No evento realizado pela oposição, nesta segunda (11), o senador mudou o tom sobre sua participação no bloco oposicionista

Senador Fernando Bezerra CoelhoFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco
Senador Fernando Bezerra CoelhoFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco
Por: Daniel Leite em 11/12/17 às 21H03, atualizado em 11/12/17 às 22H31 /Blog da folha

Após declarar, em seus últimos discursos, que seria candidato a governador e que iria ganhar a eleição do ano que vem, o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) mudou o tom, durante o evento do bloco oposicionista, realizado nesta segunda (11). Diante de lideranças como o ministro Mendonça Filho (DEM), o senador Armando Monteiro (PTB) e o deputado federal Bruno Araújo (PSDB), o peemedebista disse que pode jogar “em qualquer posição”, na eleição do ano que vem.

“Todos aqui sabem que me preparei para este momento. Mas se sou um homem de projeto e vou construir e ajudar a construir esse projeto que Pernambuco clama. Os projetos pessoais são muito menores do que o projeto coletivo. A história de Pernambuco exige um novo tempo”, colocou o senador, antes de ser aplaudido pela plateia presente no Arcádia do Paço Alfândega, no Centro do Recife.

Segundo Bezerra Coelho, o próximo evento organizado pelo grupo oposicionista será em Petrolina. “Hoje aqui é a largada. Mas vamos continuar o movimento de uma grande frente política para ir a todo o estado. Em janeiro o encontro é do outro lado. Lá na ponta do estado, na minha querida Petrolina. E de lá a gente vai subir o estado todo”, apontou.

Ao se referir ao governo Paulo Câmara, FBC ressaltou que “chegou a hora de virar a página”. “Chegou a hora de encerrar um ciclo político. Um projeto que está aí e já deu o que tinha que dar. Pernambuco agora quer mudar e vai mudar”, bradou o peemedebista.

“Sinto aqui no meu coração o sentimento que nos trouxe até aqui. O sentimento que está cada vez mais batendo forte no coração do homem e da mulher pernambucana. É o sentimento da mudança, que brota da alma de todos os pernambucanos. E a mudança surge porque o pernambucano se decepciona e se frustra com aquilo que ele acreditava, que ia ser a sequência de um projeto de desenvolvimento que colocou Pernambuco na liderança do Nordeste”, pontuou.

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