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Equipes da CIPOMA (POLÍCIA MILITAR), DEPOMA (POLÍCIA CIVIL) E CPRH destruíram uma “rinha de galo” que funcionava na Ilha de Itamaracá, Região Metropolitana do Recife. No local, foram encontrados trinta e seis galos e o proprietário do estabelecimento clandestino recebeu um auto de infração com multa de R$ 7.200,00. O dono do imóvel ficará como fiel depositário dos animais, até que seja definido o local para onde serão encaminhados.

O local foi descoberto quando os fiscais avistaram uma gaiola num imóvel próximo a uma área de mangue, durante fiscalização ambiental. Os integrantes da equipe fiscalizadora não imaginavam que a ida ao local, para checar se havia pássaros em cativeiro, fosse resultar em outra descoberta: a de uma “rinha” para briga de galos com nada menos que três arenas. Todas foram destruídas de imediato.

Os animais, vítimas de maus-tratos, eram preparados para brigas nas arenas, provavelmente com o final apenas quando um dos participantes do confronto matasse o outro. O dono chegou a alegar que usava a “rinha” apenas para treinamento, mas terminou sendo conduzido à Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma), no Recife, onde prestou depoimento após a autuação.

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Com o apoio de policiais da Cipoma (Polícia Militar) e da Depoma (Polícia Civil), a ação foi mais uma investida do Grupo de Trabalho (GT) de fiscalização de fauna e flora, da Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH). Divididos em três equipes, os agentes ambientais foram apurar denúncias feitas à CPRH, de desmatamento, criação de animais silvestres em cativeiro e de que algumas padarias da região usavam madeira (lenha ) de origem ilegal.

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A ação compreendeu os municípios de Itamaracá e Itapissuma e não constatou desmatamentos ilegais. Em relação às padarias, nove foram fiscalizadas e não se constatou uso de madeira ilegal, mas oito delas encontram-se sem o licenciamento e terão que regularizar a situação para continuar funcionando.

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Foram apreendidos  16 pássaros mantidos em cativeiro, entre canários, sibitos, galos de campina, guriatãs e chorões, que foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara), da CPRH, onde serão avaliados e passarão por reabilitação, antes de serem devolvidos à natureza.

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