Por Márcio Maia

download (3)Quatro nadadores norte-americanos – Ryan Lochte, Gunnar Bentz, Jack Conger e James Feigen – se envolveram em uma confusão iniciada com uma versão mentirosa de assalto e causaram um enorme prejuízo ao turismo brasileiro, uma vez que os principais jornais e emissoras de tv e radio de todo o Mundo noticiaram o fato. Na maioria das notícias, o sistema de segurança brasileiro foi severamente criticado e em algumas delas nosso País foi apontado como um local onde a violência é rotineira e que é muito perigoso para qualquer turista.
Tudo começou quando um deles, Ryan Lochte, deu uma entrevista à televisão americana, dizendo que havia sido assaltado por homens que estavam forjando uma blitz policial. Segundo a versão, ele e os três colegas estavam vindo de uma festa quando foram abordados e tiveram objetos e dinheiro roubados. As investigações começaram e dias depois, a Polícia do Rio descobriu que tudo era mentira. Quando a mentira começou a ser descoberta, a Justiça proibiu o retorno de três deles, pois Ryan Lochte já havia retornado aos Estados Unidos.
Quando perceberam que tudo havia sido descoberto, Bentz, Conger e Feigen confessaram que tudo era mentira e que a versão fantasiosa havia sido criada pelo colega. Na realidade, os quatro estavam bêbados e terminaram se envolvendo em uma confusão com seguranças de um posto de combustível, onde haviam quebrado equipamentos de um banheiro.
O Blog Revista TOTAL tomou conhecimento que diversas entidades da área do turismo estão se preparando para entrar com uma queixa de perdas e danos na Justiça dos Estados Unidos, pois em seu país, o nadador mentiroso deu outras entrevistas e a falsa notícia foi publicada nos EUA.
Nosso Blog dá total apoio à reação dos empresários do turismo brasileiro, pois entendemos que a ação idiota e preconceituosa do nadador norte-americano trouxe enorme prejuízo para o setor. Não aceitamos a hipótese de que o Comitê Olímpico dos EUA já soltou uma nota oficial onde pede desculpas e critica o seu atleta.
Daqui, desse espaço, fazemos uma pergunta: Se a ação tivesse sido praticada por um brasileiro nos Estados Unidos, o que aconteceria?

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