegas e clientes. Como empresário alcançou seus sonhos, tendo uma família exemplar que está plenamente apta a seguir os negócios e, em seu último desafio, ser Cônsul do Gabão, o qual é o segundo mais conhecido em Pernambuco, ficando atrás somente do Consulado dos Estados Unidos da América.

No entanto, diante do atual quadro nacional e, de Pernambuco, Dr. André identifica-se como um pré-candidato a uma das vagas de Deputado Federal, pois tem muito a contribuir na política pública social em prol da erradicação das mazelas que nosso país vive, citando que, muitas famílias são destruídas pela falta de segurança, sem o devido apoio no tratamento e na recuperação ou reabilitação na dependência química.

Cita também que apesar da nossa Constituição Federal assegurar que todos somos iguais, há muito a ser feito, pois discriminação, existe, tanto a nível social, de gênero, a étnica seguida de mais e mais violência.

Salienta ainda, que o país precisa de hombridade no Congresso Nacional para colocar o Brasil novamente no crescimento e reconhecimento internacional, ressaltando que com a experiência de Cônsul tem muito a somar.

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Teve inicio o 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, que é o evento mais importante sobre a água no mundo, com o tema Água e Compartilhamento, com mais de 600 atividades, sendo a primeira vez que ocorre no Hemisfério Sul.
Em paralelo, acontece o Fórum Alternativo Mundial da Água (Fama), com o tema A Água é Direito e não Mercadoria, que luta, entre outras bandeiras, contra a privatização desse recurso natural, cuja programação pode ser vista no site: fama2018.org.
Recurso cada vez mais escasso, os prognósticos é que, até o ano de 2030 a oferta de água potável será 40% menor do que a necessária para abastecer a população mundial, o que mostra a relevância do tema.
A água gera crises humanitárias, políticas, militares, no mundo.
Israel transformou a adversidade da escassez de água em seu território em oportunidade, tornando-se líder mundial em tecnologia hídrica do planeta. O livro “Faça-se a Água” do advogado e ativista Seth M. Siegel, é “uma leitura essencial: recomendo fortemente”, segundo Michael Bloomberg e trata do tema. Outra leitura importante é “A Guerra da Água” do cientista alemão Harald Welzer, que preconiza que, no século XXI, os fatores climáticos e a questão da água também gerarão conflitos relevantes, o que já vem ocorrendo em algumas regiões.
A água cobre, em média, ¾ da superfície da Terra, sendo a maioria constituída de água salgada. Atualmente, o Brasil detém mais de 12% da água doce do planeta, o que torna este país uma região estratégica para o mundo. No total, são doze mil rios que irrigam o território brasileiro. Além disso, ainda cerca de 68% da matriz energética do Brasil vem das águas dos rios e a bacia amazônica possui seis milhões de quilômetros quadrados.
O Nordeste vive novamente uma seca prolongada, que já perdura 7 anos, com vários municípios em situação de emergência ou calamidade pública, em razão da estiagem, sendo um terço da região enfrenta “seca máxima”. Recentemente, tivemos chuvas em algumas regiões.
Israel superou o problema, o que demonstra que o Nordeste também pode superar. A população de cidades como São Paulo, o Distrito Federal, Fortaleza, Olinda, entre outras, enfrentaram e enfrentam uma grave crise hídrica, mostrando que o Brasil precisa ter uma gestão estratégica do uso da água. Cada vez mais temos que nos capacitar para mediar conflitos relacionados ao uso da água, para garantir maior igualdade para usuários e disponibilidade para as gerações futuras, gerando segurança hídrica.
A privatização da Eletrobrás e da Chesf e das hidroelétricas do Rio São Francisco significa, na prática, a privatização do Rio São Francisco, que é o “Rio da Integração Nacional”, no dizer do grande brasileiro Barbosa Lima Sobrinho, o que será prejudicial para o Nordeste. Em países como os Estados Unidos, Canadá, China e França o controle da energia e da água é feita pelo Governo.
Arraes foi um grande ativista da causa da água e da eletrificação para os menos favorecidos.
Entre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, está o de número 6: “assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos”.
No Brasil, como destaca o Ministro Hermann Bejamin, do Superior Tribunal de Justiça, o problema da efetivação da proteção ambiental não decorre da falta de legislação, mas “por deficiência de implementação administrativa e também judicial dos inequívocos deveres ambientais que decorrem da legislação ambiental no Brasil”. O direito fundamental à água tem como base os direitos humanos, sendo o acesso a ela uma garantia do direito à vida. Uma das lutas principais do Direito, no século XXI, é a efetivação do Direito ao meio ambiente sadio.
No Fórum Mundial, estamos participando e propondo que o Rio São Francisco seja reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade, pela Unesco.
O Nordeste tem que se mobilizar contra a privatização da Chesf e do Rio São Francisco, seja pelo risco de aumento da conta de energia elétrica, seja pelo uso múltiplo e pela revitalização do Rio São Francisco nos próximos 30 anos.
Além de defender a não privatização do Rio São Francisco e o seu reconhecimento como Patrimônio Natural da Humanidade, venho defendendo que o Rio Capibaribe seja resgatado como propulsor de um novo modelo de desenvolvimento sustentável para o Recife. Faz-se necessário a revitalização do Rio Capibaribe, desde o seu nascedouro, na cidade de Poção e as 42 cidades que são por ele atingidas. Deve-se fazer um Consórcio Intermunicipal da Bacia do Rio Capibaribe com esse intuito, para recuperação dos mananciais e sua revitalização. O Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiai, em São Paulo, é um modelo inspirador.
Recentemente, o consultor Francisco Cunha, em conferência na Academia Pernambucana de Letras, defendeu que o Rio Capibaribe deve ser o motor da construção de um novo Recife mais sustentável, com o aproveitamento e a revitalização de suas margens, como áreas de convivência, acelerando a implantação do Projeto Parque Capibaribe. Não podemos esquecer de retomar a Hidrovia do Rio Capibaribe, que poderá beneficiar mais de 400 mil pessoas em seus deslocamentos, numa cidade que vive um grave problema de mobilidade.
Já dizia o inesquecível Bob Marley: “Você não vai ter saudades de sua água até que seu poço seque”.
ANTÔNIO CAMPOS
Advogado e escritor
Março de 2018

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Em virtude do litígio judicial envolvendo a Executiva Nacional do PHS, deputados humanistas estão sendo disputados por vários partidos.
Com um silêncio que incomoda muita gente do mundo político por não dizer se SAI ou NÃO do PHS, o deputado pernambucano PASTOR EURICO um dos mais bem votados em Pernambuco com 233.762 votos, mesmo calado tem se tornado o fiel da balança para os partidos de médio e pequeno porte no estado como também para os candidatos ao governo.
Se deduz que pela sua postura, ele não terá como permanecer no PHS por motivo do partido poder não atingir a chamada cláusula de barreiras e também por seu perfil ser diferente das atuais presidências do partido tanto Nacional como Estadual.

 

IMG-20180314-WA0041A revista Forbes, dos Estados Unidos – a mais conceituada publicação de negócios do mundo -, traz na edição de 28 de fevereiro uma extensa análise sobre o Paraguai, com o título “o novo líder emergente da América do Sul”.

A matéria faz um Raio-X do país, para explicar por que, hoje, o Paraguai supera o Brasil e a Argentina na confiança de investidores internacionais.

E como o pequeno país, vizinho dessas duas potências econômicas, tem hoje um crescimento sustentável, isto é, praticamente imune às crises eventuais.

Qual é o segredo do Paraguai, para conseguir o que parecia impossível? Segundo a Forbes, o país soube escapar da armadilha de depender exclusivamente da exportação de commodities (soja e carne, entre outras) e, nos últimos anos, reduziu os níveis de pobreza, aumentou a prosperidade e se tornou um líder regional.

O Paseo La Galería, citado pela Forbes como um dos ícones do novo Paraguai.
A Forbes diz que na vanguarda desta transformaçao está o presidente Cartes, que assumiu o cargo em 2013 e “inaugurou uma nova era de sucesso econômico paraguaio”, modernizando a economia e “empurrando o Paraguai para o cenário mundial”. Nada mal, hein?

As medidas que o governo adotou, a partir do Plano Nacional de Desenvolvimento 2014-2030, “focado na redução da pobreza, no desenvolvimento social, no crescimento econômico inclusivo e na inserção do Paraguai na economia global”, incluíram maior transparência do governo e mais responsabilidade fiscal, “em uma tentativa séria de combater a corrupção e a ineficiência do setor público”.

A isso se somaram o cuidado com a inflação e a criação de um conselho consultivo fiscal. O Paraguai obteve como resultados a estabilidade nos preços e no câmbio e sua dívida pública consolidada ficou em 22% do PIB, um dos mais baixos índices da região.
Grau de investimento

Obviamente, os investidores sempre estão atentos aos países de economia estável. E as agências de risco melhoraram as notas do Paraguai, que ainda este ano deve atingir o grau de investimento (que o Brasil já teve e perdeu).

Pra chegar a isso, o que é considerado “a chave para o sucesso do governo Cartes” pela Forbes, o Paraguai conseguiu diversificar sua base econômica, antes fortemente dependente de exportações agrícolas e de eletricidade (pelas participações em Itaipu e Yacyretá).

Até 2012, a agricultura representava quase um quarto do PIB paraguaio, enquanto a indústria e a construção civil respondiam por pouco mais de 6%. Hoje, o agronegócio gera 15% do PIB, e a indústria e a construção cresceram para 20%, de acordo com a ministra das Finanças, Lea Gimenez.

O que fez a construção civil aumentar sua participação foi, principalmente, o quadro regulatório criado pelo governo Cartes para encorajar as parcerias público-privadas, como um caminho para enfrentar o déficit de infra-estrutura do país, incentivando ainda mais o investimento no setor.

Cartes, prossegue a Forbes, aplicou no governo uma visão empresarial, com uma equipe de ministros “altamente treinados para dirigir sua ambiciosa agenda, reduzindo o desperdício e aumentando a responsabilidade no governo”.

“Nós temos como meta a criação de emprego e melhores condições econômicas para todos os paraguaios. Mas, para fazer isso, o setor público tem que desempenhar seus deveres, assim como o setor privado. Eu acredito que, nesse sentido, estamos na vanguarda da região”, disse o presidente à Forbes.

Um dos meios de reduzir a pobreza foi o programa de habitação social, com a entrega de mais de 20 mil moradias e outras 10 mil para serem entregues até o final do governo Cartes.

Na educação, foram criadas bolsas de estudo para estudo de ciência e tecnologia nas melhores universidades do mundo. “Quando esses alunos entrarem na força de trabalho paraguaia, eles aplicarão sua inovação aos produtos e processos do país”, disse o presidente.
“China do Brasil”

Outro pilar da administração Cartes é seu apoio às fábricas conhecidas como “maquilas”. A lei de Maquila oferece condições competitivas para as empresas internacionais para montar seus produtos no Paraguai para exportação. Mais de 150 empresas operam no Paraguai sob a lei – 70% a partir de 2013 – produzindo de tudo, desde peças de automóveis até sapatos e brinquedos.

Lembra a Forbes que 60% dessas empresas são brasileiras. Isso porque “temos as condições mais competitivas para a fabricação na região, oferecendo energia competitiva, custos trabalhistas e impostos baixos e uma mão de obra jovem. Nós somos a China do Brasil”, diz o ministro de Indústria e Comércio, Gustavo Leite.

“Com incentivos convincentes, incluindo incentivos fiscais, repatriamento completo de capital e lucros, e direitos iguais para investidores estrangeiros e empresas locais, bem como uma posição estratégica no coração do Mercosul, o Paraguai está vendo uma onda de investimento estrangeiro de seus vizinhos, bem como de mais longe, Europa, América do Norte e Ásia”, diz a Forbes.

O especialista em negócios internacionais Hugo Berkemeyer, sócio da Berkemeyer Law Firm, diz que os clientes geralmente perguntam se o Paraguai é um país atraente para investimento, já que tem apenas 7 milhões de consumidores.

“É um mercado pequeno pelos padrões latino-americanos”, diz Berkemeyer. No entanto, ele lembra aos investidores que o mercado paraguaio se estende aos vizinhos Brasil e Argentina, que juntos somam 250 milhões de habitantes.

Ícone do novo Paraguai

Entre os investidores que o Paraguai atraiu, está o empresário guatemalteco Mario Lopez. Ele construiu em Assunção um complexo comercial, corporativo e hoteleiro, o Paseo La Galería. O investimento de US$ 300 milhões transformou-se num ícone do novo Paraguai.

Diz a Forbes que “o Paseo La Galería é o primeiro complexo de uso misto na capital do Paraguai, Assunção. Sua construção rápida, novos padrões de design, qualidade sem paralelo e elegância visual são um excelente exemplo do sucesso recente do Paraguai”.

O complexo conta com um um shopping, torres corporativas, um hotel e um centro de convenções. Seu estacionamento de alta tecnologia pode acomodar até 3.500 veículos. As áreas de entretenimento incluem salas de cinema e 14 restaurantes.

Na área de shopping, estão as primeiras marcas internacionais que se interessaram pelo Paraguai, como o Cinemark e a Zara.

Já as Torres del Paseo, um par de edifícios de 25 andares, abrigam as empresas internacionais e nacionais mais prestigiadas do país. Elevando-se de cada lado do shopping, cada torre oferece uma média de 780 metros quadrados de espaço por piso e um sistema de escritório modular, proporcionando uma flexibilidade imensa para o espaço de escritório corporativo.

Segundo a Forbes, “este empreendimento emblemático serve como um ícone e um catalisador para novos investimentos no Paraguai”.

A revista cita outros avanços no Paraguai, como a melhoria de acesso aos bancos, com uso de alta tecnologia. E informa que os bancos estão “ansiosos para trabalhar com investidores internacionais”, citando Beltran Macchi, presidente da Associação de Bancos: “O Paraguai é um país pequeno, mas acolhedor para estrangeiros, e aqui é muito mais fácil de fazer negócios do que nos seus vizinhos”.

Também cita o aumento do acesso de paraguaios à Internet, graças a investimentos principalmente da Tigo Paraguay, uma das marcas mais importantes e reconhecidas do país.

“A tecnologia é um acelerador de desenvolvimento”, diz José Perdomo, CEO da Tigo Paraguai. “Permitir que pessoas em áreas remotas se conectem à internet é como fornecer água ou eletricidade. Esta é a inclusão social, e é o que torna divertido trabalhar nas telecomunicações aqui. Trabalhar com telecomunicações nos países em desenvolvimento tem um impacto real”, afirma.

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Thais Bilenky

SÃO PAULO

Fonte folha de São Paulo .

O publicitário Nizan Guanaes, um dos mais badalados do país, aposta que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) vai ganhar a eleição presidencial deste ano.

Após participar de debate dos jornais Financial Times e Valor Econômico, em São Paulo, nesta terça-feira (13), ele disse à Folha que discorda das ideias do presidenciável, mas enxerga o seu potencial nas urnas.

“Eu não sou Bolsonaro. Eu acho que vai ganhar. Do jeito que as coisas estão caminhando, ele é um fortíssimo candidato. Porque ele tem uma conexão, está trazendo, ao meu ver, respostas operísticas para demandas da população”, disse.

Para ele, enquanto candidatos mais moderados se digladiam por apoio de partidos em busca de maior tempo de televisão, Bolsonaro corre por fora.

“É uma campanha que anda morna e você tem uma população que está irritada, que está enlouquecida com o crime, aí tem a desilusão. Bolsonaro é o Dorflex, é uma solução para a sua dor”, definiu o publicitário.

Nizan disse que tempo de TV “é uma conversa antiga”. “Ele tem tempo digital. Ele tem 34% no Acre. De onde veio esse cara no Acre?”, questionou.

O publicitário reforçou que fala tecnicamente, como especialista do ramo da comunicação. “Não é uma conversa política, senão amanhã vou sair tomando porrada da Folha.”

Próximo ao ex-presidente americano Bill Clinton, do PartidoDemocrata, e sua mulher, Hillary Clinton, que era considerada favorita, mas perdeu a eleição presidencial americana, em 2016, o publicitário comparou Bolsonaro ao vencedor daquela disputa, Donald Trump.

“Muita gente descartava a candidatura Trump, achava impossível ele ser eleito. Mas ele foi avançando com uma campanha muito focada e eficiente. Causou surpresa ao vencer as prévias republicanas e causou surpresa maior ainda quando ganhou a eleição. Eu era Hillary [Clinton, do Partido Democrata] e desprezei Trump. Do jeito que as coisas estão, Bolsonaro pode surpreender também.”

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Título da Cepe Editora, Reinaldo de Oliveira – do bisturi ao palco é assinado por Antonio Edson Cadengue, que mostra um biografado tão bom como ator quanto como médico

Medicina e dramaturgia sempre atuaram juntas na trajetória de Reinaldo de Oliveira, 87 anos, o mais novo biografado da coleção Memórias, da Cepe Editora. Reinaldo de Oliveira – do bisturi ao palco, não poderia ter tido melhor autor: Antonio Edson Cadengue, pesquisador de teatro e psicólogo. Para eles e para o pai de Reinaldo, Valdemar de Oliveira, não existia vida sem arte, sobretudo a arte teatral.
O livro de 260 páginas, que será lançado no dia 23 de março, às 19h, na Academia Pernambucana de Letras, é movido pela admiração de Cadengue por Reinaldo, “esse homem que foi tão bom no palco e tão comprometido como médico”, diz o autor.

A obra traz um recheio rico de fotografias históricas de personalidades e fatos públicos e privados de meados do século 20 que permeiam o caminho de uma das mais importantes figuras do teatro pernambucano e grande defensor do Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP). O legado aprendido desde a infância de Reinaldo com seu pai, Valdemar. Como diz Cadengue, “há alguma poesia nessa prosa”.
Sem pretensões de analisar a obra de Reinaldo, Cadengue busca reter, através de longas entrevistas, pesquisas em livros, artigos de jornal e blogs, e fotografias reunidas pela enteada do teatrólogo, a fotógrafa Yêda Bezerra de Mello, o máximo possível dos ‘causos’, da personalidade, do sentimento de Reinaldo, gerando uma narrativa que parece escrita em primeira pessoa. “Usei muito do olhar e da experiência dele para escrever o livro; Reinaldo tem uma memória prodigiosa””, revela Cadengue, que pesquisou o TAP de 1941 a 1991, e assim conheceu o teatrólogo.
A dedicação de Reinaldo ao TAP em uma época em que muitos enxergavam como “uma pálida cópia do teatro profissional” é, portanto, um dos destaques da publicação. “O TAP foi um dos fundadores da cena moderna no País”, defende Cadengue, que admira Reinaldo principalmente como ator e lamenta que essa faceta tenha sido escanteada em nome da função de braço direito do pai. Muitas vezes, Reinaldo precisou ocupar funções como a de iluminador, por exemplo. Mas tal como Valdemar, trazia a arte como rumo de vida, e também transitou pela música e literatura. Diz ele: “Bisturi que se reveza com a pena, não sabendo eu, hoje, se o bisturi escreve ou se a pena corta”.

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As chuvas caídas nas últimas semanas em diversos municípios do Sertão e do Agreste estão melhorando os níveis de barragens nessas regiões, inclusive, recuperando mananciais que estavam secos há anos. É o caso das Barragens Poço Fundo, em Santa Cruz do Capibaribe, que estava seca há 5 anos, e Sítio Luíza, em Jataúba, que estava em colapso total há 7 anos. Poço Fundo registra quase 20% da sua capacidade de armazenamento, que é de 27,6 milhões de metros cúbicos de água, e Sítio Luíza está sangrado. A Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA) iniciou os ajustes operacionais para reativar os sistemas e voltar a abastecer pela rede de distribuição, o distrito de Poço Fundo, em Santa Cruz do Capibaribe, e Jataúba.
O diretor Regional do Interior da COMPESA, Marconi de Azevedo, essa quantidade de chuvas dos últimos dias, mesmo de forma irregular, aponta para a ocorrência de um bom inverno neste ano, principalmente para a região do Agreste, cuja quadra chuvosa está prevista para os meses de abril a julho.

AGRESTE – Em Pesqueira, a chuva melhorou o nível da Barragem de Santana, responsável pelo atendimento de 70% da população da cidade e que tem capacidade para acumular 1,2 milhão de metros cúbicos e atingiu 15% do seu nível, volume suficiente para abastecer a cidade, no sistema de rodízio, pelos próximos quatro meses.

Duas barragens localizadas no município de Pedra, no Agreste, também acumularam água. A Barragem de Riacho do Pau (16,8 milhões de metros cúbicos), que atende a cidade de Arcoverde e estava com 37% da sua capacidade no mês de fevereiro, alcançou 49,85% do seu nível de armazenamento. Já a Barragem de Mororó, que abastece a cidade de Pedra, está agora com 63,81% de sua capacidade total (2,9 milhões de metros cúbicos). Essas melhorias no entanto, ainda não são suficientes para alterar o calendário de abastecimento de Arcoverde e, no caso de Pedra, que já conta com fornecimento de água diário para 80% da cidade, a Compesa está realizando obras para levar água para o restante da população.
SERTÃO – Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, que estava sendo atendida somente pela Adutora do Pajeú, graças às chuvas, voltará a ser abastecida pela Barragem Cachoeira II, que está registrando 28% do seu nível, volume suficiente para reativar o sistema local. A expectativa é anunciar um novo calendário de abastecimento para Serra Talhada na segunda quinzena de março.

A Barragem de Brotas, que atende as cidades de Afogados da Ingazeira e Tabira por meio de um sistema integrado, aumentou o seu nível de reservação de 21,81% para 42,6%, nas últimas três semanas. Em função da alta turbidez da água, a COMPESA ainda precisa aguardar cerca de 20 dias para aumentar a produção do sistema.

O maior manancial para abastecimento humano de Pernambuco, a Barragem de Jucazinho, em Surubim, permanece seca.

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