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Fundada no século XIX por decreto, a Banda de Música da Polícia Militar de Pernambuco chega aos 144 anos de trajetória com avanços na missão de fomentar a arte e a inclusão social. Com o objetivo de dar mais condições à banda, o governador Paulo Câmara (PSB), através da Lei Estadual Nº 16.014/2017, a transformou em Companhia Independente de Música da PM (CIMPM). Com a nova denominação, está prevista a criação de uma fração de músicos em Petrolina, no Sertão, além da reorganização das frações já existentes no Recife e em Caruaru.

A Banda da PMPE foi instituída oficialmente em 5 de novembro de 1873, primeiramente para atender às solenidades da corporação. Sua criação, por meio de um Decreto da Província de Pernambuco, deve-se ao Capitão José Lourenço da Silva, o Capitão Zuzinha, seu primeiro regente.

Com o passar do tempo, a Banda imbuiu-se da missão de usar a música na formação de cidadãos, atuando como instrumento de pacificação e aproximação entre a Polícia Militar e a comunidade. Além de educação musical, a CIMPM desenvolve projetos de educação cívica, estimulando a valorização do trabalho, da disciplina, da organização, da tolerância e da cultura de paz.

A fim de que a CIMPM se estruture para alcançar mais municípios com seus projetos educativos e sociais, foi efetuado um reordenamento dos cargos. Um exemplo é a criação, a partir da Lei Estadual Nº 16.014/2017, do cargo de Major Músico, para o qual se promoveu o Major Dilion Balduino da Silva.

Quase um século e meio depois de sua criação, a CIMPM percorre Pernambuco realizando um trabalho de policiamento sociopreventivo. Considerada um laboratório de criação do frevo e um celeiro de artistas, a Companhia já percorreu diversos Estados brasileiros e chegou a se apresentar em alguns Países

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