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Geraldo Alckmin já admite perder o comando de São Paulo depois de 24 anos de PSDB no poder, registra o Estadão.

Para ele, “não é obrigatório” que o candidato à sua sucessão seja do seu partido.

Com receio de que uma disputa entre aliados prejudique a campanha presidencial, alckmistas articulam a construção de um palanque único no estado.

Com isso, os tucanos abririam mão da cabeça de chapa pela primeira vez na história da sigla para apoiar a reeleição do vice Márcio França (PSB).

A tese é que o “projeto nacional é prioridade”.

O prefeito João Doria, potencial candidato ao governo de São Paulo, havia dito à Jovem Pan, no entanto, que o PSDB não deveria abrir mão de uma candidatura própria no estado.

Vai aceitar numa boa?

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