Por Márcio Maia

 

download (43)A grande rejeição ao nome do prefeito Renildo Calheiros (PCdoB) fez com que muitos candidatos se interessassem em disputar a Prefeitura de Olinda, na Região Metropolitana. Na eleição passada (2012), Renildo teve 102 mil votos, no entanto foram registrados nada menos de 105 mil votos brancos e nulos, o que já demonstrava uma enorme rejeição.

Mesmo assim, a deputada federal Luciana Santos, que já administrou o município por duas vezes, é considerada como uma forte postulante ao cargo.

Segundo a primeira avaliação realizada pela Revista TOTAL, o irmão do ex-governador Eduardo Campos (PSB), Antônio Campos, deverá vencer a eleição no segundo turno. Segundo o levantamento feito pela publicação, ele conta com o apoio de várias lideranças políticas e empresariais e por grande parte dos líderes comunitários, que apontam para a intenção de uma mudança.

Por conta de haver candidatos integrantes de sua base parlamentar, o governador Paulo Câmara (PSB) vai se manter afastado da disputa, embora Antônio Campos seja de seu partido e irmão de Eduardo Campos. Ele já decidiu que ficará de fora das campanhas com as características das de Olinda.

Além de Campos e Luciana, são candidatos a prefeito os deputados Ricardo Costa (PMDB), que tem o apoio do deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB), e Tereza Leitão (PT), apoiada pelo senador Humberto Costa e João Paulo.

Também são candidatos Izabel Urquiza (PSDB), filha da ex-prefeita Izabel Urquiza, e o médico e empresário Gustavo Rosas (PV), integrante do grupo internacional de defesa do meio ambiente Greenpeace.

VEREADORES – Da mesma forma que o Poder Executivo, há uma grande tendência entre o eleitorado de modificar a formação dos componentes da Câmara Municipal de Olinda. Há avaliações indicando que, dos 17 vereadores, apenas oito deverão retornar ao trabalho em 2017, na Casa Bernardo Vieira de Melo.

Cerca de duzentos candidatos deverão disputar o pleito proporcional, alguns partidos de forma isolada e outros formando coligações. Não existe ainda previsão sobre o coeficiente eleitoral, uma vez que o número de abstenções e votos brancos e nulos deverá ser muito acentuado, tal como aconteceu no pleito passado, em 2012.

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