morre-eduardo-camposRepercutiu intensamente, o comentário que fizemos e que o Blog Revista TOTAL publicou no último dia 22, sobre as acusações que estão sendo feitas ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em um trágico acidente aéreo na cidade de Santos, em São Paulo, em plena campanha para a Presidência da República. Naquela ocasião, Eduardo vinha sendo considerado pelos analistas políticos mais isentos como um nome fortíssimo para alcançar a vitória, pois os então candidatos Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) tinham imensa rejeição, como apontavam as diversas pesquistas de opinião pública realizadas pelos institutos especializados.
Recebemos inúmeras ligações telefônicas e mensagens eletrônicas, além de termos mantido conversas com muita gente ligada ao mundo político e empresarial. Algumas pessoas nos criticaram por defendermos o socialista, alegando que os que estão envolvidos nas investigações policiais estavam fornecendo recursos de forma ilegal para a campanha de Eduardo. Outros, felizmente para nós, a maioria, nos elogiaram pela coragem de tomar um posicionamento e torná-lo público. Agradecemos aos que nos elogiaram e respondo a todos, que essa é uma de nossas principais características: Nos posicionarmos sempre e nunca ficarmos em cima do muro, esperando as definições para declararmos opiniões.
Em todos os momentos, apoiamos a gestão do então governador Eduardo Campos por entendermos que ela foi muito profícua para o Estado de Pernambuco, beneficiando de forma clara os setores mais carentes da população e especialmente, os moradores das cidades do Interior, com o incentivo de implantação de dezenas de industrias na Zona da Mata, Agreste e Sertão. Quem transita pela Rodovia Luiz Gonzaga (BR-232), percebe facilmente o que estamos afirmando. São dezenas de estabelecimentos industriais e comerciais e conjuntos residenciais, além de inúmeras escolas primárias, secundárias e técnicas e universidades.
Agora, fazer acusações levianas e precipitadas contra uma pessoa que não pode mais se defender, apresentar seus argumentos é, antes de tudo, um ato de covardia e vingança contra quem não pode explicar-se.
Defendemos as investigações e as condenações de quem pratica qualquer crime, por isso condenamos as acusações infundadas e que demonstram apenas o desejo de vingança.
Por Marcelo Mesquita

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