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De Marisa Gibson, hoje na sua coluna DIARIO POLÍTICO

PSB e Raquel – O PSB já decidiu que terá candidato próprio em Caruaru, ou seja, não ficará a reboque do prefeito José Queiroz (PDT) e isso já teria sido comunicado à deputada estadual Raquel Lyra (PSB), que ainda se coloca como pré-candidata do partido à prefeitura do município, embora ameaçando mudar de sigla. Aliás, dentro do PSB, há uma receptividade grande em torno da deputada, considerada um bom nome.

Agora, para que as negociações evoluam satisfatoriamente, Raquel e o seu pai, o ex-governador João Lyra Neto, têm que ter paciência, e deixar de pressionar o Palácio das Princesas para antecipar o anúncio do palanque em Caruaru.

A grande exposição na mídia sobre a esperada filiação de João Lyra  ao PSDB tem sido um motivo constante de irritação no Palácio, a ponto de se chegar a afirmar que se ele ficar no PSB, Raquel será candidata; caso contrário, o PSB tomará outro rumo.

Essa situação já chegou até aos ouvidos dos tucanos, que acham que a demora de João Lyra em se filiar ao PSDB deve-se “ao problema de Raquel, que vive no Palácio”.

Enfim, essa é uma situação desconfortável, até porque  estimula os setores do PSB que resistem em aceitar uma preponderância do ex-governador em Caruaru, onde o partido está nas mãos de Jorge Gomes, vice-prefeito do município, e de Laura Gomes. Agora, a  decisão do PSB  ter candidato próprio em Caruaru é só uma face do processo sucessório no município, que envolve não só o PDT mas também a candidatura do deputado estadual Tony Gel (PMDB).

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