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Vários dirigentes bancários ligados União Geral dos Trabalhadores (UGT) criticaram as reformas trabalhista e previdenciária que estão sendo encaminhadas pelo presidente da República, Michel Temer (PMDB). São unânimes em afirmar que as medidas vão prejudicar seriamente os trabalhadores, cortando todos os direitos obtidos desde o governo do presidente Getúlio Vargas.

O presidente da UGT, Gustavo Walfrido, disse que as medidas tomadas estão prejudicando seriamente, a categoria trabalhadora como um todo inclusive, têm o objetivo de enfraquecer o movimento sindical, diminuindo o poder de contestação dos representantes das categorias.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Crédito – Brasil (CONTEC), João Bandeira, também fez sérias críticas aos deputados e senadores que estão aprovando no Congresso Nacional, as medidas encaminhadas pela Presidência da República, sob orientação do ministro Henrique Meirelles.

Outro sindicalista bancário que criticou duramente, o presidente Temer, foi o recém empossado presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e de Crédito dos Municípios de Jaboatão dos Guararapes, Cabo de Santo Agostinho, Escada, Ipojuca e Moreno, João Carlos Melo. Segundo ele, todas as medidas tomadas por Temer têm o objetivo de prejudicar os trabalhadores e beneficiar os grandes empresários do sudeste. “Os banqueiros estão sendo beneficiados, recebendo isenção de pagamento de impostos e dispensa das dívidas bilionárias, enquanto os bancários e os demais trabalhadores estão recebendo aumento da carga de impostos”.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Petrolina e Região, Augusto Ribeiro, também foi enfático ao denunciar as medidas do presidente da República e ressaltou que vai convocar a categoria dos bancários e demais trabalhadores da região do Sertão do São Francisco para boicotar nas próximas eleições, os deputados e senadores que votarem favoráveis às medidas. “Vamos fazer uma campanha e eles não receberão nossos votos”, garantiu, recebendo a aprovação de Francisco de Assis Lemos, presidente do Sindicato dos Bancários de Caruaru.

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