Arquivos do mês janeiro 2018

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A Prefeitura Municipal de Agrestina, através da Secretaria de Cultura e Turismo, informa a população agrestinense e de toda a região, que tendo em vista a inauguração da reforma da Praça Padre Cícero que ocorrerá no próximo dia 31 do corrente ano, e ainda, com a finalidade de evitar dano ao patrimônio municipal e dano ao erário público, a realização dos shows da Festa de Nossa Senhora do Desterro, será na Rua João Guilherme, em frente à prefeitura. Sendo assim, pedimos a compreensão de todos.
Prefeitura de Agrestina

Novos Tempos

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Os jovens estudantes das universidades e escolas técnicas da rede estadual de ensino vencedores do Projeto “Turbinados: Maratona Criativa do Turismo do Futuro” receberam seus prêmios em cerimônia que aconteceu no Centro de Convenções de Pernambuco e contou com a  participação dos secretários Felipe Carreras, de Turismo, Esportes e Lazer, e Frederico Amâncio. A maratona promovida pelo Governo do Estado, através da Empetur, entre os meses de outubro e dezembro passados, tem o objetivo de promover o turismo do futuro em Pernambuco, na era digital.

Na categoria Escolas Técnicas, o primeiro lugar ficou com os estudantes da E.T. Antônio Arruda de Farias, de Surubim, que fizeram o projeto de Assistente Virtual Bilíngue. O segundo lugar ficou com os alunos da E.T. Professor Agamenon Magalhães, do Recife (ETEPAM), com a concepção do projeto Vai Lá.O terceiro lugar foi para alunos da E.T. Professor José Luiz de Mendonça, de Gravatá, com projeto History Game.

Na categoria Universidades os primeiro e segundo lugares ficaram com alunos do curso de Turismo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que apresentaram os projetos Recife-se e Recisenses. O terceiro lugar ficou com o projeto de Realidade Virtual, elaborado por alunos do curso de Ciências da Computação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

O secretário Felipe Carreras disse que o concurso proporcionou uma interação entre a Educação e o Turismo. “Ficamos felizes com o resultado do projeto Turbinados. A ideia teve como objetivo principal incentivar os estudantes a trazer mais inovações e tecnologias para empreenderem no Turismo, conseguindo assim um incremento para promover ainda mais o segmento em Pernambuco”.

As seis equipes finalistas foram definidas por uma comissão julgadora formada por especialistas na área. As equipes vencedoras foram divididas em Ouro, Prata e Bronze. O primeiro lugar (ouro) ganhou R$ 5 mil, o segundo (prata) recebeu R$ 3 mil e o terceiro colocado levou R$ 1.500,00. Os professores orientadores e as instituições de ensino receberam um certificado de participação no projeto Turbinados.

 

 

PROJETOS

 

CATEGORIA ESCOLAS TÉCNICAS:

1º LUGAR: Alunos da Escola Técnica Antônio Arruda de Farias, de Surubim, Projeto Assistente Virtual Bilíngue -Disponibilizar um aplicativo que funcione em dispositivos móveis que, fazendo uso de diversas mídias, possa auxiliar os turistas a terem uma experiência maior ao visitar determinado ponto histórico. Funcionamento da aplicação: Ao chegar ao ponto turístico, por exemplo, na cidade de Olinda, considerada Patrimônio Histórico e Cultural pela UNESCO (IPHAN 2017), o visitante poderá encontrar uma placa ou sinalização visual contendo um QR Code, o usuário ativa o aplicativo, defini o idioma desejado e aponta para o QR Code. Ao processar o símbolo, o aplicativo será direcionado para uma página que irá reproduzir um vídeo descrevendo a história daquele lugar ou monumento daquele roteiro onde o visitante se encontra. No caso, o turista poderá se deleitar com a história, geografia e cultura da primeira capital pernambucana.

 

2º LUGAR: Alunos da Escola Técnica Professor Agamenon Magalhães do Recife (ETEPAM) Projeto VAI LÁ

É um aplicativo voltado para o turismo, que tem como principal objetivo despertar o interesse e promover o conhecimento dos turistas para os pontos turísticos da nossa região. O VAI LÁ ajuda o turista a ir para locais próximos da sua localidade de uma forma mais simples, prática e divertida. O turista poderá selecionar qual ponto turístico quer visitar tendo informações específicas como: horário de funcionamento, atraçõesculturais, gastronômicas, artesanais edo próprio local. Ao utilizar o nosso aplicativo o turista poderá informar osinteresses de sua viagem por exemplo (artesanato, museus, praias, gastronomias, entres outros). Esses interesses aparecerão no mapa onde o turista será marcado pelo GPS que mostrará avisos de alguns pontos turísticos próximos ou eventos que poderão estar acontecendo de acordo com seus gostos. Se o turista for para um local,poderá favoritar o mesmo se desejar visitar novamente podendo salvar as informações sobre. No app, o turista também vai terá as melhores e mais diversificadas rotas para chegar ao seu destino

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Nicolau Maquiavel, nascido na segunda metade do século XV, em Florença, na Itália, trata-se de um dos principais intelectuais do período chamado Renascimento, inaugurando o pensamento político moderno. Ao escrever sua obra mais famosa, “O Príncipe”, o contexto político da Península Itálica estava conturbado, marcado por uma constante instabilidade, uma vez que eram muitas as disputas políticas pelo controle e manutenção dos domínios territoriais das cidades e estados.

Conhecer sua trajetória como figura pública e intelectual é muito importante para que as circunstâncias nas quais este pensador pensou e escreveu tal obra sejam compreendidas. Maquiavel ingressou na carreira diplomática em um período em que Florença vivia uma República após a destituição dos Médici do poder. Contudo, com a retomada dessa dinastia, Maquiavel foi exilado, momento em que se dedicou à produção de “O Príncipe”. Esta sua obra seria, na verdade, uma espécie de manual político para governantes que almejassem não apenas se manter no poder, mas ampliar suas conquistas. Em suas páginas, o governante poderia aprender como planejar e meditar sobre seus atos para manter a estabilidade do Estado, do governo, uma vez que Maquiavel conta sucessos e fracassos de vários reis para ilustrar seus conselhos e opiniões. Além disso, para autores especializados em sua vida e obra, Nicolau Maquiavel teria escrito esse livro como uma tentativa de reaproximação do governo Médici, embora não tenha logrado êxito num primeiro momento.

Outro fator fundamental para se estudar o pensamento maquiaveliano é o pano de fundo da Europa naquele período, do ponto de vista das ideologias e do pensamento humano. Ao final da Idade Média, retomava-se uma visão antropocêntrica do mundo (que considera o homem como medida de todas as coisas) presente outrora no pensamento das civilizações mais antigas como a Grécia, a qual permitiu o despontar de uma outra ideia política, que não apenas aquela predominante no período medieval. Em outras palavras, a retomada do humanismo iria propor na política a “liberdade republicana contra o poder teológico-político de papas e imperadores”, como afirma Marilena Chauí (2008). Isso significaria a retomada do humanismo cívico, o que pressupõe a construção de um diálogo político entre uma burguesia em ascensão desejosa por poder e uma realeza detentora da coroa. É preciso lembrar que a formação do Estado moderno se deu pela convergência de interesses entre reis e a burguesia, marcando-se um momento importante para o desenvolvimento das práticas comerciais e do capitalismo na Europa. Assim, Maquiavel assistia em seu tempo um maior questionamento do poder absoluto dos reis ou de alguma dinastia, como os Médici em Florência, uma vez que nascia uma elite burguesa com seus próprios interesses, com a exacerbação da ideia de liberdade individual. Questionava-se o poder teocêntrico e desejava-se a existência de um príncipe que, detentor das qualidades necessárias, isto é, da virtú, poderia garantir a estabilidade e defesa de sua cidade contra outras vizinhas.

Dessa forma, considerando esse cenário, Maquiavel produziu sua obra com vistas à questão da legitimidade e exercício do poder pelo governante, pelo príncipe. A legitimação do poder seria algo fundamental para a questão da conquista e preservação do Estado, cabendo ao bom rei (ou bom príncipe) ser dotado de virtú e fortuna, sabendo como bem articulá-las. Enquanto a virtú dizia respeito às habilidades ou virtudes necessárias ao governante, a fortuna tratava-se da sorte, do acaso, da condição dada pelas circunstâncias da vida. Para Maquiavel “…quando um príncipe deixa tudo por conta da sorte, ele se arruína logo que ela muda. Feliz é o príncipe que ajusta seu modo de proceder aos tempos, e é infeliz aquele cujo proceder não se ajusta aos tempos.” (MAQUIAVEL, 2002, p. 264). Conforme afirma Francisco Welffort (2001) sobre Maquiavel, “a atividade política, tal como arquitetara, era uma prática do homem livre de freios extraterrenos, do homem sujeito da história. Esta prática exigia virtú, o domínio sobre a fortuna”. (WELFFORT, 2001, p. 21).

Contudo, a forma como a virtú seria colocada em prática em nome do bom governo deveria passar ao largo dos valores cristãos, da moral social vigente, dada a incompatibilidade entre esses valores e a política segundo Maquiavel. Para Maquiavel, “não cabe nesta imagem a ideia da virtude cristã que prega uma bondade angelical alcançada pela libertação das tentações terrenas, sempre à espera de recompensas no céu. Ao contrário, o poder, a honra e a glória, típicas tentações mundanas, são bens perseguidos e valorizados. O homem de virtú pode consegui-los e por eles luta” (WELFFORT, 2006, pg. 22). Assim, essa interpretação maquiaveliana da esfera política foi que permitiu surgir ideia de que “os fins justificam os meios”, embora não se possa atribuir literalmente essa frase a Maquiavel. Além disso, fez surgir no imaginário e no senso comum a ideia de que Maquiavel seria alguém articuloso e sem escrúpulo, dando origem à expressão “maquiavélico” para designar algo ou alguém dotado de certa maldade, frio e calculista.

Maquiavel não era imoral (embora seu livro tenha sido proibido pela Igreja), mas colocava a ação política (construída pela soma da virtú e da fortuna) em primeiro plano, como uma área de ação autônoma levando a um rompimento com a moral social. A conduta moral e a ideia de virtude como valor para bem viver na sociedade não poderiam ser limitadores da prática política. O que se deve pensar é que o objetivo maior da política seria manter a estabilidade social e do governo a todo custo, uma vez que o contexto europeu era de guerras e disputas. Nas palavras de Welffort (2001), Maquiavel é incisivo: há vícios que são virtudes, não devendo temer o príncipe que deseje se manter no poder, nem esconder seus defeitos, se isso for indispensável para salvar o Estado. “Um príncipe não deve, portanto, importar-se por ser considerado cruel se isso for necessário para manter os seus súditos unidos e com fé. Com raras exceções, um príncipe tido como cruel é mais piedoso do que os que por muita clemência deixam acontecer desordens que podem resultar em assassinatos e rapinagem, porque essas consequências prejudicam todo um povo, ao passo que as execuções que provêm desse príncipe ofendem apenas alguns indivíduos” (MAQUIAVEL, 2002, p. 208). Dessa forma, a soberania do príncipe dependeria de sua prudência e coragem para romper com a conduta social vigente, a qual seria incapaz de mudar a natureza dos defeitos humanos.

Assim, a originalidade de Maquiavel estaria em grande parte na forma como lidou com essa questão moral e política, trazendo uma outra visão ao exercício do poder outrora sacralizado por valores defendidos pela Igreja. Considerado um dos pais da Ciência Política, sua obra, já no século XVI, tratava de questões que ainda hoje se fazem importantes, a exemplo da legitimação do poder, principalmente se considerarmos as características do solo arenoso que é a vida política.

Fonte

Paulo Silvino Ribeiro
Colaborador Brasil Escola
Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas
Mestre em Sociologia pela UNESP – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
Doutorando em Sociologia pela UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas

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Semdúvida o personagem mais cruel, sinistro e misterioso do século XX, e talvez da história, Adolf Hitler continua em grande parte sendo um mistério para os estudiosos de sua vida. O porquê de todo o sofrimento que Hitler causou ainda parece não ter explicação. Muitas teorias, a maioria sem base histórica, procuraram oferecer respostas ao mundo das causas que levaram esse austríaco estranho a iniciar o maior conflito militar da história. Mesmo com alguns questionamentos ainda causando polêmica, com a ajuda de um maior conhecimento histórico das raízes austríacas de Hitler, da história política e filosófica alemã, já podemos ter uma imagem melhor definida de quem foi esse homem chamado Hitler.

A infância.

Hitler nasceu em uma família relativamente estável, com um pai que era funcionário público e com uma mãe carinhosa e dedicada à família. Algumas teorias que não foram confirmadas pelos historiadores, dizem que Hitler teria um antepassado judeu, e que esse era seu grande segredo. Mas isso não foi confirmado e pode ser descartado. O que sabemos é que Hitler apanhava do pai, e era um aluno medíocre na escola. O pai queria que o filho fosse um funcionário público como ele, e chegou até a levar Hitler para conhecer seu trabalho pessoalmente; isso, no entanto, só aumentou a repulsa do jovem Hitler pelo trabalho do pai. Desde cedo, o jovem Hitler tinha uma certeza: queria ser artista( pintor). Nos livros que li, a reação do pai a essa ideia foi mais de indiferença do que de raiva. O único apoio parece ter sido da mãe. Depois da morte do pai de maneira inesperada, parece que seu sonho ficaria mais próximo, pois o pai já não estaria ali para atrapalhá-lo. Hitler parece ter sentido a morte do pai. Mais tarde em seu livro, o descreveria com respeito.

O abandono da escola.

Após a morte do pai, Hitler até tentou continuar os estudos secundários, mas foi reprovado e, com o tempo, foi perdendo o interesse pelos estudos.Sua obsessão era pela arte. Sua mãe até tentou estimulá-lo a continuar estudando, mas depois percebeu que isso era um caso perdido. Hitler abandona a escola.

A doença da mãe e sua morte.

Hitler era muito apegado à sua mãe, e tinha um genuíno sentimento de amor por ela. Klara Hitler adoeceu com um câncer de mama. Seu filho cuidou dela com muito carinho e atenção. O médico que cuidava de sua mãe era judeu, o que mais tarde iria gerar teorias de que a origem do ódio de Hitler aos judeus era pelo fato dele ter considerado esse médico o responsável pela morte da mãe. Mas sabemos que isso é falso, pois esse médico cuidou muito bem da mãe de Hitler, sendo que ele o agradeceu pelo tratamento dispensado à sua mãe e, mais tarde, em 1938, ajudou esse médico a emigrar do país e salvou a sua vida.

A  ida para Viena.

Hitler decidiu partir para Viena para tentar a carreira de pintor. Lá conheceu seu único amigo durante esse período, August Kubizek. Vivia uma vida de solitário e gastava seu tempo indo aos museus e óperas da cidade, tornado-se um fã ardoroso de Richard Wagner. A cidade de Viena iria lhe causar repulsa, como explica muito bem Brigitte Hamann em seu livro sobre a juventude de Hitler. A cidade era multiétnica, com pessoas de diversas nacionalidades convivendo lado a lado, como alemães, Tchecos, judeus, italianos, pessoas de vários países do leste europeu e os ciganos. Nessa cidade ainda existiam diversas organizações racistas que disputavam entre si adeptos para suas estranhas ideias. O racismo científico tinha suas origens na Inglaterra, mas foi no mundo germânico que ele alcançou uma força assustadora. Uma das mais famosas revistas de racismo científico que circulavam em Viena naquela época, era a Ostara, que era escrita pelo ex-monge católico Lanz Von Liebenfels. Suas ideias eram bizarras, e refletiam um profundo antissemitismo e ódio contra a igreja de Roma. Pretendia defender as mulheres louras do assédio dos “inferiores” negros e judeus. É possível que Hitler tenha lido uma dessas revistas nesse período, mas não ficou estabelecida a influência de Von Liebenfels sobre o jovem Hitler.

O fracasso como pintor.

Hitler parecia estar ansioso no dia de seu exame na escola de Belas-Artes de Viena. O teste consistia em fazer desenhos e pinturas sobre temas já determinados. O resultado foi que as pinturas de Hitler foram consideradas insatisfatórias, e foi-lhe recomendado que tentasse arquitetura. Para conseguir ser arquiteto era necessário o diploma de nível médio, coisa que Hitler não possuía, sendo que ele jamais cogitou em voltar para a escola. Passou a viver como um vagabundo, mas ele possuía algum dinheiro da pensão de órfão que ele recebia da mãe. Tentava ocupar o seu tempo assistindo à ópera Tristão e Isolda, de Wagner e visitando museus. Um fato que chamou a atenção de Fest, era que Hitler passava o dia concebendo projetos de teatro e arquitetura, e depois alugava o ouvido de seu amigo Kubizek com o relato de projetos mirabolantes, concebidos por sua mente confusa.

Sexualidade e a possível origem de seu antissemitismo.

Durante o período de Viena, não há uma só testemunha que tenha visto Hitler com uma namorada. Não se sabe exatamente como ele teve sua primeira experiência sexual, apesar dele ter chamado a atenção de algumas mulheres mais velhas, mas que pareciam vê-lo mais como um filho do que um amante. É sabido que Hitler se assustou um dia em que estava com Kubizek na casa de uma prostituta. Quando percebeu do que se tratava aquela mulher, foi embora da casa. Nesse tempo ele ganhava algum dinheiro com aquarelas que pintava e que dava ao seu amigo  Hanisch vender. Apesar de conseguir um relativo sucesso de vendas de suas pinturas, Hitler se desentendeu com Hanisch.

Sobre a origem de seu antissemitismo, Hamann não considera que ele tenha se originado em Viena. Fest também fala pouco sobre esse assunto. Quem chegou mais próximo de identificar essa origem foi o historiador austríaco Friedrich Heer, muito citado por Lukacs, que defendia a tese que a origem do antissemitismo de Hitler foi suas raízes austríacas e populares, junto com as falhas morais do catolicismo. Certamente um certo antissemitismo católico que existia na cultura austríaca e na política desse país contriuiu para o ódio de Hitler, é só ver Karl Lueger, seu ídolo político, com seu sentimento antijudaico, ao mesmo tempo que andava ao lado de padres e procissões com frequência.

Nesse artigo vou pular a ida inicial para Munique e a participação de Hitler na primeira guerra, pois considero essas passagens secundárias.

A influência de Richard Wagner e Schopenhauer.

Schopenhauer.

Hitler possuía dois ídolos filosóficos: Schopenhauer e Wagner. Durante as batalhas da primeira guerra, Hitler carregava com ele um exemplar da principal obra do filósofo alemão O mundo como Vontade e Representação. Eu, na primeira vez que li Fest, não concordei com o destaque que ele dava para a influência de Schopenhauer sobre o pensamento de Hitler; porém, nessa época, eu conhecia muito pouco do pensamento desse filósofo. Schopenhauer foi um filósofo que inovou no pensamento do ocidente por ter tentado infiltrar o pensamento gnóstico hindu na filosofia idealista alemã.

Schopenhauer tinha uma uma profunda aversão ao judaísmo, que ele via como uma religião otimista, mas até aí nenhum problema. A grande questão é que ele tentou substituir a base moral judaica e cristã do ocidente pelo ascetismo indiano. Ele certamente não era um nacionalista, mas tentou de todas as maneiras reabilitar o pensamento gnóstico cristão dos primeiros séculos, assim como valorizou Mestre Eckhart e Jacob Boehme, da mesma forma que o budismo. Schopenhauer considerava os judeus como os mestres da mentira. Outra característica de Schopenhauer que parece ter sido a que mais influenciou Hitler, era sua extrema valorização da arte, que ele via como o caminho para o ser humano libertar-se por alguns instantes do sofrimento da vida, e o fato de que Schopenhauer era extremamente apolítico. Ele mesmo dizia que seu ideal de política era a República de Platão. Não surpreende que Schopenhauer, assim como Platão e Hitler  ,fosse um eugenista.

Richard Wagner.

Nessa parte de denunciar Wagner como um dos mentores de Hitler, Joachim Fest é imbatível. É fato muito conhecido que Wagner era um profundo antissemita. Era também um paganista e megalomaníaco. Wagner colocava em suas músicas toda sua ideologia germânica, e, como diz Fest ,“o barbarismo libertador, o misticismo da depuração do sangue em Parsifal e um dualismo brutal.” A maldição do ouro, a raça inferior destinada a um trabalho subterrâneo de mineiros, e toda uma ideologia de traição, de sexualidade, o paganismo e a consciência elitista faziam parte do teatro de Wagner( Fest). A origem da mania de Hitler e dos nazistas de teatralizarem tudo na sociedade vem de Wagner.

Religião.

Hitler nasceu em uma família católica, mas perdeu a fé na igreja cedo, apesar de na sua vida adulta sua relação com a religião cristã fosse ambígua. Admirava de certa forma Lutero, mais por seu nacionalismo do que por motivos teológicos. Himmler e outros nazistas como Rosenberg eram adeptos do paganismo, mas Hitler nunca aderiu a essas ideias. Também rejeitava a volta à mitologia germânica. Hitler sempre foi um Deísta, que acreditava de maneira blasfema  estar fazendo a vontade de Deus.

Filosofia.

Além de Schopenhauer, que influenciou Hitler em sua visão da arte como forma de salvação, Hitler teria sido influenciado por Nietzsche, e sua afirmação da vontade de viver. Sua cineasta favorita,  Leni Riefenstahl, fez um filme famoso e muito bom tecnicamente, apesar da mensagem péssima, chamado de O Triunfo da Vontade, de clara inspiração na filosofia de Nietzsche. Apesar disso, Hitler não era movido em seu ódio e vontade de guerra, nem por Schopenhauer nem por Nietzsche, mas por filósofos obscuros, racistas e gnósticos como Max Riedel, Carl Schleich e Ernst Schertel. Como nos lembra Hugh Trevor-Roper em uma descrição impressionante, ele fala sobre Hitler:” faz lembrar uma antiga estátua bárbara erguida em meio a detritos de todos os dejetos intelectuais dos séculos passados”. Hitler tinha uma memória muito boa, que funcionava como uma esponja, absorvendo tudo o que a filosofia e a pseudo-filosofia criaram desde o século XIX.

Definindo a personalidade de Hitler até sua volta à Alemanha depois da guerra.

Vimos que Hitler nessa época era profundamente apolítico, certamente uma influência de Schopenhauer e de Wagner, duas das personalidades que dominavam o pensamento político e artístico na Alemanha do fim do século XIX e início do século XX. Como relata em seu livro, Fest demonstra que a atmosfera política da Alemanha dessa época era profundamente apolítica e dominada por um pensamento mitológico e pagão, em que divindades antigas pareciam ressuscitar. Racismo, intolerância e antissemitismo dominavam o pensamento austríaco, e o poder de influência da igreja católica parecia muito fraco, mas estava adaptado às circunstâncias, pois desde que ainda tivesse algum poder junto às autoridades, tudo parecia correr muito bem. Portanto ,Hitler estava longe da política nessa época, gostava excessivamente de teatro e da música de Wagner, era adepto de Schopenhauer e de alguns ridículos pequenos filósofos alemães da época ,e era assexual. Alguns dos traços mais marcantes sobre a personalidade de Hitler existiam já nessa época, como seu diletantismo e revolta contra um mundo que ele julgava hostil, assim como seu caráter fracassado. Na próxima parte do meu artigo, demonstrarei que ele só se tornou um radical quando conheceu Dietrich Eckart na Alemanha.

Felipe Pimenta

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Entre as atrações: Luan Santana, Israel Novaes e banda torpedo.

Luan Santana, Israel Novaes e a banda torpedo, estão entre as principais atrações da 102ª edição da tradicional Festa de Reis do Município de São Joaquim do Monte, no agreste de Pernambuco. O evento é realizado durante três dias e conta com programação religiosa e shows com artistas nacionais e regionais.

Os shows que reúne uma gama de artistas acontecerão na Praça de Eventos, no centro da cidade, entre os dias 12 e 14 desse mês. Abrindo os festejos, logo na sexta-feira (12) tem show com a banda Torpedo e forró Vumbora, no sábado (13) é a vez de Israel Novaes e a banda Calango Aceso. Quem encerra a edição no domingo (14) é a cantora Vanessa Rios, em seguida acontece show do cantor Luan Santana que fará um repertório garimpado de sucessos e promete recorde de público.

“Estamos preparando um belo evento para moradores e visitantes, já que tradicionalmente nosso município nessa época recebe um número expressivo de visitantes e isso gera economia para nossa cidade” disse o prefeito de São Joaquim do Monte, Joãozinho Tenório.

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Os shows acontecerão sempre a partir das 20h. Na praça de eventos, está sendo montado uma estrutura especial para receber o público e os artistas. O espaço também disponibilizará de estacionamento. A polícia militar fará a segurança do evento, além de seguranças particulares.

 

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Com informações: Ascom Prefeitura Municipal de São Joaquim do Monte.

Durante visita ao equipamento, nesta segunda-feira, governador também

autorizou o início da construção de sua Unidade II do CIR

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INAUGURADA PRIMEIRA UNIDADE DE ITAQUITINGA

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Foi inaugurado hoje (8), primeiro pavilhão do Centro Integrado de Ressocialização (CIR), localizado no município de Itaquitinga, importante obra para o sistema de segurança pública do Estado e exigiu recursos do Governo de Pernambuco na ordem de quase R$ 10 milhões. A polêmica obra, pois foi iniciada ainda na gestão de Eduardo Campos e que havia sido concebida como uma Parceria Público-Privada (PPP). Na mesma ocasião, o governador Paulo Câmara (PSB) assinou a Ordem de Serviço para início das obras da Unidade II, onde serão investidos mais R$ 10 milhões.

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Paulo Câmara ressaltou a importância da obra. “Hoje, a gente entrega o primeiro pavilhão aqui de Itaquitinga, uma obra que custou quase 10 milhões, e estamos iniciando o segundo pavilhão. O que mostra que a gente não iria deixar um equipamento como esse, que foi conduzido pelo parceiro privado de maneira irresponsável, virasse um elefante branco. A gente já está dando serventia a ele e vamos superar, até o final de 2018, marcas que são fundamentais para o nosso Governo”.

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Durante a visita ao CIR de Itaquitinga, Paulo Câmara frisou que a unidade atende requisitos importantes para a recuperação social. “Um equipamento como esse  mostra que é possível ser preso, mas, ao mesmo tempo, ter condições de estudar, trabalhar, de se desenvolver e de cumprir sua pena com dignidade. É isso que a gente quer fazer em todo Estado de Pernambuco”.

A unidade será ocupada gradativamente, após a composição de equipagem e pessoal. No entanto, por medida de segurança, não serão divulgados o dia das transferências e nem as procedências dos presos. A expectativa é que, nos próximos 40 dias, o processo de ocupação seja iniciado. A unidade – construída inicialmente para o regime semiaberto com a sigla URSA (Unidade do Regime Semiaberto) – foi adaptada para abrigar cerca de 1.000 presos do regime fechado. As adequações incluíram, também, bloqueios de acesso para contenção dos detentos.

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A construção da Unidade I do CIR tem o objetivo de desafogar as unidades prisionais da Região Metropolitana. Em uma área de 10 hectares, foram construídos 1.000 metros quadrados de estrutura, seguindo um novo conceito de arquitetura prisional, onde as paredes internas da administração são de gesso e toda a área externa e demais áreas são de concreto.

O complexo abriga celas de tamanhos variados; administração e recepção de visitantes; pavilhão destinado aos concessionados (presos que exercem atividades laborais); 12 salas de aula; área jurídica e de saúde; refeitório; 3 pavilhões de vivências coletivas; instalações para a Polícia Militar (vestiários, WCs); 8 guaritas, além de muros com alambrados.

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O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, destacou que, após a conclusão dos dois módulos do complexo, não existirá nenhuma unidade prisional com a estrutura do CIR de Itaquitinga. ” O Governo de Pernambuco não se afasta nem um minuto da responsabilidade de combater a criminalidade. Estamos enfrentando ela lá fora, nas ruas, com os nossos policiais militares, civis e nosso pessoal de inteligência, fazendo um grande trabalho. Aqui dentro, renovando esse presídio, não existirá nenhuma unidade prisional mais moderna e bem equipada que essa”.

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O segundo módulo do Centro Integrado contará com a mesma estrutura da unidade já construída. A previsão da conclusão da obra é oito meses.

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PROCESSO – O Governo de Pernambuco tomou todas as providências legais para colocar em funcionamento o Centro CIR de Itaquitinga. A primeira delas, ainda em 30 de janeiro de 2015, foi a edição de decreto para intervenção no CIR que teve o objetivo de ocupar provisoriamente imóvel vinculado; preservar a segurança da obra; guardar e proteger a edificação e as instalações existentes; minimizar os prejuízos decorrentes da paralisação das obras; realizar os levantamentos, avaliações e perícias para a apuração dos prejuízos e adequação dos projetos de engenharia para a contratação das obras necessárias à conclusão da construção, além de determinar a abertura de processo administrativo para apuração das faltas contratuais da Concessionária e para eventual decretação da caducidade da concessão.

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A partir das conclusões obtidas durante a intervenção, o Governo decretou, em 16 de março de 2016, a caducidade (rescisão por culpa da contratada) do Contrato de Parceria Público-Privada (PPP) com o Consórcio SPE/Reintegra Brasil e tomou posse do empreendimento com as obras no estágio em que se encontravam (cerca de 65% concluídas).  De acordo com o consórcio SPE/Reintegra Brasil, o custo para implantação do complexo prisional seria de R$ 243 milhões. Depois que o investidor privado foi afastado, o Governo do Estado de Pernambuco decidiu investir R$ 10,1 milhões para concluir o primeiro módulo, feita após proceder a adequações do projeto e realizar licitação. No decorrer dos processos licitatórios a unidade I foi finalizada pelo montante R$ 9.649.201,63.

Fotos: Hélia Scheppa/SEI

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A programação de férias do Shopping Costa Dourada está imperdível, com muita diversão para a criançada e também para os pais. Da próxima segunda-feira (08) até o dia 18 de fevereiro, os pequeninos curtirão a nave espacial que pousou no Costinha com o brinquedo “Mundo da Lua”, um espaço interativo com tobogãs, piscina de bolas, torres de escaladas, elevadores suspensos e muito mais. Tudo dentro da temática do espaço sideral, por apenas R$ 10.

Além disso, o Costa Dourada também vai ter uma área Kids com shows de bandas infantis e mágico nos finais de semana. Já os adultos poderão curtir o Som na Praça especial de verão com apresentações de cantores da região todos os sábados do mês.

Uma outra grande novidade é que o Shopping Costa Dourada promove a sua primeira liquidação do ano. Até domingo (07) os clientes vão conferir o Liquida Verão Costa Dourada em todas as lojas do Shopping, com grandes ofertas que chegam a 70% de desconto. A expectativa é um aumento de 8% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado; além disso, é esperado um público 7% maior do que o de 2017.

O Shopping Costa Dourada foi inaugurado em 26 de novembro de 2009, o primeiro open mall de Pernambuco. Tendo como base um minucioso planejamento todo consolidado em pesquisas, o Shopping posiciona-se como um empreendimento à frente do seu tempo, mas já colhendo hoje os resultados. São 4 lojas âncoras e 3 megalojas, 100 lojas e 16 quiosques.

Para saber mais sobre as atividades do Shopping Costa Dourada acesse facebook.com/ShoppingCostaDourada. Para tirar dúvidas sobre a programação de filmes nos cinemas, promoções e eventos, acesse também www.shoppingcostadourada.com.br.

Calendário de atrações infantis:

 

13/01 – A BARCA MALUKA (17h)

14/01 – TIO DODINHO (16h)

19/01 – MÁGICO RODRIGO LIMA (16h)

20/01 – A BARCA MALUKA (17h)

21/01 – MÁGICO RODRIGO LIMA (16h)

27/01 – A BARCA MALUKA (17h)

28/01 – TIO DODINHO (16h)
Calendário do Som na Praça:

06/01 – CAMILE DAYSE

13/01 – WASHINGTON JHON

20/01 – BRUNO OLIVEIRA

27/01 – NETO, LÉO E LUCAS

As apresentações do Som na Praça serão sempre às 19h30. O evento é gratuito.

O presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE), afirmou que foi “firmado um acordo com o presidenciável Jair Bolsonaro” e que ele será candidato do partido à Presidência da República.

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O encontro confirmou a disposição de Bivar em “ceder” a legenda para Bolsonaro. “Existem mais semelhanças do que diferenças entre Bolsonaro e o nosso pensamento liberal. É um orgulho tê-lo ao nosso lado”, disse Bivar ao Estado.

Em uma carta divulgada à imprensa confirmando a filiação de Bolsonaro ao PSL, assinada tanto pelo deputado federal quanto pelo presidente do partido, as semelhanças entre os ideais são também reforçados. Eles falam em “total comunhão de pensamentos” entre o partido e o presidenciável:

“Tanto para o presidente Luciano Bivar, quanto para o Deputado Jair Messias Bolsonaro, são prioridades para o futuro do País, o pensamento econômico liberal, sem qualquer viés ideológico, assim como o soberano direito a propriedade privada e a valorização das forças armadas e de segurança”, escrevem. “Ambos comungam também da necessidade de preservar as instituições, proteger o Estado de Direito em sua plenitude e defender os valores e princípios éticos e morais da família brasileira”, completam.

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O Estadão

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O Hospital Geral do Sertão Governador Eduardo Campos, localizado em Serra Talhada, com investimentos na ordem de R$ 60 milhões, deverá iniciar as atividades até o final do ano, quando passará a beneficiar cerca de 230 mil habitantes de dez municípios da regão: Betânia, Calumbi, Carnaubeira da Penha, Flores, Floresta, Itacuruba, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte e Triunfo. A unidade vai ampliar o acesso à saúde pública e melhorar a qualidade dos serviços prestados aos sertanejos.

O governador Paulo Câmara (PSB) assinou a Ordem de Serviço para o início das obras. Acompanhado da primeira-dama Ana Luiza, Paulo destacou que não faltará empenho para que o equipamento seja concluído o mais rápido possível. A unidade terá capacidade para realizar, em média, 500 internamentos por mês, serão disponibilizados atendimento ambulatorial nas especialidades de traumato-ortopedia, clínicas geral, cardiológica e neurológica.

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Câmara garantiu que não faltarão recursos para os serviços. “A gente começa 2018 muito otimista em relação ao futuro e ciente dos desafios que temos que enfrentar, não podendo descansar sobre a questão da saúde. Não podíamos deixar de realizar esse investimento, que vai preencher uma lacuna importante. Uma estrutura que vai dialogar com toda a região. Vamos fazer esse esforço porque sabemos que é fundamental para melhorar a saúde dos pernambucanos. A previsão para conclusão do hospital era de 24 meses, mas vamos acelerar a obra para tentar entregar o Hospital Geral do Sertão já no final do ano, para que a gente tenha condição de começar os atendimentos no início de 2019”.

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SERVIÇOS – Para a obra de terraplanagem – primeira etapa das intervenções -, serão investidos cerca de R$ 2,6 milhões, e os serviços serão realizados em um terreno de 30 mil metros quadrados (m²), localizado às margens do km 418 da BR-232, com prazo de conclusão de 90 dias. Após a conclusão da terraplenagem, será iniciada a fase de locação e escavação dos elementos de fundação, drenagem de águas pluviais e serviços preliminares de construção, para que, posteriormente, seja iniciada a edificação da unidade hospitalar, que terá, aproximadamente, 10 mil m² de área construída. A previsão é de que as obras totais do hospital sejam concluídas em dezembro de 2019.

A estrutura física do Hospital Governador Eduardo Campos contará com cinco salas de cirurgia, 140 leitos de internamento e 20 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). O Hospital irá oferecer atendimento ambulatorial nas especialidades de traumato-ortopedia, clínicas geral, cardiológica e neurológica, além de cirurgia geral e vai complementar a rede de saúde da III Macrorregião, que possui 35 municípios e atende uma população de 842.153 habitantes. A III Macrorregião é composta pelas VI, X e XI Regionais de Saúde do Estado de Pernambuco.

O secretário de Saúde, Iran Costa, destacou a grandiosidade da obra, enfatizando que a interiorização de equipamentos de saúde como o HGS não beneficiará apenas a população do Sertão do Pajeú, mas de todo o Estado. “Quero dizer que o governador Paulo Câmara está andando na contramão da crise. Essa é uma obra fundamental para expansão do serviço público de saúde e resolve uma dificuldade assistencial que é um trauma para a região. O Hospital Geral do Sertão será um dos maiores hospitais do interior. É uma obra grandiosa para uma região grandiosa”, ressaltou.

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O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), agradeceu ao governador Paulo Câmara e enfatizou que a obra terá um significado histórico para todo o Sertão. “Marca um tempo diferente, em que demonstra que o senhor tem coragem e ousadia. O Hospital vai mudar o atendimento de urgência e emergência do Sertão pernambucano. O governador está escrevendo uma página na história de Pernambuco com a construção dessa unidade de saúde”.

Participaram da solenidade, os secretários Kaio Maniçoba, de Habitação, Sebastião Oliveira, de Transportes, e João Campos, chefe de Gabinete, a deputada federal Creuza Pereira os deputados estaduais Rogério Leão, Lucas Ramos e Aluísio Lessa e o diretor de operação e obras do Departamento de Estradas e Rodagens de Pernambuco (DER-PE), Silvano Carvalho.

Também estiveram presentes ao ato, os prefeitos Tácio Pontes, de Parnamirim), José Patriota, de Afogados da Ingazeira, Sandra da Farmácia, de Calumbi, Anchieta Patriota,  de Carnaíba, Sebastião Nunes, de Quixaba, Belarmino Vasquez, de Tracunhaém, Geovane Martins, de Santa Terezinha, Evandro Valadares de São José do Egito, João Batista de Triunfo, e João Angelim de Moreilândia.
Fotos: Aluísio Moreira/SEI

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Escrito por Cleodon Coelho, José Pimentel – Para além das paixões será lançado às 18h

do dia 10 de janeiro, no Teatro de Santa Isabel, dentro do Janeiro de Grandes Espetáculos

“Dono de uma espontaneidade interpretativa incomum, talvez tenha sido isso que tenha feito com que ele merecesse elogios de personalidades de áreas tão distintas, como as atrizes Henriette Morineau e Fernanda Montenegro, os escritores Rachel de Queiroz e Osman Lins, o diretor de cinema Franco Zeffirelli, o frade Frei Damião e até os ex-presidentes Ernesto Geisel e João Figueiredo”.

É assim que o autor do prefácio do livroJosé Pimentel – Para além das paixões, o professor de jornalismo e publicidade e mestre em letras Carlos André Carvalho se refere ao ator pernambucano cuja imagem está profundamente associada aos espetáculos da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém e do Recife. Carlos André, no entanto, faz questão de ressaltar, de imediato, que Pimentel “é muito mais que um homem de teatro” – no qual ele não é só ator, mas também diretor, iluminador, figurinista e sonoplasta – “é um homem das artes”.

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É esse profundo e múltiplo vínculo de José Pimentel com o universo artístico e cultural que o jornalista, escritor e roteirista Cleodon Coelho, autor do livro, procurou enriquecer com detalhes inéditos, focalizando também, entre outros talentos do artista, os de escritor, poeta, jornalista, cineasta, teleator, professor de teatro da UFPE e apresentador de programa televisivo, como o Sinal Fechado, considerado um desafio à censura do regime militar.

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Para isso, Cleodon passou um bom tempo mergulhado em documentos, arquivos de jornais locais e nacionais, programas de peças teatrais, fotografias e dedicatórias, além de conversas com parentes e amigos de Pimentel e horas de entrevistas com o próprio biografado, que, em razão de sua profícua atuação em vários campos, foi homenageado, em 2008, pela escola de samba São Carlos, do Recife, com o enredo José Pimentel, patrimônio vivo da cultura pernambucana.

Com 186 páginas em papel couchê e 144 imagens (principalmente fotos), José Pimentel – Para além das paixões é o 10º volume da Coleção Memória, série com que a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) homenageia personalidades pernambucanas que têm colaborado para o engrandecimento cultural, histórico, político e econômico do Estado.

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O autor do livro
Pernambucano nascido em Olinda, Cleodon Coelho é jornalista formado pela UFPE, onde foi aluno de José Pimentel. Depois de trabalhar no Jornal do Commercio, Diário de Pernambuco eFolha de Pernambuco, foi para o Rio de Janeiro, onde está há mais de 15 anos e atuou nas revistas Contigo e Capricho.

Também durante cerca de década e meia, foi roteirista de TV Globo, escrevendo para programas como Domingão do Faustão, Encontro com Fátima Bernardes, Som Brasil, TV Globinho e Vídeo Show. Ao lado da\ também roteirista Paula Zanettini, criou o programa Estação Globo Festa, apresentado por Ivete Sangalo.

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José Pimentel – Para além das paixões, é o seu terceiro livro. Antes, publicou Nossa senhora das oito, sobre a novelista Janete Clair, e Lilian Lemmertz – Sem rede de proteção, grande sucesso de crítica e venda.

Serviço:

O que: lançamento do livro José Pimentel – Para além das paixões, de Cleodon Coelho

Quando: 10 de janeiro de 2018

Horário: 18h

Local: Teatro de Santa Isabel (Janeiro de Grandes Espetáculos)

Fone: 3355.3323

Contatos:

Cleodon Coelho: (21) 9.9855.0707/leodon.coelho@tvglobo.com.br /cleodoncoelho@hotmail.com

Carlos André Carvalho( autor doprefácio): 9.8600.3699 / 9.9645.9017 /carzandre@hotmail.com

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